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Polícia prende suspeito pela segunda vez com arma de fogo

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Um homem, que já havia sido preso em dezembro do ano passado, foi novamente preso, na noite dessa sexta-feira (05), pela Polícia Militar na região metropolitana de João Pessoa. O suspeito, de 21 anos de idade, estava portando uma espingarda calibre 12, de fabricação caseira, em um veículo.

Ele foi abordado e preso pelos policiais da Força Tática do 7º Batalhão, que intensificavam as ações de rondas e abordagens no município de Santa Rita. Durante a abordagem, o homem estava transitando em um veículo, entre os limites de Santa Rita e Bayeux. Com ele, a PM encontrou uma espingarda de fabricação caseira e duas munições. A arma, munições e o suspeito foram conduzidos para a 6ª Delegacia Distrital.

A primeira prisão desse suspeito pela Polícia Militar foi em dezembro de 2020, quando policiais do 7ª Batalhão o encontraram com um revólver calibre 38, na Comunidade do Onze, no bairro Popular, em Santa Rita.

João Azevêdo destaca avanços da Paraíba nos ensinos integral e remoto em artigo no Estadão

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Em artigo publicado na edição on-line do Estadão desta sexta-feira (5), o governador João Azevêdo destacou a eficiência da educação pública remota implantada na Paraíba durante a pandemia da Covid-19. Para o gestor, o estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que colocou o estado com a melhor média do país está associado a iniciativas promissoras desenvolvidas pela gestão estadual e voltadas para a qualificação da juventude, a partir da expansão das Escolas Cidadãs Integrais (ECIs).

Ele também ressaltou mais uma conquista importante para a Educação da Paraíba em 2021. Este ano, o ensino integral chegará a todos os municípios, colocando o estado, mais uma vez, no topo do ranking nacional no percentual de escolas com jornada superior a sete horas diárias. “Serão no total 302 escolas, o que representa 67% das unidades de ensino médio da rede estadual. A ampliação do número de escolas na Paraíba também antecipa o nosso compromisso com as metas previstas no Plano Nacional de Educação e no Plano Estadual de Educação”, frisou.

João Azevêdo explicou a decisão de investir na ampliação do ensino integral, evidenciando a melhoria do estado em quesitos como a maior taxa total de crescimento e o maior aumento em proficiência no (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), destacando ainda avaliações positivas nas provas de Matemática e Língua Portuguesa e menores taxas de abandono escolar e de reprovação. “Por esses motivos, apesar de todos os desafios causados pela pandemia, optamos por dar um passo ainda mais largo em 2021. Fazemos isso de forma planejada e porque acreditamos, sim, nas oportunidades que uma educação cidadã e integral pode oferecer a todos”, concluiu.

Confira o artigo na íntegra:

https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/educacao-cidada-e-integral/

PMJP convoca novos aprovados no Processo Seletivo para atuar na rede de saúde

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Imagem: Reprodução internet

A Prefeitura de João Pessoa João Pessoa (PMJP) convocou mais 112 profissionais aprovadas em Processo Seletivo Simplificado, realizado em 2020, para atuar na rede municipal de Saúde no reforço aos atendimentos. Os profissionais convocados do nono chamamento devem comparecer à sede da Secretaria de Saúde de João Pessoa deste sábado (06) e até terça-feira (09), incluindo o domingo e se apresentar à Diretoria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde (DGTES). Serão atendidos das 8h às 16h. É necessário estar portando toda a documentação exigida no item 4.1 do Edital Nº 01/2020.

Desta vez, estão sendo convocados aprovados para os cargos de Enfermeiro (63); Técnico de Laboratório de Análise Clínica (2); Agente Administrativo (12); Auxiliares de Serviços Gerais (27), de Copa e Cozinha (3), de Lavanderia (4); e biomédico (1). A lista dos convocados está no link: https://transparencia.joaopessoa.pb.gov.br:8080/editais/visualizar-arquivo?id=625.

Para mais informações, os profissionais podem entrar em contato com a Diretoria de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde (DGTES) da Secretaria Municipal de Saúde pelo número (83) 3214-7949 ou 3214-7970.

