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Diário Oficial traz publicação da convocação de 244 suplentes aprovados no concurso da Polícia Militar; confira

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Foram convocados nesta quinta-feira (26) 244 suplentes aprovados no concurso da Polícia Militar da Paraíba, em 2018. A convocação para realização da pré-matrícula está publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), sendo 233 da PM e 11 do Corpo de Bombeiros Militar.

Os candidatos convocados deverão realizar a pré-matrícula nos dias 9, 10 e 11 de dezembro. A apresentação foi dividida em dias e turnos diferentes para evitar aglomerações. A entrada do candidato nos locais de apresentação (Centro de Educação da Polícia Militar para quem foi convocado para a PM e Quartel do Comando Geral do Corpo de Bombeiros para os convocados da Instituição) só será permitida com uso de máscara e atenderá todos os protocolos sanitários. Cada candidato deve levar a sua própria caneta azul ou preta, além dos documentos exigidos. Confira a documentação no fim da matéria.

Após a entrega dos documentos, os candidatos serão convocados já para o início do curso, que é em janeiro, conforme anunciou o governador João Azevêdo. Os policiais militares convocados são para as três regiões do estado.

No concurso em questão, 466 novos soldados foram aprovados, outros 450 policiais militares estão se formando e agora foram convocados mais 233 policiais militares, totalizando 1.149 novos policiais na PM.

Documentos necessários

  • Original da cédula de identidade, do CPF e do Pis/Pasep, assim como cópias autenticadas dos mesmos; duas fotos 3×4 coloridas recentes (descoberto e de frente);
  • Original da certidão de nascimento ou de casamento, conforme o caso, assim como cópias autenticadas dos mesmos;
  • Original do título de eleitor e do comprovante de que está em dia com as obrigações eleitorais, assim como cópias autenticadas dos mesmos;
  • Original do documento comprobatório de quitação com o serviço militar, exceto para candidatos do sexo feminino;
  • Original do certificado de conclusão do ensino médio (2º grau), ou equivalente, e histórico escolar, assim como cópias autenticadas dos mesmos;
  • Atestado de bons antecedentes, fornecido pela secretaria de estado da segurança e da defesa social (Seds), ou declaração de conduta, se se tratar de militar das forças armadas ou de outras PMs;
  • Certidão criminal, fornecida pela justiça estadual, referente aos últimos 5 anos, expedida no máximo, há 30 dias;
  • Certidão criminal, fornecida pela justiça federal, referente aos últimos 5 anos, expedida no máximo, há 30 dias;
  • Atestado de boa conduta fornecido pelo estabelecimento de ensino em que estuda ou estudou o ensino médio ou equivalente.

 

G1 Paraíba

Mais de 700 policiais farão a segurança das eleições do segundo turno na Capital

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Ao todo, 718 policiais militares estão escaladas para fazer a segurança de João Pessoa neste domingo (29), 2º turno das Eleições 2020. Também estarão disponíveis 221 viaturas, entre carros, motos, vans e outros veículos, paras a Operação Voto Seguro II.

A operação começa nesta sexta-feira (27) e também utiliza comboios que estarão circulando pelos bairros, inclusive com drones.

Os policiais estarão nos mais de 200 locais de votação para receber as urnas que ficarão sob vigilância. O esquema de segurança contempla também o policiamento nas comemorações.

O trabalho da Polícia Militar segue sendo o mesmo do 1º turno: a guarda das urnas nos colégios, policiamento em todos os locais de votação, rondas ao redor dos locais de votação para coibir condutas proibidas e policiamento para evitar confronto entre as militâncias antes, durante e nas comemorações.

No 1º turno, foram apreendido mais de R$ 100 mil em ações para coibir a compra de votos, além, de 419 denúncias de crimes eleitorais verificados pela PM, 159 pessoas conduzidas até as delegacias da PF ou Polícia Civil, além de 17 armas de fogo e 70 veículos apreendidos.

Debate marca o dia dos candidatos a prefeito de João Pessoa; veja agenda

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Confira a agenda dos candidatos a prefeito de João Pessoa nesta quinta-feira (26). A lista está em ordem alfabética.

Cícero Lucena (Progressistas)

  • 8h – Encontro com eleitores em Gramame;
  • 11h45 – Debate TV Tambaú;
  • 18h – Reunião no Comitê da Epitácio Pessoa;
  • 19h – Reunião no Geisel;
  • 19h40 – Reunião na Saturnino de Brito;
  • 20h30 – Reunião em Mangabeira;
  • 21h15 – Reunião no Valentina.

