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Após mandado de prisão, Ricardo Coutinho perde guarda do filho; entenda

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O Poder Judiciário concedeu a guarda provisória do menor Henri Lorenzo Bório Vieira Coutinho para a mãe, a jornalista Pâmela Bório, em decisão da juíza substituta da 7ª Vara da Família da Capital, Érica Virgínia da Silva Pontes. Com a decisão, a magistrada retira o direito de tutela da criança, que estava assegurada ao pai, o ex-governador Ricardo Coutinho.

De acordo com a decisão, a juíza Érica Virgínia da Silva Pontes tomou como base a insegurança jurídica e tutelar causada pelo pedido de prisão preventiva de Ricardo Coutinho, alvo da sétima fase da Operação Calvário – Juízo Final, deflagrada na última terça-feira (17).

“Desta feita, diante das circunstâncias atuais do caso concreto, não há como se afirmar que seja seguro atribuir responsabilidade ao pai/promovido sobre o seu filho, posto o mesmo estar na iminência de ser preso, caso em que ficará tolhido de sua liberdade de locomoção, não podendo prestar assistência necessária ao seu filho, o qual certamente ficará aos cuidados de terceiros, sendo prudente permanecer aos cuidados de sua genitora, ao menos neste momento inicial, repita-se. Há consenso de que é salutar para uma criança inserida em cenário de tamanha insegurança emocional, que poderá vir a causar danos a sua integridade física, psíquica e moral”, diz trecho da sentença.

Prefeito de João Pessoa e reitora da UFPB assinam acordo de colaboração para criação do Laboratório de Inovação Cultural

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O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, e a reitora da Universidade Federal da Paraíba, Margareth Diniz, se reuniram no final da tarde desta quinta-feira (19) no Centro Administrativo Municipal, em Água Fria. Na ocasião, eles assinaram um termo de cooperação para criação e início das atividades do Laboratório de Inovação Cultural, o Labin. A ação está inserida nas atividades do programa João Pessoa Cidade Criativa, da Unesco.

Luciano Cartaxo destacou a alegria de firmar essa parceria com a UFPB. “Será mais uma oportunidade para trabalhar essa transversalidade, não apenas com relação ao artesanato, que credenciou João Pessoa ao Programa Cidades Criativas da Unesco, mas com diversas outras áreas. Agradeço a todos os envolvidos e adianto a minha confiança na qualidade e importância dos resultados que serão obtidos”, afirmou.

A coordenadora do programa João Pessoa Artesã e primeira-dama da Capital, Maísa Cartaxo, também participou do encontro. A reitora Margareth Diniz afirmou que a Universidade fica lisonjeada e orgulhosa desta parceria. “É um projeto que vai nos proporcionar inovação e avanço e que por isso é de grande importância”, declarou.

O acordo possibilita o trabalho conjunto do Programa João Pessoa Cidade Criativa com a UFPB em diversos projetos. O principal deles, objeto deste acordo, é uma pesquisa sobre a memória afetiva da Capital. “Vamos estudar e levantar as marcas desta memória em diversas áreas, como artesanato, gastronomia, música, cinema e design, já que até hoje existe pouco material documentado”, explicou a coordenadora do Programa na PMJP, Marianne Góes.

De acordo com o professor do curso de design da UFPB e membro do Labin, Kléber Barros, esse será um projeto troncal. “Isso acontece pelo fato de que vários outros projetos serão criados a partir dos resultados obtidos aqui”, explicou.

O Labin – O Laboratório de Inovação Cultural é responsável pela criação, desenvolvimento e implantação de políticas públicas voltadas para o fomento à economia criativa, como explicou o coordenador do Laboratório, Eduardo Barroso. A partir de janeiro ele terá um espaço físico, que estará localizado na Villa Sanhauá, Centro Histórico, no 1° andar da Casa do Empreendedor.

Prefeito Luciano Cartaxo entrega Espaço Extremotec e apresenta plataforma Banco de Oportunidades

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Um espaço estruturado especialmente para potencializar e ampliar o ecossistema tecnológico da Capital. Assim é o Espaço Extremotec, entregue na tarde desta quinta-feira (19) pelo prefeito Luciano Cartaxo. Na ocasião também foi apresentado o projeto Banco de Oportunidades. O novo espaço fica localizado na Rua Diógenes Chianca, 955, no bairro de Água Fria.

