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Morre a professora Gitana Lira, esposa do senador paraibano Raimundo Lira

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Faleceu nesta terça-feira (22), Gitana Lira, professora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e esposa do senador paraibano Raimundo Lira. Ela morreu por complicações de uma cirurgia cardíaca realizada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Raimundo e Gitana Lira estavam casados há mais 50 anos e têm quatro filhos: Rodolfo, Isabela, Eduardo e Rogério.

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, usou as redes sociais para manifestar o seu pesar e solidariedade ao senador.

”Gostaria de externar os nossos sinceros sentimentos ao Senador Raimundo Lira e todos os familiares pela perda irreparável de sua esposa, Dona Gitana Maria Figueiredo Lira, sempre nos recebia com muito carinho, atenção e respeito, que Deus conforte os corações de toda família, muita força e fé em Deus nesse momento!”, escreveu Romero.

Polícia prende suspeitos de roubo e apreende adolescente envolvido com drogas em João Pessoa

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Duas ações da Polícia Militar resultaram na prisão de uma dupla, suspeita de assalto, e na apreensão de um adolescente envolvido com drogas, na zona sul de João Pessoa. As prisões e a apreensão aconteceram no fim da tarde dessa segunda-feira (21), nos bairros de Mangabeira e Nova Mangabeira.

Dois homens de 19 anos de idade, que assaltaram um estabelecimento comercial em Mangabeira usando uma faca, foram presos pela Força Tática do 5º Batalhão. Eles tentaram fugir em uma motocicleta, usada no crime, mas foram detidos pelos policiais. Um celular que havia sido roubado foi recuperado, e a faca usada no crime foi apreendida. Os suspeitos foram conduzidos para a Central de Flagrantes.

Já em Nova Mangabeira, na comunidade Santa Bárbara, policiais da Força Regional chegaram até um adolescente que estava com quase 70 porções de drogas, entre crack, cocaína e maconha, além de comprimidos entorpecentes. Todo o material estava em uma sacola e em uma pochete com o menor. A PM também apreendeu dinheiro e uma faca. O jovem foi conduzido para a Delegacia da Infância e Adolescência na Central de Polícia.

Auxílio Emergencial Extensão é pago a beneficiários com NIS 9

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Saque do auxílio emergencial

A Caixa faz hoje (22) o pagamento da quarta parcela do Auxílio Emergencial Extensão para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família cujo NIS termina com o número 9. O total em pagamentos deve chegar a R$ 416,2 milhões.

Segundo o banco, 15,8 milhões de pessoas cadastradas no Bolsa Família foram consideradas elegíveis para receberem a quarta parcela do Auxílio Emergencial Extensão. Só em dezembro serão disponibilizados R$ 4,1 bilhões em benefícios para esse grupo.

A avaliação de elegibilidade para o pagamento do Auxílio Emergencial Extensão aos beneficiários do Bolsa Família foi feita pelo Ministério da Cidadania. Eles recebem o valor do programa complementado pela extensão do Auxílio Emergencial em até R$ 300 ou em até R$ 600, no caso de mulher provedora de família monoparental.

“Para quem recebe o Bolsa Família nada muda. O recebimento do Auxílio Emergencial Extensão atende aos mesmos critérios e datas do benefício regular, permitindo a utilização do cartão nos canais de autoatendimento, unidades lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, ou por crédito na conta Caixa Fácil”, informou por meio de nota o banco.

Caso o valor do Bolsa Família seja igual ou maior que R$ 300 ou R$ 600, o beneficiário receberá o valor do Bolsa Família, “sempre privilegiando o benefício de maior valor”, informou o banco.

As atualizações de números referentes ao pagamento do Auxílio Emergencial podem ser acessadas no site da Caixa ou nas redes sociais do banco.

Nova cepa do coronavírus pode ser mais capaz de infectar crianças

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Reprodução: internet

Uma nova variante do coronavírus que está se espalhando rapidamente pelo Reino Unido tem mutações que podem significar que as crianças estão tão suscetíveis a serem infectadas com ela quanto os adultos, diferentemente de cepas anteriores, afirmaram cientistas nesta segunda-feira (21). 

Cientistas do Grupo de Aconselhamento sobre Novas Ameaças de Vírus Respiratórios (Nervtag, na sigla em inglês), que estão rastreando a variação, disseram que a nova cepa se tornou rapidamente dominante no sul do Reino Unido, e que poderia em breve fazer o mesmo no resto do país.

