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Greve: caminhoneiros paralisam atividades e pedem redução do preço do diesel

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Alguns caminhoneiros se concentram em pontos chave das rodovias paraibanas desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (1º). A categoria aderiu à paralisação nacional contra o aumento do Pis/Cofins sobre o óleo diesel.

O presidente do Sindicato dos Motoristas e Ajudantes de Entregas do Estado da Paraíba (Sindmae/PB), Marcos Antônio, reclamou da determinação nacional para a categoria não ocupar as rodovias. “Temos o direito de greve, e a Polícia Rodoviária Federal vai cumprir o que foi mandado para eles. Disseram que temos que ficar no pátio do posto e não podemos ir para a BR. Vamos garantir nosso direito”, disse.

No sábado, a Justiça Federal do Rio de Janeiro expediu uma liminar que proíbe caminhoneiros que pretendem participar da manifestação nacional de bloquear a BR-101. Eles estão impedidos de obstruir, mesmo que parcialmente a rodovia e de praticar atos que prejudiquem o tráfego de veículos na via.

“Campina Grande já parou, também estão em conversa com a PRF, tentamos negociar pacificamente”, disse.

Outros locais também já estão com alguns manifestantes aderindo a paralisação como o Porto de Cabedelo e outros pontos na divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba, na BR-230.

A PRF divulgou que não há interdição nas rodovias paraibanas e que o trânsito segue fluindo normalmente.

Jovem é assassinado quando buscava esposa no trabalho dela, em Santa Rita

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Um jovem de 24 anos foi morto a tiros quando buscava a esposa no trabalho. A vítima residia na cidade de Cruz do Espírito Santo e todos os dias ia buscar a companheira na cidade de Bayeux. Neste domingo (31), ele foi seguido por desconhecidos em uma moto que o alcançaram na altura do município de Santa Rita.

Os suspeitos atiraram na cabeça do jovem que caiu da moto já sem vida. A mulher ficou ferida na queda e foi encaminhada para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

De acordo com a polícia, o jovem não tinha antecedentes criminais e fazia todos os dias esse trajeto para buscar a esposa. A polícia investiga a motivação e autoria do crime.

OMS promete ao Brasil até 14 milhões de doses de vacina contra Covid-19 a partir de fevereiro

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O Ministério da Saúde anunciou, no sábado (30), que o Brasil deve receber de 10 a 14 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford contra a covid-19 a partir de meados de fevereiro, por meio do consórcio internacional Covax Facility.

Segundo a pasta, a estimativa para o envio dos imunizantes foi recebida por meio de uma carta da aliança internacional ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS). A Covax Facility é definida como uma ação que tem o objetivo de difundir a distribuição justa e igualitária das vacinas contra a covid-19. A iniciativa define que a imunização mundial contra o novo coronavírus é uma corrida na qual “ninguém ganha até que todos ganhem”.

O consórcio global de compartilhamento de vacinas reúne cerca de 190 países. Desses, 92 são considerados de baixa ou média renda (como Afeganistão, Etiópia, Haiti).

Por meio da iniciativa, os recursos destinados pelos países mais ricos, que têm maior poder nas negociações com as empresas farmacêuticas, apoiam aqueles em maior situação de vulnerabilidade.

No consórcio, a expectativa é de que o Brasil receba 42,5 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 até o fim de 2021. De acordo com o Ministério da Saúde, essa quantidade é suficiente para imunizar 10% da população brasileira, “com distribuição de acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19”.

O Brasil consta na aliança como uma economia com “autofinanciamento potencial”, que reúne cerca de 80 países. A expectativa é de que o país pague cerca de R$ 2,5 bilhões, em diferentes parcelas, para ter acesso às vacinas e auxiliar outros países por meio da Covax Facility.

A ALIANÇA COVAX
Diante da corrida mundial pela vacinação, especialistas ressaltam a importância da Covax Facility, por ser uma iniciativa que tem o objetivo de distribuir de modo igualitário o imunizante.

Vice-diretor da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), braço da OMS para as Américas, Jarbas Barbosa informou, no sábado (30/01), que a Covax iniciaria as entregas das vacinas aos países que fazem parte da iniciativa em meados de fevereiro.

“Para os países das Américas que participam do mecanismo, todos com exceção dos EUA, serão entregues entre 35,3 milhões a 52,9 milhões de doses. Para o Brasil, nossa estimativa é de entregar entre 10,6 milhões e 14,2 milhões de doses nessa primeira fase. A partir daí, serão entregas mensais até alcançar o percentual da população que cada país solicitou”, escreveu em uma publicação em seu perfil no Facebook.