A Secretaria de Saúde está localizada na Avenida Julia Freire s/n, bairro da Torre.

Em articulação da Famup, bancada federal destina 40% das emendas aos municípios paraibanos

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George Coelho

A bancada federal da Paraíba no Congresso Nacional decidiu destinar 40% das emendas de bancada no orçamento de 2021 para todos os municípios paraibanos investirem em saúde. A decisão defendida pelo coordenador e deputado federal Efraim Filho (Democratas) foi apresentada aos deputados e senadores após articulação feita pela Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), por meio do presidente George Coelho.

“Procuramos o deputado Efraim Filho para apresentar e defender essa proposta de destinar uma porcentagem das emendas de bancada para todos os municípios paraibanos, em especial os menores, já que os maiores geralmente têm emendas destinadas. Ficamos muito felizes com essa decisão da bancada federal de ajuda aos municípios nesse momento tão difícil que enfrentamos, sobretudo nas áreas da saúde e econômica. Nosso muito obrigado a todos os deputados e senadores. Continuaremos firmes na luta em defesa do municipalismo na nossa Paraíba”, destacou George Coelho.

O presidente da Famup explicou que a destinação dos 40% das emendas de bancada garantirá uma estruturação da rede pública de saúde no combate ao covid-19 com mais investimentos na área, principalmente no fortalecimento da atenção básica e na média e alta complexidade. “Esses recursos serão fundamentais nesse momento de pandemia”, afirmou George Coelho.

Atuação parlamentar – As emendas de bancada são definidas pelas bancadas estaduais do Congresso, ou seja, são apresentadas por senadores e deputados do mesmo estado, independentemente do partido à que pertençam. Geralmente representam um resumo das necessidades mais urgentes de cada estado.

MPs intensifica fiscalizações em CG para multar e interditar estabelecimentos que descumprirem normas sanitárias

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Os três ramos do Ministério Público na Paraíba (MPT, MPF e MPPB) recomendaram aos órgãos de fiscalização de Campina Grande a intensificação das fiscalizações na cidade, para multar e até interditar os estabelecimentos que descumprirem os protocolos sanitários e as normas do decreto municipal (nº 4.555 – de 24/02/21) com medidas mais restritivas para tentar conter o avanço da Covid-19, nesta segunda onda da pandemia. A recomendação foi feita durante audiência – por videoconferência – na manhã desta sexta-feira (5), com representantes dos MPs, Defensoria Pública do Estado, Gevisa, Cerest e Superintendência Regional do Trabalho (SRT-PB).

 

Ao final da audiência, os Ministérios Públicos solicitaram aos órgãos fiscalizadores várias informações e documentos, como ‘Relatórios das Fiscalizações’ já realizadas no município de Campina Grande, com autuações e multas aplicadas; relação dos ‘eventos agendados para o fim de semana’ na cidade e o cronograma de fiscalizações. Os MPs recomendaram, ainda, inserir o transporte público no cronograma de fiscalização.

 

“As fiscalizações já estão ocorrendo. O que o Ministério Público está recomendando é a intensificação das fiscalizações, que os órgãos divulguem as autuações, para que as empresas que estão descumprindo os protocolos sanitários respondam pelos seus atos, para que aquelas que estão cumprindo todas as normas possam permanecer de portas abertas”, afirmou o procurador do Trabalho Raulino Maracajá. “Estamos pedindo algumas informações à Gevisa. Inicialmente, a Vigilância Sanitária pode multar em caso de descumprimento. Em caso de reincidência, interdição do estabelecimento por sete dias e em caso de novo descumprimento interdição de 14 dias”, informou o procurador.

 

Participaram da audiência os procuradores do Trabalho Raulino Maracajá, Marcos Almeida, Marcela Asfóra e Andressa Coutinho, a promotora de Justiça Adriana Amorim e os procuradores da República Renan Paes e Bruno Barros, além do defensor público do Estado Marcel Souza, da auditora fiscal do Trabalho Jaidete Gomes (SRT em Campina Grande) da coordenadora do Cerest-CG Anna Karla Souto Maior e da representante da Gevisa no município, Wanessa Vilar.