O local é fruto de uma parceria entre a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio da Secitec, e do Polo Tecnológico Extremo Oriental das Américas (Extremotec). “Nossa gestão tem feito um grande esforço para ampliar e fortalecer o setor tecnológico de nossa Capital e esse é mais um passo importante nesse sentido. A gestão municipal atua hoje em todos os pontos desta cadeia, desde a qualificação até o incentivo às empresas”, afirmou o prefeito Luciano Cartaxo.

O Polo de Tecnologia já possui 65 empresas filiadas, sendo mais de 30 multinacionais, que poderão usufruir do ambiente. O Espaço Extremotec possui 10.170 m² de área, com ambientes para coworking, sala de reuniões, auditório, relaxamento e estrutura para eventos de grande porte ao ar livre para feiras e eventos de tecnologia promovidos por entidades filiadas.

Essa é mais uma ação da PMJP no intuito de fortalecer o Polo Tecnológico. O empreendimento foi possível inicialmente com a resolução da alíquota do ISS de 5% para 2%, atraindo novas empresas do setor de Tecnologia da Informação para a capital paraibana. “Com isso estamos gerando emprego, renda e movimentando a economia da Capital”, explicou o prefeito.

Banco de Oportunidades – O evento ainda foi momento para a apresentação da plataforma do Banco de Oportunidades. Trata-se de um espaço online que promove o contato entre as empresas do Extremotec e os alunos que concluíram cursos na área de tecnologia oferecidos pela Secitec. “As empresas se inscrevem e com isso passam a ter acesso às informações, podendo encontrar profissionais com o seu perfil. Com isso, estamos qualificando as pessoas e fazendo a ponte para que cheguem ao mercado de trabalho”, explicou o secretário Durval Ferreira. A plataforma está disponível no endereço bancodeoportunidades.online .

Estiveram presentes na solenidade o vereador Thiago Lucena, responsável pelo projeto autorizativo que viabilizou a implantação do Extremotec, e o vice-diretor do Polo, Laércio Alexandre. Também participaram representantes de diversas empresas de tecnologia da Capital, do Sebrae-PB e do IFPB.

FAMINTOS: MPF denuncia mais dois envolvidos na operação; veja

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Nesta quinta-feira (19), o Ministério Público Federal (MPF) em Campina Grande (PB) ofereceu a segunda denúncia no âmbito da Operação Famintos, que desarticulou, neste ano, organização criminosa que fraudava licitações em vários municípios da Paraíba. Dessa vez, foram denunciados Ivanildo Feliciano Gomes e Delmira de Oliveira Alves, responsáveis pela criação da pessoa física fictícia ‘Delmira Feliciano Gomes’ e da empresa de fachada ‘Delmira Feliciano Gomes ME’, uma das empresas utilizadas pela organização para consumar as ilegalidades.

Os dois, Ivanildo Gomes e Delmira Alves, foram denunciados pelos crimes de falsidade ideológica e organização criminosa, sendo Delmira também denunciada pelo crime de lavagem de capitais. Ela concorreu para a dissimulação e ocultação de imóvel adquirido no Loteamento Bairro das Nações, em Campina Grande, em nome da empresa fictícia ‘Delmira Feliciano Gomes ME’, com valores provenientes dos crimes da organização criminosa. Os denunciados foram alvo de mandados de busca e apreensão durante a 3ª fase da Operação Famintos, deflagrada em 26 de setembro de 2019.

Após a deflagração da 3ª fase, as investigações revelaram que a pessoa física Delmira Feliciano Gomes foi criada a partir de dados (foto e impressões digitais) da denunciada Delmira de Oliveira Alves. Para tanto, a denunciada utilizou-se do sobrenome do seu ex-companheiro, Ivanildo Feliciano Gomes, o responsável por providenciar e articular também os atos necessários para a criação da pessoa jurídica Delmira Feliciano Gomes ME. Ivanildo também foi o responsável por negociar o pagamento para abertura da empresa de fachada diretamente com Frederico de Brito Lira, real controlador e proprietário da empresa fictícia. Frederico Lira, líder da organização criminosa, foi alvo da primeira denúncia do MPF no âmbito da Operação Famintos e condenado a 161 anos de privação de liberdade.

