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Estudantes fazem visita técnica à Estação de Piscicultura da Sedap-PB em Itaporanga

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Um grupo de estudantes do 9º ano da Escola Municipal Jacinta Alves Paulo, de Itaporanga, no Sertão paraibano, participou nesta terça-feira (12) de uma aula de campo promovida na Estação de Piscicultura, localizada na zona rural do município. A unidade integra o Programa de Expansão e Desenvolvimento da Aquicultura em Águas Interiores do Estado da Paraíba, conhecido como Programa de Piscicultura, desenvolvido pelo Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap-PB).

O secretário da Sedap-PB, Joaquim Hugo Vieira, ressaltou que “as ações educativas também integram os objetivos da Sedap-PB, como no caso da Estação de Piscicultura”. Ele apontou que a aula de campo “é uma oportunidade para as novas gerações ter acesso ao que é produzido na sua região, obter conhecimento prático de como é feito o trabalho de reprodução de peixes que vão servir de alimento e fonte de renda para inúmeras famílias”.

O gerente operacional da Piscicultura da Sedap-PB, o engenheiro de pesca Celso Carlos Duarte, destacou que a aula de campo demonstra o foco educativo nas ações do Programa da Piscicultura. “É com muita alegria que a gente recebe os alunos, com o corpo técnico da escola. A gente incentiva sempre à Estação de Piscicultura ser um centro de acolhimento e ensino para as novas gerações”, afirmou.

“Uma das ações do projeto que a nossa escola está administrando agora, que é o ‘Projeto e Escrita, Minha Terra, Minha Cultura’, foi uma ideia dos professores, junto com os alunos, de visitar a Piscicultura. É um momento de muito aprendizado e um despertar do saber pela vida do peixe, pela criação do peixe”, frisou a professora da escola, Maria da Conceição. Ela acrescentou: “Aqui ficamos sabendo que a piscicultura é uma das ações que contribui para o crescimento econômico da nossa cidade e, também, social. É um momento de aprendizado e crescimento sobre os valores que a nossa cidade tem”.

Os alunos puderam conferir toda a linha de criação dos peixes, desde o nascimento, passando pela fase de alevinos e chegando à idade adulta. Eles ouviram uma palestra sobre os processos realizados na unidade, as espécies produzidas no local e como é feita a distribuição dos alevinos para o povoamento dos açudes paraibanos.

A diretora Auricélia Ferreira afirmou: “É uma manhã de muito aprendizado, levando os alunos a conhecer pontos importantes que faz parte da nossa cultura, da cultura de Itaporanga”. E complementou: “O sair da sala de aula e ir ao encontro da natureza, da piscicultura, é uma forma muito importante de aprender na prática”.

O estudante Tomás afirmou que “foi um privilégio saber como é o tratamento dos nossos peixes. Adorei saber que é muito importante esse tratamento com esses peixes para toda a Paraíba”.

Nova visita – A Estação de Piscicultura da Sedap-PB já tem uma nova visita de estudantes para uma aula em campo nesta quinta-feira (14), a partir das 9h. Agora, serão quase 40 estudantes da turma do 9º ano da Escola Júlio Laurindo de Almeida, também de Itaporanga.

A estação – O Programa de Piscicultura da Sedap-PB existe há cerca de 40 anos. Para 2026, a meta é produzir o total de 10 milhões de alevinos, superando em mais de 30% os quase 7 milhões do ano passado. A unidade é fundamental para a criação de tilápia, tambaqui, carpa e pirarucu, atendendo agricultores familiares e pescadores da região.

Além da estação em Itaporanga, o programa possui berçários para reprodução de alevinos em Patos, na localidade de Riachão de Araruna e na unidade de Sousa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB), localizada no Distrito de São Gonçalo, fruto de uma parceria.

Governo da Paraíba realiza Caravana para enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes

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O atendimento aos adolescentes e crianças em situação de violência exige preparo técnico, escuta qualificada e atuação integrada entre os serviços. Com esse foco, o Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB), em parceria com as Secretarias de Desenvolvimento Humano, Educação, Mulher e Diversidade Humana e Segurança Pública, além do Ministério Público e instituições do sistema de garantia de direitos, inicia, nesta terça-feira (12), em Campina Grande, a III Caravana Estadual Intersetorial de Prevenção e Combate à Violência contra esse público.

A iniciativa percorre as três macrorregiões de saúde do estado, com encontros realizados em Campina Grande (12 de maio), João Pessoa (21 de maio) e Sousa (28 de maio), reunindo profissionais da saúde, assistência social, educação, segurança pública, conselhos tutelares e demais atores da rede, em uma programação que articula formação técnica, debates interinstitucionais e atividades voltadas à aplicação prática dos fluxos de atendimento nos territórios.