“Agora temos um grau alto de confiança no fato de que essa variedade tem uma vantagem de transmissão em relação a outras variedades que estão atualmente no Reino Unido”, disse Peter Horby, professor de doenças infecciosas emergentes na Universidade de Oxford e diretor do grupo.

Neil Ferguson, professor e epidemiologista de doenças infecciosas do Imperial College de Londres e também membro do grupo de aconselhamento, afirmou que “há uma indicação de que há uma maior propensão para a infecção de crianças”.

“Ainda não estabelecemos qualquer tipo de causalidade sobre isso, mas podemos enxergar isso nos dados”, disse Ferguson. “Vamos precisar reunir mais dados para ver como essa nova cepa se comporta daqui em diante”.

O surgimento da nova variante mutada de Sars-CoV-2, que segundo os cientistas é até 70% mais transmissível do que cepas anteriores detectadas no Reino Unido, levou alguns países a fecharem suas fronteiras com o Reino Unido e colocou grandes áreas do território britânico sob restrições severas durante o período natalino.

Unifacisa não embala e perde para o São Paulo na NBB

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A Unifacisa perdeu para o São Paulo por 65 a 77, em partida válida pela 7ª rodada do NBB 2020/21, nessa segunda-feira (21). O duelo aconteceu no ginásio Poliesportivo H. Villaboim, na capital paulista. O nome do jogo foi o armador Georginho, do São Paulo.

A boa marcação da Unifacisa conseguiu frear o tradicionalmente forte ataque do São Paulo, que jogou um primeiro tempo bem abaixo do esperado, mas manteve a frente no placar.

No intervalo, a equipe de São Paulo saiu vencendo por 38 a 31, com Jefferson (10) e Lucas Mariano (13) como os maiores pontuadores. Pelo lado da Unifacisa, Leonardo foi o destaque com 11 pontos.

Georginho fez boa performance ofensiva e defensiva no segundo tempo e comandou o São Paulo a abrir vantagem que chegou a 14 pontos no quarto final.

A Unifacisa, por sua vez, perdeu a segunda seguida e permaneceu em oitavo com 18 pontos (seis triunfos e seis resultados negativos).

Redação

Hospital Universitário de Campina Grande vai reabrir leitos para pacientes com covid-19

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Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC-UFCG/Ebserh) vai reabrir os leitos destinados ao tratamento da covid-19 atendendo solicitação dos gestores de saúde do âmbito municipal e estadual. O intuito é fortalecer a assistência prestada para a população de Campina Grande e municípios vizinhos em decorrência do aumento do quantitativo de casos registrados da doença.

Serão ofertados inicialmente 10 leitos de UTI e 6 de enfermaria. Com a experiência adquirida da primeira vez que o HU ofereceu tais leitos, pretende-se, agora, manter muitos dos procedimentos prestados pelo hospital, como consultas, exames e algumas cirurgias, de maneira a não prejudicar os atendimentos oferecidos à população.

Ao longo desta semana, será providenciado edital de convocação de novos profissionais do processo seletivo emergencial da Ebserh, para compor a força de trabalho que estará à frente dos atendimentos aos pacientes com covid, possibilitando, assim, a manutenção de algumas das atividades regulares do hospital.

A previsão de abertura dos leitos direcionados à covid-19 é na próxima segunda-feira (28).

Participação no enfrentamento à covid-19

Em maio deste ano, o Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC-UFCG) iniciou a oferta de leitos para covid-19. As atividades da ala destinada a essa enfermidade encerraram em agosto, quando os casos estavam em declínio em Campina Grande. Durante os três meses em que a UTI covid esteve em funcionamento, foram atendidos 66 pacientes.

Para promover a assistência adequada ao paciente, bem como ativar o Comitê Gestor Interno de Enfrentamento e Combate à Covid-19, o Hospital Universitário elaborou Plano de Contingência, que já está em sua 5ª versão, com o objetivo de auxiliar a instituição na resposta ao enfrentamento da doença, apontando as responsabilidades do HU.

Sobre a ebserh – Desde dezembro de 2015, o HUAC-UFCG é filiado à Rede Hospitalar Ebserh. A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência.

Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), e, principalmente, contribuem para a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas. Devido a essa natureza educacional, os hospitais universitários são campos de formação de profissionais de saúde. Com isso, a Rede Hospitalar Ebserh atua de forma complementar ao SUS, não sendo responsável pela totalidade dos atendimentos de saúde do país.

Assessoria

Comitê científico do NE orienta criação de comissão nacional de vacinação independente

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O Comitê Científico do Consórcio Nordeste para enfrentamento da COVID-19 divulgou nessa segunda-feira (21) novo boletim onde demonstra a gravidade da Segunda Onda da pandemia na região e no resto do país. Os pesquisadores defendem que os governadores atuem de forma conjunta, como um bloco coeso e com uma única voz e diretriz em todas as discussões científicas, tratativas operacionais e na definição de uma estratégia unificada de vacinação.

A recomendação é que os governadores negociem com fornecedores de vacinas que tenham tido sua eficácia e segurança demonstradas em estudos clínicos de fase 3, e que tenham sido aprovadas para uso, quer pela Anvisa, quer por instituições reconhecidas internacionalmente como o FDA americano e o CDC europeu. Dada a situação sem precedente histórico, o Comitê Científico recomenda que vacinas aprovadas por estes organismos internacionais sejam consideradas para uso emergencial na região Nordeste, mesmo antes da aprovação formal da Anvisa.

O Comitê Científico também destaca que todas as informações referentes às tratativas em curso pelo Consórcio NE, no que tange a seleção e a aquisição de vacinas, bem como a definição de uma estratégia de vacinação para a região, devem ser compartilhadas de forma transparente e contínua e sugerem a criação de uma COMISSÃO NACIONAL EMERGENCIAL DE VACINAÇÃO formada pelos principais especialistas da área, para atuar de forma independente e assessorar todos os governadores brasileiros na definição de uma estratégia de vacinação unificada para o país.

O comitê também enfatizou a necessidade de medidas para dificultar a importação do vírus como:

1.     Implantação de laboratórios nos aeroportos, públicos ou privados, capacitados a realizar testes para a Covid-19 por RT-PCR e fornecer resultados em até 4 horas, a exemplo do que ocorre no Aeroporto de Guarulhos.

2.     Exigência de apresentação de atestados dos visitantes que comprovem a ausência de infecção pelo Sars-CoV-2 por meio de testes realizados até 48 horas antes do embarque.

3.     Implantação nos aeroportos de “stands” sanitários, com equipes de saúde munidas com folhetos informativos, equipamentos de aferição de temperatura e pessoal habilitado a conduzir os visitantes sem atestados para os laboratórios de testagem.

4.     Obrigatoriedade de quarentena de 14 dias para os turistas que não apresentem atestados que comprovem a ausência de infecção pelo Sars-CoV-2, ou que se recusarem a fazer os testes, ou aquele cuja testagem seja positiva para a Covid-19.

5.     Caso a situação se agrave ainda mais nos próximos dias e semanas, o Comitê Científico recomenda enfaticamente que o Consórcio NE solicite oficialmente junto às autoridades federais apropriadas, incluindo, se necessário for, o Supremo Tribunal Federal, o fechamento do espaço aéreo brasileiro com a proibição de partidas ou chegadas de voos internacionais em todos aeroportos da região.

O edição de número 13 do boletim traz ainda a orientação de:

1.     “Lockdown” por pelo menos 14 dias em cidades ou capitais onde a taxa de ocupação de UTIs ultrapasse 80% e as curvas de caso e óbitos sejam crescentes (Rt acima de 1)

2.     Proibição formal de evento comemorativo de fim de ano

3.     Fechamento de praias, parques e outros espaços que possam gerar aglomerações populares

4.     Obrigatoriedade do uso de máscaras em parques, pistas e calçadões em praias para caminhadas e exercícios físicos, com distância mínima de 2m entre pessoas de famílias diferentes.

5.     Promover articulações com associações comerciais e empresariais para definir um escalonamento dos horários de atividades de modo a reduzir a pressão de passageiros no transporte público.

6.     Limitar a lotação dos veículos de transporte público, obrigando o uso de máscaras por todos passageiros e funcionários, e fiscalizar o cumprimento das normas nos terminais de maior movimento.

7.     Comércio em feiras ao ar livre e lojas de ruas, com limitação de pessoas nas lojas, obrigatoriedade do uso de máscaras e uso de álcool em gel.

