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Primeira-dama Camila Mariz acompanha artesãos paraibanos na Fenearte, em Pernambuco

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A primeira-dama do Estado, Camila Mariz, acompanhou os artesãos paraibanos no primeiro dia de exposição na Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), que foi aberta nesta quarta-feira (8), no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. A participação da Paraíba na feira ocorre menos de uma semana depois do encerramento do 42° Salão do Artesanato, no sábado (4), em Campina Grande, com homenagem às bonequeiras. O evento bateu um recorde de vendas — com mais de R$ 3,6 milhões comercializados.

A 26ª edição da Fenearte tem como tema “Seleiros de Pernambuco — Ofício que transforma”, uma homenagem aos artesãos e artesãs que têm no couro a matéria-prima para a confecção de peças que servem de abrigo, proteção e ornamento. São mais de 5 mil expositores do Brasil e de outros países, expondo em 700 estandes até o próximo dia 19 — o estande da Paraíba fica na Rua 7.

Na ocasião, Camila Mariz, que também é presidente de Honra do Programa do Artesanato Paraibano (PAP), destacou a importância de mais este momento para o segmento. “É uma alegria ver que, depois do sucesso do 42° Salão do Artesanato Paraibano, em Campina Grande, a Paraíba marca presença mais uma vez aqui na Fenearte, a maior feira de artesanato da América Latina. Sem dúvidas, uma grande oportunidade de bons negócios e de divulgação ainda mais da riqueza artesanal do nosso Estado”, celebrou.

A gestora do PAP, Marielza Rodriguez, disse que a Fenearte também é um momento de troca de experiência. “Menos de uma semana depois do Salão do Artesanato, seis artesãos paraibanos, que foram selecionados por edital de chamamento público, estão participando dessa grande vitrine, que é a Fenearte. Uma grande oportunidade para todos nós, técnicos, buscarmos inspiração já pensando no 43° Salão do Artesanato Paraibano, que será realizado em janeiro, em João Pessoa”, completou.

Participação paraibana — A Paraíba marca presença na 26ª Fenearte com seis artesãos: Valéria Antunes (João Pessoa; acessórios em crochê e metal); Alysson Gonçalves (São João do Cariri; madeira); Fabiano Quaresma (João Pessoa; madeira); Gilma Oliveira (Caaporã; fibras); Jô do Osso (Cabedelo; osso); e Ana Paula Régis (Araçagi; cerâmica).

No último sábado, Alysson Gonçalves estava em Campina Grande, participando do Salão do Artesanato. Emendar uma feira na outra é sinônimo de boas expectativas. “O Salão do Artesanato de Campina foi o melhor de todos que eu participei. Por isso, chego com muitas expectativas para participar da Fenearte, não só pelas vendas, mas também pela oportunidade de ampliar a minha rede de contatos e também divulgar ainda mais o meu trabalho”, disse.

De Caaporã, no Litoral Sul da Paraíba, Gilma Pitancó também traz boas expectativas e uma produção com peças artesanais em fibras para a Fenearte. “Fazia três anos que eu não participava da Fenearte. E agora chego confiante em boas vendas e também encomendas. A Fenearte sempre foi muito boa, tanto em vendas quanto em divulgação. As expectativas são as melhores possíveis”, acrescentou.

Dadá Venceslau concorre mais uma vez à premiação da Galeria Ana Holanda, que reúne um conjunto de peças enviadas por artistas de todo o País. Ano passado, ele conquistou o primeiro lugar e este ano espera novamente esse feito com a peça “Armoriarte”, que homenageia o movimento Armorial e o carnaval pernambucano, com o Galo da Madrugada. “É uma alegria estar expondo essa peça que foi inspirada no movimento Armorial e também no carnaval pernambucano. Que venha o primeiro lugar de novo”, completou.

O horário de visitação da Fenearte é de segunda a sexta-feira, das 14h às 22h; e sábados e domingos, das 10h às 22h, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.

“A Paraíba merece respostas”, diz Efraim ao cobrar explicações do governo sobre Cagepa, Prato Cheio e Padre Zé

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O senador e pré-candidato ao Governo da Paraíba, Efraim Filho (PL), aproveitou a entrevista concedida na rádio Nova Brasil FM, ao jornalista Josival Pereira, nesta quarta-feira, para intensificar o tom das críticas à gestão estadual e apresentar compromissos que pretende cumprir caso seja eleito governador.