Conforme apurado nas investigações, a empresa de fachada foi aberta com um capital de R$ 30 mil para comercializar produtos alimentícios, artigos de papelaria, equipamentos de escritório, cosméticos e domissanitários. Informações da Receita Federal indicaram que a empresa fictícia Delmira Feliciano Gomes ME movimentou, entre os anos de 2013 e 2015, cerca de R$ 19.091.511,95. Ainda conforme o Sistema de Investigação de Movimentações Bancárias (Simba), a conta corrente da empresa de fachada recebeu, no período de 9/4/2013 a 17/1/2017, créditos na soma de R$ 25.232.470,65 e teve débitos no mesmo valor, característica típica de conta de passagem, o que reforça a natureza fantasma da empresa. Além disso, por meio de diligências, a Polícia Federal descobriu que nos locais indicados como endereços da empresa fictícia não havia nenhum estabelecimento comercial e que a pessoa física Delmira não existe.

Lavagem de capitais – Por meio da empresa de fachada, Frederico Lira adquiriu imóvel (terreno) com parte dos rendimentos ilícitos obtidos através da organização criminosa e, na sequência, construiu no terreno quatro casas que foram vendidas, através do programa Minha Casa, Minha Vida, por R$ 125 mil, R$ 120 mil, R$ 122.500,00 e R$ 128 mil.

A operação – Deflagrada em sua primeira fase em 24 de julho de 2019, com a segunda fase tendo ocorrido no dia 22 de agosto, e a terceira em 26 de setembro, a Operação Famintos iniciou-se no âmbito do Ministério Público Federal a partir da Notícia de Fato 1.24.001.000119/2018-12 e prosseguiu por meio do Inquérito Policial 119/2018.

De acordo com o que foi apurado até aqui pelo MPF, Polícia Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e Escritório de Pesquisa e Investigação da 4ª Região Fiscal (Espei) da Receita Federal, pelo menos desde 2013 a organização criminosa criou uma rede de pessoas jurídicas de fachada para participar de procedimentos licitatórios em vários municípios do estado, principalmente em Campina Grande, sobretudo para a compra de merenda escolar com recursos provenientes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Processo nº 0804218-33.2019.4.05.8201

Justiça determina e Unimed é obrigada a fazer tratamento “em casa” de paciente com 100 anos; entenda

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O desembargador José Ricardo Porto manteve decisão do Juízo da 5ª Vara Cível da Capital que determinou a Unimed Vitória – Cooperativa de Trabalho Médico e a Benvix Administradoras de Benefícios Ltda. fornecerem o tratamento denominado “home care” (atendimento médico em casa), em 24 horas, a uma idosa, com 100 anos de idade, que padece de insuficiência cardíaca diastólica, pneumonia por brancoaspiração, fibrilação antrial crônica, diabetes não insulino-dependente, hipotireoidismo e mal de Alzheimer. A decisão foi proferida nos autos do Agravo de Instrumento nº 0813222-47.2019.815.0000.
Nas razões do recurso, a agravante alegou que a sua responsabilidade na prestação de serviços é aquela delimitada em contratos e nos termos da legislação que rege a saúde suplementar, bem como que a agravada não contratou plano de saúde domiciliar. Alegou, ainda, que a assistência domiciliar tem que ser concedida pelo SUS e até mesmo pela família.
Ao decidir a questão, José Ricardo Porto ressaltou que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu que na hipótese em que o serviço de home care não conste expressamente do rol de coberturas previsto no contrato do plano de saúde, a operadora, ainda assim, será obrigada a custeá-lo em substituição à internação hospitalar contratualmente prevista, desde que respeitados alguns requisitos, quais sejam, tenha havido indicação do tratamento pelo médico assistente, o paciente concorde com o tratamento domiciliar e não ocorra uma afetação do equilíbrio contratual em prejuízo do plano de saúde.
Segundo o desembargador, os requisitos impostos pelo STJ estão devidamente preenchidos, já que houve indicação médica e a paciente concordou com o tratamento, tanto que buscou, na esfera judicial, sua prestação. Além do que, a operadora não demonstrou que a oferta do serviço lhe ocasionaria qualquer prejuízo consistente em gastos superiores ao que teria em caso de internação.
“É importante consignar que o tratamento domiciliar em questão não é um procedimento simples, a ser facilmente executado pelos familiares e pessoas sem conhecimentos técnicos, mas, ao contrário, requer rígido acompanhamento profissional de alta responsabilidade”, ressaltou.
Cabe recurso da decisão.

