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Lucas Ribeiro participa de solenidade de promoção de oficiais da Polícia Militar

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O vice-governador Lucas Ribeiro participou, na manhã desta terça-feira (7), da solenidade de promoção de 88 oficiais da Polícia Militar da Paraíba (PMPB), realizada no Centro de Formação da PM, em João Pessoa . Os promovidos alcançaram as patentes de coronel (2), tenente-coronel (14), major (25), capitão (27), e primeiro-tenente (20). As promoções foram autorizadas pelo governador João Azevêdo no último dia 24, véspera de Natal, e publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE), pelos critérios de antiguidade e merecimento.

Desde o início da gestão, em 2019, já foram realizadas mais de 15 mil promoções nas forças de segurança da Paraíba. No fim do ano, por exemplo, o governador João Azevêdo oficializou a promoção de 496 policiais e bombeiros militares à graduação de sargentos.

 

Em seu discurso na solenidade, prestigiado por parentes e amigos dos 88 promovidos, Lucas Ribeiro ressaltou a importância dos investimentos feitos pelo Governo da Paraíba na Segurança Pública. “Hoje é um dia muito feliz para o nosso Estado, pois estamos fazendo uma promoção que representa o trabalho da Paraíba na Segurança Pública. É um reconhecimento ao trabalho de cada um de vocês. E eu sei que também é uma conquista pessoal. Por isso , parabenizamos vocês e agradecemos em nome do povo da Paraíba, porque é a ele que todos nós servimos”, disse.

O secretário de Estado da Segurança Pública, Jean Francisco Nunes, ressaltou a importância da valorização que as forças policiais recebem na gestão do governador João Azevêdo, resultando numa prestação de serviço cada vez melhor à população. “Essas promoções, que têm contempladas todas as categorias da Segurança Pública, têm sido constantes. Desde 2019, o governador João Azevêdo já realizou mais de 15 mil promoções, numa demonstração clara de respeito que o Governo tem com as categorias, fazendo com que o policial se sente cada vez mais estimulado a continuar trabalhando, empenhado, produzindo para a sociedade, porque ele sabe que é reconhecido pelo próprio Governo do Estado”, ressaltou.

O comandante-geral da PMPB, coronel Sérgio Fonseca, também destacou os investimentos que a Corporação tem recebido do Governo da Paraíba. “Este ato é extremamente significativo para nós, policiais militares. Não à toa, por quatro anos consecutivos, a Segurança Pública da Paraíba foi considerada a melhor do Norte-Nordeste; e também por quatro anos consecutivos a terceira melhor do País. Não fomos nós que dissemos. Foi o CLP, o Centro de Lideranças Públicas, uma instituição sediada em São Paulo”, acrescentou.

Promovida ao coronel, Tereza Olívia falou o momento vívido por ela e pelos demais 87 colegas assim: “Esse momento significa a coroação de todo um trabalho que já venho desenvolvendo na Diretoria de Saúde e Assistência Social da PMPB. E essa conquista serve de estímulo para os passos próximos dentro desta Corporação, na qual estou há 25 anos”, comentou.

O major Francisco Leite disse que a obtenção da patente não foi apenas uma conquista dele. “Este é um momento muito significativo na minha carreira, muito esperado por mim e também pela minha família. A partir de agora, vamos assumir novas responsabilidades, mas com a certeza de que estamos preparados”, comentou.

As promoções contemplaram os quadros de oficiais combatentes, de saúde e administrativos, concretizados na solenidade da qual participaram, ainda, as seguintes autoridades: Lamark Donato, secretário-executivo da Segurança Pública; coronel Marques Júnior, chefe da Casa Militar do Governador; e José Ronildo de Souza, subcomandante-geral da PMPB, além de João Paulo Barros, secretário-executivo do Sistema Penitenciário da Paraíba (Seap), entre outros.

