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Governo do Estado recomenda às Vigilâncias que intensifiquem fiscalização em bares e restaurantes

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A Agevisa/PB publicou Nota Técnica recomendando aos órgãos de Vigilância Sanitária municipais que intensifiquem as atividades de fiscalização para garantir o cumprimento das normas estabelecidas no Decreto Estadual nº 40.930/2020, assinado pelo governador João Azevedo, que estabelece horário de funcionamento dos bares, restaurantes, lanchonetes, lojas de conveniência, praças de alimentação e estabelecimentos similares nos dias 24, 25 e 31 de dezembro de 2020 e no dia 1º de janeiro de 2021, em todos os municípios paraibanos. Nos termos do decreto, tais estabelecimentos somente poderão funcionar com atendimento nas suas dependências até as 15 horas, sendo vedada depois desse horário a venda de qualquer produto para consumo dentro de suas dependências.

Assinada pela diretora-geral Jória Viana Guerreiro e disponível em agevisa.pb.gov.br/legislacao-1/notas-tecnicas, a Nota Técnica nº 11/2020/Agevisa recomenda também às Visas municipais que intensifiquem as ações preventivas às aglomerações e que façam garantir o cumprimento da Nota Técnica 009/2020, também da Agevisa, que dispõe sobre orientações para a organização e a participação nas festividades de Natal e Ano Novo visando conter a disseminação da Covid-19 no Estado da Paraíba.

Nos termos da NT 11/2020, os municípios devem encaminhar às respectivas Gerências Técnicas Regionais da Agevisa relatório sobre as ações executadas durante o período, com as seguintes informações: número de inspeções por tipo de estabelecimento; quantidade de estabelecimentos notificados, quantidade de multas aplicadas e número de interdições, caso tenham ocorrido.

A Agevisa/PB tem sede central em João Pessoa, à Avenida João Machado, nº 109, 1º Andar, no Centro da cidade, e se faz presente no território paraibano por meio de quatro Gerências Técnicas Regionais sediadas nos municípios de Guarabira (no Brejo paraibano), Campina Grande (no compartimento da Borborema), Patos e Sousa (no Alto Sertão do Estado).

Preservando vidas – Conforme a diretora-geral Jória Guerreiro, a observância às recomendações expressas na Nota Técnica nº 11/2020/Agevisa é importante e necessária para preservar a saúde e a vida da população, considerando que, no período compreendido entre 15 e 18 de dezembro 2020, o Estado da Paraíba voltou a apresentar mais de mil casos novos de Covid-19 divulgados ao dia, além do aumento de mais de 70% dos óbitos divulgados pelos órgãos de saúde.

Conforme ênfase constante da NT 11/2020, a transmissibilidade da Covid-19 aumenta sensivelmente em ambientes fechados com mais de dez pessoas, ou mesmo em ambientes abertos aglomerados, daí a necessidade de adoção de medidas mais restritivas destinadas a conter a expansão do número de casos registrados em diversos municípios paraibanos.Área de anexos

Secom-PB

Unimed João Pessoa presenteia mais de 80 crianças da comunidade São Rafael, na Torre

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Solidariedade, esperança e amor ao próximo. Essas foram as palavras que definiram a tarde da última terça-feira (22) para as crianças da comunidade São Rafael, localizada no entorno do Hospital Alberto Urquiza Wanderley, na Torre. Em uma ação especial de Natal, colaboradores da Cooperativa arrecadaram brinquedos por meio do projeto “Padrinhos Mágicos” e presentearam 85 crianças.

Carrinhos, bonecas e bolas foram alguns dos presentes doados e entregues pelo Papai e Mamãe Noel. No momento da distribuição, a reação foi de muita alegria pelo presente e por estarem vendo os “bons velhinhos”. A entrega foi realizada na associação da comunidade, seguindo todos os protocolos de segurança e sem aglomeração.