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), são consideradas crianças as pessoas de até 12 anos incompletos e adolescentes aquelas entre 12 e 18 anos. É esse público que está no centro das ações da rede de proteção, que atua desde a prevenção até o atendimento especializado.

A programação foi estruturada para enfrentar pontos críticos do atendimento, com foco na escuta especializada, prevista na Lei nº 13.431/2017, nos fluxos de proteção integral e na articulação entre saúde, educação, assistência social e sistema de justiça. Também inclui atividades formativas com participação de adolescentes, debates interinstitucionais e mesas temáticas voltadas à qualificação do cuidado, ampliando a capacidade de resposta da rede diante das diferentes situações de violência.

Entre 2020 e 2025, a Paraíba registrou mais de 9 mil notificações de violência contra crianças e adolescentes no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Os registros da Secretaria de Estado da Saúde indicam maior concentração no público feminino, especialmente na adolescência, com cerca de 89% dos casos de violência sexual. Ainda assim, meninos também aparecem entre as vítimas de violência sexual e apresentam crescimento nos casos de violência física com o avanço da idade, o que evidencia a complexidade dessas ocorrências e a necessidade de abordagens consistentes ao longo de todo o ciclo de vida.

Para enfrentar esse contexto, a SES realiza o monitoramento das notificações de violência, promove capacitações nas macrorregiões e oferece apoio técnico às unidades. Esse trabalho é acompanhado pela ampliação da estrutura voltada ao público infantojuvenil, como os investimentos no Complexo Pediátrico Arlinda Marques e no Centro de Referência para Autismo, em Bayeux (mais de R$ 13,1 milhões), além da expansão de centros de reabilitação. A rede também se articula com iniciativas intersetoriais, como as Salas Lilás, voltadas principalmente ao atendimento de mulheres em situação de violência, mas que também acolhem crianças e adolescentes com abordagem humanizada e sigilosa.

Segundo a coordenadora de Saúde da Criança e do Adolescente da SES, Tatiane de Jesus, o fortalecimento da rede é essencial para garantir proteção efetiva. “Cada situação envolve uma criança ou adolescente que precisa ser acolhido com cuidado e responsabilidade. Quando os profissionais estão preparados, conseguem reconhecer sinais que muitas vezes não são evidentes, escutar sem causar novos danos e garantir o encaminhamento correto dentro da rede. A Caravana ajuda a qualificar esse olhar e a organizar esse fluxo na prática, aproximando os serviços e fortalecendo a resposta diante desses casos”, destacou.

Ao reunir diferentes setores e qualificar a atuação dos profissionais, a Caravana contribui para padronizar práticas e dar maior previsibilidade aos fluxos de atendimento em todo o estado. Esse movimento fortalece a organização da rede nos 223 municípios paraibanos e sustenta respostas mais consistentes diante das situações de violência, com reflexos diretos no cuidado e na proteção de crianças e adolescentes.

DER-PB restaura rodovias estratégicas e reforça frentes de trabalho após chuvas

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O Governo da Paraíba, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PB), avança no cronograma da ‘Operação Reconstrução’, plano estratégico que prioriza a segurança viária e a mobilidade nas regiões mais atingidas pelas chuvas de maio. Com foco na resolução dos danos, o órgão concluiu os serviços de recuperação nas rodovias PB-030 e PB-054 e PB-066. Todas as vias que ligam importantes polos do Agreste e Vale do Paraíba receberam intervenções estruturais e já estão com o tráfego 100% liberado para a população, cumprindo o papel de integração regional sem restrições.

Na PB-032, na altura da Usina Giasa, o DER-PB concentra agora uma grande frente de trabalho para otimizar o desvio provisório. Foram mobilizados patróis, tratores e caminhões com bica corrida, uma mistura técnica de brita com pó de pedra que garante maior compactação e resistência ao solo. A aplicação desse material nos pontos críticos do desvio visa eliminar atoleiros e oferecer uma base sólida para a trafegabilidade, permitindo que, em seguida, as equipes de engenharia iniciem a reconstrução do bueiro e do corpo estradal que colapsaram com a força das águas.

A situação da PB-028 também recebeu atenção especial das equipes técnicas. No trecho da cerâmica Elizabeth, o excesso de chuvas, somado ao fato de a drenagem ainda estar em fase de conclusão, resultou em uma erosão acentuada. O quadro foi agravado pela obstrução das descidas d’água por terceiros, o que concentrou o volume hídrico e aumentou a força do impacto sobre o corpo da estrada. De forma imediata, o DER-PB mobilizou máquinas e pessoal para realizar o preenchimento das áreas atingidas com material selecionado, garantindo que a pista suporte o tráfego com segurança. O órgão reforça que, nos trechos onde a drenagem já foi finalizada, a rodovia não apresentou qualquer intercorrência, comprovando a eficácia do projeto original. O tráfego de veículos segue normal.