Energisa é condenada a pagar indenização por queima de geladeira

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A Energisa Paraíba – Distribuidora de Energia S/A  foi condenada ao pagamento de indenização em razão de prejuízos causados pela queima de uma geladeira de uma consumidora devido a oscilações no fornecimento de energia elétrica. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Mista da Comarca de Esperança nos autos da ação nº 0802017-51.2023.8.15.0171.

A autora do processo pleiteou o ressarcimento dos danos materiais, bem como reparação por danos morais, alegando que o episódio comprometeu alimentos e medicamentos armazenados no eletrodoméstico. Em sua defesa, a Energisa sustentou inexistir danos materiais e morais devidamente comprovados.

Na sentença, a juíza Paula Frassinetti Nóbrega destacou que, de acordo com o artigo 373 do Código de Processo Civil, cabe à autora a comprovação dos fatos constitutivos do seu direito, enquanto recai sobre a empresa o dever de provar a existência de fatos impeditivos, extintivos ou modificativos desse direito. Contudo, a Energisa não conseguiu demonstrar que o incidente não decorreu de sua má prestação de serviços, tornando incontroverso o nexo causal entre a oscilação elétrica e o dano material.

“Se o ato de má prestação de serviços por parte da empresa ré acarretou o dano material sofrido pela autora, a Energisa, na condição de fornecedora, deve ser responsabilizada, pois tem o dever de zelar pela qualidade dos serviços que presta. Quando não o faz, e, por consequência, provoca danos, deve responder pelo serviço mal prestado”, destaca a sentença.

No que se refere aos danos materiais, foi constatado que a geladeira, apesar de danificada, foi reparada, o que justificou a condenação ao pagamento de R$ 590,00, valor referente ao conserto. Já em relação aos danos morais, a juíza considerou o prejuízo evidente, tratando-se de dano in re ipsa, ou seja, que independe de comprovação direta, considerando o impacto da queima de um eletrodoméstico essencial à conservação de alimentos e medicamentos. Assim, a Energisa foi condenada a pagar R$ 5.000,00 a título de danos morais.

Da decisão cabe recurso.

Justiça mantém condenação e Banco do Brasil terá que pagar quase R$ 40 mil de indenização

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Foto: Reprodução internet

A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba decidiu, por unanimidade, negar provimento ao recurso interposto pelo Banco do Brasil S/A, mantendo a sentença proferida pela 2ª Vara Cível Regional de Mangabeira. Com isso, o banco deverá pagar a quantia de R$ 37.734,51 a título de danos materiais e R$ 2.000,00 por danos morais.

O autor da ação alegou ter sido vítima de fraudes envolvendo transações via PIX realizadas por terceiros, causando-lhe prejuízos financeiros significativos. Segundo o autor, a falha no sistema de segurança do Banco do Brasil permitiu que as transações fossem realizadas sem o devido controle, configurando negligência por parte da instituição financeira.

O Banco do Brasil, por sua vez, sustentou que não houve falha em sua prestação de serviço e atribuiu a responsabilidade ao cliente, afirmando que ele teria compartilhado ou negligenciado a proteção de suas senhas. O banco alegou que as operações via PIX só podem ser realizadas mediante senhas pessoais e argumentou que, em um atendimento presencial, o consumidor teria apresentado anotações que supostamente continham suas novas senhas, evidenciando possível compartilhamento.

O relator do processo nº 0802321-89.2023.8.15.2001, desembargador Onaldo Rocha de Queiroga, destacou, em seu voto, que as instituições financeiras têm o dever de adotar medidas eficazes para garantir a segurança das operações realizadas por seus sistemas. Ele destacou que, embora o uso indevido de senhas pessoais possa, em algumas circunstâncias, excluir a responsabilidade da instituição, o ônus da segurança do sistema financeiro recai sobre o prestador do serviço.

“O dever de segurança na prestação do serviço bancário inclui a adoção de medidas eficazes para prevenir fraudes, sendo insuficiente a alegação de culpa exclusiva do consumidor quando não demonstrada a culpa deste”, afirmou o relator.

