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Renata Arruda lança o álbum ‘Outra Pegada’, com canções para o mundo pós-pandemia

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Antes da pandemia, quando tinha a expectativa de cumprir sua agenda de shows, Renata não planejava lançar músicas inéditas em 2020. Afinal, seu último trabalho, “Nordeste in Natura” foi muito bem recebido pelo público. Com canções autorais em parceria com Paola Tôrres, seria a época de divulgar esse trabalho. Mas veio o corona vírus e a artista paraibana recalculou a própria rota.

A cantora e compositora Renata Arruda lançará, nesta sexta, dia 12 de março, em todas as plataformas digitais, e também em seu canal de Youtube.com/renataarrudaemfoco o álbum completo “Outra Pegada”.

Durante todo o ano de 2020, a cantora disponibilizou as faixas deste álbum, OUTRA PEGADA e agora ela lança o cd completo, com uma música inédita intitulada A Gente Faz a Festa (Renata Arruda/ Sandra de Sá/ Zé Ricardo).

Música que brinca com as palavras, que solta a língua e festeja o encontro de duas pessoas que se querem. Fala daquela capacidade, de fazer, de um baile cheio de gente, uma festa particular,movida pela paixão, pelo desejo, de se jogar e se entregar um à condução do outro.“A gente vai pra outra cena, outra festa, outra dimensão.”Single que solta à língua e festeja o encontro, conclui a cantora.

Renata, neste álbum, gravou músicas autorais, músicas em parceria com Bebeto Alves, Pierre Aderne e Jonathas Falcão (Seu Pereira), Walter Villaça, regravou Lenine e Bráulio Tavares,  faz releituras de Caetano Veloso, Cazuza e Chico César, e também faz uma homenagem póstuma a sua amiga Cássia Eller, cantando Rubens de Carlos Manga.

“Foi um processo feito com muito amor. E lançar este décimo álbum em tempos de pandemia, onde as pessoas estavam precisando de esperança e acolhimento me trouxe um pouco de alegria. Cada música minha, traz um sentimento de positividade. Acredito que se a gente puder espalhar amor para as pessoas, teremos um mundo cada vez melhor”, declara a artista.

O resultado está no álbum com a participação dos amigos, músicos: guitarristas Walter Villaça e Zé Filho, baterista Guegué Medeiros e o baixista Adriano Ismael.

A artista

Cantora, compositora e poetisa, Renata Arruda, nascida na Paraíba, foi influenciada ao longo de sua carreira por vários compositores e intérpretes da música Brasileira.

Lançou dez CDs, Traficante de Ilusões (1993), Renata Arruda (1996), Um do Outro (1999), Por Elas e Outras (2003), Pegada (2005) (cd e dvd), Deixa (2008), Roda de samba (2013) e Marcas e sinais (2014)(cd e dvd).

Renata publicou o livro de poesias “Nua” (2016), e em 2019 Renata lançou o projeto “Nordeste in Natura”.

Ficha técnica:

 “Outra Pegada”

-Direção e Produção da Renata Arruda

-Produção Geral da Sylvana Toscano

-Clipes e Fotos com BK Produções

-Gravado e mixado no Estúdio Peixe Boi-PB

-Masterizado por Felipe Tichauer (Red Traxx  Mastering)

-Make de Danilo Toscano e Eduardo Nem

-Figurino Pantera

Saiba o que são alimentos probióticos e como ajudam a prevenir e tratar problemas de saúde

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Bactérias são comumente associadas a fatores negativos, porém, além de essenciais ao funcionamento do organismo, o consumo dos chamados probióticos age na microbiota intestinal proporcionando benefícios à saúde. De acordo com a nutricionista Jéssica Lisboa, da equipe de promoção de saúde da Unimed João Pessoa, a ingestão desses microorganismos vivos auxilia no reequilíbrio e na proteção da barreira intestinal e contribui para a redução de inflamações e prevenção de doenças. “Ao serem consumidos, eles atuam para evitar desde problemas gástricos até reduzir a incidência de candidíase nas mulheres”, explica.

Os probióticos são bactérias e leveduras que podem ser ingeridos em alimentos ou suplementos. “Eles estimulam a imunidade, atuam na resistência aos organismos que causam problemas de saúde, proporcionam o equilíbrio intestinal após o uso de antibióticos, aliviam a prisão de ventre, promovem a absorção de minerais e a produção de vitaminas”, destaca.

