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Etapa de João Pessoa dos Jogos Escolares e Paraescolares começa nesta sexta-feira

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A etapa de João Pessoa dos Jogos Escolares e Paraescolares 2024 será aberta, nesta sexta-feira (19), às 16h, no ginásio principal da Vila Olímpica Parahyba, na Capital. A solenidade vai contar com o desfile das escolas participantes e uma apresentação do grupo ABM Dance, além da execução do hino nacional, que será apresentado pelo músico paraibano Mô Lima.

Os Jogos da etapa de João Pessoa começam na próxima terça-feira (23) e vão até o dia 25 de maio. O evento é realizado pelo Governo da Paraíba por meio da Secretaria de Estado da Juventude Esporte e Lazer (Sejel), em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (SEE). As modalidades em disputa são: futsal, handebol, voleibol, basquete, natação, atletismo, judô, xadrez, tênis de mesa, badminton, vôlei de praia, luta olímpica, ciclismo, taekwondo e ginástica rítmica.

Na solenidade, o atleta Guilherme Soares, que integra o top-10 do ranking nacional de natação paralímpica escolar, fará o juramento e Camila Queiroga será a responsável pelo acendimento da tocha. Ela faz parte da seleção brasileira de handebol beach e é destaque nacional da modalidade.

“Os Jogos Escolares e Paraescolares já iniciaram em algumas regionais de ensino e agora é a vez de João Pessoa. É o maior evento do desporto escolar da Paraíba, que promove as etapas nas regiões e que no meio do ano vai reunir os melhores atletas para a etapa estadual, onde serão conhecidos os representantes paraibanos que vão para os Jogos Escolares Brasileiros e os Jogos da Juventude”, destacou o secretário da Sejel, Lindolfo Pires.

Parte de muro desaba e mata morador de rua no interior do Estado

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Parte de um muro caiu e matou um moradora de rua. A fatalidade ocorreu na madrugada desta quinta-feira (18) no município de São Sebastião de Lago de Roça.

A vítima dormia na calçada quando foi atingida pelo bloco de alvenaria. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas o homem não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O corpo da vítima foi levado para sede da Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol), em Campina Grande, onde deve passar por exames para ser identificado. Apesar da morte acidental, os agentes da Polícia Civil devem abri um inquérito civil para investigar o caso.

ClickPB

PEC das Drogas é inconstitucional e deve agravar cenário de violência, dizem especialistas

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O Senado aprovou, nesta terça-feira (15), em dois turnos, a proposta que inclui no artigo 5º da Constituição Federal a criminalização da posse e do porte de qualquer quantidade de droga ilícita.

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil apontam que a medida, além de inconstitucional, deve agravar o cenário atual de violência, encarceramento e desigualdade social. A avaliação é que descriminalizar as drogas e promover uma regulamentação seria uma solução mais eficiente.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) teve 53 votos favoráveis e nove contrários no primeiro turno, e 52 favoráveis e nove contrários no segundo turno.

“É a demonstração de que o Senado Federal deu as costas para a Constituição e abraçou essa política de drogas racista, genocida, super encarceradora e que fortalece facções criminosas”, avalia o advogado Cristiano Maronna, diretor do Justa, centro de pesquisa que atua no campo da economia política da justiça.

Para o especialista, a descriminalização e a regulamentação seriam mais eficientes do que a alteração aprovada no Senado. “É essa a direção em que países com democracias de alta densidade estão seguindo. Já o Brasil está no rumo seguido pelas autocracias e ditaduras”, disse o advogado, que é mestre e doutor em direito pela Universidade de São Paulo (USP).

A PEC, que agora será avaliada pela Câmara dos Deputados, foi articulada após o Supremo Tribunal Federal (STF) voltar a pautar o julgamento da descriminalização do porte da maconha para uso pessoal, determinando a diferenciação entre usuário e traficante. Um pedido de vista do ministro Dias Toffolli suspendeu o julgamento em março. A matéria está em 5 votos a 3 para a descriminalização somente do porte de maconha para uso pessoal.

Cristiano Maronna defende que o Supremo, ao votar o tema, está exercendo uma função típica de corte constitucional, que é declarar inconstitucional uma norma jurídica. “Além disso, o Supremo também exerce uma função contramajoritária ao impedir a ditadura da maioria política, quando a maioria política está alinhada para violar direitos fundamentais”, acrescentou.