O Tribunal também considerou adequado o valor arbitrado na sentença, que fixou a indenização por danos morais em R$ 2.000,00. Segundo o desembargador, a quantia é proporcional, atendendo aos princípios de razoabilidade e proporcionalidade, sem resultar em enriquecimento indevido para a parte lesada ou empobrecimento para a parte condenada.

Da decisão cabe recurso.

Turismo: Buscas pela Capital Paraibano cresce 64% em 2024

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A região Nordeste do Brasil continua se consolidando como um dos principais polos turísticos do país, especialmente durante os meses mais quentes do ano. De acordo com dados recentes da Booking.com, João Pessoa, a capital paraibana, registrou um aumento de 64% nas buscas de viajantes brasileiros para o período de 1º de janeiro a 31 de março de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024. A cidade, famosa por suas praias paradisíacas e seu charme histórico, está atraindo turistas de todo o país, em busca de belezas naturais e uma rica cultura local.

Esses números, baseados nas buscas realizadas por brasileiros para hospedagem no período mencionado, refletem uma crescente valorização de João Pessoa como destino turístico. É importante destacar que esses dados não representam os destinos mais reservados, mas sim os mais pesquisados, o que indica um forte interesse por parte dos turistas. O levantamento foi realizado em 11 de dezembro de 2024, e já aponta uma tendência clara no comportamento dos viajantes para o próximo verão.

Além de João Pessoa, outras cidades como Maceió e o Rio de Janeiro também figuram entre os destinos mais procurados para 2025. João Pessoa, em particular, é um dos destinos tendência para 2025 na plataforma da Booking.com, destacando-se globalmente como um dos lugares que mais devem atrair turistas nos próximos anos.

Ferdinando Lucena, presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), ressalta que o aumento de 64% nas buscas reflete o reconhecimento da cidade como um destino completo, que oferece desde as nossas praias paradisíacas até uma gastronomia autêntica e opções culturais que encantam os turistas. “Esse crescimento é um reflexo da busca dos brasileiros por experiências únicas e inesquecíveis”, comenta.

Segundo Rosália Lucas, secretária de Turismo e Desenvolvimento Econômico da Paraíba, a Paraíba está se tornando cada vez mais popular, atraindo turistas não só de diferentes estados do Brasil. “Estamos investindo em nossa infraestrutura e promovendo nossa cultura e história para continuar a atrair um público cada vez maior”, afirma.

Salão do Artesanato Paraibano homenageia sete artesãos e a criatividade

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A 39ª edição do Salão do Artesanato Paraibano, que será realizada pelo Governo da Paraíba e Sebrae a partir desta sexta-feira (10), na orla marítima de João Pessoa (no estacionamento do Hotel Tambaú), vai homenagear sete artesãos que trabalham com o papel. Por meio das técnicas da papietagem e do papel machê, eles produzem obras de arte que encantam a alma e fazem muito bem ao meio ambiente. É que toda essa matéria-prima iria parar no lixo se não fosse utilizada na confecção das peças.

Com experiências de vida únicas, Adriano Oliveira, Babá Santana, Carlos Apolônio, Dadá Venceslau, Ednaldo Farias, Geolagens Oliveira e Socorro Souza vão se unir em torno da seguinte reflexão: “Qual o seu papel?”, o tema desta edição do Salão do Artesanato Paraibano. Conhecer um pouco a trajetória de cada um desses homenageados certamente irá ajudar na busca de cada um de nós por essa resposta.

Adriano Oliveira — Nascido em João Pessoa, Adriano Oliveira, de 42 anos, teve o primeiro contato com o artesanato na adolescência, ofício que aprendeu, como ele faz questão de ressaltar, com o mestre Babá Santana.

No pequeno atelier, localizado no Bairro de Mangabeira, na Capital, são criados pelas mãos criativas de Adriano animais, principalmente domésticos, sua grande fonte de inspiração. “Para mim, o artesanato é a oportunidade de fazer, refazer e reciclar”, revela.