Na saúde da mulher, os probióticos associados a uma alimentação balanceada favorecem o bem-estar intestinal, revertendo desde quadros de intestino preguiçoso, até alterações de humor. “Pelo menos 95% de toda serotonina é produzida no intestino e quando ele não está bem regulado a produção é reduzida. Além disso, a utilização desses microrganismos diminui a proliferação de bactérias patogênicas e fungos que tendem a migrar para o estômago e trato urinário. Assim, evitamos problemas gástricos e minimizamos a incidência de candidíase. Afinal, quando há um desequilíbrio intestinal as bactérias nocivas migram para todas as partes do corpo”, explica.

Predisposição genética e desequilíbrio na microbiota podem levar a distúrbios como Síndrome do Intestino Irritável, ou até mesmo câncer de cólon retal. Quanto ao estômago, a nutricionista informa que os probióticos atuam para minimizar refluxo, gastrite, úlceras e esofagites. “Já em relação ao sistema imunológico, ele pode ficar enfraquecido por má alimentação ou excesso de medicação na saúde bucal, e os probióticos ajudam a prevenir gengivites e candidíase oral”, completa.

A especialista conta, ainda, que existem cepas específicas para cada objetivo do indivíduo. “Algumas delas vão beneficiar no combate à obesidade, outras atuam no controle da ansiedade ou depressão, que são chamadas de psicobióticos. Já para quadros de autismo, são outras variantes. Geralmente, os probióticos são constituídos de lactobacillus ou bifidobactérias”, ressalta.

De acordo com ela, a ingestão natural deve ser constante por meio da alimentação saudável. A suplementação só é indicada para corrigir ou repovoar a microbiota que sofreu algum dano. “Além disso, outros fatores contribuem para a estabilidade da microbiota, como praticar atividade física, moderar a ingestão de álcool e reduzir o consumo de cigarro e evitar níveis de estresse. A suplementação será recomendada apenas se a pessoa, após consulta com profissional capacitado, apresentar sinais clínicos de sua necessidade. Assim, o profissional prescreverá aquele probiótico na quantidade, tempo, horário ideal para a situação”, alerta e reforça que as pessoas não devem se automedicar, nem adquirir probióticos em farmácias sem orientação médica, pois podem causar risco à saúde.

 

Veja alguns alimentos que são probióticos:

 

*Leite fermentado, iogurte natural, kefir;

*alguns tipos de queijo, como cottage;

*chicória, alcachofra de Jerusalém, chucrute;

*bebida kombucha;

*pães com fermentação natural, aveia em flocos grossos que contém fibras, que são alimento para as bactérias do intestino.;

*vinagre de maçã;

*chocolate 70% cacau;

*natto, misô (alimentos fermentados de origem japonesa);

*tempeh (Alimento fermentado de origem indiana);

*frutas como banana e biomassa de banana-verde.

 

Famup comemora aprovação da nova Lei de Licitações

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O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei da nova Lei de Licitações (4.253/2020) com alguns ajustes para garantir mais clareza nas novas normas. Como não houve modificações de mérito, em relação ao que foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em dezembro de 2020, a matéria segue para sanção ou veto do presidente Jair Bolsonaro.

A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) comemorou a aprovação da propositura, após dez anos de debate e tramitação. “A nova lei foi uma vitória municipalista e deve promover mais transparência às licitações, eficácia e agilidade na execução dos contratos e eficiência no combate a desvios de recursos públicos”, destacou o presidente da Famup, George Coelho.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) considera mais uma conquista municipalista. A entidade participou ativamente do debate e apresentou as reivindicações dos Municípios para atualização das Leis 8.666/1993, 10.520/2002 do Pregão e 12.462/2011 do Regime Diferenciado de Contratações (RDC).

