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Governo fixa em R$ 5,1 mil novo piso nacional do magistério

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O governo federal sancionou nesta sexta-feira (19) lei que fixa em R$ 5,1 mil o novo piso salarial para profissionais da educação básica. A atualização representa aumento de 5,4% em relação aos R$ 4.867,77 pagos em 2025.

O percentual representa ganho real de 1,5% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que foi de 3,9%. A medida é válida para professores com jornada de 40 horas semanais e produz efeitos financeiros a partir de janeiro de 2026.

O texto também amplia a definição de profissionais do magistério, incluindo aqueles que atuam em funções de apoio pedagógico, como direção, planejamento, supervisão e coordenação educacional.

Base no INPC
Pelas novas regras, o piso será atualizado todos os anos por ato do Ministério da Educação, publicado até o último dia útil de janeiro. O cálculo do reajuste passará a considerar a soma de dois indicadores:

Variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC);
Metade da média de crescimento real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) nos cinco anos anteriores.
A lei também estabelece limites para a correção anual. O reajuste não poderá ser inferior à inflação medida pelo INPC, nem superior à variação das receitas do Fundeb entre os dois anos anteriores, incluindo as complementações da União. No ano passado, seguindo a mesma regra, o reajuste foi de 6,27%.

Outra mudança importante é a exigência de maior transparência. O Ministério da Educação deverá divulgar, anualmente, a memória de cálculo utilizada na atualização do piso, com dados detalhados sobre receitas, metodologia e série histórica, em plataforma de dados abertos.

Financiamento
A norma reafirma que o financiamento do piso salarial terá como base os recursos vinculados à educação previstos na Constituição, especialmente aqueles relacionados ao Fundeb. O texto destaca que a valorização dos profissionais deve respeitar os pisos mínimos de investimento em educação estabelecidos na legislação.

Além dos professores da educação básica, estão contemplados profissionais contratados temporariamente e aqueles que atuam na educação infantil, reconhecendo a integração entre as atividades de cuidar, brincar e educar.

IBGE: país tem 8,4 milhões de analfabetos com mais de 15 anos de idade

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Em 2025, o Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais de idade analfabetas, correspondendo a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. Em relação a 2024, houve redução de 0,4 ponto percentual (p.p.) na taxa nacional, representando uma diminuição de cerca de 592 mil pessoas analfabetas no país.

Em nove anos, a taxa nacional de analfabetismo caiu de 6,7%, em 2016, para 4,9%, em 2025, uma redução de 1,8 p.p. no período, garantindo a menor taxa da série histórica iniciada em 2016. A Região Nordeste (4,8 milhões de pessoas) concentrava 57,4% desse total.

Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Educação (2025), divulgados nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O analfabetismo atinge mais a população mais velha. Em 2025, havia 4,8 milhões de analfabetos com 60 anos ou mais, o que representa 14,9% das pessoas desse grupo etário. Os analfabetos com 60 anos ou mais de idade eram 58% do total de analfabetos do país. Já a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%) nesse grupo etário.

Quando se adiciona os grupos mais jovens no cálculo da taxa de analfabetismo, os percentuais diminuem progressivamente: 8,3% entre as pessoas com 40 anos ou mais, 5,8% entre aquelas com 25 anos ou mais, e 4,9% na população com 15 anos ou mais.

Segundo o IBGE, a taxa de analfabetismo entre as pessoas de 15 a 59 anos de idade foi de 2,6%, indicando que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização, sendo alfabetizadas ainda na infância.

“Essa diferença de 11,3 p.p. entre os grupos etários reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos.”

Em 2025, a taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais de idade foi de 4,6%, enquanto entre os homens foi de 5,2%. A redução em relação a 2024 foi de 0,4 p.p. para ambos os sexos. Na população com 60 anos ou mais de idade, a taxa de analfabetismo das mulheres, que historicamente era superior à dos homens, em 2025 passou a ser menor, com 13,7% para mulheres e 14,1% para homens, o que representa uma diferença de 0,4 p.p.