8.     Serviços médicos, odontológicos e veterinários com agendamento de um paciente por vez.

9.     Serviços de escritórios de advocacia, contabilidade e outros, com agendamento de um cliente por vez.

10.  Campanha de divulgação do aplicativo MONITORA COVID-19 e uma nova tentativa para adesão dos 4 estados (CE, PE, RN, AL) que ainda não aderiram ao aplicativo, entre outras.

Confira todas as recomendações desta edição e os dados atualizados da pandemia por estado no site https://www.comitecientifico-ne.com.br/

Assessoria

Senado deve apreciar em fevereiro adesão do Brasil ao Covax Facility

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O Senado deve apreciar em fevereiro a Medida Provisória 1.003/2020, que autoriza o Brasil a aderir ao consórcio Covax Facility, de acesso a vacinas contra a covid-19. Com isso, o país terá mais facilidade de acesso a um portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em fase de análise. Por ter sido modificado pelos deputados durante a aprovação, na sexta-feira (18), o texto tornou-se o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 43/2020 e deve ser votado até 3 de março de 2021, quando perde a vigência.

O objetivo da proposição é “proporcionar o acesso do país a vacinas seguras e eficazes contra a covid-19, sem prejuízo à eventual adesão futura a outros mecanismos ou à aquisição de vacinas por outras modalidades”. O governo brasileiro não fica obrigado a adquirir as vacinas por meio do projeto: a compra é opcional, “dependerá de análise técnica e financeira para cada caso” e poderá ser feita sem licitação.

Os deputados inseriram no texto determinação para que, no caso das vacinas autorizadas, seja dispensada a assinatura de quaisquer termos de responsabilidade ou de consentimento por parte das pessoas, mesmo se a regra constar de outras normas.

Aliança

O Covax Facility é coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Envolve governos, laboratórios e fabricantes com o objetivo de garantir o desenvolvimento de vacinas contra o novo coronavírus e o acesso igualitário a elas. Entre os parceiros, está a Gavi Alliance, uma iniciativa da Fundação Bill e Melinda Gates, responsável pela distribuição de vacinas nas áreas mais pobres do mundo.

A aliança, chamada formalmente de Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19, reúne hoje mais de 150 países, entre aqueles que já aderiram formalmente ou confirmaram o interesse. Na América do Sul, já participam Argentina, Chile, Colômbia e Paraguai. Caberá ao Covax Facility negociar com os fabricantes o acesso às doses das vacinas em volumes especificados, os cronogramas de entrega e os preços.

Caberá ao Covax Facility negociar com os fabricantes o acesso às doses das vacinas em volumes especificados, os cronogramas de entrega e os preços.

Sem obrigatoriedade

Segundo a justificativa do governo, a adesão ao consórcio permitirá ao país negociar melhores termos com várias empresas e melhores condições para garantir o acesso às vacinas em cenário de intensa competição. A estimativa é que um total de 2 bilhões de doses de vacina sejam liberadas no âmbito desse instrumento até o final de 2021.

“No caso do Brasil, que conseguiu fechar acordos de forma bilateral com laboratórios, o Covax deve ser encarado como caminho alternativo, uma espécie de seguro, que pode ou não ser utilizado para ampliação de acesso e obtenção de número maior de doses”, explicou o relator do texto na Câmara, deputado Geninho Zuliani (DEM-SP).

Agências internacionais

De acordo com o texto aprovado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concederá autorização temporária de uso emergencial para importação, distribuição e uso de qualquer vacina contra a covid-19. Os deputados incluíram dispositivo para determinar que os estudos técnicos que embasarem decisões favoráveis ou contrárias à aquisição de vacinas serão publicados imediatamente após a conclusão, acompanhados da motivação das respectivas decisões.

A autorização da Anvisa terá de ser concedida em cinco dias a partir do pedido, desde que pelo menos uma de oito autoridades sanitárias internacionais relacionadas tenha aprovado o uso no próprio território.

O texto menciona a dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês); da União Europeia (EMA); do Japão (PMDA); da China (NMPA); do Canadá (HC); do Reino Unido (MHRA); e da Coreia do Sul (KDCA); mais o Ministério da Saúde da Rússia. A autoridade sanitária da Argentina (ANMAT) foi incluída no rol após a aprovação de destaque pelos deputados.

