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PSB de João Pessoa realiza plenária com segmentos do partido

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O PSB de João Pessoa realizará amanhã, terça-feira (06), uma plenária com a militância para tratar da organização dos segmentos do partido na Capital.

Será debatida, entre outros temas, a organização dos segmentos de Movimentos Populares, de Mulheres, de Inclusão, Juventude, Negritude e LGBTQIAPN+.

O Presidente Municipal Tibério Limeira ressaltou a importância do evento e afirmou que “a plenária faz parte do trabalho de reestruturação do partido, onde nós vamos dialogar com a militância do PSB e organizar as coordenações dos segmentos na Capital.”

O evento acontecerá amanhã (terça-feira – 06), às 18:00 horas, no auditório do SINTEL-PB, que fica situado na Rua Rodrigues de Aquino, n° 290, no Centro de João Pessoa.

Homem é morto a facada após tentar impedir violência contra a mulher, na Paraíba

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Um homem de 35 anos foi morto com um golpe de faca após tentar defender uma mulher de uma agressão na cidade do Conde, na Região Metropolitana de João Pessoa, na noite do domingo (4). Segundo a Polícia Civil, a vítima interveio em uma briga de casal quando foi golpeado pelo suspeito.

O crime aconteceu em um assentamento na Zona Rural do município. Segundo o delegado Marcos Paulo Sales, o casal estava em uma discussão quando Lucas Antônio de Miranda tentou impedir uma agressão do suspeito contra a mulher.

Ao tentar evitar o crime, o suspeito sacou uma faca e golpeou Lucas no peito, fugindo em seguida. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas a vítima morreu ainda no local.

Portal ExclusivoPB

Homem é preso após tentar estuprar e matar enteada com golpes de foice

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Um homem de 36 anos foi preso na noite deste domingo (4) acusado de tentar matar a enteada e assediá-la sexualmente. Ele foi preso na própria casa, no sítio Serrote do Pau, município de Catolé do Rocha, Sertão paraibano.

Segundo a Polícia Militar, o homem utilizou duas foices e tentou matar também a tia da garota. As vítimas relataram que o suspeito chegou em casa embriagado e assediou adolescente. Ele ainda teria agredido a menina e sua tia, que estava na casa, dando socos e puxando o cabelo delas.

Ainda segundo o relato, ele teria então utilizado duas foices e tentado dar golpes nas vítimas, no entanto as duas conseguiram fugir. As duas foram encontradas por policiais na praça da cidade, apresentando ferimentos por arma branca.

Ao chegar à residência do suspeito os policiais o encontraram com as armas utilizadas no crime. Foi dada voz de prisão, mas o homem reagiu e entrou em luta corporal com os policiais.

Segundo a PM, a garota relatou que seu padrasto teria por várias vezes, nos últimos meses, tentado manter relações sexuais de forma forçada enquanto ela dormia. Ainda conforme a PM, neste domingo (04), novamente o suspeito teria se aproximado dela e lhe assediado sexualmente.

Contido, ele foi preso em flagrante e encaminhado para a delegacia.

Diário do Sertão

Associação dos Microempresários da Orla Marítima de João Pessoa busca fortalecer potencial turístico com reordenação dos quiosques da praia

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João Pessoa tem se destacado como destino promissor para investimentos à beira-mar e pé na areia. Com um clima ensolarado durante todo o ano, a cidade oferece uma variedade de programações que permitem aos turistas e moradores desfrutar das belas praias urbanas da região de forma excepcional. Nesse contexto próspero, a Ameomar – Associação dos Microempresários da Orla Marítima de João Pessoa volta a se reunir com o poder público com o objetivo de reordenar e regularizar dos quiosques de Tambaú e Cabo Branco. “É um passo importante na busca por soluções que melhorem a situação dos quiosques e promovam um ambiente mais favorável para os empresários e a comunidade”, destaca João Ramalho Brunet, vice-presidente da associação.

Nesta reunião, estiveram presentes, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena; a promotora do Ministério Público, Cláudia Cabral; o secretário de Desenvolvimento Urbano, Fábio Carneiro; o secretário do Meio Ambiente, Welisson Silveira; o Secretário de Planejamento, José Williams; e o procurador-Geral do Município, Bruno Nóbrega. Um segundo encontro foi realizado na sequência com a presença também dos vereadores Bruno Farias, Odon Bezerra e o advogado da associação, Gervásio Farias. “Estamos extremamente satisfeitos com os resultados. Foi um momento de grande colaboração e conciliação, no qual todos os presentes demonstraram um comprometimento claro em encontrar soluções efetivas para aprimorar a situação dos quiosques e beneficiar tanto os empresários quanto a comunidade em geral”, afirma João Ramalho Brunet.

