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Chuvas caídas nas últimas 24h em João Pessoa já somam 100 milímetros

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Previsão é de chuva no Litoral Paraibano até o próximo domingo

Choveu 102 milímetros nas últimas 24 horas em João Pessoa, de acordo com o coordenador da Defesa Civil do município, Noé Estrela. Só na madrugada, que considera as últimas seis horas até as 6h desta sexta-feira (15), choveu 44 milímetros, mais do que o que foi registrado na quinta-feira (14), quase 30 milímetros.

Conforme a Defesa Civil, o bairro com maior precipitação foi o de Tambauzinho, seguido do bairro de Manaíra, com 92,6 milímetros e, em terceiro, o bairro do Alitplano, com uma precipitação aproximada de 68 milímetros.

Ainda na noite da quinta-feira (14), uma árvore caiu no bairro São José, de acordo com Noé Estrela, mas o problema foi resolvido ainda ontem. Nesta sexta-feira (15), as equipes devem retornar ao local para completar a retirar dos galhos.

Além disso, uma árvore também caiu na Avenida Pedro II, mas antes do dia amanhecer o Corpo de Bombeiros cortou parte da árvore pra desinterditar a pista e até as 6h15 a pista estava liberada.

A previsão do tempo, para esta sexta-feira, é de que o tempo permaneça instável e favorável à ocorrência de chuvas isoladas, de acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa).

OPERAÇÃO CALVÁRIO: Coutinho volta a ser denunciado e MP pede devolução de R$ 900 mil e outras penas; veja

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O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) foi alvo nesta quinta-feira (14) de nova denúncia do Ministério Público da Paraíba (MPPB). Ele é apontado em investigação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) como “mentor intelectual” do episódio de entrega de propina usando caixas de vinho, revelado pela Operação Calvário. O caso trata do recebimento de valores próximos de R$ 900 mil, em 2018, a título de propinas pagas pela Cruz Vermelha Brasileira filial Rio Grande do Sul. O episódio teria ocorrido em agosto daquele ano, no Rio de Janeiro.

A defesa do ex-governador disse que até o início da manhã não tinham tido acesso à denúncia. “Ainda não tomamos conhecimento do conteúdo da denúncia”, explicou Eduardo Cavalcanti.

A denúncia contra o ex-governador foi protocolada no Tribunal de Justiça e será analisada pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida, relator da Calvário. Na denúncia, o Gaeco pede a condenação de Ricardo Coutinho pela inflação de pelo menos dois dispositivos do Código Penal e ainda a devolução dos R$ 900 mil. As denúncias trazem em seu conjunto probatório gravações feitas pelo ex-comandante da Cruz Vermelha, Daniel Gomes da Silva, e ainda as revelações feitas por Livânia Farias, Leandro Nunes e Michelle Lozada.

No memorial descritivo, a ex-secretária de Administração do Estado, Livânia Farias, aparece como a agenciadora do recebimento do dinheiro. Leandro Nunes, então assessor da pasta comandada por Livânia, foi ao Rio de Janeiro, em 2018, para o recebimento de R$ 900 mil a título de propinas sob o conhecimento do ex-governador. O dinheiro foi entregue em um hotel, no Rio de Janeiro, por Michelle Lozada Cardoso, então secretária de Daniel Gomes.

A investigação aponta que o ex-governador tinha conhecimento e até cobrava o pagamento das propinas. Confira trecho de conversa na qual Ricardo, de acordo com o Ministério Público, faz cobranças a Daniel pelo pagamento de propinas:

Ricardo: Me diz uma coisa, aquela contribuição tá sendo repassado?

Daniel: Eu tô… se não me falha a memória, com 800 em aberto com Livânia…

Ricardo: Tá em aberto?

Daniel: Em aberto 800, mas ela sabe direitinho… tô com a planilha… eu tô repassando pingado… eu só pedi pra ela segurar um pouquinho …

Ricardo: Tá repassando… ah, é … em qual o mês, o último?