De acordo com a OMS, atualmente há um acordo de compra de 150 milhões de doses da vacina de Oxford e da AstraZeneca e 40 milhões de doses da vacina produzida pela Pfizer e BioNTech.

Posteriormente, outros imunizantes também deverão fazer parte da aliança — a expectativa é distribuir, ao menos, 2 bilhões de doses até o fim deste ano, sendo mais da metade delas aos países mais pobres por terem dificuldades para adquirir o imunizante diretamente com os laboratórios.

As doses que o Brasil receberá por meio da aliança serão da vacina da Oxford-AstraZeneca. O imunizante teve registro emergencial das 2 milhões de doses que já chegaram ao Brasil aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Na última sexta-feira (29/01), foi feito pedido de registro definitivo da vacina à agência, que informou que irá analisá-lo.

Segundo o site de notícias G1, a agência informou que a necessidade de um novo pedido de registro das vacinas enviadas pela Covax depende do local de produção e da forma de apresentação das doses.

Se essas enviadas pela Covax ao Brasil vierem do mesmo laboratório da Índia, que produziu as aprovadas emergencialmente, a agência poderá “ampliar” a autorização para uso, como ocorreu em relação a um segundo lote da Coronavac. No entanto, se forem produzidas em outro laboratório, deverão passar por um novo pedido de registro emergencial.

ACORDOS BILATERAIS
Além da Covax, o Ministério da Saúde ressalta que fez acordos com empresas para obter doses de vacinas contra o novo coronavírus. Em nota, pontua que firmou parceria diretamente com a AstraZeneca e a Universidade de Oxford, por meio da Fundação Oswaldo Cruz/BioManguinhos, e com a empresa Sinovac e o Instituto Butantan para distribuição da CoronaVac.

Até este domingo (31/01), o Brasil já havia vacinado 2 milhões de pessoas. O país possui, até o momento, 12,8 milhões de doses de vacinas para enfrentar a pandemia — 10 milhões da CoronaVac e 2 milhões da Oxford-AstraZeneca.

Mas especialistas têm alertado que dificuldades relacionadas a insumos para a produção no país, em meio ao cenário de corrida mundial pela imunização, podem interromper a vacinação no Brasil por certo período.

Especialistas têm criticado o ritmo da vacinação no país.

Para eles, os números atuais de imunização no Brasil estão abaixo das expectativas e da capacidade do sistema de saúde.

“O ritmo de vacinação no país está simplesmente péssimo. Nós já deveríamos ter utilizado pelo menos todo esse primeiro lote de 6 milhões de doses da CoronaVac, do Instituto Butantan e da Sinovac”, disse o epidemiologista Paulo Lotufo, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em entrevista à BBC News Brasil.

Em resposta às críticas, o Ministério da Saúde alega que o plano de vacinação é dinâmico e pode sofrer ajustes necessários nas fases de distribuição das vacinas, “considerando a indicação de uso apresentada pelo fabricante, o quantitativo de doses entregues e os públicos prioritários já definidos”.

A imunização em larga escala permite proteger toda a comunidade, mesmo aquelas pessoas que, por um motivo ou outro, não podem tomar as doses. Esse fenômeno é conhecido popularmente como imunidade de rebanho, embora os cientistas prefiram o termo imunidade coletiva.

Ainda não se sabe ao certo qual é a porcentagem de vacinação necessária para atingir a imunidade de rebanho contra a covid-19.

Atualmente, os cientistas calculam que essa taxa deve ficar entre 70% e 90%.

Se considerarmos que a campanha começou no Brasil há 12 dias e, de acordo com Our World Data (da Universidade de Oxford), 1,45 milhão de brasileiros receberam a primeira dose até quinta-feira (28/1), isso dá uma média de 120 mil pessoas vacinadas por dia.

Se precisarmos imunizar até 90% da população para eventualmente atingir a imunidade coletiva, no Brasil esse total corresponde a 188,5 milhões de pessoas vacinadas.

Mas, se continuarmos no ritmo atual de 94 mil doses por dia, demoraremos 1.570 dias (ou pouco mais de quatro anos) para atingir o limiar de 90%.

A epidemiologista Carla Domingues, que foi coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde por quase dez anos (2011-2019), afirma que o Brasil tem total capacidade de acelerar seu plano e vacinar um número bem maior de pessoas contra a covid-19.

“Nas campanhas de vacinação contra a gripe, que acontecem todos os anos, nós conseguimos imunizar 80 milhões de brasileiros em apenas 90 dias”, compara.

