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Sedec adota estratégias para manter vínculos com alunos matriculados na rede municipal

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Foto; Kleide Teixeira

Comprometimento. Esta palavra define bem o trabalho de toda a equipe da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec) de João Pessoa neste início de ano letivo. Mesmo com todas as dificuldades trazidas pela pandemia de Covid-19, várias ações têm sido feitas para minimizar os efeitos na educação dos estudantes. Uma das ações mais importantes é a campanha Busca Ativa Escolar, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), para resgatar os alunos que tiveram o vínculo com a escola fragilizado no ano passado.

Por conta da pandemia, as aulas presenciais tiveram que ser substituídas pelas remotas. Devido às dificuldades de várias famílias, principalmente no acesso à internet, alguns alunos foram prejudicados e perderam muitas aulas no ano passado. Para que o cenário não se repita e o aprendizado seja prejudicado, os profissionais da Sedec ligam para as famílias para estimular o retorno a rotina de estudos e, quando não conseguem esse contato vão até a residência informada na matrícula.

Por determinação do Ministério da Educação, mesmo os estudantes que perderam contato com as escolas, não foram reprovados. “Muitas escolas têm conseguido sim, encontrar os alunos. Os profissionais das nossas escolas são muito comprometidos. O esforço agora é trabalhar com a intersetorialidade para que possamos chegar a todos os estudantes”, explicou a diretora do Departamento de Programas Especiais da Sedec, Alcilene Andrade.

O desafio da Sedec agora é trazer todos os alunos de volta às escolas e fazer um reforço dos conteúdos que foram perdidos em 2020. “Com relação ao reforço, nós estamos com apenas um mês de retorno às aulas, mas a proposta da secretária América Castro é fazer um reforço de 120 horas-aulas ao ano. Esse reforço será feito gradativamente e paralelamente aos conteúdos de 2021”.

Positivo- Ao mesmo tempo em que busca trazer de volta os alunos que perderam o vínculo escolar, a Secretaria de Educação de João Pessoa tem números positivos para comemorar. Em 2021, 70.309 estudantes se inscreveram na Rede Municipal de Ensino, um número recorde. Antes disso, o maior número de matriculados havia sido no ano de 2004, na gestão anterior do prefeito Cícero Lucena, com 67 mil alunos.

Aulas remotas –Por conta da pandemia de Covid-19, as aulas na Rede Municipal de Ensino seguem no formato online, com formações de grupos para cada turma e orientação dos professores por whatsapp, no horário em que o estudante está matriculado. Além disso, as escolas estão distribuindo aos alunos kits impressos com o material didático.

Vereador Coronel Sobreira pede isenção das taxas municipais deste ano para os trabalhadores do transporte escolar de João Pessoa

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O Vereador Coronel Sobreira (MDB) apresentou na Câmara de João Pessoa, durante a sessão desta quinta-feira (4), a indicação para que a prefeitura da Capital abra mão de cobrar as taxas aos permissionários de transporte escolar, vans escolares e similares, no exercício fiscal de 2021. Ele chamou a atenção para o fato de que a pandemia do novo coronavírus trouxe sérios prejuízos financeiros a essa categoria, já que muitas escolas não tiveram atividades presenciais no ano passado e este ano retornaram de forma híbrida. O pedido do Coronel Sobreira beneficia mais de 400 trabalhadores do setor.

“Estes trabalhadores estão extremamente prejudicados com esse cenário de prejuízo econômico trazido pela pandemia. Na vistoria deste primeiro semestre, muitos deixaram de arcar com os custos por causa de dificuldades financeiras e ficaram sem o selo que autoriza a circulação desses transportes. Numa situação atual como essa que estamos vivendo, nada mais justo e necessário do que isentar ou suspender a cobrança das taxas municipais para o setor”, destacou o Vereador Coronel Sobreira.

