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HUMANIZAÇÃO: Pacientes e servidores da maternidade Frei Damião são acolhidos com músicas ao som do Violino

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Em mais uma ação de humanização que já  é de praxe, pacientes e servidores da Maternidade Frei Damião, que integra a Rede Hospitalar do Estado, foram acolhidos com músicas tocadas ao som do violino. A ação aconteceu na manhã desta terça-feira (22).

A violinista Belle Soares percorreu todos os três andares da maternidade e nos corredores e nas entradas das enfermarias, ela tocou músicas clássicas, MPB e até forró. No momento em que as músicas eram tocadas, percebia-se no rosto dos pacientes e servidores um semblante de alegria e muitos deles não conseguiram conter a emoção. Muitos pacientes acenavam em um gesto de gratidão pelo momento.

“ Esse é momento muito especial pois estamos  trazendo músicas e luz para os pacientes e servidores que vêm trabalhando arduamente  todos os dias  e em  um momento tão delicado como esse que estamos vivendo, para salvar vidas”  disse a diretora técnica  Andréa Correia  Nóbrega de Sá.

Para a diretora geral da Maternidade Frei Damião, Selda Gomes o momento foi de muita emoção e de alegria, “ pois veio trazer música, paz e um pouco de descontração para esses pacientes, muitos deles sem nenhuma perspectiva de vida,  como também para os nossos colaboradores que todos os dias estão na luta para salvar o nosso bem mais precioso, que é a vida” disse a diretora  ao lembrar que outra ação semelhante a essa aconteceu no último domingo  quando a maternidade disponibilizou um data show  para que os pacientes pudessem assistir ao jogo entre Internacional e Flamengo.

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A violinista Belle Soares afirmou que durante a sua carreira  esse é um dos momentos que ela sente mais feliz, gratificada e realizada profissionalmente.  “É tão bom você tocar e ver que sua música está proporcionando um pouco de alegria, de paz e descontração e, nesse caso em particular, uma esperança de vida e de dias melhores para essas pessoas que estão lutando para viver”, comentou.

Assessoria

Presidente da Câmara reforça segurança nas atividades legislativas

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O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), vereador Dinho (Avante), comandou a sessão de abertura dos trabalhos legislativos na manhã desta terça-feira (23). Ele ressaltou que todas as atividades serão realizadas seguindo todos os protocolos sanitários para combater a disseminação do novo coronavírus (Covid-19). A sessão contou com a presença do prefeito da Capital, Cícero Lucena (Progressistas) de forma remota.

 

Dinho explicou que as sessões ordinárias acontecerão de forma híbrida. “O vereador que não se sentir seguro, pode participar de sua residência, de forma remota. Todos os vereadores terão seu espaço regimental”, garantiu acrescentando que as sessões acontecerão às terças e quintas-feiras, com rodízio de vereadores, e as reuniões de comissão às segundas e quartas-feiras.

 

A duração da sessão será de 2h30, podendo ser prorrogada por mais 30min. “Precisamos ter cautela. Não podemos ficar seis, sete horas em um ambiente fechado como antigamente. Precisamos poupar nossos servidores. Não haverá problemas na funcionalidade da Casa”, destacou Dinho lembrando a troca de piso e a sanitização da Casa realizadas para receber com segurança os vereadores e servidores.

 

O presidente destacou que, apesar da pandemia, vai trabalhar para garantir a proximidade da Casa com o pessoense. “A marca da gestão será se aproximar da população. A CMJP infelizmente não pode receber a população na Câmara como antes, mas vai criar ferramentas para a participação do povo, a fim de que a população tenha voz inclusive em período de pandemia. Essa será a nossa marca, além da construção de nossa nova sede”, enfatizou.

 

Todos os parlamentares da Casa Napoleão Laureano participaram da sessão de abertura dos trabalhos, seja de forma presencial ou remota.