Daniel: O último foi R$ 120 mil em agosto, no início de agosto, eu tenho planilha de tudo isso, se o senhor quiser viu? Eu… eu tenho salvo na minha pendrivre… eu tenho salvo também…

Ricardo: Teve nenhuma despesa nossa, né? Não precisa tá… nunca teve acesso…

Daniel: Não, é… O nosso total é 360 por mês…

Ricardo: É…

Daniel: E eu tô em aberto com 800… Na realidade… porque a gente… na realidade governador… teve uma parte … não sei se o senhor lembra, né? Que a gente antecipou da campanha…

Ricardo: É!

Daniel: Que acabou em maio desse ano… então o que teria… de junho, julho, agosto… o campo… mês competência, né? Junho que é pago em julho, julho que é pago em agosto… aí eu … mesmo … mesmo não… ainda tando na competência… aí fui mandando algumas coisinhas, que já tava em João Pessoa, pra não ter que levar isso pra outro local, eu já fiquei adiantando pra ela… o último que teve foi 120… eu posso depois lhe mandar…

A origem do dinheiro no episódio do Rio de Janeiro é descrita também na denúncia. Ela é fruto das propinas pagas por fornecedores e coletadas por Daniel Gomes, mandatário da Cruz Vermelha. O destino da maior parte do dinheiro teria sido o pagamento de dívidas de campanha do pleito de 2018. O material probatório fala ainda do recebimento de “mesada” de R$ 350 mil mensais, acertada por Livânia, e cujo gasto era coordenado pelo ex-governador, que, de acordo com as denúncias, não aparecia diretamente nas operações. Para isso, eram envolvidos auxiliares do governo.

O ex- governador já foi alvo de outras denúncias relacionadas à Operação Calvário. Ele é apontado no esquema como o chefe de uma suposta organização criminosa que teria atuado na Paraíba entre 2011 e 2018. Neste período, teria conseguido montar e manter um esquema de poder sustentado pelo recebimento de propinas pagas por fornecedores do estado. Os recursos teriam sido usados para o financiamento de campanhas e para o enriquecimento ilícito dos supostos membros da organização.

A relação de Ricardo Coutinho com Daniel Gomes, da Cruz Vermelha, é relatada na investigação como uma construção iniciada em 2010, época da campanha eleitoral. Na ano, fazendo uso do nome do tio, o empresário doou R$ 300 mil para a campanha e depois remeteu mais R$ 200 mil para o grupo. O dinheiro teria sido doado, de acordo com o Ministério Público, para a pavimentação do esquema criminoso que teria começado a produzir seus efeitos a partir de 2011.

A Cruz Vermelha Brasileira foi credenciada para comandar inicialmente o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena. Depois, através do uso do Ipcep, o grupo comandado por Daniel Gomes conseguiu também o comando dos hospitais Metropolitano Dom José Maria Pires e o Regional de Mamanguape. A operação Calvário investiga o suposto desvio de R$ 134,2 milhões dos cofres públicos ao longo de oito anos.

A apuração diz que os esquemas de desvios de dinheiro na gestão de Ricardo Coutinho foram iniciados ainda durante o período do seu comando na prefeitura de João Pessoa. “Cumpre frisar que, embora o foco inicial da investigação tenha se centrado nos fatos ligados a chegada de Daniel Gomes à Paraı́ba, nos idos de 2011, tem-se que ela desvelou, juntamente com as colaborações processuais firmadas, que este denunciado já havia começado a formatação e a estruturação da sobredita ORCRIM (que hipertrofiaria mais tarde) no âmbito da Prefeitura Municipal de João Pessoa, como se notou nas apurações relativas aos casos ‘cuia’, ‘jampa digital’, ‘do gari da Emlur’ e ‘dos livros'”, relata a denúncia.

 

G1 Paraíba 

Polícia desarticula trio suspeito de arrombar lojas com carro em marcha à ré na Capital

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A Polícia Militar deteve três suspeitos, na madrugada desta sexta-feira (15), que vinham praticando arrombamentos em lojas da Capital. O trio foi interceptado no bairro de Mangabeira, quando tentava atacar uma loja de joias, usando um carro em marcha à ré contra a porta do estabelecimento.