Durante a sabatina, Efraim afirmou que esperava que o governador Lucas Ribeiro aproveitasse o espaço para prestar esclarecimentos sobre temas que, segundo ele, preocupam a população paraibana. “Queria que o governador se explicasse sobre o leilão da Cagepa, falasse dos desvios no programa Prato Cheio e sobre o Hospital Padre Zé. Dois secretários acusados de roubar.”

Ao abordar a Cagepa, o senador fez uma promessa de campanha e criticou a condução do processo pelo Governo do Estado. “Vou cancelar o leilão da Cagepa. É um governo novo que já nasce sob suspeita.”

Efraim também apresentou uma proposta para ampliar o abastecimento de água no estado, afirmando que pretende universalizar o acesso ao serviço. “Vou entregar água limpa aos 223 municípios da Paraíba. O governo tem entregue muito pouco. A Paraíba merece muito mais.”

As declarações reforçam o discurso de oposição adotado por Efraim na pré-campanha e colocam temas como transparência, gestão pública e segurança hídrica no centro do debate eleitoral para o Governo da Paraíba.

Construção civil mantém geração de empregos em alta, mas setor alerta para desafios econômicos

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O setor chega à marca de 3,1 milhões de trabalhadores com carteira assinada no país. Paraíba contribui com cerca de 57,6 mil empregos, a maioria em João Pessoa

A construção civil segue como um dos principais motores do mercado de trabalho no Brasil. Segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o setor criou 154.448 novos postos de trabalho com carteira assinada nos primeiros cinco meses do ano. O resultado representa uma alta de 3,78% em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram registradas 148.829 vagas.

Com esse desempenho, o setor encerrou o mês de maio com um estoque de 3,1 milhões de trabalhadores formais, um avanço de 0,35% em relação a abril e 3,03% superior a maio de 2025. Do total de mais de 3 milhões de trabalhadores da construção civil no país, a Paraíba contribui com mais de 57,6 mil trabalhadores, sendo que 30,3 mil atuam em João Pessoa.

Para Ovídio Maribondo, vice-presidente de Assuntos Trabalhistas e Política Sindical do Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon-JP), os números confirmam o protagonismo do segmento. “A construção civil possui um forte efeito multiplicador. Cada novo empreendimento movimenta uma extensa cadeia produtiva, gera empregos diretos e indiretos e contribui diretamente para o desenvolvimento das cidades. Os dados do Caged reforçam essa importância estratégica para o país”, afirma.

Apesar do saldo positivo no acumulado do ano, o mês de maio apresentou um ritmo mais moderado, registrando a abertura de 12.096 vagas (fruto de 211.581 admissões contra 199.485 desligamentos). Este foi o menor saldo mensal de 2026.

Segundo Maribondo, o freio nas contratações está diretamente ligado às incertezas do cenário macroeconômico.“O setor acompanha com atenção fatores como a elevada taxa de juros, o aumento nos custos dos insumos e as incertezas econômicas. Esses elementos pesam na tomada de decisão de investidores e empresários, podendo reduzir o ritmo de novos lançamentos e, consequentemente, impactar a geração de empregos”, destaca o dirigente do Sinduscon-JP.

No recorte por segmentos, as Obras de Infraestrutura lideraram a criação de vagas em maio, com um saldo de 8.916 novos postos. Em seguida aparecem a Construção de Edifícios (2.271 vagas) e os Serviços Especializados para a Construção (909 empregos).

Para Ovídio, o avanço da infraestrutura demonstra o impacto dos investimentos públicos e privados. “Quando há investimentos consistentes em obras estruturantes, o resultado aparece na criação de oportunidades, na melhoria da competitividade do país e na atração de novos negócios”, ressalta.

Perspectivas para o segundo semestre

De acordo com a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), a expectativa é que os investimentos em infraestrutura alcancem R$ 300 bilhões em 2026. Como base de comparação, em 2025 cerca de 80% dos R$280 bilhões injetados no segmento vieram da iniciativa privada.