A partir do dia 24: Decreto estabelece toque de recolher e disciplina funcionamento de bares, restaurantes e escolas

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O Diário Oficial do Estado (DOE) publica, em edição complementar, nesta terça-feira (23), o decreto de número 41.053, que estabelece medidas para conter a disseminação do coronavírus e evitar aglomerações no território paraibano. Dentre as ações que devem vigorar entre os dias 24 de fevereiro e 10 de março está o toque de recolher das 22h às 5h nos municípios com bandeiras vermelha e laranja. Já os bares, restaurantes e lanchonetes  poderão ficar abertos entre as 6h e 16h e funcionar, após esse horário,  apenas com delivery e takeaway até às 22h.

O novo decreto também suspende o retorno das aulas presenciais nas escolas das redes estadual e municipais de todo o estado, devendo ocorrer apenas de forma remota. Já as instituições privadas dos ensinos superior, médio e fundamental das séries finais funcionarão exclusivamente de forma virtual e poderão ofertar aulas em sistema híbrido no ensino fundamental das séries iniciais e do ensino infantil, facultando aos pais e responsáveis a escolha de levar ou não as crianças às unidades educacionais.

Os cultos, missas e cerimônias religiosas presenciais serão suspensos durante a vigência do decreto nos municípios com bandeiras laranja e amarela, ficando asseguradas as atividades de preparação, gravação e transmissão das celebrações. Já serviços como a indústria, construção civil, call centers, salões de beleza, hotéis, creches, escolinhas de esporte e academias poderão funcionar, seguindo os protocolos e horários determinados pelas autoridades sanitárias e pelo decreto.

Os shoppings centers, galerias e centros comerciais poderão funcionar das 9h às 21h. Os restaurantes localizados nos estabelecimentos acima mencionados poderão funcionar até 16h e os demais estabelecimentos situados nas praças de alimentação poderão funcionar até 21h.

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) e os órgãos de vigilância sanitária municipais, as forças policiais estaduais, os Procons estadual e municipais e as guardas municipais ficarão responsáveis pela fiscalização do cumprimento das normas estabelecidas no decreto. O descumprimento sujeitará o estabelecimento à aplicação de multa e poderá implicar no fechamento em caso de reincidência, que pode compreender períodos de sete a catorze dias, e na aplicação de multas que podem chegar a R$ 50 mil.

“Nós queremos que a economia continue funcionando, mas é fundamental que a gente possa reduzir a mobilidade humana para que possamos ter números positivos nos próximos dias”, pontuou o governador.

João Azevêdo ainda anunciou a abertura de mais 91 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e de enfermaria até o dia 8 de março. “Serão 49 de UTI e 42 de enfermaria nas diversas regiões do estado. Além disso, teremos mais 50 leitos que poderão ser abertos se houver necessidade. Nós estamos tomando todas as medidas internas de oferecer as condições para que o sistema de saúde não entre em colapso, mas sem a participação da população é impossível vencer essa guerra. Estamos no pior momento da pandemia com o surgimento de novas cepas e a verdadeira arma para enfrentar essa situação, a vacina, ainda chega de forma lenta. Diante disso, precisamos ter consciência de que a participação da população é essencial para atravessarmos essa fase”, falou.

De acordo com boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde, nessa segunda-feira (22), a Paraíba contabiliza, até o momento, 213.227 casos da Covid-19 e 4.379 óbitos provocados pelo vírus. A ocupação de leitos de UTI é de 76% e de enfermaria, 57%. Na Grande João Pessoa, o percentual de UTIs ocupadas chega a 90%. No Sertão, a ocupação é de 94%.

O Plano Novo Normal, divulgado nesse fim de semana, que analisa a situação da pandemia no estado, apontou 138 municípios em bandeira laranja e seis em bandeira vermelha.  Apenas um município paraibano apresenta bandeira verde. A avaliação leva em conta indicadores como: percentual de novos casos, letalidade (óbitos), ocupação da rede hospitalar da região e percentual de isolamento social.