O crime foi frustrado por uma equipe do 5º Batalhão, que fazia rondas na avenida Josefa Taveira e flagrou os suspeitos no veículo, na frente da loja. Eles tinham acabado de danificar a porta usando o carro. Os suspeitos – um de 22 anos e dois de 17 anos, cada – foram imediatamente rendidos e estavam com um revólver no veículo.

Eles estariam envolvidos também em outros arrombamentos a estabelecimentos comerciais praticados nas últimas semanas, inclusive a uma perfumaria, quando também teriam usado um carro em marcha à ré no crime.

O veículo usado pelo trio tinha sido furtado em Mangabeira, no fim da noite dessa quinta (14). Os suspeitos foram levados com o veículo e a arma para a Central de Flagrantes, no Geisel. O adulto já tinha três passagens pela polícia por roubo.

PMJP fecha 50 estabelecimentos e notifica 145 em 12 dias de força-tarefa

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A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) chegou ao número de 50 estabelecimentos fechados, além de 145 notificações e 34 autuações. Este é o balanço dos 12 dias de força-tarefa envolvendo diversas secretarias municipais na fiscalização do cumprimento dos decretos que determinam medidas de isolamento social. Nesta quinta-feira (14), as equipes estiveram nos bairros da Penha e Portal do Sol e fecharam mais um estabelecimento e notificaram 11 para se adequarem às medidas de prevenção ao novo coronavírus.

A força-tarefa iniciou no domingo (3), logo após o novo decreto publicado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa. A ação já passou por diversos bairros, como Manaíra, Mangabeira, Torre, Geisel, Cruz das Armas, Tambaú, Bessa, Jardim Veneza, Bairro das Indústrias, Vieira Diniz, Alto do Mateus e Centro. O trabalho é realizado pelas secretarias de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), Planejamento (Seplan), Mobilidade Urbana (Semob), Segurança Urbana e Cidadania (Semusb), Vigilância Sanitária, Procon-JP e Procuradoria-Geral do Município (Progem).

“Nossas equipes estão nas ruas todos os dias para fiscalizar se os estabelecimentos estão cumprindo as medidas de isolamento social, como higienização dos locais de exposição dos produtos, controle do fluxo de clientes, uso de máscaras por clientes e funcionários, dentre outras medidas”, afirmou a secretária do Procon-JP, Maristela Viana.

Na ação desta quinta-feira, as equipes estiveram em 10 peixarias, além de supermercados e padarias. “A maioria dos estabelecimentos estava cumprindo bem as normas do decreto, no entanto, precisamos notificar para que o controle de fluxo seja feito de forma correta. Importante ressaltar que essa operação vai continuar e que precisamos da conscientização dos comerciantes e da população”, ressaltou Maristela Viana.

Praças e feiras livres – Já as praças e feiras livres, que também estão inseridos no decreto assinado pelo prefeito Luciano Cartaxo, que determina o fechamento temporário e acesso aos espaços públicos, continuam sendo fiscalizados de forma permanente pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) e Guarda Municipal.

Nesta quinta-feira (14), aconteceram fiscalizações em mais de 15 locais. Dentre eles, o Mercado Central e os mercados de Mangabeira e Oitizeiro, além da feira do Grotão. “As feiras livres também estão proibidas desde o último decreto. Então, estamos no entorno dos mercados com ações educativas e também apreendendo bancas e mercadorias para as pessoas que insistem em descumprir a lei”, disse Edísio Peixoto, chefe de gabinete da Sedurb.

De acordo com o cronograma de rota da Sedurb, foram visitadas nesta quinta-feira (14) a Praça Soares Madruga, no Valentina; Praça do Geisel, entorno do ginásio O Ronaldão; Praça Lauro Wanderley, Funcionários I; Mangueira, no Alto do Mateus; Praça da Família, em Mangabeira; Praça da Juventude, no Bairro das Indústrias; Praça do Caju, no Bessa; Praça do José Américo; Parque Parahyba I e II e Vila Olímpica.

Decreto – A publicação estabelece o funcionamento dos serviços essenciais e determina uma série de recomendações a outros tipos de serviço, como bancos, lotéricas e supermercados. No Semanário Oficial estão disponíveis todas as normas do decreto municipal. Acesse: http://www.joaopessoa.pb.gov.br/portal/wp-content/uploads/2020/05/2020_Edi%C3%A7%C3%A3o_Especial_01-05.pdf.

