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UPAs Cruz das Armas e Valentina testam casos suspeitos de covid-19 com quadro moderado ou grave

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As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Augusto Almeida Filho, localizada no bairro de Cruz das Armas, e a Célio Pires de Sá, no bairro do Valentina, estão atendendo exclusivamente pacientes considerados como casos suspeitos da Covid-19, com síndrome gripal e sintomas como febre, dispnéia (cansaço respiratório) e dor de garganta.

Segundo Najara Rodrigues, diretora-geral da UPA do Valentina, apenas se o paciente ficar em observação e apresentar um quadro suspeito moderado ou grave, será submetido ao teste para detecção da Covid-19. “O paciente deve procurar as UPAs de Cruz das Armas ou do Valentina se apresentar sintomas de febre, tosse, dispneia, dor de garganta ou possível dor de cabeça”, orientou.

Nessas duas unidades estarão sendo atendidos exclusivamente adultos residentes em João Pessoa. Já a referência para atendimento infantil é o Hospital Municipal do Valentina. As unidades localizadas nos bairros dos Bancários (UPA-E Dr. Lindbergh Farias) e em Manaíra (UPA Oceania) continuam atendendo normalmente casos de outras doenças.

De acordo com o secretário de Saúde de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio, a medida visa fortalecer a biossegurança dos profissionais e pacientes e, dessa forma, evitar infecções cruzadas dentro do serviço. “Com essa medida, reforçamos nossa rede de combate ao novo coronavírus e ajudamos na proteção dos pacientes e dos nossos profissionais que vão cuidar exclusivamente de um tipo de infecção”, explica.

Central de Orientação – Antes de procurar qualquer Unidade de Pronto Atendimento, a recomendação é ligar para a Central de Orientação para prevenção ao coronavírus por meio do telefone 3218-9214, na qual médicos estão de plantão, prestando esclarecimentos à população que apresentar os sintomas e síndromes gripais. O serviço funciona 24h.

Encaminhamentos – Os casos atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192) e Corpo de Bombeiros (193) passarão a ser encaminhados para o Hospital São Luiz, em Jaguaribe, que dispõe de 40 leitos para tratar de casos considerados moderados da Covid-19, fruto de uma parceria com a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP).

Força-tarefa da Prefeitura de João Pessoa higieniza Centro, Bessa, Bancários e Cruz das Armas

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A força-tarefa composta por diversas secretarias da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) realizou serviços de limpeza, higienização e pulverização nesta quarta-feira (15) no Centro Histórico da Capital e nas Unidades de Saúde da Família (USF) do Bessa e dos Bancários. A medida preventiva para combater a proliferação do novo coronavírus se estende nesta quinta-feira (16) com ações previstas para a Avenida Cruz das Armas e Mercado de Cruz das Armas.

No Centro Histórico as ações percorreram o Ponto de Cem Reis, Pavilhão do Chá, Praça do Bispo, Praça João Pessoa, além de pontos de ônibus, casas lotéricas, bancos, calçadas, ruas e avenidas. Já as Unidades de Saúde da Família do Bessa e dos Bancários receberam ações tantos nas áreas internas quanto externas, para oferecer mais segurança à população que precisa dos serviços.

“Essa ação faz parte de uma série de medidas adotadas pela Prefeitura de João Pessoa para conter a proliferação do coronavírus na nossa cidade”, afirmou Edízio Peixoto, da chefia de Gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb). “Já percorremos mais de 70 espaços ou equipamentos públicos, além de cemitérios, ruas, praças e avenidas da cidade e vamos continuar com ação enquanto for necessário”, concluiu.

Ainda de acordo com Edízio Peixoto, na Avenida Cruz das Armas, a ação desta quinta-feira (16) irá se concentrar nos pontos de maior circulação de pessoas, como estabelecimentos comerciais e paradas de ônibus. Já no mercado, os profissionais, que atuam com máscaras e vestimentas adequadas para o manuseio dos produtos de higienização, farão o trabalho em toda área de comércio e no entorno.

