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Irmãs grávidas são presas suspeitas de tráfico de drogas na Paraíba

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A Polícia Militar flagrou duas irmãs grávidas que estariam atuando no tráfico de drogas, na noite dessa segunda-feira (13), na comunidade Castelinho, em Cabedelo. Uma delas escondia maconha e dinheiro nas partes íntimas.

As mulheres, de 19 e 21 anos, foram abordadas por equipes da 6ª Companhia Independente da PM (6ª CIPM), em frente a uma casa usada como ponto de venda de drogas, já que no local foram apreendidos R$ 1.355 que teriam sido obtidos com a venda de entorpecente.

O caso foi levado para a Central de Flagrantes, em João Pessoa.

Santiago fala em “poucos espaços” e pede “cumprimento de promessas” por parte de Cícero; assista

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O deputado federal Wilson Santiago esteve nesta terça-feira (14) na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e na oportunidade, falou sobre o apoio do seu partido, o Republicanos, ao projeto de reeleição do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena.

Ao Portal PautaPB, Santiago disse que seu partido apesar do apoio, tem “poucos espaços” na gestão de Cícero e, cobrou do prefeito, que ele cumpra com as promessas feias em campanha.

Abaixo a fala do deputado Wilson Santiago.

Wilson Santiago diverge do Republicanos e defende apoio ao governo Lula

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O deputado federal pelo Republicanos, Wilson Santiago, durante entrevista ao portal PautaPB na manhã desta terça-feira (14), divergiu com o partido o qual ele faz parte, em relação ao apoio para o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com Santiago, ele não irá seguir o partido e seguirá apoiando o presidente que ele votou.

Adolescente morre e outro fica ferido durante tentativa de assalto, em João Pessoa

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Um adolescente morreu e um jovem ficou ferido, no início da noite dessa segunda-feira (13), no bairro dos Funcionários II, em João Pessoa. Segundo a Polícia Militar, as vítimas seriam suspeitas de praticar assalto pela região.

A polícia informou que a autoria dos disparos ainda são desconhecidas. “Dizem que as vítimas já estavam realizando assaltos a alguns dias na área e hoje, durante possivelmente uma abordagem ou só pelo fato de estar rondando de novo para realizar assalto, foram alvejados por disparos de arma de fogo com autoria desconhecida”, disse o delegado responsável pelo caso.

O adolescente de 16 anos não resistiu aos ferimentos e morreu no local. E o jovem de 24 anos foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma da capital. Atingido por dois disparos na nuca, a vítima está em estado grave.

A mãe do adolescente de 16 anos disse que aconselhava o filho para não se aproximar de algumas amizades, com receio que o pior pudesse acontecer.

PF desarticula associação criminosa destinada ao tráfico de drogas na Paraíba

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(Imagem ilustrativa - Foto: Polícia Federal)

A Polícia Federal, com apoio da Força–Tarefa, FT-Susp/PB, deflagrou nesta terça-feira, (14), a Operação Robocop, com o objetivo de desarticular associação criminosa destinada ao tráfico de drogas nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Picuí/PB, além de Porto Velho/RO.

A ação conta com a participação de aproximadamente 34 policiais federais, que cumprem 12 ordens judiciais de busca e apreensão domiciliar e dois mandados de prisão preventiva de integrantes de associação criminosa.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em João Pessoa, e dois em Campina Grande, no presídio Serrotão.

As investigações se iniciaram a partir das diversas prisões em flagrante ocorridas no Aeroporto Castro Pinto, em Bayeux/PB, que, com o aprofundamento, culminaram na identificação dos fornecedores do material entorpecente para a capital paraibana, além da individualização de possíveis destinatários.

Os investigados responderão pelos crimes de tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico, cujas penas máximas somadas podem chegar a mais de 25 anos de reclusão.

A investigação foi chamada de “Robocop” em alusão ao “modus operandi” dos criminosos, que enfaixavam o material entorpecente no corpo do transportador da droga, as conhecidas “mulas”, dificultando a sua locomoção.

A Força-Tarefa de combate ao crime organizado do Sistema Único de Segurança Pública da Paraíba (FT-Susp/PB) é composta por policiais federais, policiais rodoviários federais, agentes da Polícia Penal Federal, policiais civis, policiais militares e policiais penais do estado da Paraíba.