MPT firma acordo com Governo do Estado para garantir contratação urgente de médicos

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O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) e o Governo do Estado da Paraíba firmaram um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para garantir a contratação urgente de médicos para atuação no enfrentamento à pandemia da Covid-19. O acordo foi firmado em audiência realizada por videoconferência na última segunda-feira (11) entre o procurador do Trabalho Eduardo Varandas Araruna e o procurador-geral do Estado, Fábio Andrade de Medeiros.

De acordo com o documento assinado, o Governo do Estado se compromete em não fazer contratação de pessoa individual como pessoa jurídica para não desvirtuar relações de trabalho entre a administração direta e profissionais autônomos. O TAC tem validade de 120 dias, podendo ser prorrogado a critério do MPT ou do Governo do Estado.

“O MPT vem acompanhando, há mais de década, a ‘via crucis’ da saúde pública do Estado, tendo advertido o poder público diversas vezes de que o mais recomendado seria fazer concurso. Agora, com milhares vidas ceifadas e outras tantas ameaçadas, não há tempo para fazer concurso. É preciso proteger a vida humana diante desse caos”, afirmou o procurador do Trabalho Eduardo Varandas.

“Em situação de emergência, colossal excepcionalidade e iminência de lesão irreparável à saúde humana, sobrepõe-se o direito à vida. Por isso, o MPT concedeu ao Estado da Paraíba a alternativa de contratar cooperativas médicas para suprir lacunas de mão de obra médica no serviço público por 120 dias exclusivamente contados a partir do dia 11 de maio de 2020”, acrescentou Varandas.

A fiscalização do termo de ajuste será feita diretamente pelo MPT ou por meio da Superintendência Regional do Trabalho (SRT). Caso haja descumprimento, a multa a ser paga pelo Governo do Estado é de R$ 10 mil por trabalhador prejudicado.

De acordo com o procurador-geral do Estado, os novos editais para contratação de médicos por excepcional interesse público serão de acordo com as sugestões do MPT, do Sindicato dos Médicos (Simed) e da Associação Médica, indicadas na audiência ocorrida no último dia 07 de maio.

Entenda o caso

Antes da pandemia do novo coronavírus, o MPT na Paraíba já tinha procedimento investigatório aberto, porque o Estado da Paraíba havia proposto aos médicos a contratação por meio de pessoa jurídica. Em audiência com o procurador do Trabalho, o secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, acolheu a determinação do MPT e não houve contratação ilegal. Todavia, na semana passada, descumprindo o acordado em audiência extrajudicial, foi aberto pelo Estado edital para contratação de médicos por meio de pessoas jurídicas.

Para o procurador Eduardo Varandas, “a contratação de médicos, como se fossem pessoas jurídicas, é ‘ato fraudulento’, acarretando sonegação previdenciária e precarizando a mão de obra médica”.

Recentemente, dois editais do Estado para contratação de médicos não tiveram a adesão esperada. Diante da situação e, entendendo que a preservação da vida é prioridade, o MPT concedeu ao Estado, excepcionalmente, a alternativa de cooperativas médicas para suprir as lacunas dessa mão de obra no serviço público por 120 dias.

>DENUNCIE

O MPT está à disposição da sociedade para receber denúncias. Para denunciar violações trabalhistas, inclusive relacionadas ao não cumprimento das recomendações feitas pelo MPT a empresas, gestores públicos e órgãos, podem ser feitas 24 horas, no endereço eletrônico http://www.prt13.mpt.mp.br/servicos/denuncias ou pelo aplicativo MPT Pardal, disponível para sistemas Android e IOS.

Novo boletim aponta número recorde de casos confirmados do coronavírus na Paraíba; João Pessoa lidera lista

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A Paraíba tem 3.361 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta quinta-feira (14). O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 160 no estado desde o início da pandemia. Cento e vinte cidades da Paraíba já têm casos registrados.

Foram registradas mais 3 mortes em decorrência do coronavírus desde o último boletim:

  • Mulher de 82 anos, hipertensa, diabética e asmática, residente em João Pessoa.
  • Homem de 79 hipertenso e diabético, residente em Caaporã.
  • Homem de 57 anos, diabético, residente em Santa Rita.

