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Paraíba confirma 425 novos casos de Covid-19 e três mortes nas últimas 24 horas

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Reprodução: internet

Casos Confirmados: 136.029
Casos Descartados: 189.292
Óbitos confirmados: 3.166
Casos recuperados: 110.951

Nesta terça-feira, 10 de novembro, a Paraíba registrou 425 novos casos de Covid-19 e 06 óbitos confirmados desde a última atualização, 03 deles nas últimas 24h. Até o momento, 136.029 pessoas já contraíram a doença, 110.951 já se recuperaram e 3.166, infelizmente, faleceram. Até o momento, 431.367 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 39%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 49%. Em Campina Grande estão ocupados 20% dos leitos de UTI adulto e no sertão 64% dos leitos de UTI para adultos.

Os casos confirmados estão distribuídos por todos os 223 municípios paraibanos. A diferença de casos de ontem para hoje é de 425, nos quais 10 municípios concentram 285 casos, o que representa 67,05% dos casos em toda a Paraíba. São eles:

João Pessoa, com 176 novos casos, totalizando 33.676; Patos, com 20 casos novos, totalizando 5.005; Salgado de São Félix, com 20 novos casos, totalizando 337; Cabedelo, com 13 novos casos, totalizando 3.387; Cajazeiras, com 12 novos casos, totalizando 2.813; Pombal, com 11 novos casos, totalizando 769; Guarabira, com 10 novos casos, totalizando 769; Monteiro, com 10 novos casos, totalizando 1.042; Aparecida, com 07 novos casos, totalizando 360; Remígio, com 06 novos casos, totalizando 358;

*Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE) extraídos às 10h do dia 10/11, sujeitos a alteração por parte dos municípios. O sistema dos casos graves (Sivep Gripe) está indisponível, portanto, não foi possível atualizar os dados referentes aos casos hospitalizados.

Continuar Cuidando: Até o dia 09/11 foram entrevistados e testados 1.878 paraibanos, em residências distribuídas por 56 cidades.

Até hoje, 176 cidades registraram óbitos por Covid-19. Os 06 óbitos registrados nesta terça ocorreram em residentes de 04 municípios, entre 27 de outubro e 10 de novembro, 03 deles ocorridos nas últimas 24 horas. Os pacientes tinham idade entre 41 e 92 anos. Hipertensão foi a comorbidade mais frequente. Dos locais, dois ocorreram em hospitais privados e os demais em hospitais públicos.

Homem, 85 anos, residente em Campina Grande. Hipertenso, portador de doença respiratória e ex-tabagista. Início dos sintomas 24/10/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 10/11/2020.

Homem, 57 anos, residente em Cabedelo. Hipertenso e diabético. Início dos sintomas 05/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 09/11/2020.

Homem, 68 anos, residente em João Pessoa. Sem informação de comorbidade. Início dos sintomas 10/10/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 09/11/2020.

Homem, 79 anos, residente em João Pessoa. Cardiopata. Início dos sintomas 30/10/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 07/11/2020.

Homem, 92 anos, residente em João Pessoa. Hipertenso e diabético. Início dos sintomas 13/09/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 06/11/2020.

Mulher, 41 anos, residente em Pedras de Fogo. Sem comorbiade. Início dos sintomas 28/09/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 27/10/2020.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

Redação com assessoria

Veículos pegam fogo e quatro pessoas morrem carbonizadas na Paraíba

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Quatro pessoas morreram carbonizadas após um acidente automobilístico grave, na tarde desta terça-feira (10), na rodovia estadual que liga os municípios de Desterro e Teixeira, na Paraíba. As vítimas ainda não foram identificadas.

O acidente grave aconteceu após uma colisão frontal entre dois veículos que, em seguida, pegaram fogo na estrada que liga esses municípios. De acordo com informações, cada veículo tinha dois ocupantes, totalizando quatro mortes. Moradores da região tentaram ajudar apagando o fogo, mas não foi possível salvar as vítimas.

Equipes da Polícia Militar de Teixeira, do Corpo de Bombeiros de Patos estiveram trabalhando na região para socorrer vítimas e apagar o incêndio. Uma ambulância e viatura do Corpo de Bombeiros estiveram no local do acidente. As causas da colisão ainda não foram divulgadas.