Reunião de associados com poder público firma conciliação sobre necessidades técnicas, estruturais e ordenamento estético dos estabelecimentos

Criada em 2021, a Ameomar reconhece a relevância dos quiosques para a economia local, uma vez que geram aproximadamente 1500 empregos diretos e 2000 empregos indiretos. Além disso, esses estabelecimentos desempenham um papel crucial no atendimento aos turistas, oferecendo opções gastronômicas de qualidade e entretenimento. “A manutenção e melhorias desses equipamentos é de suma importância para a economia local pois emprega uma cadeia que vai desde empregos formais a distribuição de insumos a quase 100 estabelecimentos”, comenta.
Os próximos passos, segundo João, envolvem a apresentação de um projeto sólido ao município, abordando as necessidades técnicas, estruturais e de ordenamento estético dos quiosques. Esse projeto será analisado pelas secretarias competentes, em conformidade com as normas estabelecidas pelo Ministério Público, como solicitado pelo Prefeito.

Para conhecer melhor a Ameomar, o perfil do Instagram é @ameomar .

João Pessoa registra nove casos de violência contra mulheres em 48 horas

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Em menos de 48 horas, nove casos de violência contra mulheres foram registrados em João Pessoa. As ocorrências foram denunciadas na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) da Região Sul entre a noite da última sexta-feira (2) e a manhã do domingo (4).

O primeiro caso registrado foi de agressão, na sexta-feira (2). Uma mulher denunciou ter sido agredida fisicamente pelo marido na região central de João Pessoa. Já no sábado (3) foram registradas sete denúncias. Entre elas, casos de agressões, ameaça, perseguição e importunação sexual.

No domingo (4) uma mulher registrou uma denuncia na delegacia contra o marido, relatando ter sido agredida fisicamente no bairro José Américo.

Denuncie

Se você sofre ou presenciou algum tipo de violência contra as mulheres, denuncie. Em caso de emergência, a mulher ou alguém que presencie alguma agressão, pode pedir ajuda por meio do telefone 190, da Polícia Militar.

Na Paraíba, as denúncias podem ser feitas também em qualquer uma das Delegacias da Mulher (Deam) espalhadas em todas as regiões, além do plantão 24 horas na Deam Sul de João Pessoa, que funciona na Central de Polícia.

Além desses locais, o denunciante poderá utilizar os telefones 197 (Polícia Civil), 190 (Polícia Militar, para chamado de urgência) ou o 180 (número nacional de denúncia contra violência doméstica). Outra opção é fazer um registro da denúncia através da delegacia online no endereço: www.delegaciaonline.pb.gov.br

Denúncias de violência contra mulheres também podem ser feitas pelo WhatsApp. Para isso, basta enviar uma mensagem para o número (61) 9610-0180 pelo aplicativo ou pelo link https://wa.me/556196100180?text=oi.

T5

Turista é esfaqueado na praia de Tambaú; morador de rua foi preso acusado pelo crime

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Um homem de 48 anos de idade foi vítima de tentativa de homicídio na praia de Tambaú, em João Pessoa, neste domingo (4). De acordo com a polícia, oturista foi esfaqueado por um morador de rua, que utilizou um facão para tentar matar a vítima.

De acordo com informações repassadas pela polícia, a causa do crime seria uma recusa do turista em doar dinheiro após o morador de rua pedir. Contrariado, o acusado pegou um facão e desferiu diversos golpes contra a vítima.

O turista foi resgatado pelos paramédicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e levado para o Hospital de Trauma de João Pessoa.  Ele não corre risco de morte.

O acusado foi preso em flagrante pela polícia militar e levado para Central de Polícia. Ele deve ficar à disposição da justiça para responder pelo crime tentativa de homicídio.

PF e Gaeco realizam operação contra pedofilia no Vale do Mamanguape

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Uma operação contra pedofilia foi desencadeada na manhã desta segunda-feira (05) no município de Rio Tinto, no Litoral Norte do estado. A ação tem sido realizada de forma integrada entre as forças de segurança do estado, por meio da Polícia Federal, Polícia Civil e do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba.

Estes órgãos integram uma força-tarefa contra crimes sexuais, criada este ano. De acordo com as primeiras informações, um dos alvos da ação de hoje (05) fica próximo a ‘Praça da Vitória’ na área central do município. A Polícia Militar da Paraíba e a Polícia Civil do Distrito Federal também está participando da ação.

*matéria em atualização

Quando Cajazeiras pertenceu a Bahia!! – Leia Marcos Thomaz

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Nas ruas, becos e beira de açude só se fala dos vôos que agora ligam Cajazeiras ao mundo mais rápido.