Dentre as mudanças, tipifica crimes relacionados a licitações e disciplina itens do assunto em relação às três esferas de governo: União, Estados e Municípios. A CNM aponta outras mudanças benéficas aos Municípios:

(i) criação do Portal Nacional de Contratações Públicas, que irá centralizar os procedimentos licitatórios;
(ii) simplificação das modalidades licitatórias, com a exclusão do convite e da tomada de preços (e a previsão do pregão dentro da lei);
(iii) inversão de fases, com o procedimento de julgamento de propostas antes do julgamento da habilitação e fase recursal única;
(iv) previsão de procedimentos auxiliares à licitação (como o credenciamento e o registro de preços);
(v) melhor disciplina sobre a contratação direta, inclusive com a consolidação dos valores de dispensa para R$ 100 mil (serviços de engenharia e manutenção de veículos automotores) e R$ 50 mil (demais contratações).

Guedes cita seguro-emprego para ajudar pequenas empresas na pandemia

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Parte do programa para evitar demissões em empresas afetadas pela pandemia pode ser financiada por um “seguro-emprego”, disse hoje (11) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em encontro da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, ele sugeriu que o governo pague R$ 500 por trabalhador, a cada mês, para preservar o emprego, numa nova rodada de ajuda aos pequenos negócios.

“Por que não dar R$ 500 para ter um seguro-emprego? Em vez de esperar alguém ser demitido e dar R$ 1 mil, vamos evitar a demissão pagando R$ 500 antes. Um seguro-emprego. Em vez de uma cobertura de quatro, cinco meses, como é hoje no seguro-desemprego, vamos fazer uma cobertura de 11 meses, 12 meses pela metade do custo”, declarou o ministro, sem dar mais detalhes.

O ministro prometeu novas medidas de ajuda além do Benefício Emergencial (BEm), que complementa a renda do empregado com jornada reduzida ou contrato suspenso, e do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Ele, no entanto, não explicou que novas medidas seriam essas. Apenas disse que as medidas “vêm aí” e serão anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro mais adiante.

Na semana passada, Guedes tinha anunciado que o governo pretendia antecipar o décimo terceiro salário de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Na ocasião, ele disse que a medida só sairia após a aprovação do Orçamento Geral da União de 2021, ainda em tramitação no Congresso.

Contribuição

No encontro, Guedes ressaltou a importância dos negócios de menor porte para a criação de empregos. “Mais de 90% das empresas e quase 60% do emprego, quase 30% do PIB [Produto Interno Bruto], vêm dos pequenos negócios; sempre tivemos essa consciência”, disse. “As micro e pequenas empresas são a coluna vertebral da economia.”

Ao reafirmar que a economia e a saúde andam juntas, Guedes listou diversas medidas tomadas pelo governo, no ano passado, para enfrentar a crise decorrente da pandemia de covid-19. Mencionou que o governo foi responsável, em conjunto com o Congresso, pela criação do auxílio emergencial em 2020. “Nós fizemos essas medidas. Escrevemos isso e mandamos para o Congresso, que foi trabalhando [aumentando o valor original de R$ 200 para R$ 600]”, comentou.

Recuperação

Guedes voltou a afirmar que a economia brasileira está se recuperando em “V” (forte queda, seguida de forte alta) e que ganhará impulso com a vacinação em massa. Segundo ele, nos próximos dias, a Receita Federal anunciará arrecadação recorde em fevereiro.

“A arrecadação é algo que devemos anunciar no máximo na semana que vem. A arrecadação, em fevereiro deste ano, recorde histórico para fevereiros. A economia voltou em ‘V’, está começando a decolar de novo. Vacina em massa de um lado, para o retorno seguro ao trabalho, e, de outro lado, girar a economia. É isso que estamos olhando para a frente”, declarou o ministro.

Agência Brasil

Anvisa amplia regras sobre máscaras em aeroportos e aviões; saiba quais estão proibidas

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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quinta-feira (11) o endurecimento da regra que define quais máscaras devem ser usadas nos aeroportos e aeronaves durante a pandemia da Covid-19.

A agência diz que as mudanças, propostas pela Procuradoria Federal, foram necessárias diante da circulação de novas variantes mais agressivas do vírus. A Anvisa, que é uma autarquia do governo federal, tem entre suas missões, além da regulamentação de medicamentos e vacinas, o controle de portos, aeroportos, fronteiras e recintos alfandegados no país.