Que espera do futuro? Qual o seu papel no artesanato? A essas perguntas, respostas firmes e dadas com expressivo orgulho nos olhos:
“Espero cada vez mais evoluir no artesanato, nessa arte que abracei. Já quanto o meu papel no artesanato, tenho a missão de mostrar um pouco da arte paraibana, da arte nordestina.”

Babá Santana — Manoel Iremar Santana, tão logo entrou para o artesanato, não teve dúvidas: tudo que viria a produzir a partir daquele momento teria o papel como matéria-prima, o sopro de vida de suas criações.

No atelier onde trabalha pela madrugada adentro, Babá, apelido carinhoso dado pela irmã e que se tornaria seu nome artístico, confessa: “Meu mundo é isso aqui. Eu não preciso de mais nada”, ao apontar para o espaço, repleto de personagens do mundo do circo, todos já encomendados.

O gosto pela confecção de palhaços tem um motivo nobre: levar alegria ao coração das pessoas. “O meu papel no artesanato é, através das minhas obras, mostrar que simplicidade deve ser a nossa maior fonte de felicidade”, completa Babá, nascido em Santa Luzia, Sertão paraibano.

Carlos Apollo — Carlos Antônio Apolônio da Silva tem 38 anos dedicados ao artesanato dos 58 que tem de vida. Nascido em Esperança, município do Agreste paraibano, o filho de agricultores, já falecidos, entrou em contato com o artesanato quando começou a trabalhar com adereços e cenografia para o teatro, em São Paulo.

Carlos Apollo, nome artístico que Carlos Apolônio adotou, aprendeu o fazer artesanal praticamente sozinho. “Aprendi com minha própria imaginação”, conta, sem esquecer de agradecer a tantas pessoas que lhe deram dicas preciosas.

Quando perguntado qual o seu papel no artesanato, responde sem titubear: “É ativar a imaginação com criatividade em obras de decoração e utilidades, gerando renda com consciência ecológica”.

Dadá Venceslau — Nascido em pleno domingo de Carnaval, Venceslau de Souza Justino, de 63 anos, logo ganhou um apelido carinhoso e que remete à alegria da época em que nasceu: Dadá, filho de um pai sapateiro e de uma mãe professora.

A relação com o artesanato começou ainda na infância, sendo fortalecida na adolescência, quando passou a viver das peças que produzia. “Em Patos, onde nasci, comecei a trabalhar com pedras, fazendo bonecos e palhaços, tudo que faço hoje, só que com outra tipologia, que é o papel, papelão e muito material reciclado”, conta.

Quando perguntado qual o seu papel no artesanato, a resposta vem no modo serelepe, assim como o personagem: “Eu ressignifico os materiais, minha missão é ressignificar — eu tenho certeza de que o meu papel como artesão é este: recolher o lixo e transformá-lo em arte, que eu costumo chamar de o luxo do lixo”, afirma.

O contato com o público se dá principalmente pela participação de Dadá nos Salões de Artesanato e em outras feiras País afora. Mesmo tendo múltiplas habilidades, inclusive a da interpretação — Dadá também é ator — ele define o artesanato como seu maior ofício.
O que o sertanejo de Patos espera para o futuro? “Não parar de evoluir, de melhorar como artesão e como pessoa cada vez mais.”

Ednaldo Farias —Transformar o que iria para o lixo e, assim, contribuir com um mundo melhor — esse é o papel que Ednaldo Farias Ferreira acredita ser o dele. Aos 42 anos e nascido em Alagoa Grande, no Agreste paraibano, o filho de um casal de agricultores viu no artesanato, lá nos idos de 2011, a oportunidade de mudar um pouco a sua história.

Quando perguntado sobre o que espera do futuro, Ednaldo é enfático: “Tenho procurado me qualificar e melhorar a cada dia, para que eu possa atingir o realismo de cada escultura e, dessa forma, agradar cada vez mais o público. Eu sou apaixonado pelo que faço.”
Para Ednaldo, o artesanato tem sido uma companhia inseparável, resultado de pelo menos dez anos de uma relação diária. O olhar atento no trabalho de tantos mestres foi o grande impulso que teve para o fazer artesanal.

