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Polícia Civil realiza mais de 2,5 mil prisões de faccionados e ligados a núcleos violentos em 2025

A Polícia Civil da Paraíba divulgou um balanço das ações de enfrentamento ao crime organizado no Estado. Os dados são da Diretoria de Estatística da Delegacia-Geral e apontam crescimento significativo nos indicadores operacionais ao longo do ano de 2025. De acordo com o levantamento, a Polícia Civil realizou, em 2025, a prisão de 2532 suspeitos que integravam facções criminosas e/ou participavam de núcleos violentos, por diversos tipos penais, como homicídios, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção de menores, organização criminosa, entre outros. O número representa um aumento de 22% em relação ao ano de 2024, quando 2077 indivíduos ligados a facções e/ou a núcleos violentos foram presos.

O volume de ações desencadeadas pela instituição, entre operações e prisões pontuais, também apresentou crescimento expressivo. Em 2025, foram deflagradas 1880 ações, enquanto, em 2024, 1566 ações foram realizadas, o que representa um aumento de aproximadamente 20%. O maior número de presos foi registrado na área da 1ª Superintendência Regional de Polícia Civil (SRPC), que compreende cidades da região de João Pessoa, onde 939 prisões foram registradas. Na região da 2ª SRPC, com sede em Campina Grande, 583 faccionados ou integrantes de núcleos violentos foram presos. Além disso, 110 criminosos foram localizados e presos em outros Estados da federação.

Os resultados refletem o trabalho especializado de investigação desenvolvido pela Polícia Civil da Paraíba, com destaque para a atuação da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), que possui núcleos espalhados por todo o Estado, além do trabalho de inteligência realizado pela UNINTELPOL. Somam-se a essas estruturas as demais delegacias que atuam nas 24 seccionais, promovendo investigações qualificadas e integradas.

Segundo a instituição, os números são fruto de uma gestão comprometida com o enfrentamento ao crime organizado de forma técnica, estratégica e moderna, baseada em inteligência policial, integração operacional e qualificação permanente das equipes investigativas.

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