Sobre o projeto – O propósito do projeto Padrinhos Mágico foi manter vivo o espírito natalino nas crianças, que não entendem a dificuldade financeira dos pais, principalmente durante o período de pandemia. A ação faz parte das iniciativas de responsabilidade socioambiental da Cooperativa, que é signatária do Pacto Global das Nações Unidas (ONU), e assumiu o compromisso de contribuir para o alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Em um ano atípico devido à pandemia de covid-19, a Unimed JP fortaleceu as iniciativas de responsabilidade socioambiental junto à comunidade São Rafael. Para isso, instituiu o Mãos que Apoiam, que consiste em realizar atividades mensais na comunidade, sendo o “Padrinhos Mágicos” um deles.

Ao longo do ano, já foram arrecadados alimentos com a Campanha do Bem, auxílio às mulheres no tratamento de câncer de mama, na campanha Outubro Rosa e palestras educativas, como a do Novembro Azul. Desde 2007, a Unimed JP contribui para a educação de crianças e adolescentes da São Rafael por meio da música com o Coral Jovem, formado por integrantes com idade entre 9 e 18 anos. “Isso mostra o cuidado e a preocupação da Cooperativa com as necessidades e o bem-estar de todos que moram na comunidade São Rafael”, declarou Rafael Silveira, gerente de Relacionamento com o Cooperado da Unimed JP, que engloba o Núcleo de Desenvolvimento Humano (NDH), responsável pelas ações de responsabilidade socioambiental.

Sobre a Unimed JP – Com 49 anos de tradição, a Unimed João Pessoa é uma cooperativa de trabalhos médicos que se consolidou como a melhor e maior operadora de planos de saúde da Paraíba. Além de mais de 1,8 mil médicos cooperados, possui a mais completa rede de assistência médico-hospitalar privada do Estado. São diversos hospitais credenciados, sendo dois próprios – um deles referência em alta complexidade -, além de clínicas, prontos-socorros e laboratórios à disposição de 150 mil clientes. Comprometida com o desenvolvimento sustentável, é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Tudo isso garante à Unimed JP a liderança absoluta no segmento de saúde suplementar no mercado paraibano. Acesse www.unimedjp.com.br.

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Assessoria

Secretário alerta aos campinenses sobre o risco de contaminação e lamenta postura de Romero

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Geraldo Medeios / Secretário de Saúde

O Secretário de Saúde da Paraíba, o médico pneumologista Geraldo Medeiros, fez um alerta à população da cidade de Campina Grande neste período de fim de ano. O secretário, que também é campinense, lamentou a postura do atual prefeito Romero Rodrigues, que, ignorando os riscos sanitários impostos pelo avanço da pandemia de Covid-19, editou decreto no dia de hoje liberando os bares e restaurantes neste Natal e Ano Novo para ficarem abertos e promoverem todo tipo de aglomerações condenadas por entidades médicas e autoridades sanitárias do Brasil e do mundo.

Para o secretário, o decreto municipal do prefeito “contraria as maiores entidades científicas do Brasil e do Mundo em Relação da Covid-19”. Até esta quinta-feira (24), o município já registrou 15.149 casos da doença e 432 óbitos e esteve entre as 10 cidades com maior número de casos novos ao dia durante toda a semana.

Geraldo Medeiros alertou que “a decisão do prefeito em abrir bares e restaurantes na véspera de Natal e de ano novo põe em risco a vida dos campinenses, principalmente a dos portadores de doenças crônicas e dos idosos”.

Cidade sede da 2ª Macrorregião de Saúde da Paraíba, Campina Grande polariza o atendimento especializado do novo coronavírus para os 70 municípios que compõem a região. No Plano Estadual de Contingência, o território concentra quatro serviços de referência para a Covid-19. Ao todo, são 94 leitos de UTI adulto disponíveis para receber pacientes com quadro grave da doença. No mês de dezembro, a demanda por leitos de UTI adulto teve um crescimento considerável. De acordo com o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, o aumento foi de 128%. “A taxa de ocupação dos leitos em Campina Grande passou de 31% em 1º de dezembro para 53% no dia 22, chegando a picos de ocupação de 63%, em 15 de dezembro”, observa.

