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Através de decreto, Bolsonaro autoriza reabertura e funcionamento das casas lotéricas

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O presidente Jair Bolsonaro informou na noite desta quarta-feira (25), pelas redes sociais, que atualizou um decreto com o objetivo de autorizar o funcionamento de casas lotéricas em todo país. O decreto do presidente contraria as determinações dos estados para o fechamento de estabelecimentos comerciais devido à crise do coronavírus.

De acordo com o presidente, existem 2. 463 casas lotéricas fechadas. “No Brasil existem 12.956 casas lotéricas e 2.463 se encontram fechadas por decretos estaduais ou municipais. Para que possam funcionar em sua plenitude, atualizei, nessa data, o Decreto 10.282”, disse o presidente.

Na noite da última terça-feira (24), Bolsonaro se posicionou contrário ao isolamento social como estratégia para evitar o caos na saúde devido ao coronavírus. De acordo com o presidente, com os estabelecimentos comerciais fechados, o Brasil vai entrar em colapso financeiro.

A fala do presidente provocou uma onda de revolta entre a população, como também cartas de repúdios enviadas por secretários de saúde, prefeitos e governadores. Com informações do ClickPB

João Azevêdo defende liberação de recursos e equipamentos para a Saúde em reunião do Fórum Nacional de Governadores; assista

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O governador João Azevêdo participou, nesta quarta-feira (25), por videoconferência, de reunião do Fórum de Governadores do Brasil, ocasião em que os gestores discutiram ações de enfrentamento do coronavírus. Durante a reunião, o chefe do Executivo paraibano defendeu a necessidade de se cobrar do Ministério da Saúde o envio de insumos e equipamentos necessários à proteção dos profissionais de saúde e solicitou a instituição da renda básica da cidadania para atender os profissionais autônomos neste momento.

“A questão da renda mínima já está inclusa na Carta dos Governadores que entregamos no dia 17 de março. O governo federal precisa se ater a isso e dar uma atenção especial porque ela atende aos trabalhadores autônomos estão sofrendo na sua renda”, pontuou.

Ele pediu também que os Estados com ratings A e B, a exemplo da Paraíba, possam ser contemplados no Plano Mansueto e autorizados a contrair empréstimos para promover investimentos em saúde.

João Azevêdo ainda assegurou que a Paraíba continuará seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) em relação às medidas de isolamento para frear o avanço da Covid-19 e pediu prudência e tranquilidade para o enfrentamento da crise vivida no Brasil.

“Nós fizemos uma leitura da gravidade que o país atravessa e a prioridade de todos os governadores é cuidar da vida das pessoas, não esquecendo da necessidade de administrar a economia e estamos trabalhando no sentido de manter e preservar as orientações da OMS. Nós também aproveitamos a presença do presidente Rodrigo Maia na videoconferência para passar a mensagem do papel de suma importância do Congresso Nacional na defesa do Pacto Federativo para que haja uma melhor relação com os Estados e municípios”, avaliou.

Ao final do encontro, os governadores emitiram uma Carta sugerindo a adoção de políticas emergenciais capazes de mitigar os efeitos da crise sobre as parcelas mais pobres da população e a criação de um canal de acesso ao Ministério da Saúde.

Eles também reiteraram o pedido de suspensão, pelo período de 12 meses, do pagamento da dívida dos Estados com a União; a viabilização  emergencial e substancial de recursos livres às Unidades Federadas; a imediata aprovação do Plano Mansueto; a redução da meta de superávit primário do Governo Federal; e a aplicação da lei que institui a renda básica de cidadania.

Mais duas mulheres são diagnosticadas com coronavírus na Paraíba; casos no Estado chegam a 5

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A Secretaria de Saúde da Paraíba confirmou nesta quarta-feira (25) mais dois casos de coronavírus no estado. Sendo assim, o total de casos confirmados na Paraíba subiu para cinco.

Segundo boletim divulgado pela Secretaria de Saúde, os dois novos casos confirmados são de duas mulheres, uma de 55 anos e outra de 45 anos. As duas são residentes em João Pessoa e tiveram contato com caso em investigação. No entanto, não foi divulgado se se trata do mesmo caso ou a relação entre as duas.

Os exames analisados pelo LACEN-PB nesta quarta-feira (25) confirmaram os dois novos casos e descartaram outros 17 suspeitos. As duas mulheres com novos casos confirmados de coronavírus estão em isolamento domiciliar, sendo acompanhadas pela vigilância municipal.