“A variação das taxas por sexo, especialmente entre os mais velhos, sugere avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”, analisa o IBGE.

Em 2025, 59,4% das mulheres com 25 anos ou mais de idade haviam completado, ao menos, a educação básica obrigatória, enquanto entre os homens esse percentual era de 55,2%. Ambos os grupos apresentaram crescimento em relação a 2024, indicando uma tendência positiva no acesso à escolarização.

Em relação à cor ou raça, 64,9% das pessoas de cor branca haviam concluído o ciclo básico educacional, contra 51,3% das pessoas de cor preta ou parda, resultando em uma diferença de 13,6 p.p. entre esses grupos. Essa diferença permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p., no entanto, é 2,8 p.p. menor que em 2016, quando a diferença era de 16,4 p.p., refletindo as persistentes desigualdades.

Creche
Em 2025, no Brasil, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% das crianças de 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse motivo permaneceu como o mais citado em todas as grandes regiões, com frequência mais elevada entre o primeiro grupo.

O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%.

Abandono escolar
No grupo de jovens de 14 a 29 anos do país, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desses jovens, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Considerando a distribuição por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.

Ao serem perguntados sobre o principal motivo de abandono escolar ou de nunca terem frequentado a escola, os jovens de 14 a 29 anos indicaram, majoritariamente, a necessidade de trabalhar, mencionada por 43% dos entrevistados em 2025.

O segundo motivo mais citado foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024. O aumento, de 2 p.p. em relação ao ano de 2023, pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional.

Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentara variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.

O Brasil tinha 46,6 milhões de jovens com 15 a 29 anos de idade em 2025, e 17,5% deles não estavam trabalhando, não estudavam no ensino regular e nem frequentavam algum curso de qualificação profissional. Essa proporção recuou 4,9 pontos percentuais (p.p.) frente a 2019, quando 22,4% dos jovens do país não trabalhavam, nem estudavam ou se qualificavam.

Guarda Civil Metropolitana realiza operação especial para o São João de João Pessoa com cerca de 100 agentes

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A Guarda Civil Metropolitana de João Pessoa inicia, nesta sexta-feira (19), a operação especial de segurança para o São João Multicultural da Capital. O esquema foi planejado para garantir tranquilidade ao público que vai prestigiar as atrações no Parque Solon de Lucena, o principal polo dos festejos juninos da cidade. Até 24 de junho, serão seis noites de festa, reunindo 16 artistas e bandas, sempre a partir das 20h.

Ao todo, cerca de 100 guardas civis estarão envolvidos na operação ao longo do evento, atuando de forma estratégica em pontos de circulação de pessoas, acessos ao espaço da festa e áreas de maior concentração do público. “O São João de João Pessoa é um evento que reúne milhares de pessoas e exige um planejamento cuidadoso. A Guarda Civil Metropolitana estará presente com efetivo reforçado, tecnologia de monitoramento e equipes distribuídas estrategicamente para garantir que a população possa aproveitar a festa com tranquilidade e segurança”, ressaltou João Almeida, secretário de Segurança Urbana e Cidadania de João Pessoa.

Tecnologia – A estrutura de segurança contará com o ônibus de videomonitoramento da Guarda Civil Metropolitana, equipado com câmeras de longo alcance e transmissão em tempo real das imagens para acompanhamento das equipes operacionais. A tecnologia auxilia na identificação rápida de situações que exijam intervenção e reforça a capacidade de resposta dos agentes durante os dias de evento.

Além do monitoramento eletrônico, equipes motorizadas e patrulhas a pé estarão distribuídas pelo Parque Solon de Lucena e seu entorno, realizando ações preventivas, orientando o público e prestando apoio sempre que necessário.

Trabalho integrado – O esquema especial de trabalho da Semusb se integra ao das demais forças de segurança e órgãos envolvidos na realização da festa, reforçando o planejamento operacional para garantir a proteção dos participantes durante toda a programação junina. “Trabalhamos de forma integrada com as demais forças de segurança para oferecer um ambiente acolhedor e protegido para moradores e visitantes”, destacou João Almeida.