Confira aqui o Diário Oficial

Projeto da CMJP prevê multa e processo para quem furar fila da vacinação

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Foi protocolado na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) o projeto de lei que prevê penalidades a serem aplicadas pelo descumprimento da ordem de vacinação dos grupos prioritários, de acordo com o plano de imunização contra o COVID-19. O texto, de autoria da Mesa Diretora, tem como objetivo coibir a ocorrência de “fura-filas” no processo de imunização.

 

De acordo com o projeto, há penalidades para cidadãos que desobedeçam a fila da vacinação contra o coronavírus e também para agentes públicos ou políticos que se utilizem dos poderes inerentes ao cargo para a vacinação preferencial própria, de parentes ou de terceiros escolhidos. O texto também prevê sanções para os responsáveis pelo armazenamento, pela distribuição e pela administração (aplicação) do imunizante, bem como os seus superiores hierárquicos, caso comprovada a ordem ou o consentimento para o desrespeito à prioridade de recebimento do imunizante.

 

Em todos os casos, as sanções previstas na lei serão impostas através de um processo administrativo em que haja o contraditório e a ampla defesa. Havendo comprovação da infração por parte de agente público ou político, será aplicada multa de até 100 (cem) UFIR/JP (Unidade Fiscal de Referência do Município de João Pessoa), ou cerca de R$ 3.900,00. O mesmo valor será aplicado à pessoa imunizada irregularmente ou seu representante legal. Se o imunizado for agente público ou político municipal, estadual ou federal, a multa será o dobro, ou seja, aproximadamente R$ 7.800,00. Os valores deverão ser recolhidos ao Fundo Municipal de Saúde de João Pessoa.

 

Ainda segundo o projeto, se a irregularidade na vacinação for cometida ou tiver como beneficiário servidor público estatutário ela será, de imediato, comunicada pelo Município ao respectivo superior hierárquico para abertura de processo administrativo e ao final aplicação das devidas punições. Em caso de servidor público celetista, o superior hierárquico será comunicado pela Administração Pública Municipal para abertura de processo administrativo e ao final aplicação do poder disciplinar.

 

Já quando houver comprovada irregularidade de agente público detentor de mandato eletivo, o Ministério Público Federal ou o Ministério Público Estadual será comunicado pela Administração Pública Municipal para que busque a responsabilidade do agente de acordo com a Lei de Improbidade Administrativa.

 

Além de prever as punições para quem furar a fila da vacinação contra o COVID-19, o projeto ainda destaca que devem ser veiculadas campanhas informativas e de conscientização acerca da importância da vacinação e do respeito à ordem de prioridade estabelecida nos planos nacional, estadual e/ou municipal de imunização.

Cícero Lucena escolhe Bruno Farias como líder na Câmara de Vereadores

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O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, convidou o vereador Bruno Farias (Cidadania) para ser o líder do governo na Câmara Municipal de João Pessoa. O convite, feito nesta terça-feira (23) foi prontamente aceito pelo parlamentar.

“Recebi, com muita alegria, o convite do prefeito para ocupar a liderança do governo aqui na Câmara Municipal. Primeiro pela grande afinidade que tenho com ele desde sempre. É um amigo e, talvez, o primeiro homem público para quem me dediquei e trabalhei, ainda na adolescência, em sua primeira campanha para prefeito em 1996”, disse Bruno.

Bruno ressalta ainda que participou ativamente do pleito de 2020. “Vibramos com a composição do Cidadania com o PP, trabalhando, desde o início, para que a campanha fosse vitoriosa e graças a Deus foi”.

Para Bruno, seu papel na CMJP será o de unificar uma bancada que é bastante volumosa. “Tenho certeza que essa bancada vai se destacar não apenas pela quantidade, mas pela qualidade do trabalho político. Uma bancada que eu espero que esteja movida pelo sentimento da unidade. Essa será minha grande missão, a de fazer com que nós possamos, ao lado do prefeito, auxiliá-lo nesse grande dever que é transformar a cidade de João Pessoa.