Internações

Até as 17h desta quarta-feira (25) a Paraíba contava 31 internações de pacientes com suspeita de coronavírus, sendo oito em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). De acordo com a Secretaria de Saúde, estão registradas internações em leitos regulares nas cidades de Cajazeiras, Monteiro e João Pessoa. Já os pacientes internados em UTIs estão nas cidades de Sousa, Patos, Cajazeiras, Piancó e João Pessoa, sendo quatro deles em hospital privado.

Governo da Paraíba

Secretaria de Estado da Saúde

Atualização COVID-19 25/03 | 18h

Casos Confirmados: 05
Casos Descartados: 117
óbitos confirmados: 0

Dentre as amostras analisadas pelo LACEN – PB nesta quarta, 25, foram descartados 17 casos e confirmados mais 2 casos para COVID-19, com informações a seguir:

Mulher, 55 anos, residente em João Pessoa, com histórico de contato com caso em investigação. Segue em isolamento domiciliar acompanhada pela vigilância municipal.

Mulher, 45 anos, residente em João Pessoa, com histórico de contato com caso em investigação. Segue em isolamento domiciliar, acompanhada pela vigilância municipal.

Pacientes internos com suspeita de infecção pelo COVID-19:
Internação em UTI: 8
Internação em leito regular: 23

Até às 17h a Paraíba possuía 31 pacientes internados suspeitos de Coronavírus, sendo 23 em leitos de internação regular (nos municípios de Cajazeiras, Monteiro e João Pessoa) e 8 em UTI (nos municípios de Sousa, Patos, Cajazeiras, Piancó e João Pessoa), 4 destes estão em hospitais privados na capital.

Operação conjunta interdita duas fábricas irregulares de álcool na Grande João Pessoa e proprietário é preso

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Uma operação conjunta deflagrada nesta quarta-feira (25) resultou na interdição de duas fábricas de álcool líquido, com indicação de que seria de 70%, nos municípios de Santa Rita e João Pessoa, após constatar uma série e graves irregularidades nas áreas fiscal, sanitária, ambiental, segurança e até de funcionamento. Participaram da operação a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), o Ministério Público da Paraíba, por meio do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), a Secretaria da Segurança e da Defesa Social, com a Polícia Civil, incluindo Instituto de Polícia Científica, e a Polícia Militar, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente do Estado (Sudema),  além da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa).

Após uma ação fiscal da Gerência Executiva de Combate à Fraude Fiscal da Sefaz detectar irregularidades fiscais na compra de álcool por distribuidores de medicamentos, envolvendo uma fábrica em Santa Rita, os auditores encontraram também outras graves irregularidades, o que levou a acionar outros órgãos como Polícia Civil, o Gaeco, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente do Estado (Sudema), além de técnicos do Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba (Lacen), para ampliar as investigações. Durante a ação, o proprietário do primeiro alvo no município de Santa Rita foi preso e conduzido à delegacia.

Mais de 100 mil litros vendidos – Segundo o gerente executivo de Combate à Fraude Fiscal, Francisco Cirilo Nunes, a fábrica de álcool líquido estava há oito meses sem declarar ao Fisco o seu faturamento, mas a maior gravidade encontrada foi no acondicionamento do líquido inflamável e nas instalações precárias do galpão onde funcionava a fábrica, colocando em risco não apenas a vida dos funcionários, mas a da população.

“Cerca de 90% das bombonas, recipientes de grande porte para armazenar o álcool líquido, estavam com tarjas e selos de que tinham sido já usados por produtos corrosivos e que foram reutilizados sem qualquer higienização necessária, o que pode trazer grandes riscos à saúde da população. Essa fábrica em apenas 23 dias neste mês de março já havia comercializado 101 mil litros para hospitais, farmácias e distribuidores de medicamentos do Estado. No local, era visível a falta de higiene, além da falta de acondicionamento do produto, que é extremamente inflamável e de risco. No galpão, não encontramos também qualquer comprovação técnica de que essas bombonas passaram por ações de higienização corretas e necessárias para armazenar o produto, muito procurado agora diante da pandemia do coronavírus, pois tem sido usado cotidianamente para desinfecção de superfícies, equipamentos hospitalares e de pessoas”, detalhou Cirilo, acrescentando que, além do cancelamento da inscrição estadual do estabelecimento, que funcionava com uma série de irregularidades, a fábrica foi também lacrada pelos auditores fiscais.

Fábrica em JP não tinha alvará de funcionamento – A partir dos documentos encontrados na fábrica de Santa Rita foi possível identificar o segundo alvo da operação, na tarde desta quarta-feira, que era uma fábrica na Rua da Areia, no centro histórico de João Pessoa. “O caso ainda era mais grave. O estabelecimento funcionava sem alvará de funcionamento, com instalações e equipamentos extremamente precários, com fortes indícios de sonegação fiscal. O proprietário não estava no local, mas apenas um responsável técnico”, explicou o secretário executivo da Sefaz, Bruno Frade, que liderou a operação do 2º alvo.