Domingues acrescenta que o país tem cerca de 30 mil profissionais de saúde contratados para fazer a vacinação. “Cada um deles consegue atender de 20 a 30 pessoas por dia. Portanto, não é exagero dizer que podemos imunizar 900 mil ou até 1 milhão de indivíduos no país diariamente.”

Enem digital tem 68,1% de abstenção

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O primeiro dia de aplicação da versão digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou a ausência de 68,1% dos 93 mil candidatos inscritos. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ao todo, 34.590 candidatos fizeram as provas.

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, atribui as faltas principalmente à pandemia do novo coronavírus. “O índice de abstenção continua alto, como também teve no Enem impresso. A gente entende que isso é muito em função da pandemia. Alguns locais estão em lockdown, as pessoas não saíram de suas casas para fazer as provas”, diz. O Enem impresso, finalizado no último domingo (24), teve abstenção recorde na história do exame. Mais da metade dos candidatos não compareceu.

Por conta da pandemia, o Inep adotou uma série de medidas de segurança, como o uso obrigatório de máscaras cobrindo o nariz e a boca, a disponibilização de álcool em gel nos locais de prova e a antecipação da abertura dos portões, das 12h para as 11h30, no horário de Brasília. Candidatos com sintomas da covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa não deveriam comparecer ao local de prova. Esses candidatos terão direito a reaplicação do exame, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

Ao todo, até o momento, 174 participantes pediram para participar da reaplicação. Desses pedidos, 118 foram aceitos pelo Inep. O pedido deve ser feito pela Página do Participante. O prazo ainda será definido. Mais 70 candidatos foram eliminados por desrespeitarem as regras do exame.

Segundo Lopes, o exame marca o início de mudanças não apenas no próprio Enem, que deverá se tornar 100% digital até 2026, como nas demais avaliações do Inep, que deverão também passar a ser feitas no formato digital. “Agora em 2021 a gente fez uma grande mudança, começando uma nova jornada, que é o começo da digitalização das avaliações e dos exames feitos pelo Inep. O primeiro a ser escolhido foi justamente o Enem”, diz.

Atrasos na aplicação

Neste domingo, participantes relataram atrasos no início da aplicação das provas por problemas técnicos ou mesmo impedimento na realização do exame. De acordo com o diretor de Tecnologia e Disseminação de Informações Educacionais do Inep, Camilo Mussi, isso ocorreu por problemas de um dos servidores na transmissão das provas para os computadores. Os exames foram enviados neste domingo, pela internet, pelas máquinas antecipadamente cadastradas para o Enem.

A transmissão atrasou, de acordo com o diretor, até as 1h30. “Gostaríamos que todos tivessem começado as provas às 13h30. Não foi possível. Alguns participantes, pelo tempo, foram embora e terão direito à reaplicação”, diz.

O presidente do Inep enfatiza que aqueles que não conseguiram fazer a prova hoje poderão, caso desejem, fazer as provas no próximo domingo (7) e pedir para fazer apenas o primeiro dia do exame na data da reaplicação. “Tivemos alguns problemas? Tivemos, mas todo processo novo, inédito, está sujeito a obstáculos, empecilhos”, diz.

Candidatos participam da primeira aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) Digital, na UniCarioca
Aplicação do Enem Digital teve medidas de prevenção à covid-19, como disponibilidade de álcool em gel  – Fernando Frazão/Agência Brasil

Enem digital

Esta é a primeira vez que o Enem é aplicado no formato digital, de forma piloto. As provas começaram a ser aplicadas hoje, quando os participantes responderam as questões de linguagens, ciências humanas e fizeram a redação. No próximo domingo, resolverão as questões de matemática e ciências da natureza. As provas serão disponibilizadas ao final de cada dia de aplicação. Os cadernos de prova do primeiro dia podem ser baixados na página do Inep.  Os gabaritos oficiais serão disponibilizados até o dia 10 de fevereiro.

As notas poderão ser usadas para concorrer a vagas no ensino superior e participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A versão impressa do Enem 2020 foi aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro. Cerca de 2,5 milhões de estudantes fizeram as provas. O exame, tanto o impresso quanto o digital, foi suspenso no estado do Amazonas e o impresso foi suspenso em Rolim de Moura (RO) e em Espigão D’Oeste (RO) devido aos impactos da pandemia nessas localidades. Esses estudantes poderão fazer as provas também na reaplicação. Segundo o Ministério da Educação, foram cerca de 20 ações judiciais, em todo o país, contrárias à realização do exame.