Para o parlamentar, o convite foi ainda mais especial por acreditar na gestão de Cícero, que assume a prefeitura num momento de extrema dificuldade sanitária por conta do aumento nos caso de Covid 19. “É um convite que muito me honra, que aumenta minha responsabilidade com a gestão, com o Poder Legislativo e com a cidade de João Pessoa, afinal de contas nós estamos vivendo um momento crítico em nosso país e em João Pessoa não é diferente. Diante de uma grave crise sanitária, tendo que enfrentar uma nova onda de contaminação com o corona vírus, o prefeito precisa da união dos poderes institucionais, precisa da união da cidade em torno dessa tarefa difícil, árdua, mas que será desempenada com muito sucesso por ele”.

CNMP reconhece legitimidade do MPT para investigar Tribunal de Justiça

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O Plenário do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)  julgou hoje improcedente pedido do Ministério Público do Estado da Paraíba que alegava que o MPT estaria violando sua autonomia ao investigar denúncias de assédio moral  supostamente praticado no âmbito do Tribunal de Justiça da Paraíba, pelo fato de envolver servidores estatutários.
A petição assinada pelo Procurador-Geral de Justiça postulava a suspensão da investigação do Procurador Eduardo Varandas no caso do assédio moral envolvendo o Projeto Digitaliza. A medida decorreu de comunicação do então presidente do TJ Des. Márcio Murilo à Procuradoria Geral de Justiça.
“Entender  pela ilegitimidade do Ministério Público do Trabalho em tutelar o meio ambiente de trabalho dos servidores públicos, ao menos em tese, comprometeria o seu âmbito de atuação e poderia esvaziar sua inegável relevância na proteção e luta pelos direitos sociais do homem trabalhador, independentemente do regime jurídico a que está sujeito.”, advertiu a Conselheira Relatora Sandra Krieger.
O resultado do julgamento foi, por unanimidade, e fortalece a possibilidade de que Procuradores do Trabalho de todo o Brasil possam investigar assédio moral praticados em repartições públicas de qualquer natureza (municipal, estadual ou federal).
No caso da Paraíba (Tribunal de Justiça), a ação envolvendo o assédio no Projeto Digitaliza já foi proposta pelo MPT  e tramita na Justiça do Trabalho.

UPAs na Capital voltam a atender exclusivamente casos de Covid-19

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Devido ao aumento no número de casos de infectados pelo novo coronavírus, a Prefeitura de João Pessoa está adotando novas medidas para reforçar o enfrentamento da pandemia na Capital. Com isso, as quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), localizadas nos bairros de Manaíra, Valentina, Cruz das Armas e Bancários, passarão a atender exclusivamente urgência e emergência em casos moderados e graves de síndrome gripal, com suspeita de infecção pelo novo Coronavírus, em adultos.

Outros casos de urgência e emergência que não sejam de Covid-19 estarão sendo realizados nas portas de urgência do Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho e no Complexo Hospitalar de Mangabeira (Ortotrauma). Para as crianças, todos os atendimentos de pediatria passam a ser realizados exclusivamente no Hospital Municipal do Valentina, atendendo tanto de síndrome gripal, quanto de outros agravos. O Hospital Arlinda Marques também estará realizando atendimento infantil para outras sintomatologias que não sejam síndrome gripal.

Casos leves de síndrome gripal e de outras enfermidades também seguirão sendo atendidos na Atenção Básica através das Unidades de Saúde da Família (USF) e as Policlínicas seguem com os atendimentos especializados.  “Nossos atendimentos na Atenção Básica e nas Policlínicas Municipais estão assegurados e seguirão acontecendo normalmente dentro dos horários habituais”, explica a diretora de Atenção a Saúde, Rayanna Coelho.

As Unidades de Saúde da Família funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 12h às 16h. Nas Policlínicas Municipais o atendimento é das 7h às 17h.

Tele+Saúde – Para as pessoas que não querem sair de casa para buscar assistência médica, ou não estão em condições, a Secretaria de Saúde segue disponibilizando o serviço de teleatendimento através do número 3218-9214.