Polícia cumpre mandados de busca e apreensão no presídio Serrotão, em Campina Grande

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A Força-Tarefa de combate ao crime organizado do Sistema Único de Segurança Pública da Paraíba (FT-Susp/PB), composta por policiais federais, policiais rodoviários federais, agentes do DEPEN, policiais civis, policiais militares e policiais penais do estado da Paraíba, deflagrou, na manhã desta terça-feira, 14/03, a 3ª fase  Operação PATRINUS.

Foram cumpridos 2 mandados de busca e apreensão no presídio Serrotão, expedidos pelo Juízo da Vara de Entorpecentes de Campina Grande/PB.

A investigação tem como objetivo apurar a prática do tráfico de drogas por apadrinhados de facção criminosa no município de Campina Grande e região, obtendo valores não só para sustentar organização, como ao final lavá-los e utilizá-los em proveito próprio.

Os crimes investigados são tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de outros que venham a ser descobertos com os resultados das medidas cumpridas hoje.

Homem é preso suspeito ameaçar matar pessoas queimadas depois de atear fogo em posto de combustíveis

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Um homem foi detido após ter ateado fogo em um posto de combustíveis enquanto ameaçava as pessoas que estavam no local de morte, na noite dessa segunda-feira (13), na bairro Cristo Redentor, em João Pessoa.

Os funcionários do estabelecimento relataram à polícia que o suspeito chegou no local, derramou álcool e, em seguida, acendeu um “palito de fósforo” que iniciou o fogo.

Com isso, os funcionários agiram combatendo as chamas com extintores de incêndio e acionaram a Polícia Militar.

Apesar do perigo, o fogo foi combatido antes de atingir equipamentos e outros produtos inflamáveis.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também compareceram no local e encaminhou o suspeito a uma unidade hospitalar psiquiátrica.

 

Juro do consignado a aposentados é reduzido para 1,7% ao mês

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Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pagarão menos nas futuras operações de crédito consignado. Por 12 votos a 3, o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) aprovou nesta segunda-feira (13) o novo limite de juros de 1,7% ao mês para essas operações.

O novo teto é 0,44 ponto percentual menor que o antigo limite, de 2,14% ao mês, nível que vigorava desde o ano passado. O teto dos juros para o cartão de crédito consignado caiu de 3,06% para 2,62% ao mês. Propostas pelo próprio governo, as medidas entram em vigor assim que a instrução normativa for publicada no Diário Oficial da União.

Segundo o Ministério da Previdência Social, a diminuição beneficiará cerca de 8 milhões de cidadãos com empréstimos descontados diretamente na folha de pagamento. Desse total, cerca de 1,8 milhão de beneficiários chegaram ao limite máximo de desconto de 45% da aposentadoria ou pensão.

No encontro de hoje, o ministro da Previdência, Carlos Lupi, anunciou a intenção de discutir o percentual de margem de desconto na folha na próxima reunião do CNPS, em 27 de abril. Lupi classificou as atuais taxas como “abusivas” e que punem pessoas vulneráveis. De acordo com o presidente do INSS, Glauco Wamburg, a média de renda dos aposentados e pensionistas que utilizam o crédito consignado está em R$ 1,7 mil.

O CNPS também aprovou, na reunião desta segunda, a formação de uma comissão de trabalho para analisar o sistema de cartão de crédito consignado para os beneficiários do INSS, com a mesma proporcionalidade conselho e que dever concluir a análise em 60 dias. Também foi aprovada uma comissão para discutir a composição e a competência do colegiado em até 90 dias.

Cinco anos após assassinato, caso Marielle Franco segue indefinido

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O assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completa cinco anos nesta terça-feira (14) e segue sem resposta sobre o mandante do crime. As investigações levaram à prisão de dois executores: o policial militar reformado Ronnie Lessa, por ter atirado na vereadora; e o motorista e ex-policial militar Elcio de Queiroz. Os motivos e os líderes do atentado permanecem desconhecidos.

“Já se passaram cinco anos: é muito tempo”. O desabafo é de Marinete Silva, mãe de Marielle Franco, e resume o sentimento de familiares, amigos, ativistas, e de qualquer pessoa indignada com o crime. “Hoje, o mundo inteiro quer saber quem mandou matar Marielle. Isso não é uma questão a ser resolvida apenas para a família”, complementa a mãe.

O próprio processo de investigação passou a ocupar um lugar central no noticiário. A Polícia Civil teve cinco delegados responsáveis pelo caso na Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro. No Ministério Público Estadual, três equipes diferentes atuaram no caso durante esses anos.