Proibição
O advogado Erik Torquato, membro da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas, avalia que a proibição é ineficaz. Segundo ele, a criminalização gera um efeito colateral muito maior do que as próprias substâncias em circulação na sociedade. O especialista defende que a regulamentação é o caminho mais eficiente e racional. “As substâncias que mais causam danos sociais nas famílias e na sociedade, prejuízo ao atendimento público de saúde, não são criminalizadas. E uma política pública eficiente de controle de substância, que é o controle do tabagismo, passou longe da criminalização”, disse.

Membro do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad) e integrante da Rede Reforma, a advogada Cecilia Galicio destaca que não há no mundo precedentes de criminalização constitucional do uso de substâncias.

“Acredito e torço por uma mobilização social não só capaz de reconhecer a indignidade da criminalização, como também em ações que discutam o movimento global de lidar com a questão do uso de substâncias sob a ótica dos direitos humanos, afinal, o tráfico de drogas é internacional, e não há solução local possível sem compreendermos esse fenômeno como um todo”, disse.

A conselheira do Conad ainda ressalta que a PEC trata de um tema que o STF já sinaliza como inconstitucional. “Com a iminência da decisão do STF, a princípio, dependendo do andamento do julgamento e da votação final na Câmara, viveremos um período de vacância, no qual podemos estar tanto sob a égide de uma lei mais justa, que seria a descriminalização, para rapidamente voltarmos à regência de uma lei injusta e retrógrada como pretende o Senado”.

STF
Erik Torquato afirmou que a PEC das drogas é inconstitucional e uma afronta ao artigo 5º da Constituição, uma cláusula pétrea de proteção de direitos e garantias fundamentais, que se dedica a proteger os cidadãos contra arbítrios do Estado. Ele explica que o artigo só poderia ser alterado para expandir tais proteções e garantias, jamais para restringi-las. Isso porque a Constituição não permite a diminuição e o retrocesso de direitos.

“Essa alteração que está sendo proposta [pelo Senado] insere no artigo 5º a restrição a um direito, a uma garantia fundamental, ele viola frontalmente o direito à intimidade, à vida privada, à dignidade, previsto na Constituição. Então o Supremo poderá ser chamado a se manifestar sobre isso, e ele pode se manifestar já dentro do recurso extraordinário [sobre descriminalização de drogas]”, disse.

Em 2015, quando o julgamento começou, os ministros começaram a analisar a possibilidade de descriminalização do porte de qualquer tipo de droga para uso pessoal. No entanto, após os votos proferidos, a Corte caminha para restringir a decisão somente para a maconha. A legislação atual, além de prever penas, ainda que atenuadas, para quem for pego portando drogas para consumo próprio, não define a quantidade que difere o traficante do usuário.

Conforme os votos proferidos no STF até o momento, há maioria para fixar uma quantidade de maconha para caracterizar uso pessoal, e não tráfico de drogas, que deve ficar entre 25 e 60 gramas ou seis plantas fêmeas de Cannabis. A quantidade será definida quando o julgamento for finalizado. No caso concreto que motivou o julgamento no STF, a defesa de um condenado pede que o porte de maconha para uso próprio deixe de ser considerado crime. O acusado foi detido com três gramas de maconha.

Violência policial
Para o especialista da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas, uma vez incluída a criminalização dos usuários na Constituição, haverá um aumento da repressão. “Sem sombra de dúvida, com a promulgação dessa emenda constitucional que criminaliza os usuários, aqueles que atuam na repressão ao varejo e ao consumo se sentirão ainda mais legitimados para implementar a política que já é implementada de combate às drogas”, disse Torquato.

Além disso, ele aponta que a PEC das Drogas representa a garantia do comércio de substâncias ilícitas centralizado no crime organizado. “É a constitucionalização do monopólio do tráfico de drogas na mão do crime organizado. Ou seja, é um desserviço à sociedade o que o Congresso Nacional está prestes a fazer.”