TCE aprova licitações do Estado e Prefeitura de JP para compra de remédios e ônibus escolar

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TCE alerta mais duas prefeituras para cumprimento da Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO

A 2ª Câmara do Tribunal de Contas da Paraíba aprovou nesta terça-feira (10), procedimentos licitatórios da Prefeitura de João Pessoa, destinados à compra de seis ônibus escolares e insumos e remédios para tratamento da Covid 19. Aprovou,   também, licitação das secretarias de Estado da Educação e da Administração, referentes à aquisição de material pedagógico e medicamentos.

Após exame do processo 16551/20, relativo à aquisição dos veículos para transporte escolar, o colegiado votou pela regularidade da adesão, feita pela Secretaria da Educação e Cultura da Capital, à Ata de Registro de Preços nº09004/2020, vinculada a procedimento do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação.

Do Fundo Municipal de Saúde de João Pessoa foi julgado regular termo aditivo a contrato de compra, em caráter de urgência, de insumos e medicamentos para atender pacientes acometidos da Covid. O processo é o de nº 13689/20.

Pela regularidade, com ressalvas, foi o julgamento para a licitação, modalidade pregão presencial, analisada nos autos do processo 15702/18 e promovida pela Secretaria de Estado da Administração, objetivando a compra de medicamentos destinados a atender demanda a cargo da Secretaria Estadual da Saúde.

Regular com ressalvas foi ainda o julgamento do procedimento de inexigibilidade de licitação (processo 14056/16) destinando R$ 3,6 milhões para compra, pela Secretaria de Estado da Educação, de conjuntos educacionais seriados – ‘Projeto Mente Inovadora’. Com o objetivo de “implantação de metodologia sistematizada em aulas semanais, visando o desenvolvimento das habilidades cognitivas emocionais, sociais e éticas do estudante”.

Contas irregulares – A 2ª Câmara votou pela irregularidade da prestação de contas, exercício 2018, da Câmara dos Vereadores de Santana de Mangueira, com imputação de débito de R$ 3,1 mil ao então presidente, Renildo Rufino de Lima, em razão de pagamento não justificado de diárias a uma filha do gestor naquele exercício. E julgou também irregular a prestação de contas, ano 2018, do Fundo de Previdência Social dos Servidores do Município de Esperança.

Contas aprovadas – Foram julgadas regular, e regular com ressalvas, as prestações de contas das secretarias da Receita e da Habitação Social do Município de João Pessoa, respectivamente referentes aos exercícios de 2016 e 2014.

Homenagem à professora Livramento Bezerra – A Câmara aprovou moção de congratulações pelos 90 anos da professora Maria do Livramento Bezerra, reconhecida educadora paraibana que permanece em atividade e integra, desde 2002, o Conselho Técnico da Escola de Contas do TCE-PB. A propositura da homenagem, aprovada à unanimidade, foi do procurador Marcílio Toscano Franca Filho.

A sessão 3.012 do colegiado serviu ainda, ao exame de processos relativos denúncias e representações, recursos de reconsideração, além da verificação de cumprimento de determinações e decisões da Corte, a exemplo do fornecimento pelas prefeituras de informações atualizadas para o sistema GEO-PB, sobre obras em execução nos municípios.

O colegiado também analisou e votou dezenas de processos relativos a pedidos de aposentadorias e pensões de servidores públicos e/ou dependentes, concedendo ao final os respectivos registros a maioria dos atos.

A sessão foi presidida pelo conselheiro André Carlo Torres Pontes, e contou com as presenças do conselheiro Antônio Gomes Vieira Filho, do conselheiro em exercício Antônio Cláudio Silva Santos , e também do procurador Marcílio Franca, atuando pelo Ministério Público de Contas.