 

O secretário afirma que o decreto estadual, publicado no Diário Oficial do Estado do dia 22 de dezembro, traz orientações iguais a todos os 223 municípios e tem o objetivo de preservar a vida das famílias paraibanas. “Observamos um aumento de casos, óbitos e ocupação hospitalar nos últimos dias e isso nos preocupa. O decreto tem o intuito de evitar a aglomeração e o adoecimento da população, assim como também contempla as necessidades do segmento econômico de bares e restaurantes, uma vez que é permitido seu funcionamento para delivery e retirada de pedidos a partir das 15h do dia 24, 25, 31 de dezembro e 01 de Janeiro de 2021”, pontua.

Segundo dados do Observatório de Síndromes Respiratórias da UFPB, a média móvel da taxa de transmissibilidade (Rt) do Novo Coronavírus em Campina Grande cresceu 26,7% entre 1º e 22 de dezembro. Hoje, a cada 100 infectados, são contaminadas mais 114 pessoas. Este valor é acima do considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um estágio controlado de epidemia, que deveria ser menor que 1,0. Em toda a 2ª Macrorregião, 55 municípios apresentam a média móvel do Rt acima do considerado controlado pelos órgãos mundiais de saúde.

Geraldo Medeiros ressalta ainda que Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos indica que bares, festas e shows são os ambientes mais propensos a espalhar o coronavírus entre as pessoas. Eles são classificados como locais de alto risco de contaminação. Ele afirma que essa é uma das razões para o Governo do Estado considerar medidas restritivas apenas nestas datas, uma vez que tendem a concentrar um grande número de pessoas sem o uso de máscaras.

Assessoria

Supremo Tribunal Federal profere 99 mil decisões em 2020

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O Supremo Tribunal Federal (STF) proferiu 99,3 mil decisões neste ano e conseguiu reduzir o acervo de processos pendentes de julgamento. Os números estão no balanço de atividades que foi fechado ontem (23) pelo tribunal. 

De acordo com o levantamento, os 11 ministros proferiram 81.161 decisões individuais e 18.208 colegiadas, nas duas turmas de julgamentos e no plenário em 2020. Houve redução de 19% no estoque de processos em relação ao ano passado. Estão em tramitação 25.806 processos, o menor número em 25 anos. Cerca de 6,7 mil ações envolvendo a pandemia de covid-19 foram recebidas.

Em entrevista à TV Justiça, o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, disse que a população brasileira pode esperar que a Corte continuará lutando pela saúde dos brasileiros durante a pandemia e que o tribunal terá como prioridade o investimento em tecnologia para acelerar a tramitação de processos.

Pelo calendário prévio de julgamentos previstos para 2021, os ministros devem analisar questões sobre a comercialização de bebidas alcoólicas em rodovias e em estádios, direito de resposta em jornais, cota para filmes nacionais nos cinemas, regulamentação de jogos de azar e ações conta a reforma trabalhista de 2017.

Prorrogado prazo para validar documentos usados em inscrição no Fies

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O Ministério da Educação publicou, no Diário Oficial da União desta quinta-feira (24), uma portaria que prorroga, para 31 de dezembro, o prazo que as Comissões Permanentes de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) têm para validar as inscrições para a ocupação de vagas remanescentes, no âmbito do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2020.

Essas comissões são responsáveis pela validação das informações prestadas pelo estudante no ato da inscrição do Fies, bem como dar início ao processo de aditamento de renovação dos contratos de financiamento.

A portaria prorroga também o prazo para realização dos aditamentos de renovação semestral dos contratos de financiamento concedidos pelo Fies, simplificados e não simplificados. Nesse caso, a nova data é 15 de janeiro de 2021.