Conforme o Código de Trânsito Brasileiro, no artigo 136, os veículos de transporte escolar só podem circular nas vias com autorização emitida pelo órgão ou entidade executivos de trânsito, no caso de João Pessoa, a Semob (Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana). É cobrada uma taxa para a vistoria e quem perde o prazo é implicada uma multa.

Ainda na sessão desta quinta-feira (4), o Vereador Coronel Sobreira apresentou um voto de aplauso à Capitã PM QOS Patrícia Meira de Freitas e Silva, que desenvolveu um cateter capaz de evitar infecção urinária, como resultado de seu doutorado em Biotecnologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Mercado Central de João Pessoa é interditado para realização de serviços de emergência

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O Mercado Central será interditado de domingo (7) até a segunda-feira (8). A ação é necessária para que a Prefeitura de João Pessoa, por meio de um trabalho integrado entre a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) e outras secretarias municipais, além do Corpo de Bombeiro, façam intervenções para garantir a segurança dos comerciantes e consumidores. Após esse trabalho, o Mercado será reaberto na terça-feira (9).

Para o secretário da Sedurb, Fábio Carneiro, o apoio e integração das secretarias são importantes e vão possibilitar que os serviços atendam à necessidade da população da melhor maneira possível. Ele ressaltou que a iniciativa tem sido fundamental na execução dos serviços, que foram iniciados na semana passada no local. “Estamos atuando de forma integrada, para prestar sempre o melhor serviço à população e cuidar dessa cidade, como tem sido orientado pelo prefeito Cícero”, destacou.

De acordo com o diretor de Paisagismo, Jair Soares, estão previstos serviços de poda, limpeza, vistoria para desativar ligações clandestinas de esgotos e reparos na estrutura do local avariada pelas chuvas. Segundo ele, também serão realizadas ações preventivas para evitar que outras ocorrências voltem a ser registradas no mercado. “Todo o perímetro do Mercado Central será interditado nesses dois dias para evitar riscos à população e otimizar os serviços da Prefeitura”, detalhou.

Além da Sedurb, a ação no Mercado Central vai contar com equipes da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), Secretaria Executiva de Defesa Civil, Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semam), Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), Guarda Civil Metropolitana e Corpo de Bombeiros, totalizando mais de 100 pessoas. Agentes de mobilidade urbana estarão orientando o trânsito no local.

Trabalho contínuo – Desde o último dia 25, equipes da diretoria de manutenção da Sedurb se revezam para solucionar problemas em algumas partes da estrutura que aconteceram em decorrência das chuvas no local. A demolição de áreas em situação de risco, o isolamento da caixa de água localizado na área afetada pelas chuvas, o desligamento da energia elétrica e a reordenação dos comerciantes que atuam na feira de roupa do mercado foram algumas das ações já realizadas para minimizar os transtornos.

Senado aprova texto-base da PEC Emergencial em 2º turno; proposta viabiliza auxílio emergencial

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Saque do auxílio emergencial

Senado aprovou nesta quinta-feira (4) em 2º turno o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) conhecida como PEC Emergencial.

A proposta prevê protocolos de contenção de despesas públicas e uma série de medidas que podem ser adotadas em caso de descumprimento do teto de gastos, regra que limita o aumento dos gastos da União à inflação do ano anterior. O texto também viabiliza a retomada do auxílio emergencial.

Em um primeiro momento da sessão, os senadores aprovaram o texto-base por 62 votos a 14. Agora, os parlamentares analisam um destaque apresentado pelo Senador Paulo Rocha (PT-PA) que propõe a supressão do trecho que estipulou um limite de R$ 44 bilhões para gastos fora do teto com o auxílio emergencial.

Vencida esta etapa, o texto segue para análise dos deputados. Segundo o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a maioria dos líderes concordou com o rito acelerado e a matéria deve ser votada diretamente no plenário, sem passar por comissões.