Parcelamento do 13º salário dos servidores é mais uma notícia falsa contra o Governo

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Servidores estaduais recebem salários de fevereiro nestas terça e quarta

O Governo do Estado desmentiu, nesta terça-feira (10), notícias falsas dando conta que o pagamento do 13º salário dos servidores públicos estaduais seria dividido em cinco parcelas. Vale lembrar que a primeira parcela do décimo terceiro salário para aposentados, pensionistas e reformados foi paga de forma antecipada no mês de junho, enquanto os servidores da ativa receberam no mês de agosto.

O Governo do Estado informa que, até o momento, o governador João Azevêdo não anunciou a data nem a forma de pagamento da outra parcela restante do 13º salário dos servidores estaduais. Ressalta que, apesar da crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus, a gestão estadual tem assegurado o pagamento do funcionalismo público dentro do mês trabalhado.

Anvisa mantém suspensão de testes da CoronaVac no país

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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu manter a suspensão dos testes de estudo clínico da vacina CoronaVac. A suspensão ocorreu por causa de um “evento adverso grave” ocorrido.

De acordo com o presidente da agência reguladora, Antonio Barra, a decisão foi tomada pela área técnica da Anvisa a partir de informações encaminhadas ao órgão pelo Instituto Butantan, laboratório que conduz os estudos no Brasil. Ainda não há previsão de retomada dos testes.

As informações foram recebidas e analisadas pela gerência-geral de medicamentos da Anvisa, responsável por acompanhar os testes. Em coletiva de imprensa realizada hoje (10) sobre o assunto, Barra disse que a agência seguiu o que está previsto nos protocolos de Boas Práticas Clínicas para este tipo de procedimento.

“Quando temos eventos adversos não esperados, aqueles que no primeiro momento não conseguimos estabelecer uma correlação, a sequência de eventos é uma só: a interrupção do estudo”, disse Barra. “O protocolo manda que seja feita a interrupção do teste e se nós não o fazemos, a responsabilidade obviamente é nossa diante da repetição desse mesmo evento”, afirmou Barra.

A defesa foi acompanhada pela diretora da Anvisa, Alessandra Bastos, que justificou a decisão da agência dizendo que até ontem (9), a única informação de que a agência dispunha era que um evento adverso grave não esperado havia ocorrido, o que, segundo o protocolo, determinava a suspensão.

“Todos nós aqui queremos ter a saúde resguardada e quando estamos falando de uma vacina para o enfrentamento de uma doença nova não há, de fato, a menor possibilidade de dúvida. Quando a informação não nos da segurança para seguir, isso [a suspensão] é previsto em protocolos internacionais”, afirmou Alessandra.

Durante a coletiva, o gerente-geral de medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes, reconheceu que as informações sobre o evento foram encaminhadas pelo Butantan, mas que não foram recebidas pela agência em razão do ataque hacker ocorrido na semana passada, que atingiu diversos órgãos, entre eles o Ministério da Saúde.

Mendes disse que após o ocorrido, foi acionado um plano de contingência e as informações foram recebidas no dia 9, no final da tarde. “Não poderíamos cometer o risco de que mais voluntários fossem vacinados sob o risco de que mais voluntários pudessem ter eventos adversos semelhantes. Usamos o princípio da precaução que parte do pressuposto de que, na dúvida, não podemos arriscar”, justificou.

Questionado sobre informações noticiadas por diferentes veículos de comunicação de que o evento adverso grave foi um óbito, por suicídio, não tendo ligação portanto com a vacina, Barra disse que a Anvisa não recebeu a informação por canais oficiais.

Segundo ele, as informações vão ser analisadas por um comitê independente de especialistas que darão um parecer sobre a continuidade dos testes. Somente a partir daí a Anvisa vai decidir sobre a retomada dos procedimentos.

“Diante do evento adverso grave, o comitê independente tem que atuar. Então a informação tem que vir daquele canal, os demais canais por mais que tenham informações relevantes, eles não são o comitê independente”, disse.

Butantan

Em outra coletiva de imprensa sobre o assunto, em São Paulo, na manhã de hoje, o Instituto Butantan afirmou que o evento foi reportado detalhadamente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no último dia 6. O voluntário teria recebido a dose no dia 29 de outubro, 25 dias antes do evento adverso acontecer. Por causa do ataque hacker, no entanto, a Anvisa só recebeu as informações ontem.