 

Brasil proíbe voos vindos da Inglaterra e Irlanda do Norte

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Portaria publicada em edição extra do Diário Oficial da União na noite de ontem (23) proíbe, em caráter temporário, a entrada no país de voos com origem ou passagem pelo Reino Unido e Irlanda do Norte. A portaria restringe, também, a entrada de estrangeiros por fronteiras terrestres e aquaviárias.

A medida foi adotada após ter sido identificada nesses países uma variante do novo coronavírus (covid-19) que, segundo especialistas, teria uma capacidade de transmissão superior à das versões até então conhecidas.

Assinada por três ministérios, da Saúde, Justiça e Segurança Pública e Casa Civil, a portaria suspende a autorização de embarque para o Brasil “de viajante estrangeiro, procedente ou com passagem” por esses países nos últimos 14 dias.

As restrições não se aplicam a brasileiro nato ou naturalizado; imigrante com residência de caráter definitivo no território brasileiro; profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que identificado; funcionário estrangeiro acreditado junto ao governo brasileiro; estrangeiro que tenha cônjuge, companheiro, filho, pai ou curador de brasileiro, ou que tenha ingresso autorizado especificamente pelo governo brasileiro ou portador de registro nacional migratório.

A portaria detalha, ainda, as situações em que o transporte de cargas é autorizado, bem como as restrições e exceções às quais estrangeiros vindos via terrestre e aquática estão sujeitos.

“Excepcionalmente, o estrangeiro que estiver em país de fronteira terrestre e precisar atravessá-la para embarcar em voo de retorno a seu país de residência poderá ingressar na República Federativa do Brasil com autorização da Polícia Federal”, estabelece a portaria. Nesse caso, ainda segundo o texto, o estrangeiro deverá dirigir-se diretamente ao aeroporto e ter em mãos uma demanda oficial da embaixada ou do consulado do país de residência, além de apresentar os bilhetes aéreos correspondentes.

DPE-PB obtém liminar na justiça que suspende desocupação de 150 famílias em CG

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A Defensoria Pública do Estado da Paraíba, por seu Núcleo de Direitos Humanos e da Cidadania em Campina Grande (PB), obteve liminar em recurso de agravo de instrumento para suspender decisão proferida pelo Juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública, em ação de reintegração de posse ajuizada pelo Município de Campina Grande contra cerca de 150 (cento e cinquenta) famílias ocupantes de uma área situada no bairro do Cruzeiro, naquela cidade.

 

O agravo de instrumento foi elaborado pelos defensores públicos Marcel Joffily e Philippe Mangueira, e protocolado ainda ontem (quarta-feira), durante o plantão judiciário.

 

A decisão proferida pela 2ª Vara da Fazenda determinou a expedição de mandado de reintegração de posse em favor do Município e contra os ocupantes da área, inclusive com utilização de força policial, se necessário. Ademais, o Município de Campina Grande havia informado no processo, no último dia 21 de dezembro, que a desocupação havia sido agendada para o próximo dia 29 de dezembro, às 07h00, requerendo ao Juízo da 2ª Vara da Fazenda que fossem comunicadas a Cagepa, Energisa e a Polícia Militar.

 

Agilidade

 

A Defensoria tomou conhecimento do processo na última terça-feira (22). No dia seguinte, reuniu fotografias e vídeo da área ocupada e interpôs, durante o plantão judiciário, agravo de instrumento contra a apontada decisão, alegando várias nulidades processuais, especialmente o fato de que a Defensoria Pública não havia sido intimada para participar do processo na qualidade de custos vulnerabilis, ou seja, na qualidade de “guardiã dos vulneráveis”, conforme determina o Código de Processo Civil em seu art. 554, §1º, do CPC.

 

A Defensoria alegou, ainda, que o Município de Campina Grande não havia apresentado qualquer plano de realocação das famílias ocupantes de tal área, de modo que a expulsão destas do local agravaria ainda mais um problema social, e que sequer houve a elaboração de um Estudo de Situação, pela Polícia Militar, para fins de realização de uma desocupação pacífica.