A programação completa do São João Multicultural de João Pessoa pode ser conferida no link.

OAB-PB inicia movimento em defesa da reforma do Judiciário nesta sexta

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A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), realiza nesta sexta-feira (19) uma mobilização para ampliar o debate sobre a reforma do Poder Judiciário. A iniciativa integra um movimento nacional que prevê a realização de audiências públicas em todas as seccionais da OAB no país, com o objetivo de ouvir a advocacia e reunir contribuições para o aperfeiçoamento do sistema de Justiça.

Na tarde desta sexta-feira, 19, a partir das 15h, será realizada uma reunião com a diretoria da OAB-PB, na nova sede da entidade, localizada na Avenida João Cirilo, no bairro do Altiplano, em João Pessoa, para marcar o lançamento do movimento na Paraíba. Na ocasião, também será divulgado um endereço eletrônico para o recebimento de propostas e sugestões da advocacia paraibana sobre a reforma do Judiciário.

O presidente da OAB-PB, Harrison Targino, destaca que a iniciativa busca ouvir a advocacia, reunir sugestões e consolidar contribuições para subsidiar o encaminhamento de propostas ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Entre os temas que serão debatidos estão propostas já aprovadas, por unanimidade, pelo Conselho Pleno da OAB no início deste ano, como a fixação de mandatos para ministros do STF, a limitação de decisões monocráticas e a definição de regras para a atuação de parentes de magistrados na advocacia.

“A OAB espera que o tema possa entrar na pauta das discussões nacionais, visando o aperfeiçoamento da atividade jurisdicional. Também estamos propondo a instituição de um código de ética para o STF; a mudança da composição do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM), ampliando a participação da sociedade; o fim dos inquéritos penais no âmbito do Supremo Tribunal Federal, remetendo-se essas competências para os juízos ou outros órgãos; e outras medidas que estão sendo coletadas da advocacia em cada estado”, destacou Harrison Targino.

“A Ordem sustenta que qualquer proposta de reforma só é legítima se envolver ativamente a advocacia. Por isso, a OAB-PB promove debates permanentes sobre temas estruturantes para o país, como as reformas Tributária e do Judiciário”, acrescentou o presidente da OAB-PB.

Polícia Civil e Corpo de Bombeiros localizam mulher desaparecida em área rural de Aroeiras

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Polícia Civil (DPC) de Aroeiras, em ação integrada com o Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba (CBMPB), localizou, nesta quinta-feira (18), uma mulher de 50 anos que estava desaparecida desde o dia 27 de maio. Ela foi encontrada na zona rural do município, a cerca de 2 km do centro da cidade.

De acordo com as diligências, as buscas foram conduzidas pela Delegacia de Aroeiras, vinculada à 11ª Delegacia Seccional, e contaram com apoio do Grupo Tático Especial – Núcleo de Homicídios de Queimadas, da Delegacia de Umbuzeiro e do Corpo de Bombeiros. As operações tiveram início no domingo (14), com atuação de guarnições do 7º Batalhão e da 2ª Seção do Canil/CBMPB, sediada em Campina Grande.

As equipes consideraram informações repassadas pela família sobre o estado de vulnerabilidade da desaparecida e registros em vídeo que indicavam a presença dela nas proximidades de um sítio. Após cinco dias de buscas, a vítima foi localizada em área de mata fechada, de difícil acesso.

No momento em que foi encontrada, a mulher estava desorientada, levemente debilitada, mas estável e sem sinais visíveis de lesões. Após ser retirada da mata, foi conduzida até uma estrada de terra, onde recebeu atendimento do Samu, e foi encaminhada para a rede de saúde.

A Polícia Civil da Paraíba e o Corpo de Bombeiros reforçam o compromisso com a atuação integrada em ocorrências de busca e localização de pessoas desaparecidas, especialmente em áreas rurais e de difícil acesso, garantindo resposta técnica e coordenada para a preservação da vida.

Homem é preso em flagrante após jogar feijão fervente na companheira, na Paraíba

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Um homem foi preso em flagrante, nessa quinta-feira (18), após jogar uma panela de feijão fervente na companheira, na cidade de Princesa Isabel, na Paraíba.