Com as novas medidas de prevenção e combate ao Coronavírus, o serviço passou por ampliação em seu horário de atendimento, funcionando de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h, das 12h até 16h e agora em um novo turno, das 16h às 22h.

Desde que foi criado, o serviço já prestou assistência para mais de 30 mil pessoas sobre a Covid-19 e suas variantes, além de dúvidas também sobre outras doenças.

Novo decreto do governo da Paraíba impõe toque de recolher para 144 cidades e vai fechar bares; veja mais

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Foto: Walter Paparazzo/G1

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), finaliza e publica, nesta terça-feira (23), um novo decreto com medidas mais restritivas que valem por 15 dias para os municípios que foram classificados na última avaliação do Plano Novo Normal nas bandeiras laranja e vermelha. Atualmente 138 cidades estão na bandeira laranja, inclusive as que compõe a Grande João Pessoa, e seis na vermelha.

Conforme informações, a proposta de ‘toque de recolher’ que havia sido sugerida pelo prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), na reunião de ontem no Palácio da Redenção, vai ser expandida para outras cidades. Assim, as autoridades de segurança terão que controlar a presença de pessoas nas ruas no período de 22h até as 5h da manhã. Poderão circular apenas as que atuem em setores essenciais. “Vamos preservar a mobilidade de pessoas que trabalham em setores que precisam se deslocar nesse período”, pontuou o governador, em entrevista à TV Cabo Branco.

Bares e restaurantes

Além disso, bares e restaurantes só poderão abrir das 6h às 16h. O horário é mais rígido do que o anunciado por Cícero Lucena, que foi de até às 20h para venda de bebida alcoólica e 22h para fechamento do estabelecimento. “Das 16h até às 22h poderão funcionar através de delivery ou do cidadão indo buscar no local”, destacou João.

Aulas

O novo decreto estabelece que aulas dos alunos do ensino médio e superior só poderão ser realizadas de forma on-line. Já os alunos do fundamental e infantil estão liberados, desde que seja propiciado aos pais ou responsáveis o sistema remoto de ensino. Os alunos da rede pública estadual estão com as aulas suspensas desde ontem.

Praias

João disse que medidas complementares poderão ser adotadas, porque já estão definidas com os prefeitos da Região Metropolitana de João Pessoa, como o fechamento das praias. Assim, ciclovias e calçadinhas estarão proibidas, devido à grande aglomeração registrada neste locais. “É uma ação que todos os municípios litorâneos concordaram que é necessária para este momento”, comentou. Mais detalhes serão definidos em um decreto conjunto, assinado pelos gestores do Consórcio Metropolitano de João Pessoa, a ser divulgado ainda hoje.

Multas

O decreto prevê que em caso de descumprimento será aplicada uma multa e o estabelecimento deve ser fechado por sete dias. Em caso de reincidência, ele será fechado por 14 dias, antecipou o governador. “Não queremos aplicar esse tipo de sanção. Agora existe um protocolo que estabelece para cada segmento como deve funcionar. Se o segmento não cumpre, evidentemente que essas pessoas precisam entender que elas fazem parte de um conjunto que pode prejudicar esse conjunto”, comentou.

Confira o que muda:

  • Toque de recolher das 22h às 5h
  • Bares e restaurantes funcionarão das 6h às 16h
  • Festas e eventos estão proibidos
  • Redução do funcionamento dos shoppings, das 9h às 21h (devido ao toque de recolher)
  • Aulas de ensino médio e superior só on-line; alunos do infantil e fundamental liberados com protocolos
  • Missas e cultos estão suspensos
  • Bloqueio das praias – inclui faixa de areia e calçadinha

 

O que continua igual:

  • Academias e atividades esportivas
  • Pousadas e hotéis, desde que atendam aos protocolos sanitários
  • Restaurantes dos hotéis continuam funcionando para público interno
  • Construção civil, call center e indústrias, porque têm ambiente controlado
  • Eventos esportivos, sem a presença de público

 

Jornal da Paraíba

Na reabertura da CMJP, Leo destaca que harmonia entre poderes é fundamental para o desenvolvimento da Capital

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O vice-prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra, participou, de forma reforma, da sessão de reabertura dos trabalhos legislativos da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), ocorrida na manhã desta terça-feira (23).