Auxílio emergencial

 

A proposta aprovada não detalha valores, duração ou condições para o novo auxílio emergencial. O texto flexibiliza regras fiscais para abrir espaço para a retomada do programa. Isso porque, pela PEC, a eventual retomada do auxílio não precisará ser submetida a limitações previstas no teto de gastos.

A proposta concede autorização para descumprimento das limitações somente para a União, tentando evitar maior deterioração das contas de estados e municípios.

O texto determina ainda que as despesas com o novo programa serão previstas por meio de abertura de crédito extraordinário, a ser encaminhado pelo governo para análise do Congresso.

Nesta quarta-feira, em uma complementação do relatório, o senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator da PEC, estipula um limite para gastos fora do teto, no valor de R$ 44 bilhões, para custeio do novo auxílio.

Essa trava não é uma estimativa de quanto custará o programa, mas um teto de recursos para bancá-lo. O limite foi definido após parlamentares tentarem estender ao Bolsa Família a possibilidade de extrapolar o teto, proposta que, segundo Arthur Lira, não será aprovada pelo Congresso.

R$ 250 por 4 meses

 

Em uma transmissão na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro disse que o auxílio emergencial deverá ser retomado ainda no mês de março, com duração de quatro meses.

Inicialmente, a equipe econômica do governo defendia o valor de R$ 200, enquanto congressistas propõem pelo menos R$ 300, ou seja, metade do valor pago no início do programa em 2020.

O governo também quer reduzir a quantidade de beneficiários à metade, portanto, conceder o auxílio a cerca de 32 milhões de brasileiros.

Mecanismos

 

O objetivo central da PEC é criar mecanismos que estabilizem as contas públicas. Atualmente, esse trabalho é feito por dois dispositivos já em vigor:

  • regra de ouro, que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes, como salários, benefícios de aposentadoria, contas de luz e outros custeios da máquina pública;
  • teto de gastos, que limita os gastos da União à inflação do ano anterior.

 

Segundo a PEC Emergencial, quando a União estiver prestes a descumprir a regra de ouro ou a romper o teto, medidas de contenção de gastos serão adotadas automaticamente.

Esses “gatilhos” serão acionados no momento em que as despesas atingirem um certo nível de descontrole. Se atingido com despesas obrigatórias o índice de 95% das despesas totais, o governo federal estará proibido de:

  • conceder aumento de salário a servidores;
  • contratar novos funcionários;
  • criar bônus.

 

A PEC também prevê exceções. O reajuste das remunerações poderá acontecer se determinado por decisão judicial definitiva (transitada em julgado) ou se estiver previsto antes de a PEC começar a valer, por exemplo.

Pelo texto, as novas contratações só se darão para repor vagas e cargos de chefia, por exemplo, desde que não signifiquem aumento de despesa. A União será obrigada a tomar tais medidas.

Levantamento da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado diz que, com esses critérios, os gatilhos só seriam acionados em 2025, no caso da União. Para estados, Distrito Federal e municípios, a adoção das medidas é opcional.

Outros pontos

 

A PEC também prevê que:

  • Caso as despesas representem 95% das receitas, governos estaduais e municipais poderão optar pelas medidas, mas os gatilhos serão adotados de forma separada pelos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. Se os entes não implementarem o pacote de restrições para conter gastos, sofrerão sanções;
  • A União não poderá servir como fiadora de empréstimo para um estado que se recusar a disparar os gatilhos de austeridade;
  • Para a União, os gatilhos também serão acionados em caso de decreto de calamidade pública;
  • No caso de calamidade, os estados e municípios poderão acionar os gatilhos. Caso não adotem as medidas, sofrerão sanções, como a proibição de contratação de empréstimos tendo a União como fiadora.

 

Incentivos fiscais

 

O texto diz que, em até seis meses após a entrada da PEC em vigor, o Executivo encaminhará ao Congresso plano de redução gradual de incentivos e benefícios federais de natureza tributária.

Não entrarão nesse plano, segundo a proposta, incentivos a zonas francas, instituições de filantropia, fundos constitucionais, cestas básicas e bolsas de estudos para estudantes de cursos superiores.