Agência Brasil

Ex-detento que deixou presídio há 15 dias é morto a tiros na residência da mãe em Bayeux

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Um ex-presidiário de 24 anos foi assassinado a tiros na tarde deste domingo (31), na travessa Santa Tereza, em Bayeux, na Grande João Pessoa. A vítima teria ido visitar a mãe, quando homens invadiram a residência e atiraram contra ele.

Segundo informações, o homem tentou correr, porém foi alcançado pelos criminosos e morreu na via pública.

A Polícia Civil informou que à vítima saiu há 15 dias de uma penitenciária. Ele cumpria pena por roubo. O corpo foi levado para o Instituto de Polícia Científica (IPC), no bairro Cristo Redentor, em João Pessoa.

A motivação e autoria ainda são desconhecidas. Ninguém foi preso.

Técnicos da Semam farão limpeza e retirada de plantas invasoras da área da orla

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Técnicos da Secretaria de Meio Ambiente (Semam), da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), farão, nesta segunda (1º), a limpeza das plantas invasoras da área da praia. Castanholas, salsas e cássias, com até dois metros de altura, serão retiradas da área.

As plantas invasoras da orla provocam o sombreamento que impede  o desenvolvimento da vegetação fixadora de duna. Quando a duna fica descoberta da vegetação rasteira, que a protege, a areia se desloca pela força do vento, provocando um desequilíbrio ambiental. As árvores maiores, acima de três metros de altura, que compõem a paisagem local, serão preservadas.

O secretário de Meio Ambiente, Welison Silveira, destacou que uma das principais políticas ambientais da Semam é o cuidado com o patrimônio ambiental da cidade. “Compreendemos a importância das nossas praias para a economia local e  lazer da população, mas é imprescindível, até para que essas atividades possam ser mantidas, ter cuidado com as áreas de preservação. Uma cidade que cuida das suas áreas verdes é muito mais atrativa para turistas e contribui para a qualidade de vida da população local”, frisou.

ÁREA DE PROTEÇÃO PERMANENTE – A Paraíba tem 120 quilômetros de litoral, sendo 24 quilômetros no território de João Pessoa, com praias do Gramame ao Bessa. A vegetação que protege as dunas é considerada Área de Proteção Permanente (APP), protegida por legislação federal (Lei 12.651/2012 – Novo Código Florestal Brasileiro). Não pode ser retirada e precisa ser cuidada pelos gestores públicos,  população e donos de bares e quiosques localizados na área.

Prefeitura vai oferecer cursos e reforço escolar para moradores do Vista do Verde I

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Cuidar das pessoas. É seguindo essa orientação da atual gestão municipal, que a Secretaria de Habitação de João Pessoa irá iniciar uma pesquisa com os moradores do Residencial Vista do Verde I, entregue no dia 25 pelo prefeito Cícero Lucena. O objetivo desse trabalho é traçar o perfil social e saber as habilidades dos moradores, para que a assistência prestada a essas família seja melhor direcionada.

Essa pesquisa servirá para planejar as ações do programa pós-ocupacional que a Semhab coloca em prática em todos os residenciais entregues pela Prefeitura de João Pessoa. “A recomendação do prefeito é cuidar de todas as famílias, proporcionando uma qualidade de vida melhor. Nossa intenção é saber o que elas precisam e as habilidades de cada integrante, pois vamos promover cursos profissionalizantes para aquelas pessoas que não têm uma profissão definida e capacitar quem já tem uma habilidade. Dessa forma, esses moradores terão mais chance de competir no mercado de trabalho”, ressaltou Socorro Gadelha, secretária de Habitação.

O programa pós-ocupacional é realizado durante um ano, podendo ser prorrogado por período igual, após a entrega da moradia. “Durante o período de acolhimento dos moradores, nossos técnicos sociais ajudam na organização do condomínio e orientam sobre as regras de convivência nesse tipo de moradia”, explicou a secretária.

Outra área trabalhada pela equipe da Semhab é a educação, onde é ofertada às crianças e jovens um reforço escolar dentro do próprio residencial. Esse apoio é fundamental, já que muitos tiveram dificuldades de aprendizado durante a pandemia, uma vez que as aulas presenciais foram suspensas.

Residencial – O Vista do Verde I é formado por 192 apartamentos em 12 blocos, cada um com 16 apartamentos. “Para evitar aglomeração durante as mudanças dos moradores para o novo lar, foi estabelecido um calendário, que inclui ainda a recepção e acomodação das famílias”, informou o secretário executivo da Semhab, Ildeberto Delfino.