Na oportunidade, Leo, juntamente com o prefeito Cícero Lucena, apresentaram a mensagem do Executivo ao Legislativo, destacando o conjunto de medidas adotadas ao longo dos 54 dias de gestão, sobretudo para combater os efeitos da pandemia do novo coronavírus.

Leo Bezerra, que já foi vereador, destaca que “a harmonia entre os poderes é fundamental e de grande importância, pois, estabelece parceria para o desenvolvimento da cidade e bem-estar dos pessoenses”.

Também foi ressaltado o trabalho que está sendo feito para retomar o Plano João Pessoa Cidade Sustentável, com financiamento do BID, que estava travado e corria risco de ser cancelado.

Comissão na ALPB aprova projeto que proíbe apreensão de veículo com IPVA atrasado

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A Comissão de Orçamento, Fiscalização Tributária e Transparência da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou a primeira reunião da legislatura, nesta terça-feira (23), e aprovou o Projeto de Lei 1045/2019, de autoria do deputado Júnior Araújo, que dispõe sobre o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

De acordo com a proposta, não haverá recolhimento, retenção ou apreensão do veículo pela identificação do não pagamento do imposto, exceto, se existir outra hipótese de recolhimento ou retenção prevista na Lei Federal 9.503/97 ou Lei Estadual vigente.

O autor destaca que o Estado não poderia, para além da aplicação da multa, recolher ou apreender o veículo como meio de coerção para o pagamento do imposto. “É essa a intenção deste projeto, ou seja, regulamentar essa proibição. A Paraíba vive flagrante inconstitucionalidade ao apreender veículos automotores com IPVA atrasado. E quem afirma isso é o próprio Supremo Tribunal Federal (STF), como guardião da Constituição”, acrescentou.

A comissão também aprovou o projeto 1.466/2020, de autoria do deputado Ricardo Barbosa, que proíbe a incidência de tributos sobre a produção de energia solar fotovoltaica para consumo próprio no Estado. A proibição relativa à tributação de que trata este artigo estende-se aos créditos de produção energética excedentes, desde que sejam utilizados na mesma propriedade, ainda que o sistema de produção de energia solar fotovoltaica esteja conectado a uma rede convencional de distribuição de energia elétrica.

Segundo o autor, o objetivo é proteger o meio ambiente e dar mais estabilidade à população, através da energia solar, que é de fundamental importância. “O mercado de energia fotovoltaica na Paraíba vem crescendo devido à adesão de novos consumidores que veem, a longo prazo, vantagens econômicas e ambientais com a implementação desse sistema. E essa fonte deve ser cada vez melhor explorada, seja pela iniciativa privada, seja por meio de incentivos do poder público”, disse.

Vetos

Os membros da comissão apreciaram o veto parcial, encaminhado pelo governador João Azevedo, ao Projeto de Lei 2.211/2020, de autoria do Governador do Estado, que “Estima a receita e fixa a despesa do estado para o exercício financeiro de 2021”.

O Governo vetou ao todo 10 emendas elaboradas pelos deputados ao projeto de Lei Orçamentária. Porém, o parecer da comissão foi pela manutenção parcial desse veto. “Nosso parecer foi pela manutenção parcial do veto, exceto das emendas impositivas incluídas que são as de número 163 e 165, de autoria de Adriano Galdino, e a de número 185, da deputada Estela Bezerra”, disse o relator Júnior Araújo.

As emendas impositivas permite que os deputados destinem recursos para beneficiar áreas do estado que julguem importante. O veto, juntamente com os outros projetos, serão encaminhados para apreciação em plenário.