O prefeito Cícero Lucena abriu, nesta terça-feira (14), a terceira edição do ‘Curso de Verão 2024”, com o objetivo de consolidar a aprendizagem na Rede Municipal de Ensino de João Pessoa, fortalecendo atividades voltadas à leitura, escrita e operações matemáticas para cerca de sete mil estudantes. A solenidade aconteceu na Escola Francisco Pereira da Nóbrega, no bairro do Cristo Redentor.
Cícero Lucena destacou que essa ação faz parte dos avanços da educação em João Pessoa, desde 2021, colocando em prática programas pedagógicos inovadores, esporte e cultura, para além da sala de aula, proporcionando, também, uma escola mais inclusiva. “Eu fico muito feliz porque essa é a visão da educação do futuro, é identificar alguma criança, algum jovem que precise de mais informação e reforço”, iniciou o prefeito, que em seguida detalhou como será a abordagem junto aos alunos.
“O aluno tendo passado de ano, em matéria que não teve as notas acima da média, ele possa ter essa oportunidade de ter mais estudo, mais informação e, consequentemente, ao enfrentar o novo ano com matérias mais avançadas, eles estejam prontos e preparados para vencer esse obstáculo. Isso é a visão da educação do futuro, formar e ensinar cada vez mais aos nossos jovens para que eles possam ter uma oportunidade de melhorar as suas vidas”, concluiu Cícero Lucena.
Acompanhamento – A secretária municipal de Educação e Cultura, América Castro, explicou que o Curso de Verão é fruto de uma somatória de todo o trabalho realizado no ano anterior, culminando num diagnóstico das crianças que não conseguiram atingir a meta de aprendizagem. Dessa forma, os alunos e também os pais foram convidados para participarem do curso durante 10 dias deste mês de janeiro, de modo a terem um acompanhamento mais direcionado a aprendizagem.
“A gente prepara um material estruturado, os nossos professores recebem uma formação e a gente observa o rendimento desses alunos. A gente tem uma mobilização da Secretaria em todas as unidades, juntamente com os professores e especialistas, gestores e todos aqueles profissionais que estão no ‘chão’ da escola. Ou seja, os meninos começam o ano letivo, que é a partir de fevereiro, mais preparados para a gente evitar deficiência de aprendizagem”, afirmou a secretária.
Iniciativa inovadora e autoral – A diretora de Ensino, Gestão e Escola de Formação (Degef), Clévia Carvalho, informou que o Curso de Verão compõe a política municipal de recomposição e recuperação da aprendizagem, instituída pela Prefeitura desde 2022, pós pandemia. A ação propõe consolidar alfabetização para os estudantes que precisam de mais tempo e fluência motora, numa iniciativa inovadora e autoral da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec). “Tem um alcance social significativo, porque é a garantia do direito de aprender numa perspectiva lúdica”, afirmou.
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Fotos: Secom-JP
















Segundo o secretário, a modernização na fiscalização das transações financeiras permitirá ao Fisco fornecer dados mais precisos na declaração pré-preenchida, que reduzirão a chance de erros e de divergências. “Todo mundo gosta da declaração pré-preenchida. Você chega lá e não tem trabalho nenhum. Porque os dados, por exemplo, de saldo, de conta bancária e de aplicação financeira já estão pré-preenchidos. E por que já estão pré-preenchidos? Exatamente. Porque as instituições financeiras prestam as informações para a Receita Federal”, afirmou.
Com a inclusão das fintechs (startups do setor financeiro), dos bancos digitais e das empresas de carteiras virtuais na prestação de informações, destacou o secretário, a declaração pré-preenchida será mais confiável. “Agora com as fintechs, com as instituições de pagamento também emprestando, a Receita Federal vai ter um dado mais sólido, mais correto. E isso diminui a chance de o trabalhador, o empresário, cair na malha fina da Receita Federal”, acrescentou Barreirinhas.
Para profissionais que recebem pagamentos por meio do Pix, reiterou o secretário, nada mudará. Até porque essas pessoas são fiscalizadas há mais de 20 anos. “Nada muda, porque a Receita Federal já recebia as informações de qualquer tipo de movimentação, inclusive de Pix, das instituições financeiras tradicionais. Se a pessoa nunca teve problema nos últimos 20 anos, não tem razão para ela ter a partir de agora, então nada muda para ela. É importante que o pequeno empresário, que a pessoa física, não caia nessas mentiras, nas fake news”, reforçou.