Geo Oliveira — Nascido em São Mamede, no Sertão paraibano, Geolagens Oliveira aprendeu a olhar em sua volta o potencial que tem a cultura popular — observações que, mais tarde, virariam fonte de inspiração. Hoje, o que mais compensa é ele ver o impacto que sua obra provoca no espectador — daí o motivo por já ter presenteado tanta gente.
Do bordado, passando pela Arte Naïf, até chegar ao papel e dar vida a maracatus, folguedos e a personagens do universo sertanejo, como as moças velhas.

“Eu não sei fazer outra coisa a não ser estes personagens imaginários dos folguedos: Birico, Catirina, Mateus… E hoje eu uso o papel para dar vida a esses personagens, que para mim são universais”, revela o artesão psicólogo.
Que espera do futuro e qual o seu papel no artesanato? “Espero continuar brincando, pois utilizar o papel para dar vida a essas personagens é, antes de tudo, uma brincadeira muito divertida, no qual reafirmo minhas raízes”, externa. “Eu acredito que o meu papel no artesanato é contribuir para fortalecer a cultura popular, para me aproximar cada vez mais dessas raízes”, completa.

Socorro Souza — Nascida em João Pessoa, Socorro Souza conheceu as múltiplas possibilidades do artesanato ainda na infância — a menina muito pobre enxergou no fazer artesanal a chance real de atenuar as graves dificuldades financeiras que enfrentava.
Mas, além das dificuldades financeiras, impossível seria se ela não se apaixonasse pelo artesanato, prova disso é que não o abandonou, mesmo tendo conseguido formação superior de enfermagem pela UFPB — os conselhos da mãe e do pai comerciantes para a menina pobre apostar na educação surtiram efeito.

Quando perguntada qual o seu papel no artesanato, a enfermeira artesã é enfática: “É buscar a maior perfeição possível em cada peça que faço. Sempre me coloco no lugar do cliente e me esforço para ele voltar. E sei que, desta maneira, confeccionando minhas peças, estou também contribuindo para um mundo melhor.”

Feira Móvel movimenta quase meio milhão de reais na economia durante o fim de ano, na Capital

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Comerciantes que atuaram na Feira Móvel do Produtor estão comemorando as vendas registradas durante mais uma edição de fim de ano, em João Pessoa.

De acordo com levantamento realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), no mês de dezembro, o saldo de vendas superou os R$ 473 mil nas últimas cinco semanas em que a feira esteve montada no Busto de Tamandaré, em Tambaú.

O secretário de Desenvolvimento Urbano, Rodrigo Trigueiro, celebrou os números e disse que o resultado é fruto de um trabalho iniciado pela Sedurb desde 2021, quando em plena pandemia, idealizou a iniciativa que já ajudou a mudar a vida de cerca de 90 comerciantes. “Muito feliz em ver esse projeto cada dia crescendo mais, o que mostra que a Feira Móvel é uma realidade consolidada em nossa cidade, que nesse período do ano está repleta de turistas”, afirmou.

A assessora técnica da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Jaciara Medeiros, ressaltou que este ano a Feira Móvel está sendo reestruturada para atender mais localidades da Capital, e a expectativa é que nos próximos dias o calendário com as edições do mês de janeiro seja divulgado. “Já estamos finalizando o calendário deste ano para ampliarmos a abrangência da feira e atendermos a mais localidades da cidade”, comentou.

Foto: Assessoria

Secom-JP

 

Procon-JP segue fiscalização da Operação Verão e se reúne com donos de estabelecimentos

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A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa deu continuidade, nesta terça-feira (7), à Operação Verão 2025 que está fiscalizando bares, restaurantes e similares, além de vendedores de coco e locadores de guarda-sóis, mesas e cadeiras em toda Orla da Capital. A ação visa coibir a prática irregular de preços abusivos. Nesta quarta-feira (8), às 9h, o Procon-JP se reúne com a Associação dos Ambulantes e Trabalhadores em Geral da Paraíba (Ameg-PB), no auditório da sede da PBTur, em Tambaú.