 

Decreto municipal prevê multa de até R$ 50 mil

O decreto municipal (nº 4.555 – de 24/02/21), que dispõe sobre adoção de medidas temporárias e emergenciais de prevenção à Covid-19, estabelece que “no período entre 24 de fevereiro de 2021 a 10 de março de 2021, bares, restaurantes, lanchonetes, lojas de conveniência, praças de alimentação e estabelecimentos similares só poderão funcionar com atendimento nas suas dependências das 6h às 23h, ficando vedada, antes e depois desse horário, a comercialização de qualquer produto para consumo no próprio estabelecimento, cujo funcionamento poderá ocorrer apenas por meio de delivery ou para retirada pelos próprios clientes”.

 

O decreto estabelece, ainda, que nesse mesmo período (de 24/02 a 10/03/21), o funcionamento por meio de delivery ou retirada pelos próprios clientes só poderá ocorrer das 6h às 23h.

 

Multa

O decreto municipal nº 4.555 (com medidas emergenciais de 24/02 a 10 deste mês de março) prevê aplicação de multa no valor de até R$ 50 mil por descumprimento às normas sanitárias de proteção contra a Covid-19 e estabelece que todos os órgãos responsáveis pela fiscalização (Gevisa e Procon municipal) poderão aplicar as penalidades.

 

 

ENCAMINHAMENTOS DA AUDIÊNCIA

 

Ministérios Públicos recomendam:

1. Encaminhar ‘Relatório das Fiscalizações’ já realizadas em Campina, devendo constar eventuais autuações, multas e interdições, se for o caso;

2. Dar publicidade e transparência sobre os locais fiscalizados e as medidas tomadas;

3. Informar ao MP sobre eventuais eventos agendados para o fim de semana;

4. Encaminhar ao MP o Cronograma de fiscalizações.

5. Intensificar as fiscalizações, se possível dividindo a equipe, evitando grande número de agentes numa determinada inspeção;

6. Inserir o transporte público no cronograma de fiscalização.

Leitos de UTI ocupados na Grande João Pessoa já passa dos 90%

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Nos últimos 15 dias, foram instalados 65 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto em hospitais públicos e privados referência para pacientes com covid-19, na região metropolitana de João Pessoa. Mesmo assim, a taxa de ocupação destas unidades de saúde continua acima dos 90%. Analisando-se apenas os dados da rede pública da Grande João Pessoa, a taxa de ocupação das UTI adulto está em 91,6%, já na rede privada, 96,4% destes leitos estão ocupados.

Os dados fazem parte do novo Censo Hospitalar realizado pelo Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), nesta sexta-feira (5). Foram analisadas a quantidade de leitos de 19 hospitais nas três macro regiões do estado (Grande João Pessoa, Campina Grande e Sertão) e a ocupação dos leitos de UTI e Enfermaria. A situação da Capital é a mais preocupante, já que possui atualmente 240 leitos de UTI adulto covid instalados, sendo 224 ocupados e apenas 16 disponíveis.

“Infelizmente, estamos vivenciando uma iminência de colapso da rede pública e privada na região metropolitana de João Pessoa. Mesmo aumentando consideravelmente o número de leitos, o número de pacientes está crescendo mais rápido”, afirmou conselheiro e membro da Comissão de Enfrentamento ao Coronavírus do CRM-PB, Bruno Leandro de Souza. Ele explicou que o aumento dos leitos foi verificado na rede pública e privada, sendo: 40 novos leitos no Hospital Santa Isabel, 7 novos leitos no Hospital Metropolitano, 3 no Hospital Universitário Lauro Wanderley, 10 na Unimed e 5 no Nossa Senhora das Neves.

 

 

O Censo do CRM-PB foi realizado por conselheiros que visitam as unidades de saúde e fazem um levantamento de dados junto aos diretores técnicos de cada hospital. Na Grande João pessoa foram analisados sete hospitais públicos (Prontovida, Santa Isabel, Clementino Fraga, Metropolitano, Hospital Universitário Lauro Wanderley, Maternidade Frei Damião II) e dois privados (Unimed e Nossa Senhora das Neves). Em Campina Grande, o trabalho foi realizado em quatro públicos (Hospital Universitário Alcides Carneiro, Hospital de Clínicas, Pedro I e Isea) e dois privados (João XXIII e Santa Clara). Já no Sertão, os dados são de quatro hospitais regionais (Patos, Cajazeiras, Pombal e Piancó) e da UPA de Cajazeiras.