Força-tarefa – A ação de limpeza, higienização e desinfecção já passou por mais de 70 equipamentos de saúde e espaços públicos da Capital desde o início das ações de prevenção ao novo coronavírus. É composta pelas Secretarias de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), de Saúde (SMS), do Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses (CVAZ), Defesa Civil, Vigilância Sanitária e a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

Campanha Nota Cidadã amplia forma de pagamento aos ganhadores dos prêmios

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Devido à adoção de medidas econômicas temporárias e emergenciais para o combate aos efeitos da Covid-19, o Governo da Paraíba ampliou a forma de pagamento aos ganhadores dos prêmios da campanha Nota Cidadã.  Por meio do Decreto nº 40.177, publicado no Diário Oficial do Estado, o governador João Azevêdo autorizou o pagamento do prêmio aos ganhadores também por meio de crédito em sua conta corrente bancária.

Até então, o pagamento era realizado apenas por cheque nominal, de forma presencial, na Loteria Estadual da Paraíba (Lotep), em João Pessoa, ou nas unidades de repartições fiscais no interior do Estado. Agora, com o novo decreto, os 21 ganhadores deste mês de abril podem também optar em receber a premiação em dinheiro por transferência bancária (veja a lista abaixo com os nomes).

Como as repartições públicas do Estado estão fechadas, devido às medidas de isolamento social para evitar a disseminação da Covid-19, a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e a Lotep esclarecem sobre como será o procedimento do pagamento dos prêmios.  Além do contato pela Lotep, inicialmente, com todos os ganhadores, eles também podem entrar em contato com a Lotep com os seguintes canais de comunicação: por e-mail ([email protected]), pelo WhatsApp (83) 8133-5949, ou por mensagem no direct do Instagram @lotep.pb.

Para receber os prêmios, os ganhadores vão precisar encaminhar, via, e-mail da Lotep, os seguintes documentos para abertura do processo de pagamento: documento oficial de identidade com foto; o comprovante de residência e dados da Conta Corrente bancária.

Como concorrer aos 21 prêmios – Para concorrer aos 21 prêmios mensais que totalizam R$ 60 mil em dinheiro, o cidadão precisa fazer, antes de tudo, um cadastro único no portal digital do governo no link https://portaldacidadania.pb.gov.br/Login/Cadastrar . O cadastro solicita apenas o nome completo; número do CPF; data de nascimento; e-mail e a criação de uma senha. Além do cadastro, o cidadão deve exigir a inclusão do CPF nas compras do comércio local como supermercados, farmácias, padarias e postos de combustíveis que são serviços essenciais e continuam abertos.

LISTA DE GANHADORES DO 4º PRÊMIO DA NOTA CIDADÃ EM 8 DE ABRIL 2020

NOME DO GANHADOR  VALOR DO PRÊMIO
Josué Pereira Marques                        R$ 2.000,00
Nelson Alves da Nóbrega Júnior                        R$ 2.000,00
Elton Jhon Mota da Cunha                        R$ 2.000,00
Thais de Oliveira Silva                        R$ 2.000,00
Andre Ildo da Silva Alves                        R$ 2.000,00
Bruno Germoglio Calisto                        R$ 2.000,00
Inácio Bento de Morais Junior                        R$ 2.000,00
Samuel Coelho de Lemos                        R$ 2.000,00
José Luciano Silva                       R$ 2.000,00
Douglas dos Anjos Rodrigues                        R$ 2.000,00
Moravia Cristina Santos Sousa                         R$ 2.000,00
Thiago Neves da Silva                         R$ 2.000,00
Ismênia Araújo Silva                         R$ 2.000,00
Erica Andrade de Souza                         R$ 2.000,00
Ivânia Silva de Araújo                         R$ 2.000,00
Lucas Pereira do Amaral                          R$ 2.000,00
Jean Carlos Freire de Araújo                          R$ 2.000,00
Maria da Penha Silva de Melo                         R$ 2.000,00
Sérgio Marinho dos Santos                          R$ 2.000,00
Eberton Araújo Carvalho Leite                          R$ 2.000,00
Petrônio Hugo Baltazar Camelo de Souza                          R$ 20.000,00

 

ALPB aprova uso do Fundo de Combate à Pobreza durante pandemia

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, em sessão remota nesta quarta-feira (15), o projeto de lei 1.581/2020, de autoria do deputado estadual Wilson Filho (PTB), que autoriza o uso do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza no Estado da Paraíba (Funcep-PB) para combater epidemias no Estado. O PL altera o artigo 1º da Lei nº 7.611/2004, que institui o Funcep-PB, para adequá-la ao momento de pandemia do coronavírus, que está atingindo o Brasil e o mundo.