Primeira sentença da Operação Famintos condena 16 réus; investigação que desarticulou organização que fraudava licitações e contratos em CG

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A primeira sentença da Operação Famintos condenou os 16 réus demandados na ação penal ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) em Campina Grande (PB), no 28 de agosto deste ano. Além de penas de privação de liberdade, a 4ª Vara da Justiça Federal estipulou pagamento de multa a todos os condenados, bem como interdição do exercício do cargo ou função do agente público envolvido. O grupo de pessoas do chamado núcleo empresarial da operação praticou os seguintes delitos: organização criminosa, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, fraude ao caráter competitivo de procedimento licitatório e obstrução de Justiça.

As penas de privação de liberdade variam entre cinco e 161 anos. Frederico de Brito Lira (Fred) e Severino Roberto Maia de Miranda (Bilão), considerados líderes da organização criminosa, foram condenados a 161 anos e 72 anos e nove meses, respectivamente. Já o vereador Renan Tarradt Maracajá foi condenado a 36 anos e 10 meses.

Os outros 13 condenados são: Luiz Carlos Ferreira de Brito Lira, Flávio Souza Maia, Rosildo de Lima Silva, Renato Faustino da Silva, Katia Suênia Macedo Maia, Marco Antônio Querino da Silva, Arnóbio Joaquim Domingos da Silva, Josivan Silva, Ângelo Felizardo do Nascimento, Pablo Allyson Leite Diniz, Lisecílio de Brito Júnior, André Nunes de Oliveira Lacet e Severino França de Macedo Neto.

Modus operandi – Segundo o MPF, Polícia Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e Escritório de Pesquisa e Investigação da 4ª Região Fiscal (Espei) da Receita Federal, a organização criminosa desarticulada pela Operação Famintos é composta por três núcleos: empresarial, administrativo e político. Os núcleos administrativo e político são formados por agentes públicos do município de Campina Grande e eram responsáveis pelos procedimentos licitatórios e contratos da prefeitura para beneficiar os empresários do grupo.

Já o núcleo empresarial é formado por empresários que atuavam em três frentes: abertura de empresas em nome de pessoas inexistentes; criação de empresas com utilização de ‘laranjas’; além de utilização de empresas existentes em nome dos próprios integrantes do grupo, a fim de utilizá-las, muitas vezes, com as empresas inexistentes e laranjas. Desse modo, afastavam a concorrência porque, quase sempre, apenas essas empresas pertencentes ao mesmo grupo participavam das licitações.

Segundo o MPF, a organização criminosa fraudou licitações em praticamente todos os municípios paraibanos, tendo sido apresentadas, na primeira denúncia, fraudes em 15 licitações da Prefeitura Municipal de Campina Grande, destinadas à compra de merenda escolar. O Ministério Público esclarece que as investigações continuam.

A operação – Deflagrada em sua primeira fase no dia 24 de julho de 2019, com a segunda fase tendo ocorrido no dia 22 de agosto e a terceira em 26 de setembro, a Operação Famintos iniciou-se no âmbito do Ministério Público Federal a partir da Notícia de Fato 1.24.001.000119/2018-12 e prosseguiu por meio do Inquérito Policial 119/2018.

De acordo com o que foi apurado, pelo menos desde 2013 a organização criminosa criou uma rede de pessoas jurídicas de fachada para participar de procedimentos licitatórios em vários municípios do estado, principalmente em Campina Grande, sobretudo para a compra de merenda escolar com recursos provenientes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Processo nº 0802629-06.2019.4.05.8201 

Nesta sexta, Governo lança Operação Verão 2020 com reforço de resgates aéreos e investimentos de R$ 3 milhões

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Abertas as inscrições para concurso da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Sesds), lança nesta sexta-feira (20) a ‘Operação Verão 2020’, que vai empregar reforço de policiais militares, policiais civis, bombeiros militares e agentes de trânsito em toda a Paraíba, desde as festas de fim de ano até o mês de fevereiro. Nesta edição, os trabalhos vão contar com um investimento de R$ 3 milhões para a compra de equipamentos destinados ao Corpo de Bombeiros Militar e a intensificação de resgates aéreos com a utilização da aeronave Acauã 2. A solenidade acontece no Largo da Gameleira, em Tambaú, onde haverá uma demonstração de salvamento aquático.