O advogado ressalta que o desdobramento mais natural da PEC é o acirramento de uma disputa de narrativa, no âmbito da criminalização de usuários e da perseguição violenta ao varejo de tais substâncias, o que tem o potencial de impactar uma população já vulnerável, residente em áreas de pouca assistência social, de baixo desenvolvimento humano, como as periferias das grandes cidades e o interior dos estados.

“[Locais] onde o Poder Público se mostra muito deficiente na garantia dos direitos e garantias fundamentais – saneamento básico, educação, segurança – e onde os grupos armados têm uma presença mais efetiva, que é também onde o combate violento ao comércio dessas substâncias ocorre. Certamente, os jovens pretos periféricos que moram nessas zonas de baixo desenvolvimento humano, nas periferias, nas favelas, eles se tornarão ainda mais vulneráveis a uma política de repressão que é violenta, estigmatizante e criminalizante”, alerta.

Cristiano Maronna enfatiza que o voto do ministro do STF Alexandre Moraes, neste caso da descriminalização, escancarou o modo disfuncional como a lei de drogas é aplicada atualmente, já que a mesma quantidade para um jovem negro periférico caracteriza tráfico e para pessoas brancas em bairros nobres caracteriza uso pessoal.

“O ministro faz um verdadeiro libelo contra o sistema de justiça – polícia, Ministério Público e judiciário – ao reconhecer que, depois que a lei de drogas entrou em vigor, usuários negros, pobres, periféricos e com baixa instrução passaram a ser tratados como traficantes em comparação com pessoas brancas flagradas com a mesma quantidade de drogas. Para o Senado Federal, essa situação não é um problema, isso não sensibilizou os senadores”, disse.

Saúde
Em relação a pessoas que fazem uso abusivo de drogas, Maronna aponta que a PEC fala em tratamento e avalia que isso se configura “um risco de massificação das comunidades terapêuticas, de implementação de medidas higienistas, como a internação forçada, que tem um índice baixíssimo de eficácia”.

Erik Torquato reforça que o tratamento de pessoas que fazem uso abusivo de substâncias jamais poderia estar previsto numa norma de cunho criminal. “Tratar pessoas que são doentes dentro de uma norma penal é um contrassenso, é criminalizar a condição de saúde da pessoa. É dizer que uma pessoa está doente porque ela é criminosa, ou é criminosa por estar doente”, disse.

Segundo ele, a criminalização dessas pessoas, promove, na verdade, seu afastamento dos equipamentos de saúde, cuidado e atenção. “Nós estamos afastando essas pessoas de uma atenção humanizada, de uma política pública humanizada. É inadmissível tratar aquilo que é assunto de saúde pública numa norma criminalizante.”

Diretora-executiva do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), Marina Dias aponta que a lei de drogas aprovada em 2006, embora tenha problemas, muda o olhar em relação ao usuário, passando a ter uma perspectiva mais humanista e integrativa, além de despenalizar.

“Quando se traz a criminalização de novo, novamente afasta esse cidadão da política de saúde pública. Tem aí um recado de que aquilo que ele faz é crime. E joga-se para debaixo do tapete um problema que é super importante de ser enfrentado a partir de uma perspectiva de saúde, a partir de uma perspectiva de educação, de conscientização”, avalia.

Ela reafirma a inconstitucionalidade da proposta de emenda à Constituição sobre as drogas, já que restringe as garantias fundamentais e individuais.

“São vários passos atrás, é um retrocesso tremendo e não existe nenhum precedente em outro país democrático de levar para a Constituição Federal a criminalização de qualquer droga”, finaliza.

A Agência Brasil pediu posicionamento do Ministério da Justiça e do Ministério dos Direitos Humanos sobre desdobramentos e impactos da PEC das Drogas em políticas públicas e no contexto de violação de direitos, mas não obteve resposta até a conclusão da reportagem.

Agência Brasil

Foto: Arquivo\Agência Brasil

Senado aprova isenção de IR para quem ganha até dois salários mínimos

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O Senado aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto de lei que corrige a tabela do Imposto de Renda, aumentando a isenção para quem recebe até dois salários mínimos por mês. O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e irá à sanção presidencial.