Boletim do coronavírus na Paraíba

  • 3.361 casos confirmados
  • 160 mortes
  • 4.233 casos descartados
  • 731 recuperados

Casos de coronavírus na PB estão distribuídos em 125 municípios

  1. 1.451 em João Pessoa,
  2. 271 em Santa Rita,
  3. 174 em Patos,
  4. 164 em Cabedelo,
  5. 160 em Campina Grande,
  6. 120 em Guarabira,
  7. 97 em Sapé,
  8. 85 em Caaporã,
  9. 76 em Bayeux,
  10. 53 em Sousa,
  11. 50 em Alhandra,
  12. 42 em Mari,
  13. 38 em Pedras de Fogo,
  14. 27 em Cajazeiras,
  15. 26 em Conde,
  16. 25 em Cruz do Espírito Santo,
  17. 23 em Lucena,
  18. 19 em Taperoá,
  19. 16 em Itabaiana,
  20. 16 em Pitimbu,
  21. 15 em Juazeirinho,
  22. 15 em Rio Tinto,
  23. 14 em Condado,
  24. 14 em Juripiranga,
  25. 14 em em Pilar,
  26. 13 em Mamanguape,
  27. 12 em Itapororoca,
  28. 11 em Alagoinha,
  29. 11 em Remígio,
  30. 10 em Alagoa Grande,
  31. 10 em Congo,
  32. 10 em São Bento,
  33. 9 em Monteiro,
  34. 8 em Areia,
  35. 8 em Bananeiras,
  36. 8 em Coremas,
  37. 8 em Lagoa Seca,
  38. 7 em Baia da Traição,
  39. 7 em Caiçara,
  40. 7 em Pilõezinhos,
  41. 7 em São Sebastião de Lagoa de Roça,
  42. 7 em Solânea,
  43. 7 em Umbuzeiro,
  44. 6 em Araçagi (6),
  45. 6 em Esperança,
  46. 6 em Gurinhém,
  47. 6 em Pirpirituba,
  48. 6 em Pombal,
  49. 6 em Queimadas,
  50. 6 em São João do Rio do Peixe,
  51. 6 em São Miguel de Taipu,
  52. 5 em Aroeiras,
  53. 5 em Cuitegi,
  54. 5 em Piancó,
  55. 5 em Riachão do Bacamarte,
  56. 4 em Barra de Santana,
  57. 4 em Belém,
  58. 4 em Capim,
  59. 4 em Itatuba,
  60. 4 em Marizópolis,
  61. 4 em Massaranduba,
  62. 4 em Santa Luzia,
  63. 4 em São José do Sabugi,
  64. 4 em Serra da Raíz,
  65. 3 em Coxixola,
  66. 3 em Imaculada,
  67. 3 em Junco do Seridó,
  68. 3 em Mulungu,
  69. 3 em Princesa Isabel,
  70. 3 em Sobrado,
  71. 2 em Alagoa Nova,
  72. 2 em Boqueirão,
  73. 2 em Gado Bravo,
  74. 2 em Itaporanga,
  75. 2 em Jacaraú,
  76. 2 em Lagoa de Dentro,
  77. 2 em Malta,
  78. 2 em Riacho dos Cavalos,
  79. 2 em São José de Espinharas,
  80. 2 em São José de Piranhas,
  81. 2 em São José do Bonfim,
  82. 2 em São José dos Ramos,
  83. 2 em Salgado de São Felix,
  84. 2 em Serra Branca,
  85. 2 em Serra Redonda,
  86. 2 em Sertãozinho,
  87. 2 em Soledade,
  88. 2 em Tacima,
  89. 2 em Uiraúna,
  90. 1 em Areial,
  91. 1 em Barra de São Miguel,
  92. 1 em Bom Jesus,
  93. 1 em Borborema,
  94. 1 em Brejo do Cruz,
  95. 1 em Cajazeirinhas,
  96. 1 em Casserengue,
  97. 1 em Catingueira,
  98. 1 em Conceição,
  99. 1 em Cuité,
  100. 1 em Cuité de Mamanguape,
  101. 1 em Curral de Cima,
  102. 1 em Duas Estradas,
  103. 1 em garacy,
  104. 1 em Ingá ,
  105. 1 em Joca Claudino,
  106. 1 em Juarez Távora,
  107. 1 em Mataraca,
  108. 1 em Matinhas,
  109. 1 em Matureia ,
  110. 1 em Mogeiro,
  111. 1 em Natuba,
  112. 1 em Nova Floresta,
  113. 1 em Nova Olinda,
  114. 1 em Olho D´Água,
  115. 1 em Picuí,
  116. 1 em Pilões,
  117. 1 em Pocinhos,
  118. 1 em Puxinanã,
  119. 1 em Quixaba,
  120. 1 em Riachão do Poço,
  121. 1 em Santa Helena,
  122. 1 em Santa Terezinha,
  123. 1 em Serraria,
  124. 1 em Teixeira e
  125. 1 em Vista Serrana.