ALPB retoma sessões nesta segunda-feira com eleição de integrantes da Mesa para biênio 2021/2022

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) retoma as atividades parlamentares, nesta segunda-feira (1º), durante sessão a ser realizada na sede do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo da Paraíba (Sinpol-PB), localizado na Rua Francisco Leocádio Ribeiro Coutinho, 447, Bessa, a partir das 9h30.

As sessões ordinárias continuarão acontecendo de forma remota, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Mas, nesse primeiro encontro, as atividades ocorrerão de forma presencial para eleger e dar posse ao novos integrantes da Mesa Diretora para o 2º biênio (2021/2022).

O presidente da ALPB, Adriano Galdino, explicou que a escolha do Sinpol se deu em decorrência do fato do plenário do prédio sede da ALPB, na Praça dos Três Poderes, ser fechado, sem circulação de ar, e não atender aos protocolos sanitários de prevenção ao contágio da Covid-19.

Hoje, os parlamentares irão eleger o 2º vice-presidente e o 1º secretário da Casa, cargos que ficaram vagos com o falecimento do deputado João Henrique e a renúncia do deputado Nabor Wanderley, respectivamente. Logo em seguida, haverá a posse da nova Mesa Diretora para o biênio 2021/2022.

A sessão desta segunda-feira será restrita aos parlamentares, servidores diretamente ligados aos trabalhos legislativos e a profissionais da imprensa previamente cadastrados e em número reduzido para evitar aglomeração.

Dedé Romão abandona obra de hospital em Pedras de Fogo e será denunciado ao MPPB pelo CRM

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O ex-prefeito de Pedras de Fogo, Dedé Romão, deixou um hospital de grande porte inacabado e virou alvo de críticas do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), que irá elaborar um relatório e encaminhar ao Ministério Público Estadual (MPPB) com todas as informações sobre a obra paralisada.

Na última quinta quinta-feira (28), o vice-presidente do CRM, Antonio Henriques, e o conselheiro Conselho Bruno Leandro de Souza, visitaram a cidade a convite da secretária de Saúde, Kilza Ribeiro Alves, e inspecionaram o hospital.

De acordo com a a atual gestão, Dedé Romão recebeu a obra com as instalações físicas praticamente pronta e recursos em caixa para equipar e colocar o hospital em funcionamento, mas o ex-prefeito simples abandonou a unidade de saúde, que poderia atender à população local e de mais cinco municípios, em torno de 100 mil pessoas, com serviços de cirurgia, obstetrícia, ortopedia, clínica e pediatria. Assim, a construção do hospital nunca foi finalizada e nenhum paciente foi atendido, num total desrespeito ao uso adequado dos recursos públicos.

 

“Lamentável a obra não foi concluída. A estrutura inacabada surpreende pelo seu tamanho e dimensão. Certamente seria a solução para muitos dos problemas da população da região”, afirmou o vice-presidente do CRM, Antonio Henriques.

O conselheiro Bruno Leandro de Souza informou que o CRM-PB vai elaborar o relatório e encaminhá-lo ao MPPB cobrando providências. “Estaremos sempre vigilantes. O Conselho Regional de Medicina é parceiro, mas também órgão fiscalizador, para que obras como essa sirvam para o benefício da sociedade”, afirmou Bruno Leandro de Souza.

 

O Outro lado

A reportagem tentou ouvir o ex-prefeito para ele apresentar sua versão dos fatos, mas não obteve êxito. O espaço fica aberto para os seus esclarecimentos.

 

Duas crianças morrem e mulher grávida sai ferida após capotamento de carro

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Um acidente envolvendo um carro deixou duas crianças mortas e uma mulher ferida, na tarde deste domingo (31), no município de Alcantil, na Paraíba. De acordo com a Polícia Civil, a mãe das crianças, que está grávida, dirigia o veículo quando perdeu o controle da direção, saiu da via e capotou o automóvel.

Um menino de 8 anos morreu ainda no local em que o acidente aconteceu. A outra criança, de 4 anos, foi atendida no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no fim da tarde do domingo.

A mãe das crianças, de 32 anos, foi socorrida para a mesma unidade de saúde. De acordo com a unidade hospitalar, a vítima está grávida e foi submetida a um procedimento cirúrgico. O estado de saúde dela é considerado estável.

A suspeita da polícia é de que o capotamento tenha acontecido após a motorista tentar desviar de motoqueiros que estavam empinando as motocicletas na via. G1 Paraíba