O PL 81/2024 reajusta para R$ 2.259,20 o limite de renda mensal que não precisa pagar Imposto de Renda. A lei que instituiu a nova política de valorização do salário mínimo, de 2023, autoriza um desconto sobre o imposto de 25% sobre o valor do limite de isenção, no caso, R$ 564,80, valor que somado a R$ 2.259,20 resulta em R$ 2.824, o que corresponde ao valor de dois salários mínimos.

Em seu relatório, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que o objetivo da proposição é parear a incidência tributária com a política de valorização do salário mínimo e, assim, evitar sua desidratação. Segundo ele, o Poder Executivo tem apresentado várias propostas para modernizar o Imposto de Renda e torná-lo mais justo.

“Certamente várias outras propostas ainda virão. Todas caminhando na direção de, cada vez mais, colocar o rico no Imposto sobre a Renda e o pobre no orçamento, como prometeu o presidente Lula,”

Durante debate, senadores da oposição cobraram a promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de isentar do imposto de renda para pessoas com rendimentos de até R$ 5 mil.

“Se não  houvesse tantos gastos, haveria a possibilidade de um ajuste melhor dessa tabela do Imposto de Renda. Existe uma promessa que não foi cumprida, e duvido que em 2025 tenhamos uma isenção da faixa salarial de R$ 5 mil para o nosso imposto de renda”, disse o senador Sérgio Moro (União Brasil-PR), destacando que votaria a favor da proposta.

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), admitiu que o valor aprovado não é o desejável pelo governo, mas reafirmou que há intenção de ampliar a faixa de isenção. “O compromisso do presidente Lula é, até o final de seu governo, esse valor chegar até R$ 5 mil. Mas, em função de todas as necessidades de manter a responsabilidade fiscal, fizemos apenas na primeira faixa para beneficiar as pessoas mais necessitadas”, explicou.

Agência Brasil com informações da Agência Senado

Paraíba registra o maior número de ocorrências de tráfico de drogas no Brasil

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Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública mostram que o Brasil registrou uma média de 495 ocorrências de tráfico de drogas por dia em 2023. Ao todo, foram 180.881 casos, contra 169.709 em 2022, o que representa um aumento de 6,58%, identificado em quatro das cinco regiões do país.

O tema voltou aos holofotes após o Senado aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que criminaliza a posse e o porte de qualquer quantidade de entorpecente ilícito.

Confira os estados que registraram os maiores percentuais, todos do Nordeste:

• Paraíba — 47,01%;

• Piauí — 39,34%; e

• Sergipe — 37,66%.

Confira os estados que registraram os menores percentuais, todos do Norte:

• Amapá — 0,26%;

• Roraima — 0,28%; e

• Acre — 0,39%.

Somente o Centro-Oeste apresentou redução no número de ocorrências, na ordem de 4,74% em comparação com 2022. Dentre as demais, o Norte teve o maior aumento percentual, com 14,10%, seguido do Sudeste, com 8,78%.

PEC das drogas

O plenário do Senado aprovou nessa terça-feira (16) a PEC que criminaliza a posse e o porte de qualquer quantidade de droga ilícita. De autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a proposta é vista como uma resposta ao julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a descriminalização do porte de maconha para uso pessoal.

Por ser uma emenda à Constituição, o texto passou por duas votações. Na primeira, obteve 53 votos a favor e 9 contra. Na segunda votação, a ampla maioria se manteve, com 52 votos a favor e 9 contra. Agora, o texto será enviado para a análise da Câmara dos Deputados.

A PEC adiciona ao artigo 5º da Constituição o texto afirmando que “a lei considerará crime a posse e o porte, independentemente da quantidade, de entorpecentes e drogas afins sem autorização”.

Na CCJ, o relator, senador Efraim Filho (União-PB), incorporou uma emenda no texto para garantir que haja uma distinção clara entre traficantes e usuários de drogas. Ele acatou a sugestão do senador Rogério Marinho (PL-RN) de que essa diferenciação seja baseada nas circunstâncias específicas de cada caso. Quem vai determinar a diferença entre usuário e traficante é a polícia.

STF discute sobre gramas de maconha

O porte de drogas para consumo próprio também está sendo analisado pelo STF. No entanto, um pedido de vista no último dia 6 fez com que o julgamento fosse suspenso. Até agora, cinco votos consideram inconstitucional criminalizar o porte de maconha para uso pessoal.