O casal teria iniciado uma discussão e, durante a briga, o suspeito pressionou a mulher contra a parede, pegou uma panela de feijão que estava cozinhando no fogão e jogou o conteúdo em cima da companheira.

A mulher saiu correndo da casa, pedindo socorro. Ela se abrigou na casa de um vizinho, que manteve o homem longe dela e chamou a polícia.

O homem foi preso em flagrante e levado para a delegacia, onde foram registrados os pedidos de prisão preventiva contra o suspeito e de medida protetiva de urgência em favor da vítima.

Homem é preso em flagrante suspeito de estuprare criança de apenas sete anos, na PB

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Polícia Civil de Alagoa Nova, unidade vinculada à 12ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), realizou, nessa quinta-feira (18), a prisão em flagrante de um homem de 35 anos, investigado pela prática do crime de estupro de vulnerável.

De acordo com as informações levantadas durante a ocorrência, a ação policial teve início após a avó da vítima presenciar o suspeito, que era companheiro dela, praticando ato libidinoso contra o próprio neto, uma criança de apenas sete anos de idade, no interior da residência do casal, localizada no bairro Mutirão, em Alagoa Nova.

Após constatar a situação, a familiar interveio imediatamente para proteger a criança e acionou o Conselho Tutelar do município. A equipe realizou os primeiros atendimentos e encaminhou o caso à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

A autoridade policial determinou a realização da escuta especializada da criança, a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante e a tomada dos depoimentos de declarantes e testemunhas que tiveram conhecimento dos fatos. Também foram requisitados exames periciais junto ao Instituto de Polícia Científica.

A Polícia Civil acionou a rede de proteção municipal e a equipe responsável pela Escuta Especializada, garantindo o depoimento protegido da criança e o acompanhamento necessário para preservação dos direitos da vítima. A autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, visando à garantia da ordem pública e à conveniência da instrução criminal.

Após os procedimentos legais, o autuado foi encaminhado à carceragem da Cidade da Polícia Civil, em Campina Grande/PB, onde permanece à disposição da Justiça e aguarda a realização da audiência de custódia. A Polícia Civil da Paraíba reafirma seu compromisso com o enfrentamento aos crimes contra crianças e adolescentes, com a proteção das vítimas e com a responsabilização dos autores de crimes.

Prefeitura de João Pessoa mantém serviços essenciais em diversas áreas no período junino

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A Prefeitura de João Pessoa, por meio de suas secretarias e órgãos, mantém o atendimento à população nos serviços essenciais durante o período junino. Na próxima segunda (22) e terça-feira (23), a gestão municipal decretou ponto facultativo. Já na quarta-feira (24), São João, é feriado municipal. Porém, apesar do recesso, setores como a Saúde, Defesa Civil, serviços da operação tapa-buraco, limpeza urbana, entre outros, manterão os trabalhos em ritmo de plantão.

Saúde – Entre os dias 22 e 24 de junho, a população que necessitar de atendimento médico deve procurar uma das quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), que funcionam nos bairros de Cruz das Armas, Manaíra, Bancários e Valentina Figueiredo. Os hospitais da rede municipal também manterão seu funcionamento regular, assim como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que poderá ser acionado pelo número 192.

No caso da assistência de urgência em saúde mental, os usuários devem se dirigir ao Pronto Atendimento em Saúde Mental (Pasm), localizado no prédio anexo ao Complexo Hospitalar de Mangabeira. Com relação às urgências odontológicas, o atendimento seguirá acontecendo normalmente no CEO Torre e Mangabeira.

Já as unidades de saúde da família, assim como as policlínicas municipais e o Centro Municipal de Imunização (CMI), estarão fechados e voltam a atender ao público na quinta-feira (25).

Seinfra e Sedurb – Em relação ao funcionamento dos mercados públicos, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) informou que as feiras livres seguem horários diferentes em cada bairro, mas a maioria não funciona apenas no feriado.