A matéria foi apresentada pelo parlamentar em caráter de urgência urgentíssima e teve como relator especial o deputado Tião Gomes, que deu parecer favorável. Depois de ampla discussão, foi aprovada pelo colegiado de deputados.

A Lei do Funcep-PB tem objetivo de viabilizar aos paraibanos o acesso a níveis dignos de subsistência, com a aplicação de recursos em ações suplementares de nutrição, habitação, educação, saúde, saneamento básico, reforço de renda familiar e outros programas de relevante interesse social, voltados para a melhoria da qualidade de vida. E, agora, com o acréscimo da emenda à lei, será utilizado nos casos de epidemias.

“É um complemento financeiro importantíssimo para o combate ao novo coronavírus, que vem se mostrando o maior desafio deste século, até então, para a humanidade. Recursos do fundo poderão ser usados pelo Executivo para a compra de equipamentos para o front da Saúde, bem como para a implantação de políticas que amenizem o impacto financeiro da pandemia na população paraibana”, afirmou

Obrigações sanitárias

Outro projeto de lei aprovado em caráter de urgência urgentíssima foi o de nº 1.608/20, de autoria do deputado Anísio Maia e Taciano Diniz, dispondo que, em caso de ocorrência de epidemias, devidamente reconhecida pela autoridade competente, as empresas privadas que oferecem serviços essenciais, estabelecidas no Estado da Paraíba, passam a ter obrigações sanitárias e higiênicas perante seus empregados, clientes, usuários e frequentadores. O projeto foi aprovado por maioria de votos e o deputado Jeová Campos pediu para subscrever a matéria.

De acordo com o texto do projeto de lei, em ocorrências de epidemias, todas as empresas enquadradas como essenciais “devem se responsabilizar pela garantia da aplicação das recomendações das autoridades sanitárias no interior do seu estabelecimento, sendo obrigadas a instalar e distribuir equipamentos e produtos de higiene para garantir a saúde dos seus empregados e frequentadores”.

Pessoas com deficiência

Os parlamentares aprovaram, por unanimidade, o projeto de lei nº 1.616/2020, da deputada Cida Ramos, determinando que todas as informações oficiais, veiculadas em campanhas do Governo do Estado nos meios de comunicação, sejam acessíveis às pessoas com deficiência, observando os recursos de linguagem em braile, libras, áudio-descrição e legendas.

“O nosso intuito é garantir que todos tenham acesso às informações oficiais, por meio das diversas ferramentas que a tecnologia oferece,  por entender que as campanhas pelos meios de comunicação são de extrema relevância, inclusive para a sobrevivência humana, como nos casos de endemia, epidemia ou pandemia”, afirmou Cida Ramos.

Calamidade Pública

Os deputados também aprovaram o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 04/2020, que trata do Estado de Calamidade para 40 municípios, devido a pandemia provocada pela Covid-19. Além das 164 cidades, cujos decretos foram apreciados na sessão anterior, outros 40 municípios apresentaram a solicitação junto a Assembleia Legislativa.

“O decreto de calamidade trás bônus e ônus para a administração pública municipal. Protege a gestão pública de algumas amarras administrativas, legais e jurídicas, mas tem o ônus de obrigar os prefeitos a agirem dando à população de seu município as condições necessárias para que ela possa vencer as dificuldades inerentes ao coronavírus”, alertou o presidente Adriano Galdino.

Por fim, Galdino afirmou que “a Assembleia não está dando um cheque em branco aos prefeitos, mas sim meios de enfrentar a crise”. “Os desvios de finalidade e abusos são passíveis de fiscalização e punição pelas Câmaras Municipais e órgãos controladores, configurando assim crimes de responsabilidade, improbidade administrativa, condutas vedadas e abuso de poder político e econômico, se realizados com viés eleitoral”, observou.

OPERAÇÃO XEQUE-MATE: Justiça renova por mais 120 dias afastamento de vereadores denunciados em Cabedelo

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O juiz Henrique Jorge Jácome de Figueiredo, da 1ª Vara da Comarca de Cabedelo, atendeu pedido do Ministério Público estadual e renovou por mais 120 dias o afastamento dos vereadores Benone Bernardo da Silva, Jonas Pequeno dos Santos, Janderson Bizerril de Brito e Josimar de Lima Silva, devendo a ordem ser comunicada à Presidência da Câmara Municipal de Cabedelo para os devidos fins. Os vereadores foram denunciados no bojo da Operação Xeque-Mate por terem recebido propina em troca de apoio ao então prefeito Wellington Viana.