Determinações da Anvisa:

  • Máscara deve estar bem ajustada ao rosto, cobrindo o nariz e boca, sem aberturas que permitam a entrada ou saída de ar e gotículas respiratórias.
  • Bandanas e lenços não serão permitidos.
  • Uso isolado (sem máscara) de protetor facial do tipo “face shield” não é permitido.
  • Máscaras de acrílico ou de plástico transparente não serão permitidas.
  • Máscaras com válvula de expiração não serão permitidas.
  • Máscaras de tecido confeccionadas artesanal ou industrialmente com material como algodão e tricoline continuam permitidas, mas devem possuir mais de uma camada de proteção e ajuste adequado ao rosto.
  • Dentro das aeronaves e nos terminais aeroportuários só será permitido retirar a máscara para hidratação ou para alimentar crianças com idade inferior a doze anos, idosos e viajantes que sejam portadores de doenças que requeiram dieta especial.
  • Pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado da proteção e crianças com menos de três anos de idade não serão obrigadas a usar a proteção facial.
  • As mudanças definidas pela Anvisa começam a valer em 25 de março.

Governo confirma parcela do auxílio emergencial em R$ 250

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Saque do auxílio emergencial

O Ministério da Cidadania confirmou, nesta quinta-feira (11), que o novo auxílio emergencial será de R$ 250, em média, e pago por quatro parcelas.

A pasta é a responsável por organizar o calendário de pagamentos, bem como os critérios de elegibilidade do benefício, que é pago pela Caixa Econômica.

“A Cidadania trabalha na conclusão dos detalhes da medida provisória e aguarda a tramitação da PEC na Câmara. Após a finalização desses processos, os pagamentos terão início o mais breve possível”, diz a pasta. “O valor médio deverá ser de R$ 250, em quatro parcelas.”

Na última segunda-feira (8), o ministro da Economia, Paulo Guedes, já havia anunciado que o valor médio deveria ser de R$ 250, com parcelas variando entre R$ 175 e R$ 375, mas que demais informações sobre o auxílio seriam responsabilidade do Ministério da Cidadania.

O texto-base da PEC (proposta de emenda à Constituição) Emergencial, que destina R$ 44 bilhões à nova rodada do auxílio emergencial, foi aprovado em segundo turno na Câmara no início da tarde desta quinta (11).

Até o início da noite, os deputados ainda faziam a análise dos destaques, que são trechos que podem ser retirados do texto. Depois da finalização, a PEC vai para promulgação.

O Ministério da Cidadania afirmou, ainda, que o trabalho de cadastramento realizado em 2020, que identificou os trabalhadores informais “invisíveis”, o cruzamento contínuo de dados e as ações de controle e fiscalização para evitar recebimentos indevidos permitem que o novo auxílio emergencial seja direcionado à parcela mais vulnerável da população.

AUXÍLIO EMERGENCIAL EM 2021
– R$ 250 seria o valor básico do novo auxílio emergencial
Esse é o teto que a equipe econômica aceita pagar, mas a ideia é liberar valores maiores ou menores, conforme o perfil do beneficiário.
– Mães chefes de família receberiam R$ 375
– Solteiros sem filhos receberiam R$ 175

PAGAMENTO EM 4 PARCELAS
Os valores seriam pagos em março, abril, maio e junho

COMO FOI O AUXÍLIO MERGENCIAL EM 2020
O auxílio emergencial foi criado pelo Congresso no final de março de 2020 e passou a ser pago em abril. Ao todo, foram pagas:
– 5 parcelas de R$ 600 do auxílio emergencial
– O valor era de R$ 1.200 para mães chefes de família
– Cada família podia receber até duas cotas; em uma família com uma mãe chefe de família e um outro membro desempregado, o valor chegava a R$ 1.800
– 4 parcelas de R$ 300 do auxílio emergencial residual
– Mães chefes de família recebiam cota dupla, de R$ 600
– Nem todos os beneficiários da primeira rodada conseguiram o auxílio de novo
O governo gastou R$ 294,3 bilhões para pagar o auxílio, sendo que, ao todo, 68 milhões receberam o benefício

Fiocruz: média de mortes diárias por covid-19 cresce 60% em um mês

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O número de mortes diárias por covid-19 chegou ontem (11) a 1.702, segundo a média móvel de sete dias divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Isso representa aumentos de 60,9% em relação a um mês antes, quando foram registrados 1.058 óbitos, e de 48,2% na comparação com 14 dias antes (1.148 mortes).