A última mudança aconteceu há 10 dias, quando o procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, escolheu sete novos promotores para integrar a força-tarefa coordenada por Luciano Lessa, chefe do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). As trocas constantes de comando receberam críticas de familiares e movimentos sociais nesses cinco anos, e levaram a suspeitas de obstrução nas investigações.

Em maio de 2019, a Polícia Federal apontou que foram dados depoimentos falsos para dificultar a solução dos homicídios. Procuradoras abandonaram o caso em julho de 2021, com a afirmação de que houve interferência externa na investigação.

O novo comando do MPRJ disse estar comprometido em “não chegar a uma conclusão açodada, divorciada da realidade, mas de realizar um trabalho técnico e sério, voltado para identificar todos os envolvidos”. Sobre os mandantes e o motivo dos assassinatos, afirma que as dificuldades são maiores por ser “um crime onde os executores são profissionais, que foram policiais militares, que sabem como se investiga”.

Prisões

O avanço mais consistente no caso aconteceu em março de 2019, quando Élcio de Queiroz e Ronnie Lessa foram presos no Rio de Janeiro. O primeiro é acusado de ter atirado em Marielle e Anderson, o segundo, de dirigir o carro usado no assassinato. Quatro anos depois, eles continuam presos, mas não foram julgados. Procurado pela reportagem, o Tribunal de Justiça do Rio informou que é esperado “o cumprimento de diligências requeridas pela promotoria e pela defesa para que seja marcada a data do julgamento”.

Sobrevivente

Fernanda Chaves, ex-assessora de Marielle Franco, foi a única sobrevivente do atentado. Ela estava no carro quando a parlamentar e o motorista foram atingidos. Fernanda diz que apenas o delegado que assumiu o caso entre 2018 e o início de 2019, Giniton Lages, a chamou para prestar depoimento. Ela só voltou a ser procurada em janeiro desse ano pelo Ministério da Justiça, quando participou de uma reunião com assessores da pasta.

“Você chegar a cinco anos sem que se tenha levado adiante o julgamento dos que estão acusados e presos por conta do assassinato? Sem ter uma investigação que leve aos mandantes? É muito humilhante, eu acho que é vergonhoso para o Estado não entregar essa resposta. O Rio de Janeiro, quando a Marielle foi assassinada, estava sobre intervenção federal, militarizado. No centro da cidade, do lado da Prefeitura, as vias eram cobertas por câmeras. E cinco anos depois você não tem um avanço. Giniton saiu do caso, as promotoras deixaram o caso alegando interferência. Isso é gravíssimo”, acusa.

Inquérito federal

A reunião de Fernanda marca uma mudança de postura do governo federal em relação ao caso. A federalização das investigações esteve em pauta desde o início e chegou a constar em um pedido da então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em setembro de 2019. A tentativa não avançou após proibição do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do desinteresse do governo federal na época e da preocupação dos familiares.

Em fevereiro desse ano, o ministro da Justiça, Flávio Dino, determinou que a Polícia Federal (PF) abrisse um inquérito paralelo para auxiliar as autoridades fluminenses. Ontem (13), o ministro disse que o caso é uma prioridade da corporação e que pretende identificar todos os envolvidos.

“O que eu posso afirmar é que o trabalho está evoluindo bem. Mas é claro que, sobre o resultado, nós teremos nos próximos meses a apresentação dos investigadores daquilo que foi possível alcançar. Não é possível nesse momento fixar prazos, nem que momento isso finalizará. Mas eu posso afirmar que há prioridade, há uma equipe dedicada na Polícia Federal só para isso e eu tenho, sim, a expectativa e a esperança, que é de todos nós, que a PF vai ajudar a esclarecer definitivamente esse crime”.

Justiça por Marielle e Anderson

Para aumentar a pressão sobre as investigações, foi criado em julho de 2021 o Comitê Justiça por Marielle e Anderson. Ele é formado pelos familiares das vítimas, pela Justiça Global, Terra de Direitos, Coalizão Negra por Direitos e Anistia Internacional Brasil. Esta última organizou e participou de campanhas desde que os assassinatos aconteceram.

Para a diretora-executiva Jurema Werneck, as autoridades do Rio estão falhando há cinco anos com as famílias das vítimas e a sociedade como um todo. Ela defende que a solução do caso é fundamental para o país mostrar que está comprometido no combate aos crimes políticos.