 

Bilhetes áereos esgotados.

 

A high society sertaneja já garantiu viagens internacionais glamourosas incluindo Nova Yorque e Paris.

 

Um luxo só, mas a Cajazeiras que conheci e sobre a qual trago revelações é outra.

 

Há um erro cartográfico em relação a Cajazeiras.

 

Posso provar, empiricamente, que há uma falha na localização da cidade no mapa.

 

“Não tenho provas, mas tenho convicção”, de que é bem mais abaixo que se situa, geograficamente, o município sertanejo.

 

E nem estou falando sobre as aspirações cariocas dos cajazeirenses, com seu Leblon badalado, Cristo enlatado e afins.

 

Aliás, Bira, um dos grandes expoentes nativos, resumiu este sentimento com uma máxima local: “Cajazeiras é Rio de Janeiro e Sousa é São Paulo”.

 

Nem vou estender esta polêmica bairrista, de rivalidade entre vizinhos, que nem é do meu feitio…

Inclusive Cajazeiras pertenceu a Sousa outrora…

 

Mas a visão popular é baseada naquele conceito discrepante entre o “clima” de São Paulo e Rio de Janeiro.

 

E não falo de clima-temperatura, porque a quentura é a mesma lá e lô.

 

A atmosfera em questão aqui é de espírito, “calor humano”, digamos assim.

 

Reproduz aquela pegada rodrigueana: “o pior tipo de solidão é a companhia de um paulista”, ou algo sobre aquela animação peculiar que cunharam São Paulo como “túmulo do Samba”.

 

Outra teoria para legitimar diferenças entre Sousa e Cajazeiras ouvi lá mesmo de outro “carrazeirensse” durante visita as eliminatórias do Festival de Música da Paraíba, em homenagem a Zé do Norte.

 

O amigo defendia ferrenhamente a formação sócio-cultural-econômica das duas localidades para explicar as diferenças:

 

– a primeira mais aristocrata, hierarquizada e a segunda mais emaranhada entre classes e “castas”.

 

Há ainda o que atribui a vocação educacional e os 10 mil universitários que circulam pela cidade como propagadores da balbúrdia local.

 

A parte didática faz sentido em se tratando da “cidade que ensinou a Paraíba a ler”.

 

Mas, além dos ensinamentos do Padre Rolim, patrono de Cajá City, muita gente ensinou e aprendeu no lugar a “fazer arte”, se é que me entendem.

 

Berço de talentos natos do teatro de Íracles Pires e afins ao rádio de tantos ainda hoje.

 

Eu absorvo estas metáforas e constatações locais, mas rompo fronteiras e cravo uma tese única sem pestanejar.

 

Lá pelo século 19, Cajazeiras estava situada no sertão baiano, ali por volta da região de Canudos.

 

A última, mítica comunidade, foi solapada e inundada pelas águas, cumprindo a profecia de Antônio, aquele Conselheiro.

 

Cajazeiras escapou do “sertão virar mar”, e muito provavelmente, foi “vítima” de algum acidente geológico.

 

Quem sabe uma movimentação de placas tectônicas que a tenha levado mais acima, bem arriba, pras bandas de cá.

 

Só isso para explicar tamanha “baianidade” dentro de Cajazeiras, do cajazeirense, sem aparente vínculo afetivo direto com a Boa Terra.

 

Festeiro, alegre, receptivo, entusiasta da própria natureza e realidade, orgulhoso de sua origem.

Um bairrismo solar, despojado, natural, não aquele ensimesmado, robotizado, quase bélico do pernambucano (sem treta, amiguinhos).

 

E olha que Cajazeiras pertenceu a Pernambuco, assim como toda a Paraíba em tempos remotos, mas se desgarrou e escapou há tempo (sic).

 

Fato é que há em Cajazeiras um clima de desorganização programada típica da alma baiana, aquele hedonismo e prazer fortuito ilustrado em bares aos montes, mesas e cadeiras em calçadas, música nas alturas, algazarra, furdunço e tudo o mais.

 

Até dono de bar vira “táxi” na cidade quase sem transporte pago a disposição, mas que possui sistema de uber pirata!

 

Um mineiro adotado que, voluntariamente, largou balcão abarrotado e transportou cinco forasteiros em seu carro compacto rumo ao hotel.

 
 

Boteco do Mineiro é o lugar, pois além da acolhida, tem cerveja gelada, petiscos maravilhosos das Gerais e está encravado em um dos pontos mais charmosos da cidade!