João Pessoa tem 1.368 casos confirmados de Covid-19 com Mangabeira liderando o ranking; veja os demais bairros

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A cidade de João Pessoa tem, até esta quinta-feira (14), 1.368 casos confirmados de Covid-19 com registro em 58 bairros. É o que mostra o ‘´Painel Covid-19’ criado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) com o objetivo de facilitar e garantir o acesso a informações sobre o novo Coronavírus em João Pessoa. O bairro de Mangabeira, maior e mais populoso da Capital, continua liderando a lista com mais moradores infectados (96), seguido de Manaíra (85) e Cristo Redentor (68).

O ‘Painel Covid-19’ também mostra que João Pessoa conta com 4.018 casos prováveis, 856 descartados e 663 recuperados. Os números detalham ainda que 279 pessoas estão hospitalizadas por Covid-19, sendo 129 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) também contabiliza 54 óbitos por Coronavírus. Todos os dados são atualizados diariamente na plataforma web que pode ser acessada por qualquer cidadão gratuitamente pelo link: https://experience.arcgis.com/experience/d76ba516389d4e83b9a778d266cac5c1/.

Painel Covid-19 – A plataforma foi desenvolvida pela TecGeo e fornecida sem ônus para PMJP. Os dados são da Esri, empresa americana desenvolvedora do ArcGIS. Através da plataforma é possível acompanhar o número de casos de contágio e mortes provocadas pela doença, mapa das internações, casos graves, moderados, bairros e casos notificados por faixa etária e sexo.

O modelo web segue o mesmo formato do painel online da prestigiada Universidade Johns Hopkins, instituição americana de ensino que se tornou uma referência durante a pandemia, principalmente pela agilidade da atualização dos dados.

Boletim do Coronavírus em João Pessoa (14.05):

Casos confirmados (1.368)

Casos por bairros (Residentes em João Pessoa):

Mangabeira (96)
Manaíra (85)
Cristo Redentor (68)
Valentina Figueiredo (56)
Cruz das Armas (51)
Gramame (49)
Altiplano (42)
Bairro dos Estados (40)
José Américo (37)
Bancários (36)
Tambaú (35)
Aeroclube (34)
Ernesto Geisel (34)
Oitizeiro (33)
Bairro das Indústrias (32)
Jardim Oceania (32)
Mandacaru (32)
Miramar (32)
Torre (32)
Bessa (31)
Funcionários (31)
Jardim Cidade Universitária (28)
Centro (26)
Cabo Branco (24)
João Paulo II (22)
Portal do Sol (22)
Treze de Maio (21)
Brisamar (20)
Tambauzinho (19)
Jaguaribe (19)
Castelo Branco (18)
Varjão (17)
Expedicionários (14)
Alto do Mateus (14)
Alto do Céu (14)
Ernani Sátiro (14)
Bairro dos Ipês (13)
Roger (13)
Ilha do Bispo (12)
Pedro Gondim (11)
Paratibe (11)
Jardim Veneza (10)
Padre Zé (9)
Costa e Silva (9)
Cuiá (8)
Planalto da Boa Esperança (8)
Água Fria (6)
João Agripino (5)
Tambiá (5)
Varadouro (5)
Trincheiras (5)
Muçumagro (5)
Jardim São Paulo (4)
São José (3)
Cidade dos Colibris (2)
Grotão (2)
Anatólia (1)
Distrito Industrial (1)