A média diária de mortes vem batendo recordes consecutivos há 16 dias. O número registrado ontem pela Fiocruz está 55,2% acima do pico em 2020 (1.096 óbitos, notificados em 25 de julho).

A média móvel de sete dias é calculada por meio da soma dos casos registrados no dia e nos seis dias anteriores e da divisão do total por sete. Por isso, os números divergem daqueles apresentados pelo Ministério da Saúde, que apresenta apenas o número de óbitos registrados em um dia específico.

O número de casos, de acordo com a média móvel de sete dias, também apresentou volume recorde ontem: 69.140 – 34,5% acima de 14 dias antes (51.405 casos) e 52,4% a mais do que o registrado um mês antes (45.373).

Hospital do Valentina Figueiredo é referência para atendimento pediátrico de casos suspeitos de Covid-19

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O Hospital Municipal do Valentina é a referência para o atendimento pediátrico de casos suspeitos de Covid-19 em João Pessoa. Desde o início do ano, a unidade hospitalar já recebeu mais de seis mil crianças com suspeita da doença. Neste período, foram realizadas 290 internações de casos suspeitos e, desses, 49 tiveram resultado positivo.

Para receber os pacientes, o fluxo de atendimento no hospital foi modificado, pois continua realizando, também, outros atendimentos pediátricos. Por isso, uma ala foi separada exclusivamente para atender os casos suspeitos de Covid-19 e evitar o contágio de outros pacientes.

De acordo com a diretora geral do Hospital do Valentina, Darcy Luckwu, a assistência se inicia na classificação de risco, onde é identificado se o caso é suspeito de Covid-19 ou não. “Os casos suspeitos são encaminhados diretamente para uma ala específica, onde será realizado todo o atendimento, desde a observação até a internação, caso seja necessário”, explicou.

A unidade hospitalar está preparada para receber os casos de crianças e adolescentes com suspeita de Covid-19, contando com uma equipe multiprofissional para dar assistência aos pacientes e também com a disponibilização de leitos para recebê-los. Ao todo, o hospital possui 70 leitos, sendo 40 exclusivos para os casos suspeitos da doença e outros 30 para pacientes com outras enfermidades.

Do total de leitos pediátricos Covid, 10 são de UTI e 30 são de enfermaria. Nesta quinta-feira (11), a ocupação dos leitos de UTI é de 80%, enquanto dos leitos de enfermaria é de 90%. “Estamos disponibilizando leitos, temos uma equipe preparada, mas também é importante que os pais tomem os cuidados necessários para evitar que os filhos sejam infectados”, destacou a diretora geral do hospital.

Além do Hospital do Valentina, o atendimento para crianças com os primeiros sintomas de síndromes gripais também pode ser realizado nas unidades de saúde da família (USF). Os pais que preferirem, podem ligar para o Tele+Saúde, através do número 3218-9214, e serão atendidos por médicos.

Outros hospitais Covid – A Prefeitura de João Pessoa tem trabalhado intensamente na assistência à saúde da população e aumentando o número de leitos para receber os pacientes de Covid-19. Só esta semana, foram abertos mais 26 leitos de UTI no Hospital Prontovida, somando 126 leitos de UTI na rede municipal de saúde e quadruplicando o número de leitos de UTI em João Pessoa.

Nesta quinta-feira (11), a ocupação de leitos de UTI Covid para adultos na Capital é 88,3%. No Hospital Santa Isabel, que ampliou a quantidade de leitos de UTI Covid de 10 (no início do ano) para 70 nas últimas semanas, a ocupação está em 94,2%. Já no Hospital Prontovida, que iniciou o ano com 16 leitos de UTI e desde a última quarta (10) conta com 46, os leitos de UTI estão 67,3% ocupados.

Centro de Referência da Mulher da Prefeitura de João Pessoa acolhe e orienta vítimas da violência

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Instrumento de grande importância no combate ao assassinatos de mulheres, a Lei 13,104/15 Lei do Feminicídio, aprovada em março de 2015, completa 6 anos de criação. Em João Pessoa, mulheres que se encontram em situação de extrema violência, correndo risco de morte, podem procurar o Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra. O espaço faz parte da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres (SPPM) da Prefeitura da Capital. Lá, as vítimas são acolhidas, orientadas e encaminhadas para órgãos parceiros na garantia da segurança das usuárias.