 

Ok, ok, as distopias e apropriações são mais uma tentativa de estabelecer laço anterior meu com Cajazeiras…

 

Mas serve também como homenagem aos filhos deste solo que tanto marcaram minha trajetória em Parahyba, na vida pessoal e profissional.

 

Fácil citar umas dezenas deles aqui, mas eles sabem quem são, cajazeirenses e cajazeirados.

 

Tive alguns inesquecíveis professores cajazeirenses, é de lá também alguns dos meus mestres no rádio, já fui até abrigado por uma natural de Cajazeiras, quando estive, praticamente, sem-teto!

 

Salve Dona Céo e tantos e tantas das bandas de lá…

O desabafo de Flávio José e a música nordestina – Por Demétrius Faustino

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A melhor forma de entender um povo é olhar para a cultura dele. E no caso do Brasil, um exemplo clássico disso é a música nordestina, diversificada e representativa de diferentes origens que compõem a Região Nordeste.

Considerado ritmo musical simples, sem muito refinamento, formado por pouco instrumentos e com raízes rurais, o forró também alcançou predomínio no mercado cultural quando esse ritmo se popularizou nos espaços das cidades nordestinas. E apesar das tensões sociais devido às reações contrárias a essa música popular, o forróque é uma expressão artística genuinamente nordestina,conquistava o público nacional.

Ainda no caso do nordeste, e em especial na cidade de Campina Grande, enquanto esses notáveis populares ganhavam espaço nacional, difundindo em maior proporção a música nordestina, forrozeiros locais aproveitavam dessa boa aceitação do público para divulgar sua arte em ambientes mais luxuosos da cidade, como também, passavam a ser venerados pela camada social mais alta como ritmo contagiante e atraente.

Entretanto, de uns tempos para cá, o processo de maior aparição de estilos musicais nesses eventos juninos, estão, cada vez mais, se misturando, e a música sertaneja tomou praticamente o espaço do forró, apesar deste ser um gênero, e aquele um estilo.

Nem mesmo no período das festas juninas o mercado forrozeiro consegue superar a música sertaneja, em razão do gosto musical do brasileiro ter mudado muito nos últimos dez anos, e por se tratar de um período importante para a indústria da música, que passou por muitas transmutações como os investimentos em tecnologia e a forma de consumo.

Foi-se o tempo em que os artistas forrozeiros regionais tinham seus lugares nos palcos, apesar de terem elevado o São João de Campina Grande ao patamar que hoje se encontra.

Mas o incrível é que não ouvimos nenhum grito de indignação desses artistas de forma constante, há não serem Pernambuco onde alguns músicos de forró lançaram por meio das redes sociais uma campanha sobre o desconforto de sentir a vertente musical ser substituída por outro estilo, através da tag #DevolvaMeuSaoJoao, e agora, o desabafo doCantor Flávio José que, de forma implícita exigiu e defendeu uma manifestação cultural para valorizar os forrozeiros, ao fazer um desabafo após ter o horário de apresentação reduzido, no São João de Campina Grande.

O artista aolamentar a redução de show em Campina Grande ainda disse mais: “coisas que a música nordestina sofre”.

Lamentavelmente, há uma flagrante queda na produção da música nordestina, e muitos artistas populares defensores dessa música, foram esquecidos pelos meios de comunicação e pelasfestas inventadas.

E o genuíno forró está sendo ignorado, a exemplo do plangente evento ocorrido em Campina Grande que cortou o show de Flávio José para antecipar o de um Gustavo Lima.

João Pessoa, junho de 2023.

Mutirão para renegociar dívidas com a Cagepa termina quarta-feira

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Termina nesta quarta-feira (7), o mutirão para a negociação de débitos da Companhia de Água e Esgoto da Paraíba (Cagepa). O ‘Saldão Cagepa’ oferece até 100% de desconto em juro e multa, além do parcelamento em até 18 vezes, sem entrada.

De acordo com o diretor comercial da estatal, é uma chance de sanar os débitos com a Companhia, já que há possibilidades de parcelamento e descontos, podendo até zerar as multas e juros.

Os clientes da Cagepa com contas em atraso, independentemente do número de faturas vencidas, podem participar da campanha. Para negociar, basta entrar em contato com um dos canais de atendimento da Companhia, tendo em mãos o RG, o CPF e uma fatura de água:

Serviço:

  • Call Center 115
  • WhatsApp (83) 98198-4495
  • Atendente Virtual Acqua, no site www.cagepa.pb.gov.br
  • Agência Virtual, no site www.cagepa.pb.gov.br
  • Aplicativo Cagepa, disponível para Android e iOS
  • Atendimento presencial nas lojas de atendimento