A fiscalização, que se baseia no que está previsto no Artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), notificou, na última sexta-feira, 38 estabelecimentos para que justificassem os preços, cujo prazo para a defesa termina na tarde desta terça-feira. “Já constatamos que alguns locais estão praticando os preços normais para essa época do ano, e um comerciante de coco, que vendia o produto a R$ 6 baixou para R$ 5. Toda essa problemática será discutida amanhã na reunião com os representantes dos estabelecimentos”, pontua o secretário do Procon-JP, Rougger Guerra.

Segundo o titular do Procon-JP, o objetivo da Operação Verão é proteger não apenas os pessoenses, mas também os turistas que estão lotando a cidade, principalmente as praias. O aumento do turismo e o desenvolvimento da cidade como um todo também trazem o natural aumento da demanda e, por consequência, o aumento de preço de produtos e serviços, principalmente aqueles relacionados com o ambiente turístico.

Denunciar é fundamental – Rougger Guerra salienta ao consumidor que é importante denunciar se há a desconfiança de irregularidade e, na dúvida, deve acionar o Procon-JP através do número 83 3213-4702, do Whatsapp 83 98665-0179 ou do site procon.joaopessoa.pb.gov.br. “Estamos diligentes para proteger o consumidor turista, como fazemos durante todo ano com o consumidor pessoense”, frisou.

Autuações e sanções – Os estabelecimentos que forem autuados na Operação Verão 2025 estão sujeitos a sanções como multas e, em casos mais graves e de reincidência, a suspensão temporária dos serviços. Os estabelecimentos têm 10 dias para realizarem a defesa junto ao Procon-JP, como garante a legislação vigente.

Atendimentos do Procon-JP:

Sede: Avenida Pedro I, 473, Tambiá

Recepção: (83) 3213-4702

Procon-JP na sua mão: (83) 98665-0179

WhatsApp Transporte público: (83) 98873-9976

Instagram: @procon-jp

Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br

Procon-JP Digital: totens instalados nos shoppings Mangabeira, Manaíra, Tambiá e Parahyba Mall

Galdino diz que Republicanos só abre mão da disputa se for convencido por nome mais forte

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O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), disse, nesta terça-feira (7), durante entrevista  a um programa de rádio da capital, que o seu partido está trabalhando para ser protagonista no processo eleitoral de 2026 no estado.

De acordo com Galdino, que tem reiterado a disposição de concorrer ao Governo do Estado, essas definições acontecerão com muito diálogo entre os partidos da base e sem “forçar a barra”.

“Estou construindo a minha pré-candidatura ao governo e só abro mão se for convencido que na base existe alguém com mais força política. Caso não seja convencido, vamos de forma pensada e tranquila. Não posso cometer suicídio político e nem levar aqueles que estão comigo a fazerem o mesmo”, disse.

Questionado sobre as declarações do secretário Deusdete Queiroga, nessa segunda-feira (6), ao programa Frente a Frente, da TV Arapuan, sobre a composição da chapa para 2026, Adriano Galdino disse concordar com Queiroga e ressaltou a lucidez política dele com a análise.

Na oportunidade, Deusdete afirmou que não via espaços para o PSB ter dois nomes na chapa majoritária, e que a tendência era o governador João Azevêdo disputar uma vaga de senador. Segundo ele, caso isso não aconteça e João fique no cargo até o fim do mandato, dificilmente o candidato ao Palácio da Redenção será de outro partido.