Apesar de ter se referido ao evento como um óbito na noite de ontem, hoje o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, não confirmou a morte do voluntário. Ele garantiu que o evento ocorreu mais de três semanas depois da aplicação da dose e que efeitos adversos relacionados são esperados em até sete dias.

O Butantan também reforçou que ainda não se sabe se o voluntário, que era paciente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, tomou a vacina ou o placebo (uma substância que não apresenta interação ou efeito no organismo).

Covas ressaltou que, por conta do sigilo, de aspectos éticos e de respeito à família do voluntário, não é possível divulgar dados do paciente. “Não podemos dar detalhes porque isso envolve sigilo e nos impede de dar as características do voluntário. O que afirmo é que esses dados estão todos com a Anvisa. A conclusão do relatório é exatamente isso: o efeito adverso grave foi analisado e não tem relação com a vacina”.

Covas ressaltou, que os dados foram enviados à Anvisa dentro dos protocolos determinados pela agência reguladora e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), com todas as informações exigidas para o esclarecimento e para evitar a necessidade de paralisação do estudo. Ele criticou a suspensão anunciada pela Anvisa sem a realização de uma reunião prévia para mais esclarecimentos, o que foi feito na manhã de hoje de forma virtual.

“Eu fiquei sabendo disso pela imprensa ontem à noite. Nem eu nem os responsáveis pelo estudo recebemos nenhum telefone da Anvisa anteriormente. Ontem o Butantan recebeu um e-mail às 20h40 para comunicar da reunião para tratar do assunto, mas anunciava ao mesmo tempo a suspensão do estudo. Vinte minutos depois essa notícia estava em rede nacional”, disse.

Segundo Covas, o anúncio da suspensão dos estudos clínicos foi precoce e não há motivo para a interrupção. “Aqueles que estão participando, que continuem tranquilos. A reação não tem relação com o que eles receberam, eles não terão nenhum tipo de efeito adverso, isso eu afianço a eles. Aqueles que estavam na fila para receber, por favor, continuem, mantenham-se fiéis à vontade que vocês têm de ajudar o país, de ajudar esse desenvolvimento. A presença de vocês no estudo é fundamental. Nós precisamos concluir esse estudo agora mais rapidamente do que nunca”, pediu.

Ortotrauma de Mangabeira é segundo melhor entre 47 hospitais do País em projeto do Ministério da Saúde

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O Complexo Hospitalar de Mangabeira Governador Tarcísio de Miranda Burity (Ortotrauma) é o segundo melhor entre os 47 hospitais do País acompanhados pelo projeto Lean nas Emergências, do Ministério da Saúde, na apresentação de indicadores de redução de superlotação nas urgências. O resultado foi conhecido nesta terça-feira (10), durante mais um encontro do projeto, que tem a participação do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, promovendo consultoria junto à unidade hospitalar da Capital.

A parceria vem sendo realizada desde setembro, com duas reuniões quinzenais, no Ortotrauma, onde uma dupla de profissionais do Hospital Sírio-Libanês (um médico e um especialista de processos) realiza visitas para capacitar as equipes, com o objetivo de melhorar os processos, baseado em tempo e valor, além de implementar ações de acordo com as ferramentas da metodologia Lean.

O médico Ricardo Camelo, um dos profissionais do Sírio-Libanês que prestam consultoria no projeto, elogiou os resultados obtidos pelo Ortotrauma, destacando principalmente a forma com que o hospital vem otimizando a liberação de leitos hospitalares. “O que a gente tem discutido muito e realmente tem melhorado, pelo menos é o que os números mostram, é que esse giro de leitos aumentou e melhorou, e está ficando cada vez mais otimizado – daí os pacientes estão subindo com maior rapidez e a lotação tem diminuído no pronto socorro”, explicou.

Ricardo Camelo também ressaltou o envolvimento de todos os setores do Ortotrauma dentro do projeto. Embora o foco maior seja na porta de entrada, na urgência, o sucesso dele depende da participação do hospital como um todo. “Desde o primeiro dia até hoje, a gente percebe a melhora cada vez maior de todos os setores do Ortotrauma, seja na assistência, no suporte gerencial, os enfermeiros e médicos do pronto-socorro, até a direção, a hotelaria, farmácia, laboratório, todo mundo envolvido em prol de melhorar o hospital”.