Durante o feriadão de São João, os shoppings populares adotaram uma programação semelhante: funcionam, em horário normal, no sábado (20), segunda (22) e terça-feira (23). Já no domingo (21) e na quarta-feira (24) estarão fechados.

De acordo com a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), a operação tapa-buraco mantém o cronograma de trabalho normal na segunda e terça-feira. As equipes terão folga no feriado.

Limpeza urbana – A Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) também mantém calendário da coleta domiciliar regular, além de serviços de varrição, catação e limpeza em espaços públicos como Orla, Parque Solon de Lucena, mercados públicos, entre outros. Caso a população necessite do órgão, deve protocolar demanda através do aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’.

Segurança alimentar – As seis cozinhas comunitárias, os três restaurantes populares e os cinco pontos de distribuição de almoço, administrados pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), só fecham na quarta-feira (24), feriado municipal.

Meio ambiente – A Divisão de Fiscalização da Secretaria de Meio Ambiente (Semam) vai manter equipes de plantão nos dias 22, 23 e 24. A população pode registrar denúncias ambientais pelos seguintes canais: www.joaopessoa.mavsystems.com.br/portal_servicos; Chatbot Acácia (WhatsApp) 98214-7473 ou o Disque Denúncia 3213-7012, das 8h às 14h.

Defesa Civil – Como sempre ocorre, inclusive nos feriados, a Defesa Civil estará de prontidão durante o período junino, funcionando 24 horas. Em caso de necessidade, a população deve acionar a equipe pelos seguintes meios: 98831-6885 (WhatsApp), 199 (telefone) ou o aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’.

Bica – O Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica) estará fechado para visitação pública na segunda (22) e terça-feira (23), como já é habitual. Porém, o espaço de lazer abrir suas portas na quarta-feira (24), feriado, em horário normal, das 9h às 16h, com entrada permitida até as 15h.

Trânsito – A sede da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) estará fechada para atendimento ao público durante os três dias (22, 23 e 24), reabrindo na quinta-feira (25). Mas durante esse período, os agentes de mobilidade estarão no trabalho em campo e no Centro Operacional de Trânsito e Transporte (COTT).

A população pode solicitar atendimento por meio do portal.semobjp.pb.gov.br; ou emergências de trânsito para o COTT no 98760-2134 (WhatsApp).

Agevisa/PB orienta população sobre os cuidados com os alimentos durante as festividades juninas

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Os períodos festivos, aliados às altas temperaturas muito comuns no território paraibano, representam um dos momentos mais críticos para a segurança dos alimentos, especialmente em bares e restaurantes localizados em áreas de praia, onde há intenso fluxo turístico, e, também, em ambientes de grande concentração de pessoas, como nas festividades juninas espalhadas por todo o Estado. Nesses ambientes, o alto consumo de alimentos eleva significativamente os riscos sanitários e exigem atenção redobrada por parte dos estabelecimentos, das Vigilâncias Sanitárias e dos demais órgãos de controle e de promoção da saúde pública, segundo explica a nutricionista Conceição de Fátima Sobral Sales, gerente-técnica de Inspeção e Controle de Alimentos, Água para Consumo Humano e Toxicologia da Agevisa/PB.

A ENTREVISRTA

Quais são os principais fatores de risco associados ao alto consumo de alimentos nos locais de festividades públicas, como neste período junino, por exemplo?

Do ponto de vista técnico-sanitário, o consumo de alimentos fora do domicílio, aliado às frequentes mudanças de temperatura muito comuns nesse período, potencializa fatores de risco amplamente conhecidos. E aqui nós podemos destacar a proliferação acelerada de microrganismos patogênicos, a quebra da cadeia de frio, o armazenamento inadequado de alimentos perecíveis, as falhas nos controles de tempo e temperatura, a manipulação incorreta dos alimentos e o uso de água sem garantia de potabilidade.

Quais são as consequências da não observância a esses fatores de risco?