Para o Corpo de Bombeiros Militar serão entregues cinco veículos do tipo hatch, três motos aquáticas com reboques rodoviários, sete desencarceradores, 14 conjuntos de estabilização, 20 postos de guarda-vidas, seis veículos operacionais e seis conjuntos de combate a incêndios, que serão utilizados na região litorânea e no interior em mananciais, como rios, açudes e lagos. Ao todo, durante o período, a instituição chegará a empregar um efetivo de 281 homens e mulheres por dia e 95 viaturas na Operação Verão.

O material entregue vai evitar afogamentos e outros incidentes,  reforçando as ações preventivas e o efetivo  de guarda-vidas nas praias do litoral paraibano abrangendo 133 km da faixa de Barra de Camaratuba a Acaú – limites com os estados do Rio Grande do Norte e Pernambuco, respectivamente, e também no interior paraibano. Nessa área, os bombeiros militares irão trabalhar no serviço de praia, auxiliados por embarcações, lanchas, botes infláveis de salvamento e jet-skis.  Dentro do efetivo empenhado estão também mergulhadores que são preparados para atuar na busca e resgate de vítimas em ambientes subaquáticos.

Já a Polícia Militar terá nas ruas um efetivo de 1.033 homens e mulheres por dia, atuando com quase 500 viaturas, em aproximadamente 107 cidades. As ações seguem orientações dos setores de Inteligência e Estatística da corporação, mapeando e ocupando áreas estratégicas para combate aos crimes patrimoniais e contra a vida.

Na região metropolitana da capital, a Companhia Especializada em Apoio ao Turista (CEATur) reforça as ações de segurança pública com rondas, blitzen, abordagens e ações preventivas em toda a orla de João Pessoa, litoral sul do estado e em pontos de interesses turísticos. O esquema de segurança prevê o uso dos Veículos Individuais de Policiamento (VIP), que permitem mais rapidez e agilidade no atendimento em ocorrências com terrenos arenosos, como a faixa da praia. Os VIP são novos, e foram entregues à PM pelo Governo do Estado no último mês de agosto. A CEATur também empregará o cliclopatrulhamento.

O apoio de policiamento especializado como Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Batalhão de Polícia de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPTran), Batalhão Especializado em Policiamento com Motocicletas (BEPMotos), Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb), Regimento de Polícia Montada (RPMont), entre outros, também irão integrar as ações que visam proteger a Paraíba em um dos períodos mais visitados do ano por turistas.

A Polícia Civil também vai reforçar seu efetivo durante a Operação Verão, com 300 homens e mulheres por dia. A Delegacia Móvel estará presente nas localidades de eventos e um trabalho preventivo será realizado pela Coordenação das Delegacias de Atendimento a Mulher (Coordeam), a fim reduzir os casos de violência doméstica. Em João Pessoa, a Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur), no Centro Turístico de Tambaú, irá funcionar em regime de plantão para registro de Boletins de Ocorrência e haverá reforço na 10ª Delegacia Distrital, no bairro de Tambaú, e na 12ª Delegacia Distrital, em Manaíra.

No interior do Estado, os pólos de plantão permanecem realizando procedimentos e atendimento ao público. Delegacias especializadas como a de Crimes contra o Patrimônio (Roubos e Furtos), Crimes contra a Pessoa (Homicídios), e Entorpecentes ainda estarão atuando de maneira diferenciada.

Fiscalização de trânsito e Lei Seca – O Departamento Estadual de Trânsito (Detran), por meio da Coordenação de Policiamento e Fiscalização de Trânsito, intensificará as ações da Operação Lei Seca durante a Operação Verão 2020, com fiscalizações que visam coibir os abusos praticados por condutores que desobedecerem as leis de trânsito, principalmente com infrações relacionadas à embriaguez ao volante, e a utilização de etilômetros.

O trabalho vai acontecer em ações isoladas e/ou em conjunto com os órgãos operativos do Estado e dos municípios, adotando pontos de abordagem em locais próximos às áreas de eventos, nos principais corredores de tráfego de veículos, no sentido de agir preventivamente e também repressivamente nos casos de flagrante. São locais de fiscalização: João Pessoa, em toda a sua faixa litorânea; Litoral Norte, nas praias de Lucena e Baia da Traição; Litoral Sul, nas praias de Jacumã (Conde), Pitimbu; e outros locais a serem determinados pela Superintendência do Detran-PB.