Para garantir que o setor continue no ritmo de crescimento, Ovídio Maribondo reforça a necessidade de estabilidade. “Temos um setor resiliente e com enorme capacidade. Contudo, para que esse potencial seja plenamente aproveitado, é fundamental avançarmos em medidas que proporcionem segurança jurídica, acesso ao crédito e condições favoráveis para o investimento produtivo”, conclui Maribondo.

Mulher morre ao ser atacada por vaca no Sertão da Paraíba

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Uma mulher de 46 anos foi encontrada morta na manhã de quarta-feira (8) em uma propriedade rural no Sítio Salgadinho, zona rural do município de Conceição, no Sertão da Paraíba. A vítima foi identificada como Maria Lucineide Lopes Furtado.

De acordo com a Polícia Militar, o corpo da vítima foi localizado por moradores que passavam pela estrada em frente ao curral da propriedade. Ao se aproximarem, eles perceberam que a mulher apresentava diversas lesões, incluindo escoriações, hematomas e sangramento. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e confirmou o óbito no local.

Segundo relato do marido da vítima à polícia, ele havia saído de casa por volta das 6h para trabalhar em outra propriedade rural no município, enquanto Maria Lucineide permaneceu na residência produzindo queijos.

Moradores da região informaram à Polícia Militar que suspeitam que a mulher tenha sido atacada por uma vaca que havia parido recentemente e permanecia no curral da propriedade. Conforme os relatos, o animal costumava apresentar comportamento agressivo após o parto. No entanto, essa hipótese ainda será apurada durante a investigação.

Equipes do Instituto de Polícia Científica (IPC) e da Polícia Civil estiveram no local para realizar a perícia e iniciar a investigação. A causa da morte será determinada após a conclusão dos exames periciais.

Maratona Internacional de João Pessoa atrai corredores de 21 estados e reforça projeção nacional da prova

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A menos de um mês da largada, a Maratona Internacional de João Pessoa, considerada a maior prova de corrida de rua do Nordeste, segue ampliando seu alcance nacional. Na distância dos 42,195 quilômetros (km), 77% dos atletas inscritos até o momento são de fora da Paraíba, consolidando o evento como um dos principais atrativos do calendário brasileiro de corridas de rua. Ao todo, corredores de 21 estados brasileiros já garantiram presença na competição, que será realizada nos dias 1 e 2 de agosto, na Capital paraibana.

Promovida pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Juventude, Esporte e Recreação (Sejer), a Maratona Internacional de João Pessoa espera reunir milhares de corredores para disputar as provas de 5 km, 10 km, 21 km e 42 km, além dos tradicionais Desafios Arretados, reforçando João Pessoa como um importante destino de turismo esportivo e uma das principais sedes de maratonas do Brasil.

Para o secretário de Juventude, Esporte e Recreação da Capital, Joãozinho Neto, os números demonstram que a maratona ultrapassou as fronteiras da Paraíba e passou a integrar definitivamente o calendário nacional da modalidade. “É muito gratificante ver João Pessoa se consolidando como destino para corredores de todo o Brasil. Ter mais de três quartos dos inscritos vindos de outros estados comprova que a prova conquistou credibilidade, reconhecimento e hoje movimenta não apenas o esporte, mas também o turismo e a economia da cidade. Esse é um evento que gera impacto muito além da corrida”, destacou.

Além do crescimento no número de atletas visitantes, a edição 2026 chega ainda mais fortalecida. A prova mantém o Selo Ouro da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), o reconhecimento da World Athletics e, neste ano, passou a integrar o Brasil Gigante, circuito que reúne apenas oito das principais maratonas do País.

A expectativa da organização é que o percentual de corredores de fora da Paraíba cresça ainda mais até o encerramento das inscrições, impulsionado pela proximidade da prova e pelo fortalecimento da Maratona Internacional de João Pessoa no cenário nacional.

As inscrições seguem abertas e podem ser realizadas no site oficial da prova: www.maratonainternacionaldejoaopessoa.com. A programação será dividida em dois dias. No sábado (1º de agosto), serão disputadas as provas de 10 km e 21 km. Já no domingo (2 de agosto), acontecem a maratona de 42 km e a corrida de 5 km.