No Vale do Paraíba, o DER, através da Residência Rodoviária de Sapé, monitora dois segmentos distintos da PB-004. No trecho entre Santa Rita e Sapé, a trafegabilidade é considerada normal, embora existam pontos com desgaste no pavimento que já estão integrados à programação de reparos para a próxima quinzena. Já no segmento que liga Santa Rita a Cruz do Espírito Santo, a atenção deve ser redobrada devido ao número de buracos causados pelo transbordamento do Rio Paraíba. No ponto crítico do Sítio Socorro, embora não haja alteração no fluxo, a recuperação será executada pela Residência com previsão de início para a próxima semana.

Dino manda TSE analisar possível uso de emendas em campanha eleitoral

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) ofícios para que os órgãos apurem a possibilidade de fraudes no direcionamento de emendas parlamentares com objetivos eleitorais.

Dino tomou a medida na ação em que é responsável por supervisionar se a liberação e execução das emendas estão de acordo com a Constituição e em conformidade com decisões anteriores do Supremo.

O ministro atendeu a pedido das organizações Contas Abertas, Transparência Brasil e Transparência Internacional, que alertaram o Supremo sobre possíveis esquemas no direcionamento de emendas com objetivos eleitorais.

Segundo as entidades, o risco é que uma empresa receba recursos de emendas indicadas por um parlamentar enquanto outra, controlada pelo mesmo beneficiário final, seja contratada pela campanha do mesmo parlamentar. Dessa forma, essas emendas custeariam as campanhas com dinheiro público.

“Este fornecimento geralmente é subfaturado, de modo que, na realidade, as emendas parlamentares estão sendo utilizadas indireta e indevidamente como verba de campanha”, afirma a petição apresentada ao Supremo.

O ministro mandou que TSE e PGR analisem a possibilidade e tomem “as providências que entenderem cabíveis”.

No mesmo despacho, o ministro mandou que o Tribunal de Contas da União (TCU) informe se já é possível disponibilizar ao público o painel para acompanhamento de execução de emendas que já utiliza internamente.

Dino também mandou os presidentes das Assembleias Legislativas estaduais e distrital informarem sobre a adequação dos processos orçamentários locais ao modelo federal. Outra providência foi para que a Controladoria-Geral da União (CGU) explique a falta de estrutura, em especial de servidores, para supervisionar a execução de emendas.

Emendas

Em 2024, após tomar posse no Supremo, Flávio Dino assumiu a condução dos processos que tratam da transparência no repasse das emendas.

Em fevereiro do ano passado, Dino homologou o plano de trabalho no qual o Congresso se comprometeu a identificar os deputados e senadores responsáveis pelas emendas ao Orçamento e os beneficiários dos repasses. A medida liberou o pagamento dos recursos, que chegaram a ser suspensos por falta de transparência.

Em Campina Grande: Expapi deve movimentar R$ 30 milhões em negócios a partir deste domingo

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A 56ª edição da Exposição Paraibana de Animais e Produtos Industrializados (Expapi) começa neste domingo, dia 17, no Parque de Exposições Carlos Pessoa Filho, em Campina Grande. A expectativa é que o evento receba durante os seus oito dias de programação um público de 250 mil pessoas e a previsão é que sejam fechados aproximadamente R$ 30 milhões em negócios. O evento integra o Circuito Paraíba Agronegócios 2026 que é realizado pelo Governo da Paraíba através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap-PB). A visitação é gratuita e ocorre até o dia 24 deste mês das 8h às 22h.

O secretário da Sedap-PB, Joaquim Hugo Vieira, avalia que a 56ª Expapi certamente vai repetir o sucesso dos últimos anos com a presença de grande público e o fechamento de muitos negócios por parte dos expositores. “A Expapi é uma das maiores exposições da Paraíba e do Nordeste. É um ambiente que reúne exposição de animais, maquinário e implementos agrícolas. Também é um local para debates e trocas de experiências com o compartilhamento de conhecimento. O público visitante durante oito dias terá várias opções de diversão, com espaço gastronômico e shows artísticos, com opções de lazer também para as crianças. É um espaço de passeio para toda a família”, enumera. Ele complementa que “a 56ª Expapi atrai expositores de toda a Paraíba e de estados vizinhos, com oportunidades de muitos negócios, impactando positivamente direta e indiretamente na economia de Campina Grande e região”.

A programação da 56ª Expapi vai contar com exposição de bovinos, equinos, ovinos e caprinos, de equipamentos e implementos agrícolas, além da realização de torneios, de leilões e programação de formação profissional do setor do agronegócio. Na terça-feira, dia 19, a partir das 9h, está programada uma Reunião Ordinária do Fórum Estadual de Secretários e Secretárias de Agricultura da Paraíba (Fessagri), que será presidida pelo secretário Joaquim Hugo, que terão oportunidade de discutir temas como, por exemplo, a certificação dos produtos ligados ao agronegócio.