O secretário da Segurança e da Defesa Social, Jean Nunes, reforçou a integração dos órgãos do sistema de Segurança da Paraíba, com o objetivo de fiscalizar a fabricação desse tipo de produto e recolher o que não estiver dentro dos padrões necessários. “Estamos empenhados no trabalho de prevenção do coronavírus e de conscientização da sociedade, mas também mantendo o foco nas ações policiais como esta, que retirou de circulação um material que está sendo extremamente procurado, em virtude da pandemia, mas não atendia às recomendações das autoridades sanitárias e nem às questões fiscais. Não é a primeira vez que realizamos ações integradas com a Secretaria da Fazenda, Gaeco e, mais uma vez, a presença da Polícia Civil e da Polícia Militar foi de extrema importância. Continuaremos, o quanto for preciso nas ruas, atuando em diversas esferas”, destacou Jean Nunes.

Qualidade do produto será testada – O gerente executivo completou que os técnicos do Lacen e do Instituto de Polícia Científica da Paraíba vão investigar ainda a qualidade e a eficiência do produto, que informa ter a composição a 70% para a sua comercialização. “A localização e o endereço da fábrica foram as etapas mais difíceis da ação fiscal. No galpão, não havia placa ou qualquer informação de funcionamento de uma fábrica de álcool naquele local, por isso houve dificuldade da equipe do Gecof localizá-la”, acrescentou Cirilo Nunes, informando que o estabelecimento não tinha autorização para fabricar álcool em gel, mas apenas líquido.

Como tudo começou – As investigações da Gerência Executiva de Combate à Fraude Fiscal da Sefaz começaram por uma ação fiscal numa distribuidora de medicamentos da Grande João Pessoa, que havia comprado 30 mil litros de álcool líquido de um fornecedor, mas que em seu depósito não havia qualquer recipiente. Após levantamento de documentos fiscais, foi descoberto que entre 1º e 23 deste mês de março, essa fábrica de Santa Rita, que fornecia o produto, havia vendido 101 mil litros de álcool a 70% para farmácias, hospitais e distribuidoras e medicamentos. Contudo, foi encontrada uma grave irregularidade do estabelecimento: há oito meses a fábrica não declarava seu faturamento ao Fisco. Com base nas investigações e informação, montou-se uma ação fiscal que desencadeou na descoberta in loco de uma série de irregularidades.  A localização do estabelecimento foi uma das etapas mais complicada para os auditores fiscais da Gecof na ação fiscal, pois o estabelecimento, uma espécie de galpão, não tinha qualquer identificação que indicasse de ser tratar de uma fábrica de álcool.

Após denúncia, Procon-JP fecha locadora de veículos, escola de enfermagem e financeira por funcionamento na quarentena

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A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) continua a receber denúncias de locais que estão descumprindo o Decreto Estadual 40135/2020 que proíbe o funcionamento de estabelecimentos que não se enquadrem dentro dos chamados serviços essenciais. A fiscalização desta quarta-feira (25) fechou três empresas: uma locadora de veículos, uma escola de enfermagem e uma financeira.

Desde a última segunda-feira, doze estabelecimentos foram fechados, a exemplo do comércio varejista, locadoras de veículos, lanchonetes, uma escola de enfermagem e uma financeira. A fiscalização do Procon-JP vai continuar na rua para checar as diversas denúncias que estão chegando à Secretaria. “Os consumidores podem continuar ligando ou enviando as denúncias através do instagran e de email”, orientou o secretário Helton Renê.

Vários serviços em João Pessoa foram suspensos, a exemplo do transporte público, bancos, shoppings, bares e restaurante que foram fechados devido às medidas preventivas para evitar a disseminação do Coronaravírus (Covid-19). Supermercados e similares, farmácias, padarias e clínicas (inclusive veterinárias) são alguns locais que podem funcionar.

Atuação intensa – Os estabelecimentos que forem pegos desobedecendo à determinação do fechamento das portas serão penalizados de acordo com a legislação. “O Procon-JP vai continuar atuando através de fiscalização intensa, até porque alguns locais que estão sujeitos ao Decreto insistem em abrir as portas. A população pode continuar denunciando que tomaremos as medidas cabíveis”, informa o secretário.