Nilvan Ferreira (MDB)

  • 11h45 – Debate TV Tambaú
  • 13h – Almoço com entidades comerciais
  • 16h30 – Caminhada Bairro das Indústrias
  • 18h30 – Caminhada no Taipa
  • 20h30 – Reunião no Valentina

Pandemia faz Prefeitura de João Pessoa cancelar festa de réveillon e queima de fogos na praia

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A Prefeitura de João Pessoa decidiu que não vai realizar nem a festa de réveillon nem a queima de fogos que marcariam a chegada do ano novo. Tradicionalmente realizados no Busto de Tamandaré, na divisa das praias de Tambaú e Cabo Branco, os eventos foram cancelados por causa da pandemia de coronavírus.

Trata-se de uma decisão tomada pessoalmente pelo prefeito Luciano Cartaxo (PV). Mas, depois, quem passou os detalhes sobre a medida foi Maurício Burity, diretor da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope).

“Com o momento que estamos passando com a Covid-19, não temos como realizar uma festa dessas. É impossível garantir o distanciamento social”, explicou Burity.

Maurício frisou também que a decisão se deu depois de um acompanhamento cuidadoso com relação ao número de casos da doença, que são diariamente repassados pela Secretaria de Saúde.

Com isso, é o terceiro evento cultural que aconteceria em dezembro e que acabou sendo cancelado. Isso porque já havia sido decidido sobre a não realização da oitava edição do Festival de Música Clássica, inicialmente programado para a primeira semana de dezembro.

“Como o Festival exige um planejamento muito mais intenso e demorado, resolvemos logo no início da pandemia cancelá-lo. Ficamos em compasso de espera com relação aos outros eventos no aguardo de uma vacina, mas agora já sabemos que ela não chegará a tempo”, explicou.

Por fim, o coordenador da Funjope disse que não há nenhum planejamento pensado também para o carnaval de 2021, justamente por causa da pandemia. E, agora, ficará a cargo do novo prefeito qualquer decisão.

Isso acontece porque Luciano Cartaxo encerra seu segundo mandato no fim deste ano. O próximo prefeito, a ser definido no domingo (29), será ou Cícero Lucena (Progressistas) ou Nilvan Ferreira (MDB).

Ex-líder do governo Luciano Cartaxo, Marco Antonio Queiroga, anuncia apoio a Cícero Lucena

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O suplente de vereador pelo Partido Verde, Marco Antonio Queiroga, confirmou nesta quarta-feira (25) o apoio à candidatura de Cícero Lucena (Progressistas) para prefeito de João Pessoa, neste segundo turno. Em encontro realizado nesta quarta-feira (25), o vereador que ocupou a liderança do governo Luciano Cartaxo na Câmara Municipal, durante a legislatura 2012-2016, ressaltou a experiência administrativa do “caboclinho” para governar a Capital, neste momento.

“Passado o primeiro turno das eleições municipais, quando trabalhamos pela Professora Edilma, candidata de nosso partido e representante do modelo de gestão implantado pelo prefeito Luciano Cartaxo, que honrosamente participei no primeiro mandato como vereador e líder da bancada e, no segundo mandato como secretário em duas pastas importantes, venho, neste momento de decisão, expressar meu apoio e empenho no sentido de eleger Cícero Lucena, prefeito da capital”, disse.

Ainda de acordo com Marco Antonio, a cidade de João Pessoa passou por uma grande transformação nos últimos anos, com conquistas em muitas áreas, equilíbrio financeiro e investimentos, principalmente, com foco na melhoria de vida das pessoas. “Precisamos continuar avançando, pois, muito ainda tem que ser feito. Tenho uma ideia bastante clara que devemos aproveitar o melhor de todos para o bem da cidade e de todos nós que aqui vivemos”, disse.

Além de dois mandatos de vereador titular na Câmara Municipal de João Pessoa, Marco Antonio ocupou cargos importantes no Poder Executivo, a exemplo das secretarias adjuntas das Finanças e Infraestrutura na atual administração de Luciano Cartaxo, e diretoria na Emlur, em gestão anterior de Cícero Lucena.

“Conheço de perto a capacidade administrativa de Cícero Lucena, bem como seus princípios e valores, e sei que para administrar João Pessoa e enfrentar os diversos desafios de um momento tão delicado de pandemia como este, precisamos da sua experiência, sensibilidade e espírito de união. No próximo domingo (29), vamos com Cícero e Leo Bezerra pra cuidar de João Pessoa”, complementou.

Divulgado edital de chamamento de 244 suplentes do concurso da PM, Bombeiros e aprovados da Polícia Civil

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Os comandantes-gerais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado da Paraíba, Euller Chaves e Marcelo Augusto Bezerra, em Portaria conjunta, publicaram na edição desta quinta-feira (26) do Diário Oficial o edital de chamamento dos remanescentes do concurso da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

São 233 convocados da PM e 11 do corpo de Bombeiros, além de 14 aprovados da Polícia Civil realizado em 2008.