Durante a 56ª Expapi, a Sedap-PB estará presente com várias ações. Uma delas é a distribuição de alevinos por meio do Programa de Expansão e Desenvolvimento da Aquicultura em Águas Interiores do Estado da Paraíba, conhecido como Programa de Piscicultura. A Empresa de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer), ligada à Sedap-PB, ocupará um estande no evento com mostra de técnicas e produtos que apoia no desenvolvimento.

A Associação Paraibana de Criadores de Caprinos, Ovinos e Bovinos (Appaco+Bov) é parceira da Sedap-PB na realização da Expapi. O presidente da entidade, Júnior Nóbrega, que é um dos organizadores do evento, ressalta a importância da exposição em Campina Grande. “A partir do próximo domingo, até o dia 24 teremos uma grade de eventos, de palestras, num grandioso evento agropecuário que é a Expapi. Temos a expectativa de um público recorde, ultrapassando 250 mil pessoas, e um volume de negócios esperado próximo dos R$ 30 milhões. Desde o cachorro-quente a grandes máquinas, a venda de carros e implementos agrários”, relata.

Entre os eventos realizados dentro da programação da 56ª Expapi haverá os torneios leiteiros de vaca e de cabras, concursos de raças de bovinos, caprinos  e equinos. Centenas de animais de raças equinas como Quarto de Milha e Mangalarga Machador; bovinas como Gir Leiteiro, Sindi, Guzerá e Nelore; e caprinas como Boer, Santa Inês e Saanen estão expostos.  A criançada terá passeio de pônei e mostra de minigado. Outra opção é praça de alimentação com barracas com comidas e bebidas típicas. O evento contará, ainda, com vários shows artísticos.

Uma das atrações da 56ª Expapi será a realização do I Concurso de Produtos Lácteos Artesanais que ocorrerá na segunda-feira, dia 18. São várias categorias com produtos derivados de vaca, cabra e búfala. Haverá também um debate sobre o serviço de inspeção municipal e o Susaf. Já o Festival do Queijo, do Mel e do Ovo Caipira da 56ª Expapi já tem mais de 20 expositores inscritos.

O gerente-executivo de Produção Agropecuária da Sedap-PB, José Octávio Targino, acrescenta: “Nós vamos ter também a degustação e a comercialização dos queijos da Paraíba e o estande da UFPB apresentando os seus trabalhos junto ao Instituto Social do Salão do Queijo”. Ele lembra, ainda, que os visitantes da Expapi poderão acompanhar na sexta-feira, dia 22, às 18h, a produção do queijo de manteiga. “Vamos ter o queijo quente também feito na hora, para degustar e ver como é fabricado o nosso queijo de manteiga ao vivo”.

A 56ª Expapi também é um espaço para divulgação de conhecimentos e para o aprendizado. O evento tem programado vários cursos, palestras e debates. A Expapi, realizada pelo Governo da Paraíba através da Sedap-PB em parceria com a Apacco+Bov, também conta com o apoio Federação da Agricultura da Paraíba (Faepa-PB), do Sistema Nacional de Aprendizagem Rural da Paraíba (Senar-PB), da Associação Rural da Paraíba e Sebrae Paraíba e Núcleo de Criadores de Sindi da Parayba, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ).

Polícia Civil bloqueia R$ 116 milhões em ativos de organizações criminosas durante operação Renorcrim Recupera do Ministério da Justiça

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A Polícia Civil da Paraíba teve atuação de destaque nacional na Operação Renorcrim Recupera, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e realizada entre os dias 13 de abril e 8 de maio de 2026. Por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), a instituição foi responsável por 24% de todo o bloqueio de ativos financeiros de organizações criminosas realizado no país durante a ofensiva.

Ao todo, a Polícia Civil da Paraíba conseguiu o bloqueio de R$ 116 milhões em ativos financeiros, de um total de R$ 483 milhões bloqueados pela operação em âmbito nacional, evidenciando a eficiência das investigações conduzidas pela DRACO no enfrentamento às estruturas financeiras do crime organizado. Além do expressivo resultado financeiro, a atuação da Polícia Civil paraibana também resultou em 120 prisões e apreensões realizadas em quatro estados da federação, além da apreensão de 416 quilos de drogas, 34 armas de fogo retiradas de circulação e cerca de 9,9 mil bens apreendidos, avaliados em aproximadamente R$ 15 milhões.

Os números reforçam o compromisso da Polícia Civil da Paraíba no combate qualificado às organizações criminosas, especialmente no que se refere à asfixia financeira das facções, estratégia considerada essencial para desarticular grupos criminosos e enfraquecer sua capacidade operacional.