A proposta também dá mais cinco anos para estados e municípios pagarem os chamados precatórios. Precatórios são títulos de dívidas do poder público reconhecidas pela Justiça. Quando alguém ganha um processo na Justiça contra um ente público em razão de dívida, recebe um precatório e entra na fila do pagamento.

Vereadores de João Pessoa aprovam sanções aos ‘fura-filas’ da vacinação contra Covid-19

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Na sessão ordinária da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), desta quinta-feira (4), foi aprovado o Projeto de Lei (PL) 73/2021, que pretende penalizar os ‘fura filas” da vacinação contra Covid-19. Também foram aprovados dois PLs determinando caráter de essencialidade a atividades religiosas e educacionais na Capital paraibana. Os vereadores ainda rejeitaram um Veto do Executivo Municipal.

O PL 73/2021, de autoria da Mesa Diretora, estabelece penalidades para cidadãos que desobedeçam a fila da vacinação contra o coronavírus e também para agentes públicos ou políticos que se utilizem dos poderes inerentes ao cargo para a vacinação preferencial própria, de parentes ou de terceiros escolhidos. Ainda determina sanções para os responsáveis pelo armazenamento, pela distribuição e pela administração (aplicação) do imunizante, bem como os seus superiores hierárquicos, caso comprovada a ordem ou o consentimento para o desrespeito à prioridade de recebimento do imunizante.

As sanções previstas na lei serão impostas através de um processo administrativo em que haja o contraditório e a ampla defesa. Havendo comprovação da infração por parte de agente público ou político, será aplicada multa de até 100 (cem) UFIR/JP (Unidade Fiscal de Referência do Município de João Pessoa), ou cerca de R$ 3.900,00. O mesmo valor será aplicado à pessoa imunizada irregularmente ou seu representante legal. Se o imunizado for agente público ou político municipal, estadual ou federal, a multa será o dobro, ou seja, aproximadamente R$ 7.800,00.

Os valores deverão ser recolhidos ao Fundo Municipal de Saúde de João Pessoa. Se a irregularidade na vacinação for cometida ou tiver como beneficiário servidor público estatutário ela será, de imediato, comunicada pelo Município ao respectivo superior hierárquico para abertura de processo administrativo e ao final aplicação das devidas punições. Em caso de servidor público celetista, o superior hierárquico será comunicado pela Administração Pública Municipal para abertura de processo administrativo e ao final aplicação do poder disciplinar.

Já quando houver comprovada irregularidade de agente público detentor de mandato eletivo, o Ministério Público Federal ou o Ministério Público Estadual será comunicado pela Administração Pública Municipal para que busque a responsabilidade do agente de acordo com a Lei de Improbidade Administrativa.

O projeto ainda destaca que devem ser veiculadas campanhas informativas e de conscientização acerca da importância da vacinação e do respeito à ordem de prioridade estabelecida nos planos nacional, estadual e/ou municipal de imunização.

PLs determinam essencialidade de atividades físicas, religiosas e educacionais na Capital

O Veto 348/2021, que foi derrubado, efetivou o PL  2020/2020, do vereador Bruno Farias (Cidadania), que reconhece a prática da atividade física e de exercício físico, orientados por profissionais da área educação física devidamente habilitados pelo sistema Confef/Cref’s, como essenciais para a população do município de João Pessoa, em estabelecimentos prestadores de serviços destinados a essa finalidade, bem como em espaços públicos permitidos em tempos de pandemia e endemias.