Ex-diretor do Detran de CG tem pena redimensionada pelos crimes de assédio e importunação sexual

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Ao dar provimento parcial ao recurso do Ministério Público estadual, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba redimensionou a pena aplicada a Hugo Fonseca Aragão, ex-diretor administrativo do Detran de Campina Grande, que passou de 10 meses e oito meses de detenção para nove anos e 24 dias de reclusão, a ser cumprida no regime inicial fechado, e de dois anos e quatro meses de detenção, no regime inicial aberto, pelos crimes de assédio sexual e de importunação sexual. A decisão foi proferida no julgamento da Apelação Criminal nº 0039393-12.2017.815.0011, que teve a relatoria do desembargador Ricardo Vital de Almeida.

Consta dos autos que Hugo Fonseca, prevalecendo-se da condição de superior hierárquico, no caso, de diretor administrativo do Detran, na cidade de Campina Grande, passou, primeiramente, a assediar sexualmente funcionárias do órgão, seguindo com práticas de atos libidinosos, entre eles, beijos forçados, toques nas partes íntimas das vítimas, exibição do seu órgão genital e, até, masturbação na frente de uma das ofendidas, todas essas condutas perpetradas no intuito de satisfazer sua lascívia. Com isso, ele foi denunciado pelos crimes de assédio sexual (artigo 216-A do Código Penal) e de estupro (artigo 213 do CP).

Na Primeira Instância, o réu foi condenado pelos crimes de assédio sexual, tendo sido desclassificado o delito de estupro para o de ato obsceno (artigo 233 do CP). O Ministério Público recorreu contra a desclassificação do crime de estupro para o de ato obsceno, enquanto a defesa negou a autoria delitiva, fundamentando que a decisão condenatória se baseou precipuamente na palavra das vítimas.

No julgamento do caso, o relator acolheu em parte a insurgência do MP, readequando as condutas para o crime de importunação sexual (Art. 215-A do CP). “Com efeito, a conduta do acusado, conforme relatado pelas vítimas, consistentes em beijos forçados, passar mãos nas partes íntimas, exibição do seu órgão genital e, até, masturbação na frente de uma das ofendidas, no intuito de satisfação da sua lascívia, não mais caracteriza o crime de estupro, como pretende o Representante do Ministério Público, mas sim o novo tipo penal de importunação sexual”, pontuou Ricardo Vital.

O desembargador explicou que o delito de assédio sexual visa preservar a liberdade sexual no ambiente de trabalho, possibilitando o desenvolvimento de atividades laborais sem constrangimentos, tendo como núcleo do tipo a conduta de constranger, o qual se caracteriza com o ato de molestar, perturbar, intimidar a pessoa com o propósito de alcançar vantagem ou favorecimento sexual. “Não se exige, pois, o emprego de violência ou de grave ameaça, devendo-se atentar para a vulnerabilidade psicológica das ofendidas, por serem todas portadoras de necessidades especiais. O motivador da atuação criminosa em questão é justamente a incapacidade
de as subalternas reagir ao ato de assédio, tendo o agente percepção da dificuldade de repelir a importunação a que foram submetidas”, destacou.

Já quanto a tese defensiva de absolvição do réu, ante a fragilidade da prova acusatória, o relator disse que a materialidade e autoria delitivas restaram patenteadas pelos autos do Inquérito Policial e, principalmente, pelas declarações prestadas pelas vítimas, devidamente corroboradas por duas testemunhas. “Como se tratam de crimes contra a dignidade sexual, a jurisprudência considera que a declaração prestada pelas vítimas possui grande credibilidade e alto valor probatório, devido à sua natureza clandestina, porquanto a maioria dos delitos dessa natureza são cometidos na surdina, sem testemunhas presenciais”, ressaltou Ricardo Vital.

Da decisão cabe recurso.