“Embora estabelecido novo prazo de 120 dias, o simples decurso não implicará em revogação automática da medida, que será objeto de nova apreciação judicial, devidamente motivada, após oitiva das partes, em regular contraditório”, esclareceu o juiz Henrique Jácome na decisão proferida no processo nº 0002002-26.2019.815.0731.

O magistrado negou o pedido de reconsideração que foi apresentado pelas defesas dos vereadores Benone Bernardo e Jonas Pequeno. No pedido, alegaram que a decisão de suspensão do exercício das funções públicas decorreu de declarações inverídicas de Wellington Viana, que imputou aos mesmos o recebimento de valores de propina durante o pleito de 2016, com o intuito de formar grupo parlamentar para a defesa dos interesses do empresário Roberto Santiago, comprovados através de notas promissórias que seriam imprestáveis para fins comprobatórios. Sustentaram, ainda, que os fatos narrados na denúncia se amoldam ao crime de falsidade ideológica eleitoral (Caixa 2). Por tais razões, requereram a remessa dos autos à Justiça Eleitoral.

No tocante à alegada competência da Justiça Eleitoral, o juiz Henrique Jácome destacou que os crimes pelos quais os requerentes foram incursos (corrupção passiva em concurso de pessoas) não se relacionam a nenhuma das elementares de crime eleitoral. “Ainda que na descrição do injusto penal comum haja alusão ou referência a ambiente eleitoral ou a eleições ou a qualquer aspecto eleitoral, isso, por si só, não significa que haja crime eleitoral, tampouco que exista conexão com delito eleitoral”, enfatizou.

O magistrado concluiu que as argumentações trazidas pelos requerentes não se mostram suficientes para a revogação da medida de afastamento do exercício da função parlamentar.

Da decisão cabe recurso.

CCJ da Câmara de João Pessoa realiza primeira reunião remota com votação de matérias

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A Comissão de Constituição, Justiça, Redação e Legislação Participativa (CCJ) da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) realizou, na manhã desta quarta-feira (15), a primeira reunião deliberativa de forma remota por meio de plataforma virtual utilizada pelo Senado Federal. Durante a reunião, foram apreciadas 19 matérias e duas tiveram pedido de vista para melhor apreciação dos parlamentares.

A reunião foi viabilizada pelo Núcleo de Tecnologia de Informação (NTI), que forneceu suporte essencial aos vereadores e servidores do setor de comissões para a realização do trabalho virtual. A votação foi transmitida pela TV, Rádio e Portal da CMJP, assim como pelas Redes Sociais da Casa, como forma de promover a transparência pública das ações do colegiado.

O presidente da CCJ, vereador Thiago Lucena (PRTB), agradeceu o esforço do presidente da Casa, João Corujinha (Progressistas), assim como dos membros da comissão e dos servidores da CMJP que tornaram possível a iniciativa pioneira. “Tivemos aqui uma boa experiência. Que nós continuemos a fazer nosso trabalho de forma remota enquanto essa pandemia nos impossibilite de fazermos nosso trabalho de forma presencial”, afirmou Thiago Lucena ressaltando que está disponível para ajudar outras comissões a também se reunir de forma remota.

Parabenizo Vossa Excelência Thiago Lucena pelo pioneirismo em realizar a primeira votação remota da Câmara. Em virtude das circunstâncias, essa iniciativa da instituição que tem mais de 70 anos é motivo de congratulações. Agimos assim de maneira proativa para que as atividades não sejam paralisadas em meio à pandemia que estamos vivendo”, parabenizou Bruno Farias (Cidadania).

Os vereadores Leo Bezerra (Cidadania), Dinho (Avante) e Milanez Neto (PV) parabenizaram a iniciativa e servidores responsáveis. “Não poderia deixar de registrar o esforço de Sônia Novaes do setor de comissões, Rodrigo Paulo Neto da diretoria legislativa e Pablo Rocha do NTI, em nome dos servidores que nos apoiam e tornaram essa reunião remota possível”, agradeceu.

Avaliação

Thiago Lucena afirmou que vai avaliar as dificuldades encontradas durante esta reunião para aprimorar o sistema de reunião e votação remotas a fim de estabelecer um meio célere, eficaz e seguro de trabalho e deliberação de matérias legislativas.