Nesta sexta, Cidade Viva faz primeira apresentação do espetáculo Natal de Todos os Povos

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O Natal de Todos os Povos da Cidade Viva realiza nesta sexta-feira (20), às 20h, a primeira apresentação do espetáculo “A Vila”, no Centro de Convenções Cidade Viva, no bairro Aeroclube, em João Pessoa. As outras duas exibições vão acontecer no sábado (21), e, a terceira e última, no dia 25 de dezembro, no mesmo horário (20h).

 

Cerca de 200 voluntários da Cidade Viva são integrantes do espetáculo, entre atores, figurantes, iluminadores, corpo de baile, coral, orquestra, maquiagem, produção e direção. Eles vão mergulhar no cotidiano de uma vila que nunca ouviu falar do nascimento do Salvador tampouco da ‘verdadeira luz do mundo’.

 

 

Enredo do Espetáculo – No enredo da peça, uma lenda aprisiona toda a vila na noite. O dia pra eles não existe. O badalar do sino anuncia o toque de recolher ao amanhecer e o despertar ao anoitecer. A vila terá seus dias de escuridão contados? Os moradores, trabalhadores e toda cidade serão visitados pelo pintor, pelo jardineiro e pelo mensageiro… Nasce a luz do Natal, o verdadeiro Natal. Nasce Jesus, a luz do mundo, para dissipar as trevas de todas as ruas e vielas daquela Vila.

 

Segundo o diretor geral do Natal de Todos os Povos, Aldo Galdino, “a mensagem central do espetáculo, que é misto de encenações e de músicas, que vai contagiar as pessoas presentes, é de que a Vila pode representar qualquer vida, mas qualquer vida que se deixe ser penetrada pela luz de Jesus. Essa pessoa nunca mais será mais a mesma em qualquer lugar. Essas pessoas ouvirão os sinos, elas entenderão de forma clara o significado daquele que disse: “Eu Sou a luz do mundo”; obedecerão ao Seu chamado e seguirão esse Caminho da luz”, comentou o diretor, acrescentando que o espetáculo teve inspiração no filme ’Os Miseráveis’, mas “dentro de um contexto bíblico, ou seja, de estarmos perdidos até ser encontrados por Deus”, frisou.

 

 

Ingressos limitados – Como haverá apenas três apresentações, em sessão única, com limite de 1.000 pessoas, os ingressos precisam sem adquiridos com antecipação na Livraria Sementes, localizada no Centro de Convenções Cidade Viva, no bairro Aeroclube, ou por meio do Sympla no link https://cidadeviva.org/evento/natal-de-todos-os-povos-espetaculo-a-vila. O valor será de R$ 20,00 (inteira) e de R$ 10,00 (meia).  O espetáculo tem duração de 90 minutos.

 

Autoria e direção do Espetáculo – A autoria do texto do espetáculo “A Vila” é das irmãs Eloísa Ramos e Layla Ramos, líderes e integrantes do Ministério de Louvor da Cidade Viva, com adaptação teatral pelo diretor Ícaro Rodrigues. A direção geral da 3ª edição do Natal de Todos os Povos da Cidade Viva levará mais uma vez a assinatura de Aldo Galdino, com quatro outros diretores de cena: Ícaro Rodrigues; Francisco Pontes; Tatiane Araújo e Amanda Caroline.

 

SERVIÇO

3ª edição do Natal de Todos os Povos da Cidade Viva

 

Espetáculo: “A Vila”

 

Dias: 20, 21 e 25 de dezembro

 

Horário: às 20h

 

Local: Centro de Convenções Cidade Viva, bairro Aeroclube

 

Valor de ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

 

Vendas: Livraria Sementes ou no Sympla https://cidadeviva.org/evento/natal-de-todos-os-povos-espetaculo-a-vila

Justiça Federal determina que responsáveis regularizem situação dos pacientes do Laureano

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A Justiça Federal acolheu pedidos do Ministério Publico Federal (MPF) na Paraíba e determinou que a Prefeitura de João Pessoa adquira diretamente medicamentos e insumos necessários à imediata regularização dos serviços do Hospital Napoleão Laureano (HNL), a partir do primeiro dia útil de 2020. A decisão foi dada na apreciação de pedido de tutela provisória de urgência feito pelo MPF para que os três entes federados, principalmente a União, garantam atendimento imediato a todos os pacientes que aguardam tratamento oncológico no HNL da capital.