RENORCRIM RECUPERA – A Renorcrim Recupera reúne esforços das unidades especializadas das Polícias Civis de enfrentamento às organizações criminosas — DRACOs ou similares — no âmbito da Rede Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Renorcrim), além das Unidades de Recuperação de Ativos integrantes da Rede Nacional de Recuperação de Ativos (Recupera). A integração entre essas estruturas fortalece o uso da inteligência financeira como ferramenta fundamental para enfraquecer a base econômica das facções criminosas.

Saúde de JP orienta que alunos com sintomas gripais evitem o ambiente escolar e alerta para importância da vacinação

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A Prefeitura de João Pessoa reforça o alerta para a importância da vacinação de crianças e adolescentes e destaca que atitudes simples, como o respeito à etiqueta respiratória, são fundamentais para conter a disseminação de doenças nos ambientes escolares. A orientação é que quem estiver com sintomas como tosse intensa ou persistente, febre, coriza, mal-estar ou qualquer outro sinal de adoecimento não deve ser enviado à escola.

Ambientes escolares, especialmente creches, reúnem grande número de pessoas e favorecem a circulação de vírus e bactérias. Doenças como gripe, resfriado, caxumba, sarampo e outras infecções respiratórias são comuns nesses espaços, justamente pela facilidade de transmissão. A tosse, por exemplo, é uma das principais formas de propagação dessas viroses.

“Mesmo quando os sintomas são leves, recomendamos que as crianças permaneçam em casa até a recuperação completa. A observação por pelo menos 48 horas em casos de suspeita de viroses leves ajuda a evitar surtos entre os colegas e profissionais desses ambientes. Além disso, após episódios de febre, o retorno à escola só deve ocorrer após pelo menos 24 horas sem sintomas e sem o uso de medicamentos antitérmicos”, orientou Fernando Virgolino, enfermeiro e coordenador de Imunização da Prefeitura de João Pessoa.

A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra doenças graves, especialmente em crianças e adolescentes. Manter a caderneta de vacinação atualizada protege não apenas a criança, mas também toda a comunidade escolar, ajudando a prevenir enfermidades como sarampo, rubéola, caxumba e poliomielite. “No caso da Influenza, a imunização anual é recomendada para crianças a partir dos seis meses de idade. Além disso, é importante destacar que os professores também fazem parte do grupo prioritário para a vacinação. Por isso, é fundamental que esses profissionais procurem um serviço de saúde para garantir essa proteção”, destacou o coordenador.

Nos ambientes escolares – Além da vacinação, medidas de proteção individual e coletiva são essenciais. Em creches e escolas, é recomendado intensificar a higienização de brinquedos com água e sabão, utilizar lenços descartáveis para secreções e estimular a lavagem frequente das mãos. A observação de sintomas entre os alunos também deve ser constante.

Fernando Virgolino explica ainda que, outras doenças comuns nos ambientes de educação infantil são conjuntivites, gastroenterites, síndrome mão-pé-boca e catapora. A prevenção passa por manter o documento de vacinação em dia, higienização adequada e com frequência e, que crianças adoecidas fiquem em casa, resguardada até a completa recuperação.

“A febre, em especial, deve ser vista como um sinal de alerta. Ela pode indicar desde infecções simples até condições mais graves, exigindo atenção e avaliação adequada”, completou o coordenador.

Políticas públicas para a infância e adolescência – Incluem iniciativas essenciais para a promoção da saúde e a prevenção de doenças. Nesse contexto, a vacinação nas escolas se destaca como uma estratégia permanente de ampliação do acesso aos serviços de saúde, contribuindo também significativamente para o aumento da cobertura vacinal.

Essa ação também integra a 8ª edição do Programa Prefeitas e Prefeitos Amigos da Criança (PPAC), iniciativa da Fundação Abrinq, que tem como objetivo fortalecer o compromisso com a garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

ELUCIDAÇÃO: Regiões de Bayeux e Cabedelo atingem 90% de resolução de homicídios em 2025

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A Polícia Civil da Paraíba alcançou, no ano de 2025, a marca de 90% de elucidação dos crimes de homicídio nas regiões de Bayeux e Cabedelo, por meio do trabalho investigativo desenvolvido pelas equipes da instituição. Os números são da Diretoria de Estatística da Polícia Civil da Paraíba e dizem respeito às áreas compreendidas pela 4ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), com sede em Bayeux, e pela 3ª DSPC, sediada em Cabedelo.

Os resultados reforçam o avanço da capacidade investigativa da Polícia Civil, especialmente no enfrentamento aos crimes violentos praticados na Região Metropolitana da Capital. A taxa de 90% de elucidação alcançada pelas duas regiões representa um índice expressivo, considerando que a média nacional de esclarecimento de homicídios é de aproximadamente 35%. Em toda a Paraíba, o índice de resolução das mortes violentas é de 70%, um dos maiores do país.

De acordo com os dados consolidados pela Diretoria de Estatística da instituição, o desempenho obtido pelas regiões de Bayeux e Cabedelo é resultado direto do fortalecimento das ações de investigação criminal, da integração entre as unidades operacionais e do trabalho contínuo de enfrentamento às organizações criminosas que atuam no Estado.

