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Acesso à informação: Portal da Transparência da Prefeitura de João Pessoa registra aumento de 55,44% no número de acessos em 2021

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O Portal da Transparência da Prefeitura de João Pessoa registrou um aumento de 55,44% no número de acessos nos primeiros quatro meses de 2021. Entre janeiro e abril deste ano, foram 33.046 visitas mensais. No ano passado, a média foi de 21.260 acessos por mês.

Dos 33.046 acessos mensais, 54,09% deles foram feitos através de dispositivos móveis, como smartphones ou tablets, o que representa um aumento de 10,3% nos primeiros quatro meses deste ano.

“O aumento no número de acessos demonstra a confiança que a população de João Pessoa tem na política de transparência da gestão do prefeito Cícero Lucena”, destacou Rafael Costa, que está à frente da Secretaria Executiva da Transparência Pública (Setramp).

Um dos fatores que impulsionaram o número de acessos foi a campanha de vacinação contra a Covid-19 feita pela Prefeitura. Diariamente, são atualizados todos os números referentes ao processo de imunização, com o número e a lista das pessoas que foram vacinadas.

Um dos mais modernos do país, o site da Transparência da Prefeitura de João Pessoa é uma ferramenta importante para a população ter acesso aos principais dados da gestão, como todos os gastos com a folha de pessoal, informações sobre licitações e contratos, dentre outros dados.

HU de João Pessoa inicia processos para implantação de prontuário eletrônico

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O Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW-UFPB/Ebserh), da Universidade Federal da Paraíba e vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) iniciou os trabalhos para implantação de prontuário eletrônico. A expectativa é que o novo modelo esteja em funcionamento no segundo semestre de 2021, proporcionando redução de gastos com impressão, aumento na agilidade dos atendimentos, maior compartilhamento de informações e mais segurança em relação aos dados dos pacientes.

Atualmente, o HULW-UFPB trabalha com prontuários físicos (de papel). “O prontuário eletrônico definido como padrão para a rede Ebserh está disponível dentro do próprio AGHU, que é o Aplicativo de Gestão para Hospitais Universitários. Trabalhamos com a versão 6.9, em que também temos disponível o Prontuário On-line (POL), que é um módulo para registro de informações médicas, mas sem a possibilidade de assinatura de documentos de forma eletrônica”, explica Samyr Santos Delfino, chefe do Setor de Gestão de Processo e Tecnologia da Informação (SGPTI).

“Com a implantação da versão AGHUx, nossa expectativa é que ocorra a liberação de uma versão mais completa desse prontuário, possibilitando a assinatura de documentos médicos e de enfermagem (isso em um primeiro momento) para que possamos caminhar para um sistema de prontuário eletrônico de fato”, acrescenta o chefe do SGPTI.

SISTEMA OFERECE VÁRIOS BENEFÍCIOS 

Os benefícios decorrentes da substituição do sistema físico para o digital são inúmeros e muito esperados no HULW. Não é para menos, afinal, o prontuário eletrônico reúne uma série de vantagens em relação ao formato em papel, entre eles maior legibilidade e acesso mais rápido às informações do paciente, além da possibilidade de se criar e avaliar indicadores de qualidade assistencial de várias áreas.

“O prontuário eletrônico não só vai facilitar o trabalho da equipe (pois vai reduzir o número de passos para disponibilizar a ação do arquivo médico até chegar ao posto de atendimento, o que torna mais rápida a assistência ao paciente), mas também vai dar mais segurança de que todas as informações estarão sempre disponíveis, evitando extravio de prontuário ou perda de folhas que compõem o prontuário médico”, afirma o gerente de Atenção à Saúde do HULW, José Eymard Filho.

“Também vai garantir que possam ser realizadas, de modo mais adequado, pesquisas dentro do Hospital Universitário, porque a qualidade da informação fica muito mais disponível. Então, a redução de gastos na manutenção de prontuário, a agilidade da disposição de prontuário e a qualidade da informação melhor registrada no prontuário eletrônico vão se traduzir numa melhor assistência ao paciente”, completa José Eymard.

IMPLANTAÇÃO – Para poder implantar o prontuário eletrônico, o Lauro Wanderley vai investir em melhorias. “A atual superintendência tem realizado esforços no sentido de melhorar a nossa infraestrutura por meio da aquisição de novos computadores, que serão utilizados na renovação e expansão do parque atual, e de investimentos na rede lógica, incluindo cabeamento e switchs de distribuição. Inicialmente nas clínicas e, posteriormente, no ambulatório”, acrescenta o chefe do SGPTI.

Associado aos investimentos na infraestrutura, os profissionais da área assistencial do Hospital Universitário também serão treinados para poder operar o novo sistema. “Além dos treinamentos disponíveis pela Ebserh, o SGPTI possui o hábito de considerar etapas de treinamentos para usuários da ferramenta sempre que é iniciado um novo projeto de implantação de módulos do AGHU “, afirma Samyr Delfino.

Assessoria

Prefeitura de João Pessoa dá posse a procurador aprovado no segundo concurso realizado pela PGM

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A Prefeitura de João Pessoa e a Procuradoria Geral do Município dão posse ao procurador municipal Mateus Scipião Moura, aprovado no II Concurso Público, nesta sexta-feira (14), às 10h, no auditório do Paço Municipal.

A solenidade terá transmissão ao vivo através do Instagram da Associação dos Procuradores de João Pessoa/PB: apjp_procuradores.