A diretora-geral do Ortotrauma de Mangabeira, Ana Giovana Medeiros, que também vem participando das reuniões, disse que os indicadores positivos refletem uma nova fase do hospital. “É uma alegria muito grande estar compartilhando esse momento com todos os profissionais, porque isso é dedicação e avanço – não só na assistência e no cuidado, mas na reorganização de processos de trabalho de todo o hospital”, comemorou.

“Estamos chegando na fase final dessa consultoria, mas vamos seguir com as orientações do projeto Lean nas Emergências, porque é um processo que está refletindo no cuidado, na agilidade, e uma prova disso é que não tivemos mais superlotação na porta de urgência”, completou Ana Giovana Medeiros.

O próximo encontro do projeto Lean nas Emergências, com a participação dos profissionais do Ortotrauma de Mangabeira com a consultoria do Hospital Sírio-Libanês, vai acontecer no próximo dia 23. Essa será, também, a última do projeto, que envolve a implementação do Plano de Capacidade Plena (PCP), que é um plano de contingência, com normas que estabelecem os níveis de risco que o ambiente está correndo para desenvolver uma ação do hospital.

Nilvan apresenta as melhores propostas em debate e mostra que é o candidato mais preparado para a Prefeitura de João Pessoa

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Nilvan Ferreira (MDB) mostrou mais uma vez, durante debate radiofônico realizado nesta terça-feira (10), que é o candidato mais preparado para administrar a prefeitura de João Pessoa. Enquanto os demais candidatos partiam para ataques e acusações, Nilvan apresentou varias propostas que estão inseridas dentro do Plano de Gestão ‘João Pessoa – Capital das Pessoas’, que é composto por cinco eixos temáticos que abrangem saúde, educação, infraestrutura, desenvolvimento e políticas para o servidor público e foi desenvolvido por uma equipe técnica de diversas áreas, priorizando as demandas mais urgentes do município.

Nilvan falou sobre a criação do Banco da Retomada, uma linha de microcrédito que vai oferecer empréstimos de ate R$ 15 mil, com juros baixos, parcelas acessíveis de financiamento e tempo de carência, como forma de incentivar a retomada da economia no pós-pandemia. Ele ainda falou sobre a criação do programa Caça Empreendedores, que consiste em uma equipe formada por profissionais capacitados que irão buscar pessoas que queiram empreender nos bairros e dar o suporte necessário para abertura de novos negócios.

Em relação à politicas para a saúde, Nilvan reforçou a construção do Hospital do Idoso. A unidade será um Centro de Referencia no cuidado da saúde das pessoas da terceira idade, garantindo um atendimento específico para a pessoa idosa evitando assim as longas filas nos hospitais públicos do Sistema Único de Saúde (SUS). Para a execução desse projeto, o candidato pretende utilizar estruturas de hospitais que já existem, mas que foram fechados, como por exemplo o Hospital Treze de Maio.

Sobre infraestrutura, Nilvan destacou a implantação do Programa Última Rua, que tem como objetivo calçar todas as ruas de Joao Pessoa, destacando que a Capital paraibana tem mais de duas mil ruas sem pavimentação.

Nilvan concluiu o debate destacando que esse é o momento que a população tem para mudar a historia de Joao Pessoa, colocando à frente da gestão municipal um homem de origem humilde e que veio do povo. Por fim, ele reforçou que fugiu do baixo nível do debate e que construiu uma campanha propositiva, onde discutiu propostas e afirmou que sua gestão reunirá os melhores técnicos para fazer uma Joao Pessoa boa para todos.

Cecaf e Sebrae criam Galeria Rural para compra online de produtos da agricultura familiar

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A Central de Comercialização da Agricultura Familiar (Cecaf) – da Prefeitura Municipal de João Pessoa – e o Sebrae Paraíba criaram a Galeria Rural Marketplace para auxiliar pequenos produtores na venda online dos produtos. Ao acessar o site https://galeriarural.com.br/, o consumidor tem acesso a frutas, verduras, floricultura, laticínios, carnes, doces, salgados e panificados, entre outros produtos, que podem ser entregues em casa.