“O ministro da Justiça diz que vai cooperar. A gente só tem que confiar que dessa vez vão colaborar de fato. E que dessa vez vão contribuir para o Rio de Janeiro e o Brasil superarem essa ineficiência crônica de elucidação de homicídios. E principalmente elucidação de homicídios políticos. O Brasil é o quarto país do mundo que mais mata ativistas. Portanto, o ministro da Justiça, além de elucidar esse crime, precisa estabelecer políticas e mecanismos consistentes para que o Brasil deixe de estar entre os campeões do mundo de assassinatos políticos”.

Essa visão é compartilhada por organismos internacionais, que pressionam o Brasil a solucionar o atentado. Jan Jarab, representante da ONU Direitos Humanos para a América do Sul, defende que é preciso inserir o caso em um contexto mais amplo de ataques contra defensores dos direitos humanos.

“Devemos evitar a impunidade. No sentido amplo da palavra, não só sobre quem executa os atos violentos, mas também quando há pessoas por trás. Mas também é importante a prevenção, primária e secundária, e as medidas de segurança física. E intervir quando já existem ameaças, quando existem crimes de ódio verbal. Que não se banalizem essas formas de agressão verbal, principalmente no âmbito das redes sociais”.

Esperanças renovadas

Meia década de tristeza, angústia e ansiedade. Mas não de desistência. É dessa forma que amigos e familiares renovam as esperanças de que, com o apoio de diversos setores da sociedade civil, não será preciso passar mais um ano sem a resposta sobre “Quem mandou matar Marielle?”.

“Infelizmente, a gente vive em um país onde muitas pessoas são assassinadas e seguem sem saber quem mandou matar e o porquê. Mas eu acho que o Brasil merece dar essa resposta para democracia”, diz Anielle Franco, irmã da vereadora e ministra da Igualdade Racial.

“Eu preciso acreditar nas instituições, eu preciso acreditar que esse resultado vai ser apresentado. Eu não posso acreditar em um país que tenha autoridades e instituições funcionando, em um Estado Democrático de Direito, que não entrega essa resposta. Eu preciso acreditar nisso, eu tenho esperança”, diz Fernanda Chaves.

“Eu entendo hoje que fazer justiça por Marielle não tem só a ver com o final de um inquérito. Isso o Estado brasileiro deve à família e à sociedade”, defende Mônica Benício, viúva de Marielle. “É a gente poder viver numa sociedade onde ‘Marielles’ não sejam assassinadas, mas possam florescer no seu máximo de potência. É a gente ter uma sociedade em que não haja racismo, LGBTfobia, machismo. Ou seja, que todos os corpos possam viver e ter igualdade de direitos, que todas as vidas possam importar igualmente aos olhos do Estado e aos olhos da sociedade. Quando a gente tiver essa sociedade, fizemos justiça por Marielle”.

Cronologia do caso

14 de março de 2018: Marielle Franco e Anderson Gomes são assassinados.

15 de março de 2018: Giniton Lages assume a Delegacia de Homicídios do Rio e o caso.

21 de março de 2018: O MPRJ escolhe um grupo de promotores para a apuração do crime.

01 de setembro de 2018: Entra no caso o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ). Acontece a primeira troca de promotores do MPRJ.

25 de setembro de 2018: Orlando Curicica, encarcerado no Presídio Federal de Mossoró por crimes ligados à milícia, menciona o ‘Escritório do Crime’ para os investigadores. Uma testemunha cita o vereador Marcello Siciliano por suposto envolvimento na morte de Marielle. Siciliano foi preso, mas o envolvimento dele foi descartado depois.

11 de outubro de 2018: Investigações do MPRJ identificam biotipo do executor do crime e rastreiam novos locais por onde circulou o carro usado no crime.

11 de março de 2019: A primeira fase de investigações é encerrada. Ronnie Lessa e Élcio Queiroz são denunciados por homicídio doloso.

12 de março de 2019: Élcio de Queiroz e Ronnie Lessa são presos no Rio de Janeiro.

25 de março de 2019: Giniton Lages é substituído por Daniel Rosa na Delegacia de Homicídios do Rio.

23 de maio de 2019: Polícia Federal aponta que foram dados depoimentos falsos para dificultar a solução dos homicídios.

11 de setembro de 2019: A então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pede a federalização das investigações.

10 de março de 2020: Justiça do Rio determina que Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz sejam levados a júri popular.

27 de maio de 2020: Superior Tribunal de Justiça (STJ) nega a federalização das investigações.

17 de setembro de 2020: Delegado Daniel Rosa deixa o caso. Moisés Santana assume o lugar dele.