Votação

Durante a votação, foram apreciados quatro Vetos do Executivo Municipal; um Projeto de Lei Complementar (PLC); 11 Projetos de Lei Ordinária (PLO); e três Projetos de Decretos Legislativos (PDL). Dois PLOs tiveram pedidos de vista para melhor apreciação dos parlamentares.

Dentre os PLOs com pareceres favoráveis aprovados, destacam-se: o 1730/2020, de autoria do Executivo Municipal, que altera a modalidade de aplicação em natureza da despesa consignada no orçamento da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob); o 1490/2019, de autoria do vereador Tibério Limeira (Cidadania), que dispõe sobre a criação do Programa Municipal de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde no Município; e o 1501/2019, de autoria do vereador Leo Bezerra, que dispõe sobre a criação e implantação do Programa “Escola Sustentável”, na rede escolar da Capital.

Assista à reunião desta quarta-feira (15) na íntegra pelo YouTube, no canal da TV Câmara JP ou clicando aqui.

Sistema de Deliberação Remota

Na última quinta-feira (9), a CMJP publicou no Semanário Oficial nº 157 Ato da Mesa Diretora que instituiu o Sistema de Deliberação Remota (SDR) como forma de discussão e votação de matérias em ambiente virtual, por meio de solução tecnológica que dispense a presença dos parlamentares em Plenário. O SDR tem como objetivo assegurar o funcionamento deliberativo do Poder Legislativo em situações excepcionais, como convulsão social, pandemia, calamidade pública e situações de guerra.

DA REDUÇÃO DAS MENSALIDADES ESCOLARES EM TEMPOS DA COVID-19 – Leia o artigo do advogado Davi Tavares Viana

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Critérios objetivos e razoabilidade. Estas são as palavras que precisam servir de fundamento e orientação para a construção de soluções no que tange à questão referente à possibilidade ou não de redução das mensalidades escolares.

Este arrazoado não possui contornos acadêmicos, longe disso. Até porque existe uma discussão mais aprofundada acerca dos reflexos de uma pandemia nas relações contratuais. Pretende-se apenas lançar luzes ou princípios norteadores para o complexo quadro que se apresenta.

De início, é preciso rejeitar a adoção de porcentagens aleatórias, como aquela de 20% sugerida pelo Projeto de Lei n. 1.587/2020 da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, uma vez que desprovido de qualquer critério objetivo. Além do mais, o referido projeto de lei parte da premissa de que todos os setores da economia foram afetados de maneira idêntica, quando isso não é verdade. Os servidores públicos em nada foram afetados economicamente, assim como algumas atividades privadas como farmácias, supermercados, etc. Atitudes dessa natureza, além de serem desprovidas de argumentação lógica e científica, apenas prejudicam e confundem a comunicação.

Em regra e de maneira sucinta, o preço de uma mensalidade escolar tem como fundamento o custo suportado pela empresa acrescido da necessidade de um capital de giro e de sua margem de lucro. Debate mais prolongado e diferenciado diz respeito às escolas que tem o lucro como meio e não fim da atividade econômica, como acontece com as escolas que são geridas por fundações.

Logo, a adoção radical de critérios subjetivos para redução da mensalidade escolar além de trazer consequências danosas e irreversíveis à empresa, também acarreta terríveis consequências sociais. Imaginemos a repercussão que a recuperação judicial de uma escola traria para a sociedade, para os pais, para as crianças, para os donos das escolas e seus colaboradores, em resumo, para toda a coletividade.

Por outro lado, sem embargo da discussão doutrinária acerca da causa excludente da responsabilidade civil, contratual ou extracontratual em virtude de caso fortuito e força maior (art. 393 do Código Civil) e de sua aplicação nas relações contratuais de consumo, resta razoável no contexto que se apresenta que as mensalidades escolares, em primeiro plano, absorvam a diminuição dos gastos, que deverão ser apurados caso a caso.

Com efeito, as escolas precisam ao máximo envidar esforços para redução de custos com a locação de prédio, financiamentos, etc. Toda essa dinâmica precisa ter em vista os efeitos econômicos deletérios que a COVID-19 e os atos governamentais estão gerando na realidade fática dos pais, ora consumidores, a exemplo de demissões e reduções salariais. Entretanto, é de suma importância que estes efeitos deletérios econômicos não sejam presumidos, como já se disse, eis que existem setores, públicos e privados, que não estão sendo afetados com a referida pandemia.