Premiação – A competição vai distribuir mais de R$ 128 mil em premiações, contemplando atletas das categorias Elite, Geral, Faixa Etária, Pessoas com Deficiência (PCD), equipes, assessorias esportivas e atletas naturais de João Pessoa, conforme previsto no regulamento oficial.

Os campeões da maratona, nas categorias masculina e feminina, receberão R$ 10 mil, além de troféus. Também serão premiados com troféus e premiação em dinheiro os cinco primeiros colocados de cada distância, bem como os cinco melhores atletas de cada faixa etária.

Os valores para as provas individuais são:

  • Maratona (42 km): R$ 205,50
  • Meia Maratona (21 km): R$ 158,50
  • Corridas de 10 km e 5 km: R$ 126,50

Atletas com 60 anos ou mais têm direito ao benefício previsto em lei. Servidores públicos municipais de João Pessoa e atletas PCD também contam com condições especiais, conforme regulamento.

Desafios combinados – Os desafios combinados permitem ao atleta competir nos dois dias de evento:

  • Desafio 63 km (21 km + 42 km): R$ 309,90
  • Desafio 52 km (10 km + 42 km): R$ 289,90
  • Desafio 26 km (21 km + 5 km): R$ 269,90
  • Desafio 15 km (10 km + 5 km): R$ 269,90

João Pessoa registra a maior redução no preço da cesta básica do Brasil

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O último levantamento da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos apontou que a cesta básica ficou mais cara em 17 capitais brasileiras em junho. Nas demais capitais, incluindo João Pessoa, e no Distrito Federal, o custo médio da cesta caiu.

A capital paraibana, inclusive, apresentou a maior redução, onde o custo médio caiu 3,97%, chegando a R$ 689,95. Considerando uma jornada de trabalho de oito horas por dia, um trabalhador de João Pessoa precisa trabalhar 93h, ou seja, quase 12 dias para conseguir comprar os 12 itens.

Variação por produto

Entre maio e junho de 2026, cinco dos 12 produtos que compõem a cesta básica tiveram diminuição nos preços médios: tomate (-25,83%), açúcar cristal (-4,27%), óleo de soja (-3,11%), manteiga (-2,32%) e café em pó (-1,98%).

O arroz agulhinha manteve-se estável. Os outros seis alimentos apresentaram elevação de preço: feijão carioca (10,07%), banana (3,49%), farinha de mandioca (2,01%), pão francês (0,76%), leite integral (0,72%) e carne bovina de primeira (0,54%).

No acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas elevações em nove dos 12 produtos: feijão carioca (46,12%), tomate (27,69%), carne bovina de primeira (8,29%), farinha de mandioca (5,50%), leite integral (4,79%), manteiga (4,11%), pão francês (3,49%), óleo de soja (1,92%) e banana (1,71%).

Variações em capitais

Segundo a pesquisa, a principal elevação ocorreu em Boa Vista, com aumento médio de 3,28%. Em seguida, aparecem Palmas (3,01%), Rio Branco (2,20%) e Porto Alegre (2,18%).

Abaixo de João Pessoa que apresentou a maior redução, na sequência, aparecem Recife (-3,62%) e Maceió (-3,61%).

Nos primeiros seis meses do ano, todas as capitais registraram alta nos preços da cesta básica, com taxas que oscilaram entre 4,02%, em São Luís, e 21,48%, em Fortaleza.

Um dos principais responsáveis pelo aumento no custo da cesta no mês passado foi o feijão, que subiu em todas as cidades analisadas. Também houve aumentos nos preços do arroz agulhinha, na carne bovina de primeira e no leite integral.

Cesta mais cara do país

Em junho, a capital que apresentou a cesta básica mais cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ 965,47, seguida por Cuiabá (R$ 937,93), Rio de Janeiro (R$ 920,94) e Florianópolis (R$ 918,42).

Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 630,40), São Luís (R$ 654,73), Maceió (R$ 671,41) e Natal (R$ 686,07).

Com base na cesta mais cara do país, que em março foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que valor do mínimo em junho deveria ser de R$ 8.110,92. O montante é cinco vezes superior ao salário mínimo atual, estabelecido em R$ 1.621.