Os resultados também refletem uma política pública de segurança desenvolvida pelo Governo do Estado da Paraíba, que tem como prioridade o combate ao crime organizado e o fortalecimento das forças de segurança. Os investimentos realizados contemplam tanto recursos materiais quanto humanos, com a aquisição de novos armamentos, equipamentos de proteção individual, coletes balísticos e fardamentos, além da realização do maior concurso público da história da Polícia Civil da Paraíba, com oferta de 1.400 vagas.

Os novos servidores foram lotados estrategicamente em áreas com maior incidência de grupos violentos, reforçando o trabalho investigativo e ampliando a capacidade operacional da instituição nas regiões consideradas mais sensíveis para o enfrentamento da criminalidade.

Na avaliação do delegado-geral da Polícia Civil da Paraíba, André Rabelo, os resultados demonstram a efetividade dos investimentos realizados na segurança pública e o fortalecimento das ações de investigação qualificada.
“Os números mostram que investir em inteligência, estrutura e recursos humanos gera resultados concretos para a sociedade. A Polícia Civil da Paraíba vem avançando de forma consistente no combate aos crimes violentos, especialmente nas áreas mais afetadas pela atuação de organizações criminosas, garantindo respostas mais rápidas e eficientes à população”, destacou.

MPPB ajuíza ação contra Energisa por irregularidades em postes e requer condenação por dano ambiental de R$ 5 milhões

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A vertical low angle shot of a lot of electricity wires under a cloudy sky

Foi constatado grave quadro de desorganização, com fios e cabos soltos e estruturas clandestinas que causam poluição visual e colocam em risco a população

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou uma ação civil pública por dano ambiental em face da Energisa Distribuidora de Energia Elétrica SA, em razão do grave quadro de desorganização da infraestrutura aérea urbana do Município de João Pessoa, caracterizado pela existência disseminada de fios soltos, cabos pendurados, emaranhados, estruturas em desuso e ocupações irregulares da rede compartilhada instalada nos postes de energia elétrica, em desconformidade com as normas técnicas e regulatórias aplicáveis.

A Ação 0833623-34.2026.8.15.2001 foi proposta pela 43ª promotora de Justiça de João Pessoa, Cláudia Cabral, que atua na defesa do meio ambiente e tramita na 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital. Nela, o MPPB requer a concessão da tutela de urgência para determinar que a distribuidora de energia elétrica apresente, no prazo de até 60 dias, Plano Estrutural de Ação e Regularização da Infraestrutura Aérea Urbana no município, com o mapeamento das áreas de ocupação irregular da rede compartilhada; identificação, em toda a cidade, de cabeamentos clandestinos, fios em desuso, estruturas penduradas e demais situações de risco à coletividade e número de postes com irregularidades técnicas e poluição visual; dentre outras medidas, com destaque para ações fiscalizatórias e inspeções técnicas, sob pena de multa diária não inferior a R$ 10 mil.

Pede também que a ação seja julgada procedente, com a condenação da empresa ao pagamento de indenização pelos danos coletivos causados ao meio ambiente artificial urbano, à paisagem da cidade e à ordem urbanística, em valor a ser arbitrado pelo Juízo, não inferior a R$ 5 milhões, a ser revertido em favor do Fundo Especial de Proteção dos Bens, Valores e Interesses Difusos do Estado da Paraíba (FDD-PB).

Investigação

Conforme explicou a promotora de Justiça, a ação é um desdobramento do Inquérito Civil Público Inquérito Civil 001.2021.068006, instaurado para averiguar denúncia enviada à Ouvidoria do MPPB contra empresas de instalação de rede de fibra ótica, que estariam utilizando postes em vias públicas, principalmente nos bairros do Bessa e Manaíra, deixando cabos e fios emaranhados e pendurados pelas calçadas, fora de padronização, causando transtornos aos transeuntes e colocando-os em risco iminente de acidentes.

Segundo Claudia Cabral, desde os atos iniciais de instrução, constatou-se que a problemática investigada ultrapassa situações isoladas de manutenção urbana, revelando cenário persistente de precarização da rede aérea compartilhada, com impactos diretos sobre a segurança da população, a mobilidade urbana, a acessibilidade, a paisagem da cidade e a adequada fruição do espaço público.

No curso da investigação ministerial, foram expedidas diversas requisições administrativas à concessionária Energisa Paraíba, bem como às empresas de telecomunicações atuantes no município, buscando-se esclarecer as medidas adotadas para fiscalização, regularização, identificação de ocupantes da rede aérea e retirada de cabeamentos irregulares, clandestinos ou em desuso.