O trabalho do CRM-PB mostra também que o número de enfermarias covid-19 no estado aumentou em quase 70%. Na última análise do dia 19 de fevereiro, havia 232 leitos de enfermaria, enquanto que agora são 393. A taxa atual de ocupação dos leitos de enfermaria adulto em todo o Estado é de 75%. Já a taxa de ocupação de leitos de UTI adulto nas três regiões é de 81%.

O presidentedo CRM-PB, Roberto Magliano de Morais, ressalta que os dados divulgados no Censo desta sexta-feira (5) refletem os números exatos da data. “Estes números mudam a cada hora, com a admissão e alta de pacientes em todas as unidades hospitalares. Além disso, sabemos que o governo do estado e a prefeitura de João Pessoa já anunciaram a instalação de novos leitos. Lembramos ainda que o trabalho do CRM-PB tem o objetivo de agregar informação. Precisamos do apoio de todos: gestores públicos fazendo a estruturação dos serviços e a sociedade evitando aglomerações e usando as máscaras corretamente”, disse o presidente.

 

Campina Grande

Em Campina Grande, conforme o censo do CRM-PB, a taxa geral de ocupação de leitos de UTI está abaixo da média do estado, com 59%. Nos últimos 15 dias, foram instalados na cidade 30 novos leitos, no Hospital de Clínicas. A cidade possui ainda uma taxa de ocupação de 61% nos leitos de enfermaria covid-19.

Em números absolutos, a cidade possui 146 leitos de UTI adulto covid, sendo 86 ocupadas e 60 livres. Quanto aos leitos de enfermaria, há 186 instalados na cidade, sendo 114 ocupados e 72 disponíveis.

 

 

Embora a taxa de ocupação de Campina Grande esteja menor que João Pessoa e Sertão, o número de internações na cidade vem crescendo. No censo realizado em 19 de fevereiro, a taxa de ocupação de leitos de UTI era de 52% e de enfermaria, de 37%. Neste período também houve o aumento de 10 leitos de enfermaria e 30 de UTI no Hospital de Clínicas.

 

Sertão

O Censo do CRM-PB analisou cinco unidades de saúde referência Covid no Sertão paraibano. Destas, quatro estão com ocupação dos leitos de UTI acima dos 90%: Hospital Regional de Patos com 92%; Hospital Regional de Cajazeiras com 92%; UPA de Cajazeiras com 100%; Hospital Regional de Pombal com 100%. Apenas o Hospital Regional de Piancó que estava com 38% de ocupação em seus leitos de UTI.

Em números absolutos, do total de 55 leitos de UTI disponíveis no Sertão do estado, 47 estavam ocupados, restando apenas oito para novas internações, sendo 2 em Patos, 1 em Cajazeiras e 5 em Piancó.

 

 

Do último Censo feito pelo CRM-PB, no dia 19 de fevereiro, para este de agora, foram acrescidos dois leitos de UTI na região, sendo os dois na UPA de Cajazeiras. Comparando-se os dados do Censo anterior com este, a taxa de ocupação dos leitos de UTI do Sertão subiu de 68% para 85%.

Quanto às enfermarias, o número de leitos entre os dois censos diminuiu de 67 para 64. O Hospital Regional de Cajazeiras que tinha 16 leitos enfermaria, agora está com 15. Já a UPA de Cajazeiras, que contava com sete leitos de enfermaria, neste último censo apresenta cinco. Desta forma, a região possui 64 leitos de enfermaria e 40 estão ocupados, gerando uma taxa de 63% de leitos de enfermaria.

