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“Não há uma única prova”, diz Janine Lucena ao recorrer ao TSE

A defesa de Janine Lucena (PSD) recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) que indeferiu o registro de sua candidatura. Janine é primeira suplente na chapa do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB).

O recurso contesta as provas utilizadas no processo, especialmente mensagens extraídas de relatórios policiais que, segundo a defesa, teriam sido apresentadas de forma fragmentada e fora de contexto. Os advogados também afirmam que não há comprovação de que uma facção criminosa tenha interferido na campanha ou atuado para beneficiar a candidatura.

A defesa sustenta ainda que o indeferimento de Janine altera a composição da chapa registrada pela coligação “Juntos Para a Paraíba Dar o Próximo Passo”, formada por Veneziano, Janine e o segundo suplente Paulo Rebelo.

Janine Lucena também se manifestou sobre o recurso e reforçou que não há provas de qualquer participação sua ou de sua campanha em ações criminosas.

“Não existe uma única prova de que houve intimidação armada, controle de curral eleitoral, cooptação ilícita ou qualquer interferência da facção na minha campanha. O que existe são interpretações feitas a partir de trechos de mensagens que foram retirados de contexto.”

A defesa pede ao TSE a revisão da decisão do TRE-PB e argumenta que os elementos apresentados no processo não seriam suficientes para sustentar o indeferimento da candidatura.

Agora, o recurso será analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Thaysa Videres
Thaysa Videres
Jornalista - Assessora de Comunicação - Repórter do PautaPB / [email protected]

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