Os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Rosa Weber (aposentada) e Luís Roberto Barroso concordam que ter até 60 gramas de maconha ou seis plantas fêmeas é considerado consumo pessoal. O ministro Edson Fachin também considera inconstitucional, mas não especifica uma quantidade, pois acha que é responsabilidade do Legislativo determinar os limites.

Os outros três votos apoiam a regra da Lei de Drogas. Cristiano Zanin e Nunes Marques estabelecem 25 gramas ou seis plantas fêmeas como quantidade para caracterizar o uso. André Mendonça define a quantidade como 10 gramas. Faltam os votos de Dias Toffoli, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Portal Correio

Gaeco emite parecer a favor de prisão domiciliar de padre Egídio com uso de tornozeleira

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O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba emitiu um parecer a favor da concessão de prisão domiciliar ao padre Egídio Carvalho, acusado de desvio milionário no hospital Padre Zé.

Segundo os promotores do Gaeco, uma análise preliminar da documentação apresentada pela defesa indica a existência de problemas de saúde que exigem cuidados além daqueles disponíveis na unidade prisional onde Egídio está detido.

O padre foi internado no último sábado (13) após passar mal, e desde novembro do ano anterior ele estava em prisão preventiva na Penitenciária Especial do Valentina. Após a internação, ele foi submetido a uma cirurgia em um hospital particular.

O Gaeco sugeriu que, caso seja concedida a prisão domiciliar, sejam aplicadas medidas cautelares adicionais, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, restrição de saída de casa sem autorização judicial, proibição de contato com pessoas não autorizadas, e restrição de acesso a determinados estabelecimentos.

Portal Correio

Homem é morto a tiros na porta de casa após revelar pontos de venda de drogas, no Brejo da Paraíba

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Um homem foi morto a tiros na porta de casa, na noite dessa quarta-feira (17), após revelar os pontos de vendas de drogas, na cidade de Alagoa Grande, no Brejo paraibano. A vítima foi identificada como Henrique Pereira, conhecido como ‘Novinho’.

Segundo informações policiais, a vítima estava saindo de casa quando foi surpreendido por dois homens armados em uma moto. Henrique foi alvejado com mais de 10 tiros, o que o levou a óbito em seguida.

Em um vídeo feito e divulgado pela própria vítima, ele afirma que chegou a cometer um homicídio e estaria cumprindo pena em regime semiaberto. Cerca de quatro dias após a gravação do vídeo, Henrique foi assassinado.

Também em vídeo, a vítima relata onde seriam todos os pontos de venda de drogas da região. Além disso, ele revelou que teria ido a um desses pontos comprar entorpecentes, mas a vendedora não quis vender pra ele, o que teria causado uma certa revolta por parte da vítima.

A polícia segue apurando o caso com duas linhas de investigação. A primeira seria a queima de arquivo, pois a vítima teria revelado os nomes das ‘bocas de fumo’. A segunda linha de investigação seria a de vingança, já que Henrique teria dito que havia matado alguém.

Portal Correio

Hervázio Bezerra classifica como ‘engasgo a resolver’ caso da suplência do PSB na ALPB

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“É mais um engasgo para que possamos resolver”. Foi o que declarou o deputado Hervázio Bezerra, que até gostaria de ceder a cadeira na ALPB para que a 1ª suplente da Coligação do PSB, Gilma Germano, assumisse o mandato, mas ele se filiou ao Republicanos no processo da janela partidária.

Conforme Bezerra seria um gesto de retribuição, já que o então deputado Buba Germano tirou licença na legislatura passada para que ele assumisse, mas, agora ficou difícil porque os “Germano” haviam tomado uma posição política diferente não votando na reeleição do governador João Azevêdo, o que criou um obstáculo para que ela ascendesse ao Parlamento.

A situação ficou ainda mais complicada porque Gilma Germano se filiou ao Republicanos para disputar a Prefeitura de Picuí nas eleições de outubro.