De acordo com a determinação judicial, o Município de João Pessoa deve adotar todas as medidas necessárias para que os pacientes diagnosticados com câncer sejam atendidos dentro do prazo de 60 dias estabelecido na Lei nº 12.732/2012, garantida a continuidade do tratamento. Caso seja necessário, o atendimento deve ser realizado mediante a compra de fármacos e insumos ou recorrendo à contratualização emergencial de serviços ofertados pela iniciativa privada, a partir de 2 de janeiro de 2020 (primeiro dia útil do ano novo).

Ao examinar a questão, a juíza federal Cristina Garcez levou em consideração referência feita pelo MPF nos autos de que o Município de João Pessoa não está disponibilizando aos pacientes oncológicos o tratamento de forma contínua, inclusive quimioterapia, dentro dos padrões mínimos preconizados pela Política Nacional de Atenção Oncológica, “o que sujeita os doentes a enormes dificuldades no atendimento regular e tempestivo, fazendo-lhes sobrevir, em alguns casos, inclusive a morte. Lamentavelmente!”, considerou Garcez.

Ampliação da rede local – A Justiça também determinou que, no prazo de 45 dias, o Estado da Paraíba, através da Gestão Estadual do SUS, realize estudos para ampliação da rede local de atendimento em oncologia. Para tanto, acolheu o argumento do MPF de que existe uma concentração excessiva de serviços em hospital filantrópico, quando a legislação exige que o atendimento no SUS seja predominantemente público e apenas complementado pelo setor privado.

Ressarcimento ao município – Ainda conforme a decisão, a União deve ressarcir ao Município de João Pessoa o que este efetivamente empregar na aquisição de fármacos e insumos, tanto para regularizar o atendimento do Hospital Napoleão Laureano, como para cumprir a lei dos 60 dias, nos mesmos moldes das transferências diretas fundo a fundo, em complementação aos recursos disponibilizados mensalmente.

Auditoria – A União também deverá realizar auditoria no HNL (requisitada pelo MPF, desde dezembro de 2018) e pronunciar-se sobre pedido do Estado da Paraíba para elevação do teto financeiro de média e alta complexidade para oncologia, o qual foi encaminhado ao Ministério da Saúde desde abril de 2019. O hospital alega que esse teto limitaria o número de pacientes a serem atendidos mensalmente na Paraíba, em desacordo com a realidade da demanda.

Orientação aos pacientes – O MPF orienta os pacientes que não tiverem o atendimento iniciado nos 60 dias previstos pela legislação ou tiveram o tratamento interrompido no Hospital Laureano, que busquem a Secretaria Municipal de Saúde e/ou Ouvidoria do município e relatem a situação para que o município lhes dê o atendimento nos termos da decisão judicial.

Investigação do caso – As causas que levaram à crise de insuficiência de recursos do Hospital Laureano para comprar medicamentos estão sendo apuradas pelo Ministério Público Federal e pela Promotoria das Fundações do Ministério Público Estadual, por meio de uma comissão criada com a participação dos conselhos regionais de Medicina, Contabilidade e Administração. O MPF e o MPPB aguardam relatório da comissão para tomarem as providências cabíveis.

Ajuste de conduta – Em setembro de 2019, foi firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em que o representante do Hospital Napoleão Laureano se comprometeu a aplicar, exclusivamente para a compra de medicamentos e pagamento aos fornecedores, os novos recursos de transferências voluntárias decorrentes de convênios firmados e/ou que venham a ser firmados com o Estado da Paraíba e seus municípios. O Ministério Público está acompanhando essa situação administrativa do hospital.

Ministério Público diz ter suspeita fortíssima que Ricardo Coutinho tenha uma “botija” com fortuna escondida

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TSE pede pauta para julgar AIJE que pode cassar mandato do governador Ricardo Coutinho

Se não bastasse receber uma mesada em cerca de R$ 300 mil vinda de propinas de recursos desviados da Saúde no estado, o ex-governador Ricardo Coutinho está sendo investigado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), de que tenha uma verdadeira fortuna escondida ou enterrada.

O Ministério Público disse ter suspeitas fortíssimas de que Ricardo Coutinho tenha essa fortuna em algum lugar escondido.

Os procuradores cogitam, inclusive, que Coutinho tenha enterrado ao menos uma parte da grana, na tentativa de ocultá-la e não ser alçado à mesma prateleira da história de Geddel Vieira Lima. Com informações do Blog do Lauro Jardim