Produtos como pescados, frutos do mar, carnes, alimentos prontos para o consumo, comidas de milho, molhos, gelo e bebidas demandam cuidados rigorosos, uma vez que são altamente sensíveis às condições ambientais e ao manejo inadequado. E a inexistência ou a aplicação inadequada das Boas Práticas de Manipulação, aliada à ausência de Procedimentos Operacionais Padronizados efetivos, a falhas no controle integrado de pragas, a deficiências na higienização dos ambientes, equipamentos e utensílios, e, também, à falta de capacitação contínua dos manipuladores, elevam de forma significativa o risco de ocorrência de Doenças Transmitidas por Alimentos, as chamadas DTA’s.

O que acontece com quem consome alimentos produzidos de forma inadequada?

Ao consumir alimentos preparados sem os devidos cuidados, as pessoas ficam expostas a problemas como boca seca, calafrios, cefaleia, constipação, diarreia, dificuldades para deglutir, falar ou respirar, dilatação das pupilas, dores abdominais e febre. Podem ainda ser acometidas de fraqueza muscular, mal-estar, náuseas, paralisia respiratória, prostração, vertigem, visão dupla ou borrada, vômitos e outras complicações gastrintestinais que podem preceder problemas neurológicos que frequentemente evolui para o óbito. Tais problemas são causados por bactérias do tipo Salmonella (presentes na carne bovina ou de aves e em produtos à base de ovos crus), Staphylloccocus (presentes em carnes, frangos, produtos de confeitaria, doces e salgados, e em produtos muito manipulados) e Clostridium Botulinum (presente em conservas de vegetais, peixes e carnes).

E quais são as consequências do tratamento inadequado dos alimentos postos para o consumo humano?

Os agravos decorrentes da negligência nos processos de armazenamento, manipulação e preparo dos alimentos impactam diretamente a saúde da população; sobrecarregam os serviços de saúde, e comprometem a credibilidade dos estabelecimentos e do próprio destino turístico onde ocorram problemas de saúde decorrentes do consumo. E para evitar esses tipos de problema, é fundamental que os manipuladores de alimentos tomem consciência de que o cumprimento da legislação sanitária vigente não se constitui apenas numa exigência legal, mas corresponde a um dever permanente de todos os estabelecimentos que manipulam e comercializam produtos alimentícios destinados ao consumo pela população.

O que faz a Vigilância Sanitária para garantir que a população não seja exposta aos riscos provenientes de alimentos inadequados?

O principal papel da Vigilância Sanitária é fazer com que seja cumprida a legislação sanitária, que estabelece critérios mínimos indispensáveis para assegurar a inocuidade dos alimentos, a proteção do consumidor e a redução dos riscos previsíveis à saúde pública. O atendimento às normas sanitárias é condição básica para o funcionamento regular dos estabelecimentos e para a oferta de alimentos seguros à população. E, para garantir a devida regularidade na oferta de alimentos ao consumidor, a ação da Vigilância Sanitária se dá através das fiscalizações rotineiras, da autuação dos estabelecimentos infratores e da aplicação das penalidades legais previstas na legislação vigente.

Quais são as penalidades cabíveis a quem comete irregularidades sanitárias na Paraíba?

Nos termos do art. 46 da Lei Estadual nº 13.656, de 06 de maio de 2025, que instituiu o Código Sanitário do Estado da Paraíba, as infrações sanitárias serão punidas, alternativa ou cumulativamente, com as seguintes penalidades:

I – advertência;

II – multa;

III – apreensão de bens ou produtos;

IV – interdição parcial ou total de bens ou produtos;

V – inutilização de bens ou produtos;

VI – suspensão de vendas, uso ou fabricação de bens ou produtos;

VII – interdição parcial ou total do estabelecimento responsável pela infração;

VIII – proibição de propaganda;

IX – suspensão ou cassação do Alvará de Licenciamento Sanitário.

Além dessas penalidades, os infratores podem sofrer outros tipos de sanção?