Longe de trazer uma solução definitiva para a hipótese em discussão, as partes envolvidas precisam, antes de mais nada, ponderar e sopesar a globalidade dos interesses envolvidos com diálogo respeitoso, boa-fé, transparência e bom senso. Tudo isso com o objetivo de encontrar soluções, acima de tudo, fundamentadas em critérios razoáveis, objetivos, científicos e racionais.

(Davi Tavares Viana
É advogado do escritório Joás de Brito Pereira Adv. Associados, especialista e mestre em Direito)

Em nota, entidades reforçam papel do jornalismo na luta contra coronavírus e defendem sustentação de empregos na comunicação paraibana

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Entidades representativas de profissionais e de empresas de Comunicação na Paraíba emitiram nota conjunta, nesta quarta-feira (15), manifestando reforçando o papel do jornalismo na luta contra o coronavírus e ressaltando a preocupação com o cenário econômico que atinge o País, provocando instabilidade aos empreendimentos do setor e ameaçando empregos de centenas de profissionais.

Assinam a nota a Associação Paraibana de Imprensa (API), o Sindicato dos Radialistas da Paraíba, a Associação de Mídia Digital (Amidi-PB), Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap-PB) e o Sindicato das Agências de Propaganda-PB (Sinapro-PB).

Confira a nota na íntegra.

NOTA
NA LUTA CONTRA O CORONAVÍRUS, PAPEL DO JORNALISMO É INDISPENSÁVEL E COMUNICAÇÃO PRECISA SE MANTER DE PÉ COM EMPREGOS

O Coronavírus atingiu todos os segmentos com maior ou menor intensidade cabendo a cada um dimensionar os efeitos. Também afetada diretamente pela crise, as empresas de comunicação mantêm o papel responsável e intransferível do tratamento e veiculação das informações apuradas à sociedade.

Diante desse momento de desafio, integrantes da cadeia produtiva da comunicação paraibana se une para manifestar a sua preocupação com a instabilidade econômica do País, que também atinge diretamente essa importante indústria produtora de conteúdo geradora de conhecimento, entretenimento e formação cidadã.  

 
Emissoras de rádio, de TV, portais, sites, agências de publicidade, de marketing digital, produtoras de áudio-visual, assessorias de imprensa, entre outros negócios da área, são geradoras de centenas de empregos diretos e indiretos na Paraíba. São elas que garantem a subsistência de famílias de um grande universo de profissionais que envolve repórteres, apresentadores, colunistas, produtores, editores, sonoplastas, iluminadores, cinegrafistas, publicitários, mídias, designers, fotógrafos.

Sem falar dos diversos outros segmentos profissionais que são contemplados com o funcionamento desses empreendimentos, que vão de recepcionista, recursos humanos, vigilantes, advogados, fonoaudiólogos, contadores, eletricistas, informática, programadores, atendimento, vendedores, técnicos, engenheiros, entre tantos outros.

A Comunicação não é uma peça isolada em si, mas parte mais visível de uma grande engrenagem presente na economia do dia a dia e que merece e reivindica igual atenção a que tem sido dispensada, com justiça, às demais categorias profissionais.

Desse modo, as entidades, abaixo discriminadas, compromissadas com o direito à informação, consagrado na nossa Constituição Federal, com a democratização dos meios, e defensoras da importância dos veículos de comunicação como fortalecedoras da democracia na sociedade, perfilam-se também na defesa da auto sustentação dos veículos e sobrevivência dos seus agentes e trabalhadores.

Ressaltamos que se faz urgente invocar como indispensável a manutenção dos investimentos privados e públicos na cadeia produtiva do jornalismo e da comunicação (rádios, TVs, portais, sites, agências de publicidade, marketing digital, produtoras de áudio-visual, assessorias de imprensa, entre outros), principalmente no tocante aos organismos públicos, estes com a tarefa ainda mais coletiva de manter em evidência serviços essenciais e campanhas de conscientização.

O contrário disso significa, na prática, insensibilidade e a desidratação letal de uma estrutura composta por homens e mulheres, trabalhadores e trabalhadoras, que – por dever de ofício e convicção cidadã – tem se arriscado e se feito parceiro indispensável na guerra contra essa terrível pandemia que ameaça saúde, empregos e renda.