05 de julho de 2021: Terceira troca na Delegacia de Homicídios: sai Moisés Santana, entra Edson Henrique Damasceno.

02 de fevereiro de 2022: Quarta troca: Edson Henrique Damasceno é substituído por Alexandre Herdy.

30 de agosto de 2022: Supremo Tribunal Federal (STF) nega recursos das defesas de Ronnie Lessa e Élcio Vieira, e mantém decisão sobre júri popular.

22 de fevereiro de 2023: O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anuncia abertura de inquérito da Polícia Federal para investigar assassinatos.

04 de março de 2023: MP do Rio define novos promotores do caso Marielle Franco.

Governo realiza programação do Dia Internacional da Síndrome de Down

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O Governo da Paraíba, através da Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad) programou diversas atividades para lembrar o Dia Internacional da Síndrome de Down (21/3). As ações vão ocorrer, entre os dias 20 e 24 deste mês, com articulações internas e externas, com o tema “Conosco, não por nós”. Essas atividades buscam dar maior visibilidade à pessoa com Síndrome de Down, mostrar como é o acesso aos serviços da Funad, os direitos e, sobretudo, ampliar a luta por mais inclusão e acessibilidade nos diversos setores, como educação, saúde e mercado de trabalho.

A programação começa no dia 20, às 8h, no auditório da Uniesp, com o workshop sobre Síndrome de Down: “Conosco, não por nós”, que visa fomentar e disseminar o conhecimento sobre a síndrome na instância acadêmica e científica, com troca de vivências e promoção de um debate que envolve profissionais, familiares e instituições que lidam com a Síndrome de Down. A abertura será feita pela presidente Simone Jordão. Haverá apresentação musical da primeira técnica musicista com Síndrome de Down do país, Tatiane Cristina.

Pessoas com Síndrome de Down usuárias da Funad serão protagonistas do evento, atuando como mestres de cerimônia, fotógrafos e recepcionistas, auxiliando os organizadores. Durante todo o dia, serão abordados assuntos relevantes, como avanços e desafios da reabilitação, socialização materna e comportamentos agressivos, mercado de trabalho e muitos outros. Além da programação científica, haverá apresentação de dança e teatro.

Outro ponto alto da programação acontece no dia 21. Será a balada 21, um evento cultural, onde os usuários terão um momento de socialização e diversão. Este ano, além do DJ Vlad, haverá a participação especial do cantor Ramon Schnayder, que promete animação e muita alegria na festa em formato de balada e que faz alusão ao cromossomo 21.

Para os dias 22, 23 e 24, a organização destinou à intensificação da coleta de dados do Censo Estadual da Pessoa com Deficiência, com foco no público com Down. “O Governo do Estado tem trabalhado junto à Secretaria de Desenvolvimento Humano e Funad, para que tenhamos esse perfil traçado e possamos ampliar as políticas públicas, não apenas para esse segmento, mas para todas as pessoas com deficiência, portanto, é fundamental a participação de todos. Estamos em todos os lugares do estado, com a população, prefeituras, entidades. O esforço do Governo do Estado tem sido constante e precisamos do apoio de todos os paraibanos”, reforçou Simone Jordão, presidente da Funad.

Ela falou ainda sobre a importância do evento alusivo à Síndrome de Down. “Esse é um mês muito importante para a visibilidade da pessoa com Síndrome de Down, porque os diversos setores, desde gestores, instituições e a sociedade civil, se unem para debater os avanços nas políticas públicas, condutas, conquistas e luta do cotidiano dessa população”. Além disso, através do Censo, o Governo do Estado vai identificar quantas pessoas com SD vivem na Paraíba e assim, ajudá-las ainda mais. Para participar do Censo PCD/PB, basta acessar o link que está disponível no site do Governo do Estado e da Funad.

Atualmente, 166 pessoas com Síndrome de Down são atendidas pela Coordenadoria de Atendimento à Pessoa com Deficiência Intelectual, da Funad. Os serviços ofertados são: psicologia, psicopedagogia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, serviço social – para usuários e famílias – e atividades esportivas e artísticas.

Síndrome de Down – condição genética causada pela presença do cromossomo 21. Por isso, também é conhecida como trissomia do cromossomo 21. Além do comprometimento cognitivo, pessoas com Síndrome de Down apresentam algumas características físicas em comum. O Dia Internacional da Síndrome de Down é comemorado dia 21 de março e tem o objetivo de celebrar a vida de quem possui a síndrome e ressaltar a importância da inclusão, acessibilidade, respeito e busca de melhores oportunidades.