Podem sim. As penalidades previstas no Código Sanitário da Paraíba não excluem as sanções de natureza civil ou penal cabíveis. E aqui vale ressaltar que a penalidade sanitária de interdição total ou parcial de que falamos pode ser imposta a qualquer tipo de infrator, sejam empresas, estabelecimentos, setores de serviços, seções, habitações, edificações, prédios, acampamentos, hotéis e congêneres, dormitórios coletivos ou não, barracas, tendas, refeitórios, áreas de reunião de pessoas, máquinas, equipamentos, locais, dependências e veículos.

Como a Agevisa/PB atua para proteger a população do risco de adquirir doenças Transmitidas por alimentos?

Na área de Alimentos, muitas têm sido as ações voltadas à fiscalização e orientação em bares, restaurantes e demais estabelecimentos afins para garantir a segurança da saúde da população. Nessas ações, a participação da Agevisa, quando solicitada, tem a finalidade de apoiar e reforçar institucionalmente a ação das Visas municipais, nos casos de pactuação plena, e de forma suplementar, nos casos de impossibilidade de atuação dos municípios, a depender dos casos concretos referentes às ações realizadas. De modo geral, a Agevisa está permanentemente disponível para apoiar, orientar e atuar sempre que demandada, seja em ações emergenciais, operações conjuntas, suporte técnico às Vigilâncias Sanitárias municipais ou em qualquer situação que exija atuação articulada para a mitigação de riscos sanitários. Nosso compromisso é com uma vigilância sanitária técnica e preventiva, baseada em critérios legais e orientada pelo princípio da proteção à saúde da população.

Como se dá a articulação da Agevisa/PB com os demais órgãos da sociedade civil organizada para fortalecer a promoção e a proteção da saúde pública na Paraíba?

A Agevisa/PB mantém importante parceria com os todos demais órgãos da estrutura de saúde do Estado, com o Ministério Público, o Procon, as Polícias Civil, Militar e Federal, o Corpo de Bombeiros Militar, as Vigilâncias Sanitárias municipais… E essas parcerias têm favorecido a execução de importantes ações de fiscalização nas várias áreas de competência da Vigilância Sanitária, todas elas voltadas para a promoção e proteção da saúde dos paraibanos e da população visitante, respeitadas as competências legais de cada instituição envolvida e tendo como objetivo central a proteção da saúde do consumidor e o interesse público.

De modo geral, de quem é a responsabilidade pela segurança dos alimentos?

A responsabilidade pela segurança dos alimentos é compartilhada. Os estabelecimentos devem assumir, de forma contínua, o compromisso com o cumprimento da legislação sanitária, investindo na qualificação de seus processos, na capacitação de suas equipes e na adoção efetiva das boas práticas. Aos órgãos de vigilância, cabe orientar, fiscalizar e adotar as medidas sanitárias cabíveis sempre que necessário. E, à sociedade, cabe exigir alimentos seguros, ambientes adequados e o respeito às normas que existem para preservar vidas.

Qual a orientação da Agevisa/PB à população, nesse período de festas juninas, quanto ao consumo de alimentos fora de casa?

É importante que as pessoas saibam que os grandes eventos populares, como os festejos juninos que ora vivenciamos, aliados às variações de temperatura, ampliam riscos e reforçam a necessidade de responsabilidade, planejamento e conformidade sanitária. A observância rigorosa da legislação vigente, aliada à atuação integrada dos órgãos de controle e ao compromisso dos estabelecimentos com a segurança dos alimentos, é o caminho mais eficaz para garantir a proteção da saúde pública.

A Agevisa, por meio da Gerência de Alimentos, segue atenta, comprometida e à disposição para toda e qualquer eventualidade que demande atuação técnica e institucional.

PMJP altera funcionamento da vacinação nos próximos dias e mantém atendimento de urgência

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Com a chegada do período junino e o ‘feriadão’ prolongado decretado pela Prefeitura de João Pessoa, a população deve se programar e ficar atenta às alterações no funcionamento dos serviços de vacinação da Rede Municipal de Saúde. Em razão do ponto facultativo da segunda-feira (22) e terça-feira (23), os pontos móveis de vacinação e as unidades de saúde da família (USFs) estarão com as atividades suspensas nesses dias. O Dia de São João, na quarta-feira (24), já é feriado municipal.