Para comprar, é necessário apenas fazer o cadastro com nome e e-mail. Na Galeria Rural Marketplace, o usuário pode comprar com todos os tipos de cartões de crédito ou de débito. A ideia surgiu no início deste ano para criar mais um espaço de comercialização que pudesse atender às associações, cooperativas, empreendedores e produtores rurais.

“A Galeria Rural está propondo modernidade e oportunidade com investimento zero para os empreendedores. Acreditamos no potencial da agricultura familiar e temos consciência que, juntos, com um bom planejamento de mercado, daremos ainda mais visibilidade ao setor e às áreas afins que ele movimenta”, comentou Rogeany Gonçalves, coordenadora do setor de Agricultura Familiar da Cecaf.

A Galeria Rural começou suas atividades em outubro deste ano. Hoje, a plataforma conta com a participação de quatro cooperativas, além de empreendedores e agricultores individuais. “Indiretamente, as cooperativas atendem em média 1.440 produtores”, acrescentou Rogeany Gonçalves.

Como participar? – Os produtores e agricultores que desejam comercializar os seus produtos podem fazer na própria plataforma. No espaço “Seja Nosso Parceiro” basta cadastrar seu nome, e-mail, telefone e escrever sua mensagem no box, relatando seu desejo de que os seus produtos façam parte da Galeria e comercializar seus produtos.
“A ideia foi inovadora ainda mais agora nesta pandemia. Tem gente que gosta da feira livre, mas as vendas online são uma boa saída”, comentou Patrícia Oliveira que, junto com seu esposo, o agricultor Lenildo Oliveira, começou há pouco tempo a usar a Galeria Rural e estão animados com essa nova proposta.

As vantagens em vender na Galeria Rural Marketplace, segundo Rogeany Gonçalves, são de que é uma loja virtual grátis, sem mensalidade fixa, com Split de pagamento com a PagSeguro, proporcionando segurança tanto para quem vende quanto para quem compra. Também há a opção de frete grátis, retirada da mercadoria no local e frete fixo, e um gerenciamento completo dos produtos.

Produtos de novembro – Nos meses de novembro e dezembro, de acordo com Lenildo Oliveira, a saída é boa para frutos da terra como manga, caju, acerola, abacaxi, limão, banana, mas também para as hortaliças, o cará, a macaxeira, inhame, tomate e feijão verde.

“Os preços são maravilhosos, os produtos são fresquinhos e o que é melhor, não têm agrotóxico”, relatou a dona de casa Ana Cláudia Dantas, que compra pela Galeria Rural desde o mês passado quando uma amiga fez a indicação. Mais informações sobre a Galeria Rural podem ser obtidas pelo telefone 83 3508-7603 ou pelo email: [email protected].

Municípios localizados no Sertão lideram incidência de casos de arboviroses

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Foto: Reprodução internet

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nesta terça-feira (10), o Boletim Epidemiológico das Arboviroses, referente à 44ª Semana Epidemiológica, o qual revela que a dengue lidera os registros com 6.128 casos prováveis da doença, seguida pela chikungunya com 1.673 notificações e zika com 313.

De acordo com a técnica da SES responsável pelas arboviroses, Carla Jaciara, não houve muita mudança entre o relatório atual e o anterior. Ela explica que o problema da subnotificação ainda persiste e que as regiões de maior incidência continuam sendo as mesmas: 13ª, 4ª e 15ª, localizadas no Sertão, Borborema e Agreste, respectivamente.

“Não temos muita diferença entre esse e o boletim anterior. Se pegarmos até o percentual de variação e dos casos prováveis e trouxermos para a porcentagem, ficou praticamente a mesma coisa. Tivemos mais aumento para a chikungunya, se compararmos com o mesmo período de 2019. Dengue ainda continua com redução e zika também”, pontua.