 

Argumentos acolhidos

 

Nesse mesmo dia, o desembargador plantonista Luís Sílvio Ramalho Júnior acolheu os argumentos suscitados pela Defensoria, deferindo a liminar para suspender a decisão agravada que determinou desocupação da área com a reintegração de posse em favor do Município, proibindo-lhe, por conseguinte, a adoção de qualquer medida tendente à retomar a posse do imóvel e demolir as construções porventura realizadas no local, sob pena de incidência de multa no valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais).

 

Em suas razões, o desembargador aduziu que quando se tratar de ação possessória envolvendo inúmeros litigantes, deve o magistrado respeitar a norma contida no § 1° do art. 554 do CPC, que determina a intimação da Defensoria Pública para representar as pessoas em situação de hipossuficiência econômica.

Ademais, endossando as afirmações da Defensoria, aduziu o magistrado que a área pública foi invadida por famílias carentes, em situação vulnerável, sendo que o imóvel encontra-se ocupado por um grupo de mais de 150 famílias, entre idosos, mulheres e crianças. Portanto, considerando que as características do local demonstram que os ocupantes são pessoas em situação de hipossuficiência financeira, mostra-se, aparentemente, necessária a prévia intimação da Defensoria Pública.

 

Participação indispensável

 

“Desse modo, a atuação da Defensoria Pública deve ser observada como guardiã dos vulneráveis em ações possessórias, sendo indispensável sua participação, sob pena de nulidade, e que presume-se perigo de dano pelos mesmos fatos expostos acima, uma vez que a vulnerabilidade dos ocupantes por si só é indicativa do dano acima referido”, destacou Luiz Sílvio Ramalho Júnior.

 

Para o defensor Marcel Joffily, a decisão é importante não só porque consolida ainda mais a atuação da Defensoria Pública enquanto custos vulnerabilis (guardiã dos vulneráveis), mas principalmente por resguardar as 150 (cento e cinquenta) famílias carentes que estão apossadas na área, e que poderiam sofrer um dano irreparável caso a desocupação fosse levada adiante, sem qualquer plano do Município para realocação destas famílias.

 

Já para o defensor público Philippe Figueiredo, a decisão representa um marco para a Defensoria Pública, por reforçar o seu papel de guardiã dos vulneráveis, de modo que em demandas dessa natureza impreterivelmente deve haver a participação da Instituição.

 

Ele acrescenta, ainda, a sensibilidade do Tribunal de Justiça em evitar o despejo de famílias carentes sem qualquer plano de realocação destas. Para ele, a dignidade humana é fundamento de existência do Estado Brasileiro, não podendo ser relegado por interesses econômicos de ocasião. Desta decisão cabe recurso.

Com obras físicas concluídas, Luciano Cartaxo apresenta Residencial Vista do Verde e garante lar para 1.500 pessoas em 2021

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O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, esteve na manhã desta quinta-feira (24) no Residencial Vista do Verde, no Bairro das Indústrias, acompanhando a conclusão das obras físicas dos empreendimentos que vão garantir no próximo ano um novo lar para mais de 1.500 pessoas da Capital. No total serão 192 apartamentos entregues no Residencial Vista do Verde I, que já está com 100% das obras concluídas, e mais 192 apartamentos no Residencial Vista do Verde II, que está com 97% das obras finalizadas.

Ao lado da secretária municipal de Habitação, Chiara Fernandes, o prefeito falou da importância de mais este empreendimento para as famílias da cidade. “João Pessoa vivenciou nos últimos oito anos o maior e melhor programa de habitação da sua história. São quase 10 mil unidades habitacionais entregues para famílias que até então viviam em condições de vulnerabilidade. Neste sentido, estamos encerrando o ano concluindo mais uma obra importante, que é o Residencial Vista do Verde, garantindo que em 2021 centenas de famílias tenham um lar digno e de qualidade para chamar de seu, apartamentos construídos dentro de um excelente padrão de qualidade”, destacou.