Associação Paraibana de Imprensa (API)
Sindicato dos Radialistas da Paraíba
Associação de Mídia Digital (Amidi-PB)
Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap-PB)
Sindicato das Agências de Propaganda-PB (Sinapro-PB)

Deputados aprovam decreto de calamidade para Campina Grande e mais 40 cidades; confira lista

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, nesta quarta-feira (15), um decreto legislativo que homologou os decretos de calamidade pública em mais 41 cidades. Na semana passada, a situação já havia sido reconhecida em 164 municípios.

Dentre as cidades contempladas, esta Campina Grande, segundo maior município do estado.

O presidente da ALPB, Adriano Galdino (PSB), reforçou que o decreto só garante aos gestores a flexibilização em ações contra o coronavírus. “O decreto só dá proteção ao gestor para ações que vão combater o coronavírus. Qualquer outra ação, como a compra de livros, está passível de improbidade administrativa porque cometeu um crime”, ressaltou.

Com o decreto, decorrente de desastres (naturais ou provocados) e que causam danos graves à comunidade, inclusive ameaçando a vida da população, o estado ou município afetado também pode ficar dispensado de realizar licitação em obras e serviços enquanto durar a calamidade e a população atingida pode sacar parte do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Confira a lista de cidades:
Alagoa Nova
Alcantil
Algodão de Jandaíra
Alhandra
Amparo
Aparecida
Areia de Baraúnas
Bananeiras
Boqueirão
Borborema
Cachoeira dos Índios
Campina Grande
Damião
Ibiara
Itaporanga
Itapororoca
Juarez Távora
Junco do Seridó
Lastro
Logradouro
Lucena
Manaíra
Mari
Mataraca
Mato Grosso
Mogeiro
Natuba
Patos
Pedro Régis
Prata
Riachão
Santa Helena
São João do Cariri
São João do Rio do Peixe
São Vicente do Seridó
Serra da Raiz
Serra Grande
Tacima
Teixeira
Tenório
Triunfo

PRF apreende 1 kg de crack e 1,5 kg cocaína durante ocorrências

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba prendeu ontem, terça-feira (14), em ocorrências e locais diferentes, quatro homens e uma mulher transportando drogas. As prisões ocorreram no sertão do estado, em João Pessoa e Bayeux.

Durante fiscalização realizada no final da manhã de ontem (14) na Unidade Operacional da PRF em São Mamede, km 310 da BR 230, foi abordado um táxi com dois ocupantes. Durante fiscalização ao interior do veículo foi localizada uma sacola utilizada para realizar entrega de alimentos pedidos através de um aplicativo de delivery de refeições. Ao examinar o conteúdo da sacola que pertencia ao passageiro foi localizado um tablete com 1 kg de substância análoga a cocaína. O passageiro do veículo, um jovem de 19 anos, confessou que a droga foi adquirida por ele em Campina Grande e que teria como destino a cidade de Patos. O homem foi detido e deverá responder por tráfico de drogas. O motorista do táxi não tinha ligações como o crime e foi liberado.

Já em João Pessoa, os policiais abordaram um veículo VW Gol em fiscalização de rotina na BR 101, km 88, na noite dessa terça-feira. Quando os policiais se aproximaram do veículo já parado observaram que havia um casal em seu interior e solicitaram que os ocupantes descessem do automóvel. Neste momento perceberam um forte cheiro possivelmente de drogas vindo do interior do veículo. O casal entrou em contradições diversas vezes quando foram perguntados sobre o roteiro da viagem. Após fiscalização minuciosa no interior do veículo, foi encontrado na bolsa da mulher de 39 anos um pacote contendo 1 kg de crack. Com o condutor, um homem de 39 anos, foi localizado R$779,00. Ambos confessaram que foram contratados por um presidiário de Recife para pegar a droga em Natal e levar para a capital Pernambucana. O casal foi detido, conduzido a Polícia Civil e deverá responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Em Bayeux, também na noite de ontem, os policiais abordaram uma Saveiro na BR 101, km 84. No interior do veículo haviam dois homens. Durante a fiscalização os homens apresentaram grande nervosismo e não sabiam explicar de onde estavam vindo. Após uma fiscalização minuciosa no veículo, foi encontrado aproximadamente 500 gramas de cocaína escondida no compartimento do motor. Os homens, um de 25 e outro de 26 anos, foram detidos e deverão responder por tráfico de drogas.