“As respostas encaminhadas pelas empresas investigadas revelaram quadro reiterado de fragmentação operacional, ausência de governança integrada e insuficiência das medidas até então implementadas para solução efetiva da problemática urbana constatada. A Energisa reconheceu expressamente a existência de ocupações irregulares e clandestinas na infraestrutura sob sua gestão, admitindo, inclusive, os riscos decorrentes da desorganização da rede aérea urbana e os impactos sobre a segurança da população e a integridade do serviço essencial de distribuição de energia elétrica. Também informou a adoção de iniciativas administrativas e operacionais de fiscalização e regularização, dentre elas a denominada Operação Retira Fios realizada de forma pontual nos anos anteriores sem ter contudo continuidade e resolutividade.  Ao ser ouvida em audiência, reconheceu expressamente que detém prerrogativa normativa para atuação em situações de risco e que a ocupação irregular da rede pode comprometer a segurança do serviço público essencial”, explicou a promotora de Justiça.

As empresas de telecomunicações também reconheceram a existência da desorganização estrutural da rede aérea urbana, atribuindo parte significativa do problema à atuação de ocupantes clandestinos e à ausência de controle centralizado da ocupação dos postes.  “Da análise conjunta das manifestações colhidas no Inquérito Civil, consolidou-se diagnóstico institucional inequívoco acerca da existência de desorganização generalizada da rede aérea urbana. As irregularidades verificadas não representam apenas desconforto visual ou simples deficiência estética urbana. Ao contrário, os elementos coligidos nos autos evidenciam situação permanente de risco à coletividade, com potencial comprometimento da integridade física de pedestres, motociclistas, ciclistas e condutores de veículos, além de prejuízos diretos à acessibilidade urbana e ao adequado funcionamento dos espaços públicos. Além disso, a situação constatada configura inequívoca degradação do meio ambiente artificial urbano, notadamente em razão da poluição visual ocasionada pelo acúmulo desordenado de cabeamentos excedentes, clandestinos, inativos ou tecnicamente irregulares, comprometendo a paisagem urbana e a adequada organização estética da cidade”, disse Cláudia.

A ação está fundamentada no artigo 225 da Constituição Federal, que estabelece o direito de todos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado; na legislação ambiental e consumerista vigente, no Código de Postura do Município de João Pessoa, dentre outras normas pertinentes à matéria.

Confira os pedidos feitos pelo MPPB na ação: 

Em sede liminar:

que seja determinado à Energisa Paraíba que apresente, no prazo máximo de até 60 dias, Plano Estrutural de Ação e Regularização da Infraestrutura Aérea Urbana do Município de João Pessoa/PB, contendo: i) mapeamento das áreas de ocupação irregular da rede compartilhada, com identificação, em toda cidade, de cabeamentos clandestinos, fios em desuso, estruturas penduradas e demais situações de risco à coletividade e números de postes com irregularidades técnicas e com poluição visual; ii) metodologia operacional e divisão territorial de atuação conforme níveis de criticidade e grau de risco à segurança da população; iii) cronograma progressivo de execução das medidas de regularização e fiscalização da infraestrutura compartilhada; iv) critérios técnicos permanentes de monitoramento, fiscalização e controle da ocupação dos postes urbanos; v) medidas destinadas à retirada prioritária de estruturas que apresentem risco concreto à segurança da coletividade;

que seja determinado à empresa a implementar, no mesmo prazo, o cronograma e o sistema contínuo e permanente de fiscalização da ocupação da infraestrutura de postes compartilhada, mediante realização periódica de inspeções técnicas, identificação de ocupantes irregulares e adoção das providências administrativas necessárias à regularização da rede  de postes da cidade de João Pessoa;

a fixação de multa diária em valor não inferior a R$ 10 mil para hipótese de descumprimento das obrigações impostas em sede liminar, sem prejuízo da adoção de outras medidas executivas necessárias à efetivação da tutela jurisdicional coletiva;

No julgamento da ação:

a inversão do ônus da prova, nos termos do artigo 6º, inciso VIII, do Código de Defesa do Consumidor, diante da natureza coletiva da demanda, da hipossuficiência técnica da coletividade substituída e da manifesta assimetria informacional existente entre as partes;

a citação da requerida para, querendo, apresentar contestação, sob pena de revelia e confissão quanto à matéria de fato;

ao final, a total procedência da ação civil pública, para confirmar integralmente as medidas concedidas em tutela de urgência e condenar a Energisa nas seguintes obrigações de fazer:

a) apresentar o Plano Estrutural de Ação e Regularização da Infraestrutura Aérea Urbana do Município de João Pessoa/PB, contendo: I) mapeamento das áreas de ocupação irregular da rede compartilhada, com identificação, em toda cidade, de cabeamentos clandestinos, fios em desuso, estruturas penduradas e demais situações de risco à coletividade e números de postes com irregularidades técnicas e com poluição visual; II) metodologia operacional e divisão territorial de atuação conforme níveis de criticidade e grau de risco à segurança da população; III) cronograma progressivo de execução das medidas de regularização e fiscalização da infraestrutura compartilhada; IV) critérios técnicos permanentes de monitoramento, fiscalização e controle da ocupação dos postes urbanos; V) medidas destinadas à retirada prioritária de estruturas que apresentem risco concreto à segurança da coletividade;