Antes da pausa nos atendimentos, a população terá a oportunidade de atualizar a caderneta vacinal neste sábado (20), quando os pontos móveis instalados no Home Center Ferreira Costa, Shopping Sul, Shopping Tambiá e Mix Mateus Valentina funcionarão normalmente até as 16h. Os locais disponibilizarão todas as vacinas previstas no calendário de rotina para crianças, adolescentes, gestantes, adultos e idosos, oferecendo uma oportunidade prática e acessível para quem deseja manter a imunização em dia.

Mesmo durante o final de semana e os dias de feriado, os atendimentos de urgência relacionados à imunização seguirão garantidos. O Centro Municipal de Imunização (CMI), localizado no bairro da Torre, permanecerá em funcionamento diariamente, das 8h às 12h, atendendo exclusivamente situações que exigem proteção imediata. No local, são ofertadas as vacinas antirrábica humana e dT (difteria e tétano), destinadas principalmente a pessoas que sofreram acidentes com objetos perfurocortantes ou foram vítimas de mordidas e arranhões de animais, especialmente cães e gatos sem comprovação vacinal, além de ocorrências envolvendo morcegos.

De acordo com o chefe da Seção de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Fernando Virgolino, a manutenção desse serviço é essencial para garantir uma resposta rápida em situações de risco à saúde. “Os serviços funcionam todos os dias para garantir essa assistência imediata de quem precisa. No caso de acidentes, os imunizantes devem ser administrados o mais rápido possível para proteger o paciente contra o tétano e a raiva. Por isso, a rede municipal mantém as vacinas antitetânica e antirrábica permanentemente disponíveis à população”, destacou.

A Prefeitura de João Pessoa orienta ainda que os usuários aproveitem os dias que antecedem o feriadão para atualizar a vacinação de rotina e, em casos de urgência, procurem imediatamente o Centro Municipal de Imunização, garantindo o acesso rápido às vacinas que podem prevenir doenças graves e potencialmente fatais.

Documentos necessários – Para receber qualquer vacina, é necessário apresentar documento oficial com foto ou certidão de nascimento, no caso de crianças e adolescentes, além do Cartão SUS e da caderneta ou cartão de vacinação. Já as gestantes também devem apresentar o cartão da gestante.

Vacinação em casa – A população que necessita de vacinação domiciliar pode solicitar o serviço por meio do aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’. A modalidade é destinada exclusivamente a pessoas acamadas ou restritas ao leito, garantindo o acesso à imunização sem a necessidade de deslocamento.

Saiba onde se vacinar em João Pessoa:

Centro Municipal de Imunização – Torre

Horário: das 8h às 12h (finais de semana e feriados)

O Centro Municipal de Imunização, localizado no bairro da Torre, nos sábados e feriados funciona excepcionalmente, no período das 8h às 12h, para atender situações de urgência. Para estes casos, são ofertadas as vacinas antirrábica humana e dT (difteria e tétano), destinadas a pessoas expostas a acidentes com objetos perfurocortantes ou mordidas de animais, especialmente cães e gatos não vacinados, ou morcegos.

Home Center Ferreira Costa – BR 230 – Aeroclube

Horário: 8h às 16h (sábados)

Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanhas:

Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários

HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos

Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes

Influenza: Para toda a população

Shopping Sul – Bancários

Horário: 10h às 16h (sábados)

Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanha:

Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários

HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos

Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes

Influenza: Para toda a população

Shopping Tambiá – Tambiá

Horário: Exclusivamente aos sábados, das 9h às 16h

Todos os imunizantes do calendário de rotina e de campanha:

Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários

HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos

Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusiva para gestantes

Influenza: Para toda a população

Mix Mateus – Unidade Valentina Figueiredo

(R. Brasilino Alves da Nóbrega – Valentina de Figueiredo)

Horário: 8h às 16h (sábados)

Todas as vacinas do calendário de rotina e de campanha:

Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários

HPV: atualização para o público de 9 a 19 anos

Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tipos A e B: exclusivo para gestantes

Influenza: Para toda a população