Multas – Quem for flagrado desobedecendo a legislação e descumprindo a quarentena terá o estabelecimento interditado e poderá receber multas que podem chegar a R$ 30 mil. Os estabelecimentos têm até 10 dias para fazer a defesa.

Esforço investigativo do Sistema de Justiça resulta na entrega de 15 respiradores a hospitais da PB

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Órgãos integrantes do Sistema de Justiça entregaram 15 respiradores pulmonares à rede de saúde pública, no Estado, que está se preparando para enfrentar a pandemia do novo coronavírus. Os equipamentos — fruto dos esforços investigativos da força-tarefa e de decisões do Poder Judiciário — foram destinados a hospitais do Estado (no total de 10), dos municípios de João Pessoa e Campina Grande (dois para cada cidade) e ao Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW).

O procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho, explicou que todos os esforços possíveis estão sendo feitos, neste momento, para que a rede de saúde da Paraíba possa ser fortalecida. “As autoridades de saúde têm feito projeções de aumento de casos graves da covid-19 e estamos nos mobilizando em várias frentes para garantir que os efeitos sejam minimizados e que a rede de saúde tenha condições para atender aos pacientes com complicações graves advindas da doença”, disse o chefe do Ministério Público da Paraíba.

Os equipamentos, avaliados em R$ 825 mil, já foram disponibilizados aos gestores de saúde. Os recursos foram obtidos no  âmbito da Operação Calvário, deflagrada em dezembro de 2018. A investigação está sendo realizada por uma força-tarefa, composta pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), com o apoio da Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa (Ccrimp/MPPB), Polícia Federal,  Controladoria-Geral da União e Ministério público Federal.

O objetivo é investigar e desarticular uma organização criminosa que foi responsável pelo desvio de  recursos das áreas de saúde e educação. Através dessa ação, que recebe a participação do Poder Judiciário, por meio do desembargador Ricardo Vital de Almeida, relator do processo, parte desses recursos desviados estão voltando à saúde.

João Pessoa bate recorde de vacinação nos primeiros dias da campanha contra gripe e interrompe temporariamente imunização de idosos até reposição de estoque

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Com mais de 58 mil idosos e trabalhadores de saúde imunizados em apenas três dias, a Secretaria de Saúde de João Pessoa (SMS) informou, nesta quarta-feira (25), que a vacinação contra influenza para idosos será temporariamente interrompida.

A alta procura nos 68 pontos de vacinação em ginásios de escolas públicas, nos três núcleos de “drivre thru”, hospitais e na visita aos idosos acamados, fizeram com que as vacinas disponibilizadas pelo Ministério da Saúde se esgotassem em um curto espaço de tempo, superando as estatísticas de anos anteriores.

A Secretaria Municipal de Saúde da Capital já solicitou formalmente a entrega de novas doses para que a campanha seja retomada o quanto antes. Outras cidades e capitais brasileiras também precisaram interromper a vacinação até que haja reposição.

Segundo Fernando Virgolino, chefe da Seção de Imunização de João Pessoa, a pandemia do novo Coronavírus fez aumentar a demanda da procura pela vacina contra a influenza. “Costumávamos imunizar entre 3 e 5 mil pessoas por dia. A procura pela vacina foi mais do que triplicada. É a maior estrutura de vacinação extracampo da história da cidade”, disse.

Como a campanha precisou ser antecipada em todo país, o Ministério da Saúde ainda não enviou a totalidade das doses necessárias para toda a primeira fase, que segue até o dia 15 de abril. Os repasses, que passam primeiro pelo Governo do Estado para então chegar aos municípios, costumam ser semanais.

Os trabalhadores da área hospitalar, na linha de frente no combate ao novo Coronavírus, terão a imunização garantida de acordo com o agendamento pré-estabelecido. A previsão é de que mais de 104 mil pessoas do público-alvo, entre idosos e profissionais de saúde, sejam imunizadas ao longo de toda a campanha.

MPT, MPPB, MPF e Governo do Estado divulgam comunicado e reforçam: ‘isolamento social é obrigatório’

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O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB), o Ministério Público Estadual (MPPB), o Ministério Público Federal (MPF) e Governo do Estado divulgaram, nessa terça-feira (24), um comunicado que reforça que “o isolamento social é obrigatório” neste momento para conter o avanço da pandemia da Covid-19. Os órgãos alertam que os estabelecimentos que insistirem em descumprir as medidas de isolamento social (como bares, restaurantes, etc.) poderão ser penalizados nos termos da lei.