Sobre os óbitos, o nono boletim apresenta 22 registros suspeitos, um a mais que o documento anterior. Até o momento, a Paraíba apresenta três mortes como confirmadas para dengue nos municípios de Sapé, Santa Rita e Aroeiras, e cinco para chikungunya, sendo dois em João Pessoa, um em Riachão do Bacamarte, um em Areial e outro em Malta. Já para o vírus da zika, dois óbitos foram confirmados, sendo um em Aroeiras e o outro em Riachão do Bacamarte. Treze casos foram descartados e apenas um segue em investigação.

O boletim também traz a informação que, em 2020, foram notificados nove casos de gestantes confirmados por vírus zika, sendo sete por critério laboratorial e dois por clínico-epidemiológico nos municípios de Araruna, Campina Grande, Água Branca, Picuí, Pocinhos, Vista Serrana e Boa Vista. A técnica destaca a importância das medidas de prevenção serem reforçadas para os casos das gestantes, principalmente no primeiro trimestre de gestação, sendo um período de risco para infecção por Zika vírus. “Essa é a fase de formação fetal. Porém os cuidados de prevenção se estendem durante toda gestação”, observa.

Apesar do cenário atual do Covid-19, as atividades de controle das arboviroses continuam ativas. Segundo Carla Jaciara, as ações executadas pelo Núcleo das Arboviroses continuam sendo as mesmas, principalmente a de orientar os municípios com relação à notificação, à investigação e ao encerramento dos casos em tempo oportuno.

O boletim traz uma série de recomendações às Secretarias Municipais de Saúde, tais como: sensibilizar a população para eliminação de criadouros do mosquito aedes aegypti, contribuindo para o controle das arboviroses dengue, zika e chikungunya; manter ativa a vigilância para notificação dos casos suspeitos; realizar coleta de material para confirmação laboratorial de casos suspeitos e para o isolamento viral, com intuito de identificar o sorotipo de dengue circulante.

Boletim Epidemiológico

Prefeitura de Bayeux terá que fechar restaurante popular e está proibida de doar cestas básicas após justiça acatar pedido do Capitão Antônio

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O juiz da 61ª zona eleitoral, Euler Jansen acatou o pedido do candidato a prefeito Capitão Antônio (PSL) e proibiu a distribuição de sopas, auxílio funeral, refeições no restaurante popular, cestas básicas entre outras ações da prefeitura que beneficiavam diretamente a população mais carente da cidade de Bayeux.

De acordo com a decisão do juiz estão suspensas as ações promovidas pela Prefeitura de Bayeux até o dia das eleições, 15 de novembro, caso não seja cumprida a decisão a justiça aplicará multa diária de R$ 100 mil podendo chegar a R$ 700 mil reais.

Com o pedido do Capitão Antônio à justiça, o Restaurante Popular da cidade de Bayeux está impedido de oferecer as duas refeições diárias às pessoas carentes do município. Como se não bastasse, a oferta de cestas básicas compradas com verba federal por conta do período de pandemia, o auxílio funeral, como também a distribuição de sopas nas 11 comunidades em condição de vulnerabilidade social também ficam prejudicadas.

Leia um trecho da decisão do juiz:

Estariam presentes o requisitos necessários do fumus boni iuris e do periculum in mora autorizadores da medida pleiteada de caráter preparatório, “que sejam suspensas todas as entregas de cestas básicas, bem como a realização de todos os programas assistenciais pela Prefeitura Municipal de Bayeux/PB até o dia 15 de novembro de 2020 (dia das eleições), e/ou que a entrega de cestas e realização dos programas sociais assistencialistas sejam realizados através do Ministério Público Eleitoral em Bayeux/PB, até o dia das eleições”. Concedo a tutela de urgência de natureza cautelar antecedente, no sentido de suspender todas as entregas de cestas básicas, bem como a realização de todos os programas assistenciais da prefeitura municipal de Bayeux até o dia 15 de novembro de 2020 (dia das eleições). Citem-se os promovidos para contestar no prazo legal e, em especial, intimando-os para cumprir esta decisão, sob pena de R$ 100.000,00 por dia de descumprimento, limitados a R$ 700.000,00.

Leia o pedido do Capitão Antônio na íntegra:

Decisão