Paraiba.com.br

Hemocentro da Paraíba registra redução no estoque e apela para população doar sangue

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início do ano sempre é motivo de preocupação para aqueles que trabalham no Hemocentro da Paraíba, unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), que, a exemplo dos anos anteriores, vem sofrendo uma redução nos estoques de sangue – devido à queda acentuada das doações – e, por isso, está fazendo um apelo para que população compareça e faça a doação de sangue.  Nestes primeiros dias do ano, o Hemocentro Coordenador de João Pessoa tem registrado uma média de 100 doações por dia, quando é necessário ter, no mínimo, 180 doações por dia para atender os serviços de transfusão nos hospitais e unidades públicas e privadas de saúde no Estado.

O Hemocentro Coordenador de João Pessoa da Paraíba é responsável por atender 40 hospitais, cobrindo 100% dos leitos do Sistema Único de Saúde e mais os leitos de planos de saúde cadastrados.

A diretora-geral do Hemocentro da Paraíba, Shirlene Gadelha, explica que é extremamente importante a presença dos voluntários. “O sangue não pode ser fabricado e é insubstituível. Os pacientes que precisam só conseguem graças à generosidade de quem doa. Nessa época do ano temos uma grande preocupação, pois com os períodos festivos, as férias e a incidência de viroses e dengue, a tendência é diminuir os estoques ainda mais. Falta doador, mas a demanda de sangue é constante e por isso é importante que  a população faça a  doação para garantir o estoque“, pontuou.

A diretora ressalta ainda que o Hemocentro da Paraíba possui unidades de coleta distribuídas em todo o Estado. Além do Hemocentro da capital, é possível doar nos hemonúcleos instalados nos municípios de Guarabira, Patos, Cajazeiras, Sousa, Piancó e Itaporanga, além do Hemocentro Regional em Campina Grande.

O Hemocentro também conta com um moderno ônibus para realização de coletas externas itinerantes. A Unidade Móvel de Coleta percorre o território paraibano com o objetivo de se aproximar do doador e ampliar a oferta do serviço.  A Unidade de Coleta Itinerante pode ser solicitada pelo e-mail [email protected].

Os interessados em doar sangue devem ter entre 16 e 69 anos de idade (menores de 18 anos devem estar acompanhados pelo pai ou a mãe) e apresentar documento original com foto, emitido por órgão oficial e válido em todo o território nacional. Além disso, o voluntário deve estar em boas condições de saúde, pesar acima de 50 quilos, sendo necessário estar bem alimentado, tendo, preferencialmente, ingerido alimentos sem gordura.

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO

  • HEMOCENTRO COORDENADOR DE JOÃO PESSOA E HEMONCENTRO REGIONAL DE CAMPINA GRANDE:  SEGUNDA A SEXTA- DAS 7 ÀS 18 HORAS E SÁBADO  – DAS 7 AS 13HORAS

 

  • HEMONÚCLEOS DE PATOS, GUARABIRA, SOUSA, CAJAZEIRAS, PIANCÓ E ITAPORANGA : SEGUNDA A SEXTA- DAS 7 ÀS 12 HORAS

Secretaria de Educação de João Pessoa inicia Colônia de Férias para 17 mil crianças

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A Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), por meio da Diretoria de Ensino, Gestão e Escola de Formação (Degef) e do Departamento de Educação Infantil (Dei), inicia ações para o ano de 2025 com a Colônia de Férias. A abertura será nesta quarta-feira (8), às 9h, no Ninho do Saber Olga Maria, no bairro Ernesto Geisel.

As atividades vão acontecer até o dia 28 deste mês em 98 Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEIs), atendendo 17 mil crianças.

O período dedicado as atividades recreativas a serem vivenciadas pelas crianças dos CMEIs de João Pessoa, com atividades como musicalização e contação de histórias.

“Férias é tempo de pausa. Já colônia de férias é tempo de movimento. E que movimento é esse? Movimento criativo, movimento de acolhimento, movimento brincante, movimento do experimento, movimento de inventar o novo”, disse a diretora do DEI, professora doutora Maria Sonaly Machado de Lima.

Secom-JP

Foto: Carolina Battista