O PL 03/2021, proposto pelo vereador Carlão do Bem (Patriota), estabelece como essenciais as atividades realizadas em igrejas, tais como trabalho social que envolva o recebimento e entrega de doações de alimentos, agasalhos e similares, missas, cultos presenciais e assemelhados. Ainda fica estabelecido que essas atividades serão mantidas, mesmo em tempo de emergência ou calamidade pública, sendo assegurado o atendimento presencial, desde que obedecidas as normas sanitárias determinadas pelas autoridades competentes. A Matéria recebeu emendas do vereador Bispo José Luiz (Republicanos), que ressaltam a possibilidade de autoridades competentes determinarem limitação de presenças nos templos religiosos. O projeto recebeu voto contrário do vereador Marcos Henriques (PT).

Já o PL 116/2021, de autoria da vereadora Eliza Virgínia (PP), reconhece os serviços educacionais, por meio da oferta de aulas presenciais em escolas públicas e privadas, como atividades essenciais para a população de João Pessoa. O documento também determina que a condição de essencialidade, dos serviços educacionais, definida, restringe-se ao contexto da pandemia da COVID-19 ou demais circunstâncias de calamidade pública. É vedada a suspensão ou interrupção do exercício das atividades presenciais. E compete ao Poder Executivo estabelecer restrições de acordo com as normas sanitárias e os protocolos a ser seguidos, inclusive quanto à ocupação máxima dos estabelecimentos de ensino. Ainda fica estabelecido que as instituições de ensino deverão ofertar a possibilidade de educação à distância, cabendo aos pais ou responsáveis fazer a opção pela modalidade que melhor entenderem.

Contra – “Entendo que o Brasil vive um momento de caos por causa da pandemia e diante do aumento do número de mortes por Covid-19, as autoridades estão adotando mais rigor em medidas de distanciamento social e fechando alguns setores. Votei contrário às atividades presenciais de escolas e igrejas porque temo que a circulação de pessoas faça o quadro de pandemia piorar”, explicou Marcos Henriques a respeito de seu posicionamento.

Assessoria

Câmara de João Pessoa aprova projeto de lei que torna igrejas em atividade essencial

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A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), aprovou durante sessão ordinária, nesta quinta-feira (4), um projeto de lei que classifica as igrejas e templos de qualquer culto religioso como atividade essencial na capital paraibana. O requerimento foi do vereador Carlão Pelo Bem (Patriotas) e teve apenas um voto contrário.

Na prática, os templos religiosos podem abrir, mesmo diante dos decretos que restringem as atividades. O projeto de lei agora segue para o Executivo Municipal e depende da sanção do prefeito Cícero Lucena (PP) para entrar em vigor.

Capacidade

Na sessão, também foi aprovado uma emenda do vereador bispo José Luiz (Republicanos) estabelecendo o limite de 30% de capacidade para funcionamento dos templos religiosos.

Grupo que realizava assaltos no RN é preso pela PRF com dois revólveres e munições em Mamanguape

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba prendeu, na noite da última quarta-feira (3), três homens e apreendeu dois revólveres, 21 munições e quatro celulares em um veículo. O grupo teria realizado assaltos em Natal, no Rio Grande do Norte.

A equipe policial deu ordem de parada ao veículo Hyundai HB20 na BR 101, próximo à Unidade Operacional de Mamanguape. O condutor desobedeceu e empreendeu fuga em alta velocidade. Após acompanhamento tático, a equipe conseguiu abordar o veículo em uma rua na lateral da rodovia, zona urbana de Mamanguape. Durante a fiscalização, os policiais perceberam um volume na cintura do condutor. Após revista pessoal, encontraram um revólver calibre 38 com seis munições na cintura do homem de 30 anos.

Os policiais prosseguiram com as buscas no veículo e encontraram outro revólver calibre 32 com seis munições no porta-luvas. Foram encontradas mais sete munições de calibre 32 e duas munições de calibre 38 no assoalho do banco dianteiro e no banco traseiro do automóvel, além de quatro aparelhos celulares seminovos.