Sedurb inicia campanha educativa sobre regras para uso de bandeiras ‘fly banners’ na Capital

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A Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) iniciou a campanha educativa sobre as regras para uso correto e autorizado de bandeiras fly banners em João Pessoa, orientando quanto a proibição, exceções, valores de multas e outros aspectos. O fly banner (também chamado de wind banner ou bandeira promocional) é uma mídia visual muito usada para divulgar marcas e eventos. Consiste em uma bandeira de tecido presa a uma haste flexível e apoiada em uma base giratória, permitindo que ela balance com o vento e atraia a atenção.

Equipes de fiscalização da Divisão de Publicidade da Sedurb (DIAP) estão percorrendo, diariamente, as principais ruas dos bairros onde esse tipo de mídia visual é mais utilizada, como: Bessa, Tambaú, Cabo Branco e José Américo. Nesta semana, a ação ocorre no bairro do Geisel, orientando os comerciantes e microempreendedores sobre a impossibilidade de utilização de fly banners em calçadas, canteiros, praças e vias públicas. A campanha educativa também ocorrerá em outros bairros da cidade.

“A Sedurb é o órgão municipal responsável por zelar pelo espaço público de João Pessoa, formulando, coordenando e executando as políticas de desenvolvimento urbano, garantindo o uso compatível das áreas públicas com o Código de Posturas do Município. Por isso, iniciamos esta campanha educativa, orientando a sociedade sobre as regras para uso correto e autorizado de fly banners. Inclusive, elaboramos uma cartilha que o cidadão pode consultar sempre que estiver em dúvida”, explicou o secretário de Desenvolvimento Urbano, Marmuthe Cavalcanti.

Onde é proibido – A regra geral é a seguinte: proibição total de bandeiras promocionais em vias públicas, calçadas, praças, canteiros e toda a faixa de areia da Orla marítima. Ou seja, não são permitidos fly banners para anunciar lojas nas calçadas ou wind banners na areia da praia, por exemplo.

Na Orla da Capital é tolerância zero para fly banners, visto que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC da Orla) proíbe a utilização de banners em quiosques e barracas. O objetivo é garantir a mobilidade urbana, mantendo caminhos livres para pedestres, carrinhos de bebê e cadeirantes. Além disso, combater à poluição visual, pois a publicidade excessiva esconde a beleza da cidade e causa cansaço visual.

Exceções e regras de ouro – Bandeiras promocionais para eventos sazonais, como maratonas, exigem autorização da Sedurb. Ou seja, precisam de alvará oficial e análise de impacto. Com relação aos fly banners para uso educativo e institucional, são permitidos apenas para campanhas de saúde, sinalização de trânsito ou avisos cívicos.

Consequências e regularização – A principal consequência para quem utiliza bandeiras promocionais sem autorização é o pagamento de multa, que pode chegar até R$ 26 mil, calculada pela Unidade Fiscal de Referência do Município de João Pessoa (UFIR-JP), de acordo com o Código de Posturas Municipal. Por sua vez, a regularização de fly banners para eventos, uso educativo ou institucional, é possível e deve ser feita via internet, através de solicitação de alvará pelo aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’.

Trabalhador morre após sofrer descarga elétrica e queda, na região metropolitana da Capital

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Um homem de 49 anos morreu, na tarde dessa quarta-feira (8), após sofrer uma descarga elétrica seguida de uma queda de cerca de oito metros enquanto trabalhava em uma construção, na cidade de Santa Rita.

Segundo informações preliminares, o trabalhador, que atuava como mestre de obras, estaria segurando um vergalhão, que acabou encostando em um fio de alta tensão. A intensidade do choque acabou fazendo o homem cair da construção, com forte impacto no chão, e ele não resistiu aos ferimentos.

O corpo da vítima foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML) e deve ser liberado na manhã desta quinta (9) para o velório.

Efraim aposta em disputa entre candidatos ligados a Lula para chegar ao segundo turno na PB

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O senador Efraim Filho (PL), pré-candidato ao Governo da Paraíba, afirmou que a polarização entre os candidatos que buscam o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode favorecer sua candidatura e abrir caminho para sua chegada ao segundo turno das eleições de 2026.