 

Faculdade Cidade Viva realiza I Seminário Vocacional do ano sobre “Agenda 2030, ONU e a Igreja”

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A Faculdade Internacional Cidade Viva (FICV) abre, nesta sexta-feira (5), o I Seminário Vocacional deste ano que abordará o tema “Agenda 2030, a ONU e a Igreja: o que a cosmovisão Cristã pode orientar?”. O seminário, que será realizado em quatro sextas-feiras de março (5, 12, 19 e 26), começa às 19h de hoje. Ele também é aberto ao público interessado em se aprofundar na temática dos direitos humanos à luz da cosmovisão cristã. As inscrições do seminário podem ser feitas ainda por meio do link https://cutt.ly/KzrBQIf

Devido às medidas preventivas tomadas pelo Estado contra o vírus da COVID-19, o seminário será online e o ministrante será o professor e especialista Edmilson Ewerton Ramos de Almeida.

Temas como “Secularização e Humanos: dos Deveres aos Direitos Humanos”; “Visão teocêntrica sobre a “Agenda 2030”, da ONU: Temas de Sociedade” e o “O papel da Igreja na construção de uma sociedade saudável” serão alguns dos conteúdos abordados durante os modelos do seminário às sextas-feiras. O seminário vocacional de março vai permitir aos participantes entender a secularização e a evolução histórico-filosófica de deveres humanos para direitos humanos, além de analisar os objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, da ONU, que serão ponderados sobre seus pontos positivos e negativos, à luz da cosmovisão cristã-bíblica. Os participantes vão entender ainda sobre o papel da Igreja e da boa administração eclesiástica na construção de uma sociedade saudável, posicionando melhor os cristãos quanto ao mandato social e cultural.

Quem é o ministrante do seminário – O professor da Faculdade Internacional Cidade Viva, Edmilson Ewerton Ramos de Almeida, é graduado em Direito pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), tem especialização em Direito Constitucional e Liberdade Religiosa pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com estudos na Universidade de Oxford e na Universidade de Coimbra. É assessor Jurídico da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) e investigador nas áreas de Direitos Fundamentais Identitários, Povos Originários e Tradicionais, Liberdade Religiosa e Direito Educacional.

Cursos da FICV – Aberta em janeiro de 2018 com o curso de Bacharelado em Teologia presencial, o primeiro 100% presencial com autorização do MEC na Paraíba, a Faculdade Internacional Cidade Viva (FICV) oferece um novo formato de aprendizagem, com disciplinas oferecidas às sextas-feiras, chamadas de ‘Seminários Vocacionais’ como sendo optativas para os alunos do bacharelado e também abertas ao público interessado em se aprofundar em Teologia. A FICV conta com auditórios para eventos, biblioteca com cabines de estudos, salas com equipamentos multimídia e programas de extensão em parceria com as ações sociais da Fundação Cidade Viva, incentivo à pesquisa científica, eventos acadêmicos conta com uma revista acadêmica ‘Summae Sapientiai’ e quadro de professores com mestrado e doutorado.

Além da graduação presencial em Teologia, a FICV recebeu em junho deste ano o credenciamento do Ministério de Educação (MEC) para ofertar cursos na modalidade EAD (Educação a Distância) e realizou o primeiro vestibular no último mês de agosto. Mais informações no portal da instituição https://ficv.edu.br/

Polícia Civil prende paraibano suspeito de matar ex-companheira com um fio de celular no Rio de Janeiro

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio da 14ª Delegacia Seccional (sediada em Monteiro), prendeu nesta sexta-feira, 05 de março, Luciano de Gouveia, 34 anos de idade, natural de Gurjão (PB), suspeito de ter assassinado a ex-companheira Selma de Maria Silva Almeida, 49 anos, no Rio de Janeiro. Ele teria usado o cabo de um fio de celular para matar a vítima por enforcamento.

O crime aconteceu no dia 22 de janeiro, em Rio das Pedras, zona oeste do Rio. A Polícia Civil carioca entrou em contato com a Polícia Civil paraibana, já que o suspeito poderia ter fugido para a terra natal. De posse das informações, a 14ª Delegacia Seccional articulou uma operação policial para capturar o suspeito, que já tinha mandado de prisão expedido pela justiça do Rio.

“Então, nós fizemos todos os levantamentos necessários e conseguimos prender esse foragido da justiça na casa de seu avô, em São João do Cariri. A prisão já foi comunicada à Polícia Civil do Rio de Janeiro”, disse o delegado seccional Jorge Luís.