“Não sei se a filiação dela ao Republicanos foi combinada com o PSB, porque eles são muito amigos do nosso presidente, deputado federal Gervásio Maia, e fica difícil de se resolver até porque o partido pode dizer que dá a permissão para que ela não perca a suplência, mas é um direito do suplente imediato,(Anísio Maia) reivindicar o mandato, inclusive na Justiça. É uma situação complicada de modo a não prejudicar a companheira, que tenho estima muito grande”, avaliou.

Líder nas pesquisas, Nilvan anuncia nova fase de sua pré-candidatura em Santa Rita

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Liderando as pesquisas divulgadas para a corrida de prefeito em Santa Rita, o pré-candidatoNilvan Ferreira (Republicanos), deverá iniciar uma nova fase de sua pré-campanha, com a realização de plenárias nos bairros e distritos da cidade. O objetivo é ouvir a população, dialogar sobre problemas e soluções para os santarritenses.

O pontapé inicial será em Lerolândia nesta sexta-feira (19), quando Nilvan estará ouvindo a população e apresentando ideias que possam melhorar a vida das pessoas, com olhar especial para saúde, educação e geração de emprego e renda. “Precisamos conversar com as pessoas, conferir de perto os problemas de cada bairro, distrito, comunidade, e apresentar o nosso olhar para soluções que melhorem a vida do povo”, destacou.

Em entrevista, Nilvan Ferreira contou que vem construindo uma ampla frente de forças políticas para auxiliá-lo no desafio de governar Santa Rita e afirmou que vai precisar do governador João Azevêdo (PSB), sobretudo no firmamento de parcerias em obras, ações e serviços na cidade.

“Santa Rita precisa de obras e serviços em todas as áreas, principalmente na Saúde e Educação e a parceria com o governador João Azevêdo será muito importante nessa luta e vou bater à porta de todos aqueles que queiram ajudar Santa Rita”, disse.

 

Paraíba Já

Sintonia entre PMJP e Governo é destaque na divulgação dos roteiros turísticos paraibano

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A Prefeitura de João Pessoa (PMJP) e o Governo do Estado fecharam com chave de ouro a participação da Paraíba na WTM Latin America – uma das mais importantes e estratégicas feiras de turismo da América Latina. Durante três dias, o estande da Paraíba se transformou em um ambiente de negócios e de promoção dos roteiros a partir da Capital paraibana. A WTM registrou a visita de mais de 27 mil profissionais do turismo nacional e internacional no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

Na opinião do secretário de Turismo de João Pessoa (Setur), Daniel Rodrigues, existe uma conexão importante entre Prefeitura e Governo, que tem dado resultados bastante positivos, seja na intensificação das ações de capacitação dos agentes de viagens e operadoras de turismo; na divulgação dos roteiros para públicos estratégicos nos maiores emissores de turistas para o estado; ou na negociação para ampliação da malha aérea que permita maior opção de voos para os passageiros durante todo o ano.

“Essa sintonia tem feito com que João Pessoa, como porta de entrada do nosso turismo, venha ganhando notoriedade nacional e internacional, que tem sido traduzido no maior fluxo de visitantes durante todo o ano e não apenas na chamada alta estação, ou mesmo na ampliação da movimentação de passageiros nos nossos dois aeroportos, na Capital e Campina Grande. Definitivamente, essa parceria entre Prefeitura e Governo tem sido vitoriosa’, pontuou Daniel Rodrigues.

Agenda de eventos – Além da participação na WTM, os dois entes estiveram ativamente em mais um evento realizado no mês de abril: a 45ª Abav TravelSP, considerada a maior feira de Turismo do interior de São Paulo, em Águas de Lindóia. E não vai parar por aí. Nesta quinta-feira (18), a Setur-JP e a Empresa Paraibana de Turismo (PBTur) já estarão em Cabo de Santo Agostinho (PE) para participar da Rodada de Negócios da Foco Operadora, que deverá reunir mais de 600 agentes de viagens do Nordeste.

Na próxima semana, agora em Belo Horizonte (MG), a Setur-JP participará com estande próprio da MTM – Minas Travel Market, no Minascentro. A estimativa dos realizadores da feira é de que mais de dois mil profissionais do Turismo participem.

Daniel Rodrigues destacou ainda a participação do setor privado em todo esse processo, se juntando ao poder público e discutindo todas as demandas. “Estamos num processo de amadurecimento nessas relações”, disse o secretário.