“Fazemos uma triagem, em seguida encaminhamos para o acolhimento de acordo com a demanda: social, jurídica ou psicológica. Se precisar ir para a delegacia, nossa advogada vai junto. Se precisar de abrigo para se afastar do ambiente em que o agressor está, nossa assistente social faz a articulação com o Estado para que essa vítima seja recebida pela Casa Abrigo, um local seguro e sigiloso para mulheres que precisam de proteção. Lá elas podem ficar por até 90 dias junto com seus filhos menores de idade. E por fim, se a mulher necessita de acompanhamento psicológico para se fortalecer e então quebrar o ciclo de violência, nossa equipe faz esse atendimento através de escutas individuais, atividades em grupos e psicoterapias” explicou, Liliane de Oliveira, coordenadora do Centro Ednalva Bezerra.

A secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Nena Martins, reforça a importância das mulheres vítimas de violência buscarem ajuda. “O número de mulheres mortas em razão da condição sexual assusta e ao mesmo tempo nos impulsiona a combater esse ato criminoso. A Secretaria da Mulher está de portas abertas e pronta para encarar essa luta”, disse.

Importância – O instrumento jurídico qualificou a violência, seguida de morte de uma mulher, como crime hediondo no país (lei nº 8.072/90) e se tornou uma importante aliada para as vítimas de violência.
A Lei 13,104/15 pode ser aplicada em casos como: agressões físicas ou psicológicas, abuso ou assédio sexual, tortura, mutilação genital, espancamentos e qualquer outra forma de violência que gerem a morte de uma mulher, em decorrência da condição de ser do sexo feminino, podendo também ser motivado ou simultâneo com violência doméstica.

Canais de denúncia
180 – CENTRAL DE ATENDIMENTO A MULHER
147 – POLÍCIA CIVIL
190 – POLÍCIA MILITAR
153 – RONDA MARIA DA PENHA
0800 283 3883 – CENTRO DE REFERÊNCIA DA MULHER – JOÃO PESSOA

Prefeitura abre 4 postos de vacinação contra a Covid-19 no final de semana

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A Prefeitura de João Pessoa vai antecipar o esquema de vacinação neste final de semana para os idosos de 73 anos ou mais – sendo quem tiver 74 ou mais no sábado (13) e 73+ no domingo (14), que estava previsto para iniciar na segunda-feira. A imunização contra a Covid-19 será realizada nos postos do Instituto Federal da Paraíba, em Jaguaribe, e nos três do tipo drive thru nos shoppings Manaíra e Mangabeira, e no Espaço Cultural José Lins do Rêgo, em Tambauzinho.

Os quatro postos de vacinação vão funcionar das 9h às 17h (mesmo horário dos postos móveis na semana), nos dois dias, para receber o público prioritário da campanha.

Até esta quinta-feira (11), a Secretaria de Saúde aplicou a primeira dose do imunizante em 39.409 pessoas e 14.722 foram imunizadas com a segunda dose, entre idosos e trabalhadores de saúde.

Diversos postos – Nesta sexta-feira (12), a vacinação continua abrindo espaço para pessoas com 75 anos ou mais, nos dois pontos de drive thru (9h às 17h), em Manaíra e Mangabeira, e nos 15 ginásios (8h às 16h) disponibilizados por toda a cidade. Nesses dois pontos de drive thru, na sexta-feira, também será aplicada a primeira dose para os trabalhadores de saúde.

No ponto instalado no Espaço Cultural, está sendo aplicada a segunda dose do imunizante para os idosos e trabalhadores de saúde. O horário de funcionamento é o mesmo dos pontos de drive thru, das 9h às 17h.

Documentação- Para ter acesso à vacinação, os idosos devem apresentar um documento com foto, CPF ou cartão do SUS. Os que irão tomar a segunda dose devem apresentar, também, o cartão de vacina Covid com a primeira dose.

Já os trabalhadores de saúde devem portar declaração do local de trabalho ou contracheque ou carteira do conselho profissional e a cópia do cartão de vacina Covid com a primeira dose. Os que irão tomar a primeira dose deverão apresentar os seguintes documentos com cópias: declaração do estabelecimento de trabalho e a carteira profissional.