Além desse crime, outro mandado de prisão – por estupro de vulnerável – também pesava sobre Luciano, expedido pela justiça da Paraíba. “Ele era, inclusive, foragido da cadeia pública de Serra Branca”, frisou Jorge Luís.

O preso já foi encaminhado a uma unidade prisional, onde permanece à disposição do Poder Judiciário.

Assessoria

Paraíba registra 864 casos de Covid- 19 e tem 609 pacientes internados nas unidades de referência

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta sexta (05), 864 casos de Covid- 19. Entre os confirmados hoje, 126 (14,58%) são casos de pacientes hospitalizados e 738 (85,42%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 226.536 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 668.086 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Também foram confirmados 20 novos óbitos desde a última atualização, sendo 16 deles nas últimas 24h. Os óbitos ocorreram entre os dias 18 de fevereiro e 05 de março de 2021, sendo 04 deles em hospitais privados, um em residência e os demais em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 4.632 mortes. O boletim registra ainda um total de 165.016 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 406 novos casos, o que corresponde a 47% dos casos registrados nesta sexta. São eles: João Pessoa, com 270 novos casos, totalizando 60.427; Campina Grande, com 51 novos casos, totalizando 20.898; Cajazeiras, com 30 novos casos, totalizando 4.938; Aroeiras, com 29 novos casos, totalizando 590; Santa Rita, com 26 novos casos, totalizando 5.493.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 05/03/2021, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até esta sexta, 206 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 20 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Bayeux (1), Cabedelo (1), Cachoeira dos Índios (1), Cajazeiras (1), Campina Grande (1), João Pessoa (11), Mamanguape (1), Patos (1), Picuí (1) e Soledade (1). As vítimas são 10 homens e 10 mulheres, com idades entre 39 e 98 anos. Hipertensão foi a comorbidade mais frequente e três não tinham comorbidades.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 75%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 88%. Em Campina Grande estão ocupados 68% dos leitos de UTI adulto e no sertão 90% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro estadual de regulação hospitalar, 71 pacientes foram internados nas últimas 24h.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 177.720 doses. Até o momento, 130.184 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 47.536 com a segunda dose da vacina.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

Fiocruz alerta que UTIs lotadas podem elevar média de vítimas de covid-19

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O Brasil chegou nesta semana a 40 dias consecutivos com uma média diária de mais de 1 mil vítimas de covid-19, e a ocupação crítica de unidades de terapia intensiva (UTIs) em 19 estados pode elevar ainda mais o número de mortes causadas pela doença nos próximos dias. O alerta é do epidemiologista Diego Xavier, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que afirma não ter dúvidas de que o país vive o momento mais grave da pandemia até agora.

“Antes, havia tempos epidêmicos diferentes [em cada estado], e, agora, a gente tem uma grande onda no país inteiro ao mesmo tempo. E quando a gente tem isso, não tem como remanejar [recursos e pacientes] de uma região para outra, ou de um estado para o outro”.

A média móvel de mortes é calculada por meio da soma dos óbitos confirmados nos últimos sete dias, dividida por sete. O indicador é considerado importante para reduzir as oscilações diárias de notificações e se aproximar de uma tendência da pandemia. Além disso, mortes são consideradas pelos especialistas menos sujeitas à subnotificação do que as infecções, já que são mais investigadas. As contaminações, por sua vez, muitas vezes não são testadas ou se dão de forma assintomática.

Em 23 de janeiro deste ano, a média móvel de mortes por covid-19 no país voltou a superar 1 mil vítimas diárias, segundo o painel Monitora Covid-19, da Fiocruz, e já está nesse patamar há 41 dias de forma ininterrupta. No ano passado, o período mais longo com uma média de mais de 1 mil mortes por dia durou 36 dias, entre 3 de julho e 7 de agosto.

O indicador cresceu até que, em 14 de fevereiro de 2021, a média de vítimas bateu o recorde do pico da pandemia em 2020, com 1.101 pessoas mortas por dia. Desde o dia 24 de fevereiro, sucessivos recordes de óbitos elevaram a média até 1.330 pessoas por dia, em 3 de março, se considerados os dados do dia corrente e dos seis dias anteriores.