 

O comunicado foi encaminhado, ontem, por meio de ofício assinado pela procuradora-chefe do MPT na Paraíba, Myllena Alencar, para os principais sistemas de comunicação da Paraíba, para ser veiculado em redes de TVs e rádios. O comunicado também foi divulgado nos canais de comunicação e nas redes sociais do MPT-PB, MPPB, MPF e Governo do Estado.

 

Confira o comunicado, na íntegra:

 

COMUNICADO

 

ISOLAMENTO SOCIAL É OBRIGATÓRIO!

Considerando a emergência causada pela pandemia da Covid-19, o Ministério Público da Paraíba, o Ministério Público Federal, o Ministério Público do Trabalho e o Governo do Estado alertam a sociedade de que as forças policiais do Estado estão autorizadas a fechar bares, restaurantes e outros estabelecimentos que insistam em descumprir as medidas de isolamento social.

                          

Os órgãos comunicam, ainda, que os responsáveis pelos estabelecimentos descumpridores da determinação podem ser penalizados nos termos da lei.

Também orientam a população que só saia de casa nos casos de real necessidade; não lote supermercados, feiras livres e farmácias; evite aglomerações de qualquer tipo; e reforce as medidas de higiene.

Se cada um fizer a sua parte, a pandemia será contida e vencida.

Ministério Público da Paraíba – MPPB

Ministério Público do Trabalho -MPT

Ministério Público Federal – MPF

Governo do Estado

Câmara de João Pessoa solicita testes rápidos do coronavírus em ‘drive thru’

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Em mais uma reunião mantida através de videoconferência e convocada pelo presidente da Câmara, João Corujinha (DC), os vereadores de João Pessoa aprovaram na manhã desta quarta-feira, 25, um requerimento ao prefeito Luciano Cartaxo (PV). Os parlamentares municipais solicitam a adoção do sistema ‘drive thru’ também para a realização de testes rápidos para a detecção do novo coronavírus na capital paraibana. O pedido se deve à divulgação feita pelo governo federal de que vai distribuir milhões de kits para a testagem rápida da doença em todo o Brasil.

A proposta dos vereadores pessoenses demonstra a preocupação com a segurança da população e dos profissionais da saúde em meio à pandemia. Caso seja acatada pelo prefeito, a exemplo do que aconteceu com a vacinação da Influenza, que já está acontecendo através do ‘drive thru’, as amostras para a testagem rápida serão coletadas sem que os pacientes saiam dos seus veículos, estratégia adotada com sucesso na Coreia do Sul.

O requerimento ainda sugere que nos dados do paciente coletado conste o número de telefone para contato, para que, em caso de teste positivo, o paciente seja informado o mais breve possível para que possa respeitar o regime de quarentena.

Almoço e lanche: PMJP beneficia 23 mil crianças da rede municipal de ensino com entrega de alimentação

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“Eu acho muito louvável por parte da Prefeitura de João Pessoa e da Secretaria de Educação esse gesto de distribuir o almoço e o lanche para nossas crianças nesse período que as aulas foram suspensas devido ao coronavírus. O essencial é que o alimento está sendo fornecido e meus netos adoram”, agradeceu a avó de duas crianças matriculadas na Centro de Referência de Educação Infantil Terezinha Batista, no bairro do Cristo, Jandeci de Freitas.

Jandeci integra uma das famílias beneficiadas por uma ação pioneira da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), que está garantindo almoço e lanche para as 23 mil crianças matriculadas nas 32 escolas de tempo integral e nas 85 creches. A ação teve início na semana passada após o Núcleo Intersetorial de Prevenção e Cuidados da PMJP em relação ao Coronavírus decidir suspender as aulas da rede municipal.

No cardápio, uma alimentação balanceada para cada faixa etária é elaborada pelas nutricionistas da Sedec. Está sendo servido feijão, arroz com cenoura, farofa de cuscuz, batata doce, macarrão, salada crua, salada cozida, cenoura, beterraba, além de outros alimentos.

As refeições ainda incluem uma variedade de proteínas como carne moída, frango ao molho e fígado. A família também recebe frutas para a sobremesa do almoço do aluno e para o lanche da tarde, como abacaxi, melão, melancia e laranja.

Com isso, a Prefeitura está garantindo o aporte nutricional das crianças e aumentando a imunidade delas. “É um momento importante para essas famílias. Todas as crianças que estão matriculadas na rede municipal de educação, que têm o contraturno em uma creche ou no ensino integral, está com a alimentação escolar garantida. É só o pai, a mãe ou responsável pelo aluno entrar em contato com a unidade de ensino por volta das 8h, avisar que vai pegar o almoço nesse dia e chegar lá entre 11h e 13h”, explicou a secretária da Sedec, Edilma da Costa Freire.