Na avaliação do parlamentar, Lucas Ribeiro (PP) e Cícero Lucena (MDB) disputam o mesmo campo político, representado por partidos da base governista e por um eleitorado identificado com a esquerda e com o lulismo na Paraíba. Para Efraim, essa divisão tende a fragmentar os votos desse segmento, enquanto sua pré-candidatura se consolida como alternativa para o eleitorado de direita e conservador.

Segundo o senador, o cenário eleitoral deve ser marcado por uma disputa intensa entre os dois pré-candidatos pela preferência do presidente Lula e pelo apoio do mesmo grupo político, o que, em sua visão, pode beneficiar candidaturas posicionadas fora desse campo ideológico.

Efraim afirmou ainda que pretende conduzir sua campanha com pautas voltadas à defesa da família, ao fortalecimento da segurança pública, à redução de impostos e ao incentivo ao setor produtivo. Durante a declaração, voltou a criticar medidas do Governo da Paraíba, como o aumento do ICMS sobre os combustíveis e a tributação aplicada ao setor de energia solar.

Para o senador, apesar de muitos eleitores não se definirem como de direita ou de esquerda, o perfil conservador predominante em diversas regiões da Paraíba, especialmente no interior do estado, influencia diretamente o resultado das eleições.

Na avaliação de Efraim Filho, a disputa entre Lucas Ribeiro e Cícero Lucena pelo mesmo espaço político e pelo apoio do presidente Lula poderá dividir o eleitorado governista e ampliar as chances de sua candidatura conquistar uma vaga no segundo turno da eleição para o Governo da Paraíba.

 

Pesquisa aponta variação em mais de 200% em produtos de higiene; confira

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Pesquisa realizada pelo Procon de João Pessoa para produtos de limpeza e de higiene pessoal em supermercados encontrou uma variação de até 209,81% no creme dental Close Up 90g, que oscila entre R$ 2,29 (Atacadão – Geisel) e R$ 7,09 (Bemais – Bancários), diferença de R$ 4,80%.

O levantamento de preços do Procon-JP foi realizado em 11 estabelecimentos e traz preços de 59 itens, a exemplo de creme dental, sabonete, papel higiênico, amaciante de roupa, água sanitária, sabão (em pó, em barra e líquido), detergente, desinfetante, álcool entre outros.

A maior diferença de preço da pesquisa foi registrada no sabão em pó (saco) Tixan Ipê 800g, R$ 11,91, com preços entre R$ 8,99 (Manaíra – Manaíra) e R$ 29,90 (Atacadão – Geisel), variação de 132,48%; seguido do sabão em pó (saco) Brilhante 1,6kg, R$ 11,09, oscilando entre R$ 16,90 (Assaí Atacadista – Epitácio Pessoa) e R$ 27,99 (Rede Compras – Aeroclube), variação de 65,62%.

Sabonetes – Duas marcas de sabonetes são responsáveis pelas duas outras maiores variações do levantamento: o Francis 90g, 169,73%, que oscila entre R$ 1,85 (São João – Mercado Central, Centro) e R$ 4,99 (Menor Preço – Bairro dos Estados), diferença de R$ 3,14; e o Lux 85g, 132,28%, com preços entre R$ 1,89 (Assaí Atacadista – Bairro dos Estados) e R$ 4,39 (Latorre – Torre), diferença de R$ 2,50.

O Procon-JP registra que o sabão também traz as outras maiores diferenças: a registrada no Omo em pó 1.6 kg (saco), R$ 10,00, com preços entre R$ 24,99 (São João – Mercado Central, Centro) e R$ 34,99 (Bemais – Bancários), variação de 40,02%; e no liquido Ariel 3 litros, R$ 10,00, que oscila entre R$ 49,99 (Manaíra – Manaíra) e R$ 59,99 (SuperFácil – Água Fria e Latorre – Torre), variação de 20%.

Os supermercados – A pesquisa visitou os seguintes estabelecimentos: Assaí Atacadista (Epitácio Pessoa); Atacadão e Super Box Brasil (Geisel); Rede Compras (Aeroclube); Menor Preço (Bairro dos Estados); Latorre (Torre); Manaíra (Manaíra); São João (Mercado Central, Centro); Bemais (Bancários); SuperFácil (Água Fria) e Mendonça (Valentina).

Consulte a pesquisa completa nos portais da Prefeitura de João Pessoa www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP www.proconjoaopessoa.pb.gov.br