Redação

Nilvan anuncia programa de auxílio-aluguel para mulheres vítimas de violência

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No Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher, o candidato à prefeitura de João Pessoa, Nilvan Ferreira disse que criará um programa de auxílio-aluguel para mulheres em situação de violência. Também serão fortalecidos os projetos e ações na Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres para reduzir os números de violência contra a mulher. De acordo com dados do Sistema de Procedimentos Policiais (SPP) da Delegacia Geral de Polícia Civil no primeiro semestre deste ano foram registrados mais de 900 casos de violência contra a mulher na Capital.

“Vamos fortalecer todos os instrumentos que são responsabilidade da prefeitura, incluindo as parcerias que nós temos com a sociedade civil e também com os Governos Estadual e Federal. Vamos também criar um programa para beneficiar com auxilio aluguel a mulher que já não tem condições de permanecer em casa com o marido e, geralmente, não sai de casa porque não tem como pagar outra residência. Vamos ter um programa específico pra isso. A luta em defesa da mulher precisa ser permanente”, comentou Nilvan Ferreira

O candidato explicou também que só através de políticas públicas eficientes a prefeitura vai conseguir reduzir os índices de violência registrados a cada semestre no Sistema de Procedimentos Policiais (SPP) da Delegacia Geral de Polícia Civil. Outro dado preocupante apresentado no primeiro semestre foi que a Região Sul da Capital é a que registra o maior número de violência contra a mulher. Foram 477 notificações só nos primeiros seis meses desse ano.

Senador Diego Tavares vota pela aprovação da nova lei de falências e recuperação judicial e destaca melhora do acesso de devedores a financiamento

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O Senador Diego Tavares, do Progressistas, que votou pela aprovação do projeto de lei que facilita a recuperação judicial de empresas em dificuldades financeiras e que melhora o acesso dos devedores a financiamentos, utilizou a tribuna do Senado Federal para destacar a importância da reformulação da Lei de Falências e Recuperação Judicial. “Esse é um instrumento que preserva empresas e empregos, sobretudo neste momento em que o país enfrenta uma das maiores crises de sua história”, declarou durante participação em Sessão Deliberativa Remota nesta quarta-feira (25). O PL 4.458/2020 teve parecer favorável do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), com emendas de redação, e segue agora para sanção do presidente da República.

 

“Esse é um importante momento. O que estamos votando hoje é fundamental para garantir a preservação de inúmeras empresas de nosso país. Com esse novo instrumento, estamos garantindo fôlego extra para àquelas empresas que estão em estado econômico fragilizado neste momento de pandemia”, afirmou ao acrescentar que as mudanças mais importantes previstas no projeto é a possibilidade de que o devedor em recuperação judicial faça contratos de financiamento, caso seja autorizado pelo juiz. Nesse caso, ele pode usar como garantia bens da empresa, como maquinários e prédios.

 

Aprovado na Câmara dos Deputados no final de agosto, o projeto é fruto de dois outros que tramitaram apensados: PL 6.229/2005, do ex-deputados Medeiros, e PL 10.220/2018, apresentado pelo governo de Michel Temer. O texto final aprovado na Câmara foi consolidado pelo deputado Hugo Leal (PSD-RJ).

 

No Senado, das 65 emendas apresentadas, seis foram retiradas pelos autores. O relator acolheu três emendas, todas com mudanças redacionais: uma do senador Eduardo Gomes (MDB-TO) e duas da senadora Rose de Freitas (Podemos-ES). Rodrigo Pacheco também incluiu 13 emendas redacionais de sua autoria.

 

A proposta modifica diversos pontos da Lei 11.101, de 2005, que regula a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência empresarial, e da Lei 10.522, de 2002, que dispõe sobre o cadastro informativo dos créditos não quitados de órgãos e entidades federais. Também há mudanças na Lei 8.929, de 1994, que institui a Cédula de Produto Rural e dá outras providências.

 

Na recuperação extrajudicial, devedores e credores tentam entrar em um acordo, sem que seja preciso a intervenção da Justiça. Já a recuperação judicial conta com a intervenção da Justiça para negociar uma alternativa para a empresa em dificuldades continuar a funcionar. Assim, a recuperação judicial serve para tentar evitar a falência. Na falência, a empresa encerra suas atividades e todos os seus ativos — equipamentos, maquinários, edifícios, entre outros — são recolhidos pela Justiça e vendidos para o pagamento das dívidas.

 

Um dos objetivos do PL 4.458/2020 é acelerar a conclusão do processo de falência, que deverá se dar em seis meses. Hoje isso leva de 2 a 7 anos.

 

 

Parcelamento de dívidas

 

O relatório permite ao contribuinte liquidar os seus débitos com a Fazenda com parcelamento da dívida consolidada em até 120 prestações mensais. As primeiras 24 parcelas pagas de forma facilitada, de acordo com percentuais mínimos aplicados sobre o valor total da dívida. O restante dividido em até 96 prestações.