Irmão de Tião gomes, o ex-prefeito de Areia é condenado por improbidade administrativa; veja decisão

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Por ter efetuado o repasse do duodécimo da Câmara de Vereadores em desacordo com as disposições da lei orçamentária, o ex-prefeito do Município de Areia, Paulo Gomes Pereira, foi condenado pela prática de Improbidade Administrativa. Na sentença, foram aplicadas as seguintes sanções: proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos e pagamento de multa civil equivalente a três vezes o valor da remuneração percebida como Prefeito à época dos fatos.

Na Ação Civil Pública por ato de Improbidade Administrativa nº 0000597-97.2016.815.0071, o Ministério Público estadual relata que a Câmara de Vereadores vinha recebendo seu duodécimo em desacordo com as disposições da lei orçamentária, uma vez que o promovido estava repassando o valor, que importava em R$ 109.950,89, a menor, ou seja, R$ 19.951,12 a menos do que efetivamente deveria repassar. Diante disso, a Câmara Municipal de Areia ingressou com Mandado de Segurança c/c pedido liminar para que o Poder Judiciário determinasse o bloqueio imediato do valor remanescente do mês de janeiro/20l6, de R$19.951,12, além do bloqueio online, todo dia 20 de cada mês, na importância de R$ 109.950,89.

Além disso, a Justiça determinou que o então prefeito fosse oficiado para não mais atrasar o repasse do duodécimo à Câmara Municipal, no montante de R$ 109.950,89, a ser efetuado até o dia 20 de cada mês, sob pena de bloqueio de ativos financeiros. Ocorre que o mesmo apenas realizou o repasse do duodécimo referente ao mês de janeiro/2016, não transferindo integralmente o valor referente ao mês de fevereiro, que deveria ter sido repassado até o dia 20, desobedecendo assim a ordem judicial.

“É patente que a forma de repasse utilizada pelo réu, na qualidade de Prefeito do Município de Areia, desatende ao disposto na Constituição Federal de 1988, vez que em valor inferior ao fixado na Lei Orçamentária Anual, afigurando-se, portanto, irregular e ilegal”, destacou na sentença o juiz Jailson Shizue Suassuna. O processo foi julgado durante o Mutirão da Meta 4, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no âmbito do Judiciário estadual.

Da decisão cabe recurso.

Lei aprovada pela Assembleia que garante informações a familiares de infectados por Covid-19 repercute nacionalmente

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), foi destaque nacional em reportagem exibida na tarde desta quinta-feira (14) pelo Jornal Hoje, da Rede Globo. Isso por causa da lei 11.685/20, de autoria da deputada Cida Ramos, que obriga os hospitais paraibanos a fornecerem informações diariamente às famílias de pacientes com Covid-19.

A lei, que foi sancionada pelo Governo da Paraíba e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) da última terça-feira (12), determina que hospitais públicos, privados ou de campanha, ao receberem pacientes que sejam internados em leitos, centros de tratamento intensivo (CTI) ou unidade de tratamento intensivo (UTI) deverão, obrigatoriamente, preencher no momento da entrada no centro médico, formulário que contenha dados de, ao menos, 1 (um) familiar ou pessoa próxima, para que receba informações acerca da situação clínica do paciente.

De acordo com a deputada Cida Ramos, a iniciativa busca humanizar o processo de informação neste momento de isolamento social. “Nosso intuito é permitir que os familiares tenham acesso a informação da situação clínica dos pacientes, de forma online, possibilitando o acompanhamento e a evolução do quadro clínico, bem como evitando que essas pessoas tenham acesso à informações imprecisas. A prestação desse serviço deverá ocorrer diariamente, sob a supervisão de assistentes sociais,  acolhendo a família do paciente, nesse momento tão delicado”, destacou Cida Ramos.

A Lei 

Nos casos em que os pacientes sejam internados inconscientes ou não saibam informar um contato de familiar ou pessoa próxima, deverá ser realizada a busca ativa por assistente social da unidade. As informações serão enviadas, principalmente, via aplicativo de mensagem, em formato de áudio, possibilitando a recepção das comunicações por pessoas que tenham dificuldade com leitura.

Caso haja impossibilidade do envio por meio de aplicativo de mensagem, as mesmas devem ser enviadas por escrito ou via e-mail. Não sendo possível a comunicação via meio eletrônico, a mensagem deve ser passada por contato telefônico.