Ocupação de UTIs

Diego Xavier explica que os números atuais são um “retrato atrasado”, de quando a ocupação dos leitos de UTI ainda não havia atingido a situação atual. “Esse dado [a média móvel de mortes] tem um atraso que pode chegar a três semanas, dependendo do local em que é feito o registro, porque depende da estrutura de registro”, afirma.

“Se a pessoa que não conseguir se internar depois for a óbito, primeiro vai ser feito um registro desse óbito, o diagnóstico como covid, nesse caso, vai entrar na fila para digitação [no sistema], e só então a gente tem esse dado. O que a gente está olhando agora [na média de mortes] é um reflexo do passado. A tendência é que volume de óbitos aumente.”

A ocupação dos leitos de UTI para covid-19 no SUS atingiu a zona de alerta crítica em 18 estados e no Distrito Federal, segundo boletim do Observatório Covid-19 da Fiocruz divulgado em 1° de março. São classificados dessa forma os locais em que a proporção de vagas ocupadas supera os 80%. Santa Catarina tinha a situação mais grave do país, com 99% de ocupação.

Xavier avalia que o cenário é resultado de uma combinação de fatores que vão desde as aglomerações de fim de ano e carnaval até a sensação prematura de segurança com o início da vacinação, além do surgimento da variante P.1 do coronavírus, considerada mais contagiosa.

Como as férias, o verão e as datas comemorativas são comuns a todo o país, e a doença já havia se espalhado no interior, as aglomerações provocaram uma alta generalizada de casos, o que se agravou com a falta de medidas para conter a dispersão da variante de Manaus no território nacional.

“Esses movimentos, capilarizados, com todo mundo se movimentando ao mesmo tempo, fizeram com que a doença crescesse tanto no interior quanto nas capitais”, afirma Xavier.

Medidas restritivas

Comércio e atividades consideradas não essenciais fecham as portas durante lockdown no Distrito Federal.

Comércio e atividades consideradas não essenciais fecham as portas durante lockdown no Distrito Federal. – Marcelo Camargo/Agência Brasil

O epidemiologista recomenda que medidas restritivas sejam tomadas de forma articulada entre todas as esferas de governo. Ele alerta que os gestores não podem esperar a ocupação das UTIs chegar a uma situação crítica para agir.

“Temos muitos municípios tomando medidas isoladas, mas a rede de atenção em saúde não é isolada. Na rede de UTIs, tem um município polo maior e municípios satélites que dependem dessa rede. Se um município dentro dessa rede toma medidas restritivas e os outros não, os leitos vão ser ocupados da mesma maneira”, afirma, defendendo que medidas restritivas sejam endurecidas mesmo nos estados em que a ocupação das UTIs ainda não é crítica. “A gente precisa evitar que a pessoa pegue a doença, e não, depois que ela pegou a doença, fazer lockdown e tentar criar novos leitos, porque o estrago já vai estar feito.”

A própria capacidade de criar leitos, lembra ele, é limitada, e não apenas pela disponibilidade de recursos financeiros. “A gente tem um limite de equipes de saúde, porque elas também ficam doentes e são limitadas. Você consegue criar um leito de um dia para o outro, mas não consegue formar um profissional capacitado para uma UTI de um dia para o outro.”

A pesquisadora em saúde da Universidade Federal do Rio de Janeiro Chrystina Barros destaca que a dificuldade de avançar na vacinação e a falta de controle de circulação e vigilância das novas variantes aumentam a preocupação com o cenário atual. A professora avalia que as novas medidas de restrição são bem vindas, mas precisam ser mantidas por ao menos 14 dias para surtir algum efeito na circulação do vírus.

“Existe um tempo entre a contaminação pelo vírus e a manifestação dos sintomas em até duas semanas. Por isso, qualquer liberação antes desse período é prematura”, afirma.

“Estamos em um contexto em que a circulação de pessoas entre municípios ou entre estados não tem nenhum controle de vigilância epidemiológica, e esse é o maior problema. Não temos a informação exata do impacto que essas variantes estão trazendo no aumento do número de casos”.

Agência Brasil