 

O texto dispensa o devedor de pagar Imposto de Renda e de contribuição social sobre o lucro líquido em caso de ganho de capital derivado de alienações de bens em recuperação ou falência, salvo se quem adquirir for empresa do mesmo grupo econômico.

 

O projeto também autoriza o produtor rural a pedir recuperação, judicial ou extrajudicial, sob regime jurídico diferenciado, elevando o prazo de pagamento de 36 meses para 60 meses e a carência de 180 dias para 360 dias.

 

 

Outras votações

 

O senador paraibano votou favorável ao PL 4.554/2020, que altera o Código Penal para aumentar a punição para quem cometer fraude na internet, e o PLS 787/2015 que aumenta a pena para quem cometer crime por discriminação ou preconceito de raça, dentre outros.

 

 

Famup realiza eleições internas nesta quinta-feira, em João Pessoa

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A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) quinta-feira (26), em João Pessoa, o processo eleitoral interno para definir a Diretoria e Conselho Fiscal do órgão para o biênio 2021/2022. A votação acontecerá das 8h às 17h na sede da Famup, obedecendo todas as normas sanitárias em relação ao coronavírus.

Conforme resolução da diretoria da Federação, só poderá votar prefeitos de municípios filiados há pelo menos um ano antes da publicação do edital de convocação do pleito, que foi divulgado no dia 3 de novembro.  Ao todo, 186 gestores poderão participar da votação.

Serviço
Local: Rua Lauro Torres,110, Tambauzinho
Data: 26 de novembro
Hora: Das 8h às 17h

MPPB ajuiza ação para retomada das aulas presenciais em João Pessoa

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O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou uma ação civil pública, com pedido de tutela provisória de urgência, contra o Município de João Pessoa para a retomada das atividades pedagógicas nas redes pública municipal e privada em João Pessoa. O 50º promotor de Justiça da capital, Luis Nicomedes de Figueiredo Neto, pede à Justiça, liminarmente, que seja autorizado o retorno seja imediato nas escolas particulares e, em até 30 dias, nas escolas municipais. O MPPB orienta, no entanto, que o retorno deve ser gradual e observando os protocolos de saúde para a prevenção da covid-19.

“Quanto às escolas da rede privada de ensino: que seja autorizado o imediato retorno das aulas e demais atividades pedagógicas presenciais nas escolas de educação básica (ensino infantil, fundamental e médio) localizadas no município de João Pessoa que comprovarem junto ao Poder Público Municipal o cumprimento dos protocolos sanitários e de biossegurança constantes do Decreto Estadual nº 40.574/2020 (Plano Novo Normal), publicado no DOE de 25 de setembro de 2020 (anexo 06), ou documento equivalente à nível municipal, se existente”, diz trecho da ACP 0857497-58.2020.8.15.2001.

O promotor também pede à Justiça, em relação às escolas municipais, que determine ao prefeito de João Pessoa que: “no prazo de cinco dias, apresente cronograma de retorno das atividades escolares presenciais nas suas unidades de ensino, com indicação das datas para cada etapa e ano/série, de forma escalonada, não podendo ultrapassar o total de 30 dias, devendo atender aos protocolos sanitários…; proceda à retomada das aulas presenciais na forma constante no cronograma mencionado, ressalvada superveniência de condições sanitárias e epidemiológicas que exija a suspensão de todas as atividades consideradas não essenciais (bandeira vermelha); disponibilize, com a retomada das atividades presenciais, o imediato transporte escolar para os alunos que dele faziam jus antes da suspensão das aulas, igualmente, atendidos os protocolos sanitários e de biossegurança”.

Direito de alunos e educadores

Já em relação às duas redes de ensino (municipal e privada), entre outros pontos, o MPPB pede que seja assegurado aos profissionais da educação de grupos de risco e vulnerabilidade, o direito de optar por permanecer em atividades não presenciais, assim como aos pais ou responsável, quando da retomada das aulas presenciais, o direito de optar pela manutenção do seu filho em atividades não presenciais e a disponibilidade da pela rede da oferta de atividades compatíveis com essa opção, enquanto vigente o decreto de calamidade ou de emergência devido à pandemia de Covid-19.

O Ministério Público também pede que seja determinada a realização de fiscalização periódica por parte da administração pública municipal (Vigilância Sanitária), visando assegurar o efeito cumprimento dos protocolos e medidas de biossegurança nas unidades de ensino da rede pública e da rede privada que retornarem suas atividades escolares presenciais. O MPPB também pede a imposição de multa diária de R$ 5 mil em caso de desatendimento da ordem judicial e, assim que deferida a liminar, a imediata cientificação do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Paraíba (Sinepe/PB).