Dotar os distritos industriais de toda a infraestrutura para que funcionem de maneira adequada a garantir o desenvolvimento do estado. Esta é uma das propostas do candidato do PSB ao Governo do Estado, João Azevêdo, para o fomento de políticas públicas para o setor e movimentar ainda mais a economia paraibana. Através da pavimentação dos acessos e da regularização fundiária de distritos industriais existentes na Paraíba, o socialista pretende fazer melhorias, além de fomentar a criação de outros novos distritos industriais, de acordo com as potencialidades de cada região.
“Vamos fomentar o parque de vestiários em Cajazeiras; criar um polo de produção de leite, em Sousa; fortalecer o polo calçadista, em Patos; e implantar o Centro de Convenções, em Campina Grande, que vai permitir que se faça feiras, eventos e seja um espaço permanente de exposição para o setor calçadista e para todos os setores da indústria de Campina. Essa é forma de estimular esse segmento”, disse o candidato.
Em visita à indústria que é a maior fabricante de toalhas da América Latina na tarde desta terça-feira (25), que emprega mais de 1600 pessoas, João Azevêdo destacou a importância do setor para a geração de empregos no estado. “São empreendimentos que concentram toda uma cadeia: desde o algodão, produzido aqui, à fiação e à fabricação de toalhas e artigos de cama, mesa e banho dentro da Paraíba, gerando emprego e movimentando a economia do estado”, destacou João.
O candidato afirmou, também, que uma de suas ações de incentivo à indústria será a utilização o Fundo de Incentivos às Indústrias (FAIN) para fomentar o desenvolvimento das cadeias produtivas da Paraíba e diligenciar, junto ao Governo Federal, novos investimentos para aumento do calado do Porto de Cabedelo, implantação do Terminal Turístico de Cabedelo e requalificar o terminal pesqueiro.







Já o presidente da Associação dos Fiscais do Município de João Pessoa (AFIM-JP), Roberval Leite Figueiredo, adiantou ainda que no acumulado de 2015 a 2018, a previsão é atingir um crescimento de mais de 25% na receita, isso falando apenas no ISS, a principal fonte de arrecadação do Município. “As Entidades vêm com preocupação a ameaça embutida nos retalhos de reforma tributária muitas vezes ungidos em momentos de emoção ou comoção, sem levar em consideração a autonomia financeira dos municípios, ou agraciando gestores omissos, que não investem na administração tributária de suas cidades e que se contentam apenas em receber repasses federais, sem se preocuparem em apoiar e explorar as riquezas locais e o desenvolvimento da região”, finalizou.