Os dois passageiros do veículo, de 34 e 20 anos, confirmaram que o grupo realizou assaltos a pessoas nas proximidades de um shopping na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. Após a prisão do grupo, a equipe policial recebeu a ligação de um dos celulares encontrados no veículo. A vítima, proprietária do telefone, confirmou o roubo e informou que estava em uma delegacia da Polícia Civil registrando o boletim de ocorrência. Informou aos policiais as características dos assaltantes e do automóvel, que eram semelhantes ao veículo abordado.

O condutor já possui antecedentes criminais por homicídio. Os três homens foram detidos, encaminhados à Polícia Civil e deverão responder pelo porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e roubo.

Operação da Polícia Federal combate fraudes ao auxílio emergencial em oito estados

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A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (4) a Operação Quarta Parcela, para combater fraudes ao auxílio emergencial pago pelo governo federal à população para aliviar os efeitos econômicos da pandemia de covid-19.

Cerca de 100 policiais federais cumprem 28 mandados de busca e apreensão e sete mandados de sequestro de bens, nos estados do Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rondônia, Maranhão e São Paulo. Por determinação judicial, mais de R$ 170 mil foram bloqueados.

“Os objetivos da atuação conjunta e estratégica são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas que atuam causando prejuízos ao programa assistencial e, por consequência, atingindo a parcela da população que necessita desses valores”, informou a Polícia Federal.

Além da PF, participam dessa operação o Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, a Caixa, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e o Tribunal de Contas da União.

Agência Brasil

Butantan recebe insumos para mais 14 milhões de doses de vacina

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Carga com primeiras doses da CoronaVac chega ao Aeroporto Internacional de São Paulo 19/11/2020 REUTERS/Amanda Perobelli

Chegaram na manhã de hoje (4) os insumos para que o Instituto Butantan fabrique mais 14 milhões de doses da vacina contra o coronavírus CoronaVac. A carga, vinda da China, desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos. É a maior remessa de matéria-prima recebida até o momento.

O lote enviado pelo laboratório Sinovac tem 8,2 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA). No dia 10, o Butantan havia recebido 5,6 mil litros de IFA e no dia 3, uma remessa de 5,4 mil litros.

Desde o dia 17 de janeiro, o Butantan entregou 14,4 milhões de doses de vacina que foram distribuídas para todo o país pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A previsão é que até o final deste mês, o instituto forneça mais 21 milhões de doses e que até o final de abril tenha sido entregue um total de 46 milhões de doses.

Manoel Junior discute parcerias com a secretaria estadual de Agricultura Familiar

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O prefeito de Pedras de Fogo, Manoel Junior, se reuniu, na última terça-feira (02), com o secretário estadual de Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido (SEAFDS), Jonildo Cavalcanti, para discutir parcerias com o Centro Integrado de Apoio à Agricultura Familiar (CIAAF), que será reativado pela Prefeitura municipal.

Dr Junior, como é conhecido o prefeito, destacou que o CIAAF estava desativado, mas irá reabri-lo, uma vez que seu governo planeja parceria com os agricultores locais através do Centro.

“Nosso objetivo é incentivar a produção e desenvolver a economia local, com políticas e ações de planejamento. Com o CIAAF vamos disponibilizar um ponto de referência para o armazenamento dos produtos na cidade, além do cuidado com a produção, colheita, fornecimento e distribuição”, afirmou o prefeito.

Dr Junior destaca que agricultura familiar é a principal responsável pela produção de alimentos para os brasileiros e em Pedras de Fogo destacam-se diversos gêneros alimentícios, como a macaxeira, inhame, batata doce, entre outros. “Inclusive, esses alimentos fazem parte da merenda escolar da nossa rede municipal de ensino”, observa.

Também participaram da reunião o secretário de Desenvolvimento Social, Fabiano Albuquerque; o secretário executivo de empreendedorismo, Marcos Cavalcante; o secretário de Turismo, Tarcísio Josafa; agricultores locais; e representantes da secretaria de Agricultura.

Fabiano destaca que agricultura familiar é a principal responsável pela produção de programas alimentícios como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na cidade, através da macaxeira, do inhame, da batata doce, entre outros.