Foram investidos R$ 38 milhões para a construção dos novos empreendimentos. Juntos, os Residenciais Vista do Verde I e II têm 384 apartamentos, beneficiando cerca de 1.500 pessoas. Todos as unidades localizadas no térreo são adaptadas para Pessoas com Deficiência (PCD) e idosos, garantindo acessibilidade e mais qualidade de vida. A entrega das chaves dos empreendimentos ocorrerá no próximo ano, seguindo os trâmites do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) do Governo Federal.

Aguinaldo Ribeiro abre mão da disputa e anuncia apoio a Baleia Rossi à presidência da Câmara Federal

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A candidatura de Baleia Rossi (MDB-SP) à presidência da Câmara foi sacramentada após a “desistência” do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que disputava com o emedebista o apoio do grupo político de Rodrigo Maia. “Abri mão da pré-candidatura para que o Brasil dê um passo à frente. Dei um passo atrás para consolidar a candidatura de Baleia Rossi”, disse Ribeiro, que estava presente no anúncio oficial da candidatura do bloco nesta quarta-feira (23).

Veja nota:

A eleição para a presidência da Câmara dos Deputados tem um significado importante para a manutenção da democracia em nosso país.

Desse modo, entendo que não poderíamos mais adiar o anúncio do nome que representará o bloco, do qual pertenço, nessa disputa.

Estou abrindo mão da minha pré-candidatura para que, dando um passo atrás, o Brasil possa dar um passo a frente.

Agradeço o apoio que recebi de vários partidos. Agora, vamos trabalhar para manter a independência da Câmara, que ao longo dos últimos anos foi de extrema importância para o equilíbrio democrático do Brasil.

Disputa pela Presidência da Câmara de vereadores na Capital ficará entre Dinho e Mikika Leitão

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Os vereadores que foram eleitos pela população de João Pessoa acabaram de passar por um processo eleitoral, mas outra disputa já começou nesta quarta-feira (23). É que os parlamentares Dinho (Avante) e Mikika Leitão (MDB) registraram as chapas para a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal referente ao biênio 2021/2022. A votação para escolher um dos grupos está programada para o dia 1º de janeiro, que é quando os parlamentares tomarão posse.

O grupo comandado por Dinho, que teve 16 assinaturas na ata de registro, tem Eliza Virgínia (PP) e Thiago Lucena (PRTB) como primeiro e segundo vice-presidentes, respectivamente. Logo depois estão os três secretários: Damásio Franca Neto (PP), Tarcísio Jardim (Patriota) e Bispo José Luiz (Republicanos). Para o biênio 2023/2024, a articulação é que o vereador Bruno Farias (Cidadania) seja o presidente da Câmara.

Além dos seis nomes que formam a chapa e do vereador Bruno Farias, também assinaram a ata de registro Bosquinho (PV), Carlão Pelo Bem (Patriota), Dr. Luís Flávio (PSDB), Durval Ferreira (PL), Guga (PROS), Marcílio do HBE (Patriota), Odon Bezerra (Cidadania), Tanilson Soares (Avante) e Zezinho Botafogo (Cidadania).

Do outro lado dessa disputa está a candidatura de Mikika Leitão (MDB), que terá como vices o atual presidente da Casa, João Corujinha (PP), além de Milanez Neto (PV). Os secretários são Emano Santos (PV), Chico do Sindicato (Avante) e Toinho Pé de Aço (PMB). Aqui, o acordo é para que no biênio 2023/2024, João Corujinha possa retornar ao comando da Câmara.

Os nomes que apresentaram apoio a chapa de Mikika Leitão foram Coronel Sobreira (MDB), Junio Leandro Agente de Saúde (PDT), Marcos Henriques (PT), Marmuthe Cavalcanti (PSL) e Marcos Bandeira (PMB). Jornal da Paraíba