As condições de registro e de autorização de uso deverão ser as mesmas do país de origem, e o fabricante deve se comprometer a concluir estudos clínicos em curso. A compra de vacinas poderá ser feita pela União ou por estados e municípios.

Orientações

O texto aprovado prevê que a imunização a ser coordenada pelo Ministério da Saúde deverá seguir alguns parâmetros, ouvidos o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Entre os parâmetros destacam-se a compra centralizada; a distribuição universal, homogênea e equitativa; as parcerias com o setor privado para a divulgação da campanha de vacinação; os estudos de impacto das vacinas na mortalidade provocada pela doença e de seus eventos adversos; e a compra preferencial de produtores nacionais.

Já o plano nacional de imunização deverá garantir a compra e a distribuição dos insumos; a troca de informações; o monitoramento da campanha; a distribuição prioritária às unidades da Federação segundo critérios epidemiológicos; a inclusão no grupo de risco de profissionais de saúde, de segurança pública e de educação; e a imunização segura, eficaz e gratuita.

O texto aprovado também determina que, no caso de omissão ou de coordenação inadequada pelo Ministério da Saúde, os estados adotarão as medidas necessárias para imunizar sua população; e a União deverá arcar com as despesas.

Insumos

A compra de insumos também poderá ser feita sem licitação, incluindo-se ainda bens (como refrigeradores e outros), serviços de logística (distribuição no território), treinamento e serviços de informação.

O contrato deverá conter cláusulas sobre o regime de execução, preço, condições de pagamento, pagamento antecipado, garantias, penalidades, casos de rescisão, data e taxa de câmbio para conversão.

Transparência

Como medida de transparência, periodicamente, o Ministério da Saúde deverá publicar, na internet, uma série de dados relacionados às vacinas, assim como aqueles relacionados à compra, ao estoque e à distribuição de insumos (seringas, algodão etc).

O texto exige a divulgação, especificamente, da quantidade de vacinas compradas, o laboratório de origem, os valores pagos, os grupos elegíveis para a aplicação, a região onde ocorreu ou ocorrerá a imunização e o percentual de alcance da meta de vacinação.

Recursos

Por meio da MP 1.004/2020, publicada no mesmo dia, o governo liberou os recursos para a integração ao consórcio. Do total de R$ 2,5 bilhões, deverá haver pagamento inicial de R$ 711,7 milhões ao Covax Facility, garantia financeira de R$ 91,8 milhões e pagamento adicional de R$ 1,71 milhão.

O relator especificou que a compra, pelo Ministério da Saúde, deverá ocorrer também com dotações orçamentárias do Programa Nacional de Imunização, no qual deverão ser incluídas todas as vacinas registradas perante a Anvisa.

Nessa aquisição, que poderá ser feita sem licitação, o governo federal deverá montar processo administrativo justificando o preço, indicando a escolha — se foi por meio do Covax Facility ou compra direta — e o atendimento de exigências sanitárias.

A compra, em igualdade de condições, dará preferência, pela ordem, à vacina produzida no Brasil; àquela produzida por empresa brasileira sediada no exterior; ou a produzida por empresas que invistam em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia no País.

Agência Senado

Projeto do senador Diego Tavares autoriza uso de parte do Imposto de Renda para doação a entidades da sociedade que desenvolvem projetos sociais no país

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Um projeto apresentado pelo senador Diego Tavares (Progressistas) antes do recesso parlamentar pretende permitir que o contribuinte brasileiro possa destinar parte do imposto de renda para financiar organizações da sociedade civil que desenvolvem projetos e iniciativas sociais no país. A iniciativa (Projeto de Lei ° 5512/2020) estabelece novos meios, termos e condições de captação de recursos por meio de doações de pessoas físicas e jurídicas para política de assistência social, a exemplo do Programa Nacional de Apoio à Cultura, instituído pela Lei nº 8.313/91, que autoriza a aplicação de parte do imposto de Renda diretamente para projetos culturais ou por meio do Fundo Nacional de Cultura, no percentual de 6% (seis por cento) do IR para pessoas físicas e 4% (quatro por cento) de IR para pessoas jurídicas.

Pelo projeto do senador paraibano, os contribuintes, pessoa física ou jurídica, poderão deduzir do Imposto de Renda devido as quantias efetivamente despendidas a título de doação à entidade ou organização de assistência social integrante do Cadastro Nacional de Entidades e Organizações de Assistência Social (CNEAS), de que trata o inciso XI do art. 19 da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993. No caso de entidades detentoras da Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (CEBAS), prevista nos art. 18 e 19 da Lei nº 12.101, de 27 de novembro de 2009, ficam dispensadas da apresentação do requisito do Cadastro Nacional de Entidades e Organizações de Assistência Social (CNEAS).