b) a condenação da requerida ao pagamento de indenização pelos danos ambientais coletivos causados ao meio ambiente artificial urbano, à paisagem da cidade e à ordem urbanística, em valor a ser arbitrado pelo Juízo, não inferior a R$ 5 milhões, corrigido monetariamente e acrescido de juros de mora, a ser revertido em favor do FDD-PB;

c) a condenação da requerida ao pagamento das custas processuais e demais ônus sucumbenciais eventualmente incidentes, bem como a produção de todos os meios de prova em direito admitidos, especialmente prova documental complementar, pericial, técnica e inspeção judicial, caso necessárias ao pleno esclarecimento dos fatos.

Crescimento do e-commerce na Paraíba impulsiona soluções logísticas e fortalece pequenos empreendedores

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Avanço do comércio digital movimenta bilhões no país e na Paraíba, ampliando oportunidades e exigindo novas soluções de armazenamento e distribuição

O comércio eletrônico brasileiro segue em forte expansão e vem transformando a dinâmica do varejo e da logística no país. Em 2024, o setor faturou R$235,5 bilhões, registrando crescimento de 15,3% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A expectativa é de continuidade desse avanço, com projeção de alcançar aproximadamente R$259 bilhões em 2026, impulsionado pela digitalização e pelo aumento da confiança nas compras online.

Esse crescimento nacional também se reflete nos estados. Na Paraíba, o comércio eletrônico já movimenta cerca de R$2,4 bilhões por ano, representando aproximadamente 1,19% de todo o faturamento do e-commerce brasileiro.

O cenário de crescimento abre espaço para novos empreendedores, especialmente micro e pequenos negócios que encontram no e-commerce uma oportunidade acessível para iniciar ou expandir suas atividades. No entanto, o aumento das vendas também traz desafios operacionais importantes, como a organização de estoque e a eficiência na entrega.

Especialistas apontam que a descentralização logística é uma tendência crescente no setor, especialmente diante da necessidade de acelerar a chamada “última milha”, a etapa final da entrega.

O empresário Eduardo Francisco De Lira que atua no setor de telecomunicação vivencia essa situação na prática. Há quatro anos ele aderiu ao serviços de self storage para garantir a estrutura essencial para organizar sua operação.

“O atendimento é de forma completa, tanto na parte administrativa quanto na estrutura física para treinamentos e palestras. Temos uma parceria com o Cabe Mais que oferece auditórios, salas amplas, espaços individuais e até área gourmet, atendendo às nossas necessidades, inclusive com suporte para domicílio fiscal.”, afirma.

Solução de apoio ao e-commerce

Na Grande João Pessoa, o Cabe Mais tem se consolidado como um parceiro estratégico para empreendedores digitais. A empresa oferece unidades de armazenamento seguras, flexíveis e adaptáveis a diferentes portes de negócios, permitindo que microempreendedores e empresas em expansão organizem suas operações de forma mais eficiente.

Além do espaço físico, a praticidade de acesso, a possibilidade de expansão conforme o crescimento das vendas e a localização estratégica contribuem diretamente para a melhoria da logística. Os espaços funcionam como pequenos centros de distribuição urbanos, facilitando o fluxo de mercadorias e reduzindo o tempo de envio.

“Nosso objetivo é apoiar diretamente o crescimento do e-commerce. Com os espaços de armazenamento, os empreendedores conseguem estruturar melhor seus estoques, ter mais controle sobre os produtos e operar com mais agilidade no envio dos pedidos. Isso impacta diretamente na eficiência logística e no desenvolvimento desses negócios”, destaca Daniel Freitas, co-fundador e sócio do Cabe Mais.

Em meio ao estabelecimento do e-commerce, o modelo de negócio também demanda a formalização das empresas, que precisam de um endereço fiscal legalizado pelas juntas comerciais em seus registros de CNPJ.

O Cabe Mais oferece aos seus clientes os serviços de domicílio fiscal e comercial, permitindo que empreendedores do e-commerce registrem suas empresas com um endereço válido, sem a necessidade de manter um espaço físico próprio. A solução atende às exigências legais, facilita a emissão de notas fiscais, contribui para a regularização do negócio e reduz os custos operacionais

“Além do serviço de self storage, o empreendedor também precisa de um endereço comercial estratégico, que fortalece a imagem da empresa e aumenta a confiança de clientes e parceiros. A solução possibilita a expansão do negócio sem a necessidade de altos investimentos em estrutura física”, comenta Francisco Freitas, co-fundador e sócio do Cabe Mais.