Diego Tavares lembra na justificativa do projeto que as organizações da sociedade civil apresentam crescente repertório de ofertas para a política pública de assistência social, mediante instituições de acolhimento institucional para idosos, população brasileira mais suscetível à COVID-19, serviços de acolhimento (para crianças, adolescentes, população em situação de rua, pessoas fora de sua residência habitual acolhidas para tratamento de saúde em hospitais elou clínicas, entre outros), centros de convivência e fortalecimento de vínculos, serviços de habilitação e reabilitação para pessoas com deficiência, acesso ao mercado de trabalho (para jovens, adolescentes e adultos).
O senador do Progressistas ressalta que as entidades ou organizações da
sociedade civil dependem, em sua maioria, de doações financeiras para sua manutenção. “Os repasses públicos diretos, as parcerias e a destinação de emendas parlamentares não conseguem suprir a demanda para prestação serviço ao público atendido. Assim, a fonte de receitas dessas entidades depende, muitas vezes exclusivamente, de doações para viabilizar seu pleno e regular funcionamento nos moldes das legislações pertinentes”, registra ao acentuar: “a possibilidade de destinar doações à rede socioassistencial privada por meio das deduções de imposto de renda da pessoa física ou jurídica, irá prover a manutenção e eventual ampliação das ofertas no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), fortalecendo a sua capacidade protetiva a indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade e risco social por meio da entrega direta às entidades de assistência social.”

O senador Diego Tavares ainda lembra que sua proposição não autoriza qualquer renúncia de receitas por parte da União. “O projeto mantém os limites de dedução já existentes em lei, não podendo se falar em elevação do impacto financeiro, vez que as doações, com o respectivo abatimento do imposto de renda, já se encontram autorizados pela legislação existente, a exemplo do disposto na Lei 9.532, de 10 de dezembro de 1997”, esclarece na justificativa do projeto apresentado e já em tramitação no Senado Federal.

Como é e o que propõe o PL

Atualmente, as doações totais estão limitadas a 6% do imposto devido ou da restituição, com até 3% sendo usados para cada categoria. Caso queira, o contribuinte poderá doar mais, porém o valor não poderá ser deduzido do imposto a pagar. A opção está disponível no próprio programa da declaração anual e o contribuinte pode doar, diretamente na declaração, recursos para fundos controlados por conselhos municipais, estaduais e nacionais que cuidam da criança e adolescente e do idoso.

A lista dos fundos que podem receber o dinheiro do contribuinte aparece no próprio programa gerador da declaração, mas não é possível doar para uma entidade específica. O projeto de Diego Tavares altera essa sistemática e autoriza a doação direta a uma organização da sociedade civil específica.

Além das doações diretas, o contribuinte pode deduzir, dentro do limite global de 6%, doações para três tipos de ações feitas no ano anterior: incentivos à cultura (como doações, patrocínios e contribuições ao Fundo Nacional da Cultura), incentivos à atividade audiovisual, incentivos ao esporte. O contribuinte pode também abater doações aos Programas Nacionais de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência e de Apoio à Atenção Oncológica. Nesse caso, as deduções estão limitadas a 1% do imposto apurado na declaração e não estão sujeitas ao limite global.

Falso pastor que aplicava golpes em vendas de carros é preso, em João Pessoa

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Um homem que se intitulava pastor foi preso nesta terça-feira (22), acusado de praticar golpes em vendas de carros em João Pessoa. Policiais de Sergipe vieram até a Paraíba para cumprir o mandado de prisão, que aconteceu na madrugada.

De acordo com a polícia, o homem possui uma loja de Veículos em Aracaju, onde também é suspeito de aplicar vários golpes. Na Paraíba ele ainda não possuía loja, mas trabalhava no ramo de carros, onde também é suspeito das mesmas práticas.

Além de Sergipe e Paraíba, o falso pastor também já atuou em Pernambuco, São Paulo e Bahia. Ele já havia sido preso anteriormente.

A polícia contou que o homem utilizava o título de pastor para ganhar a confiança das vítimas.

Redação