Saúde: Instituto Cândida Vargas oferece terapia sexual para usuárias

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Referência na saúde da mulher, o Instituto Cândida Vargas (ICV), que faz parte da Rede Municipal de Saúde de João Pessoa, está oferecendo o serviço de terapia sexual às pacientes da unidade. O acompanhamento vem sendo feito há alguns anos e tem ajudado muitas mulheres que sofrem algum problema no ato da relação sexual.

De acordo com a médica Yara Vilar, a ideia para a criação do serviço surgiu após uma pesquisa para o seu mestrado que foi realizada com gestantes do ICV. Ela ouviu muitos relatos de mulheres que sofriam alguns transtornos sexuais, como dores e dificuldade para sentir prazer.

“A terapia sexual é uma terapia comportamental cognitiva breve que trabalha em cima da queixa da paciente. Aquela paciente que tem uma disfunção sexual, ou seja, uma alteração na sua resposta biológica ou fisiológica do desejo, da excitação, do orgasmo. É aquela paciente que tem queixas dolorosas durante a relação sexual, que é dispareunia e vaginismo”, explicou.

Para solicitar o atendimento, a mulher que for diagnóstica com uma disfunção sexual deve se dirigir até o ambulatório do Instituto Cândida Vargas, que fica localizado na Avenida Coremas, nº 865, no bairro de Jaguaribe. É necessário levar alguns documentos, como RG, CPF, comprovante de residência e o cartão SUS. As consultas são realizadas às segundas-feiras.

Em João Pessoa chove mais de 192 mm em 24 horas e previsão é de mais chuvas, diz Defesa Civil

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As chuvas que atingem a cidade de João Pessoa desde a noite de quarta-feira (12), devem continuar e de acordo com o secretário Executivo da Defesa Civil, Coronel Kelson, nas últimas 24h, choveu 192.6, sendo 81.4mm nas últimas 12h.

Apesar disso, não houve vítimas de deslizamentos de terra. O secretário explicou que as barreiras deslizaram, mas que estão sendo monitoras, mas a comunidade se nega a sair. “Eles têm um sentimento muito arraigado e ligado com o rio, mesmo que a gente tente retirar as famílias, elas são contrárias, não aceitam sair. Estão aguardando a chuva cessar, mas a probabilidade é pequena. Vamos ficar por aqui no trabalho de convencimento para que as pessoas saiam e possamos acolher de forma mais digna”, disse.

De acordo com Kelson, os locais estão monitorados há muitos anos. “Quando a força da natureza impera, você fica com mãos atadas, chuvas muito fortes, torrenciais e permanentes. Ficamos sem condições de fazer alguma coisa”, explicou.

A previsão, de acordo com o secretário é que haja mais chuvas nas próximas horas.

Veja as vantagens em pagar parcelas do plano de saúde da Unimed João Pessoa no débito automático

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Para otimizar tempo e pagar faturas com segurança, a Unimed João Pessoa oferece aos clientes a opção de pagar as mensalidades do plano de saúde pelo débito automático em conta corrente.

O método funciona após a autorização do cliente para que o valor referente ao plano de saúde seja descontado diretamente no banco todos os meses de forma automática.

Aderir ao débito automático é prático e cômodo. Basta acessar o Portal Unimed João Pessoa (www.unimedjp.com.br) e clicar na área “Sou Cliente”, em “Débito Automático” e, em seguida, ir em “Aderir ao serviço”. Durante o processo, alguns dados bancários serão solicitados.

A confirmação do cadastro será enviada pela Unimed João Pessoa em até 72 horas, por SMS ou e-mail. O cliente também será informado quando o pagamento acontecerá por esse método. Caso seja necessário confirmar algum dado, o pedido também chegará por meio eletrônico.

Após receber a confirmação da adesão ao débito automático, para autorizar o serviço, o cliente deverá acessar a conta do banco por meio do aplicativo ou nos terminais de autoatendimento. Detalhe: ao fazer a adesão para débito automático, o cliente deixará de receber o boleto impresso ou on-line, que fica disponível no portal da Cooperativa, para conferência de pagamentos.

Confira vantagens de aderir ao débito automático:

  •  É gratuito e não exige o pagamento de nenhuma tarifa para aderir.
  •   A fatura será descontada dentro do prazo — caso haja saldo em sua conta — assim, não haverá mais multas por atraso.
  • Em caso de perda ou danos no boleto, não é necessário solicitar segunda via, pois o pagamento será automático.
  • Como é um processo automatizado, não é necessário ir a um banco para realizar o pagamento.
  • O método é certificado e não há risco de fraudes ou golpes.

Paraíba registra 1.127 novos casos de Covid-19 com 18 óbitos nas últimas 24 horas

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta quinta-feira (13), 1.127 casos de Covid-19. Entre os confirmados hoje, 68 (6,03%) são casos de pacientes hospitalizados e 1.059 (93,96%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 306.177 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 865.292 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Também foram confirmados 28 novos óbitos desde a última atualização, sendo 18 ocorridos nas últimas 24h. Os óbitos confirmados neste boletim, aconteceram entre os dias 18 de março e 13 de maio de 2021, sendo 02 deles em hospitais privados, 01 em residência e os demais em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 7.150 mortes. O boletim registra ainda um total de 213.399 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 423 novos casos, o que corresponde a 37,53% dos casos registrados nesta quinta. São eles: João Pessoa, com 228 novos casos, totalizando 81.918; Sousa, com 63 novos casos, totalizando 6.076; Campina Grande, com 52 novos casos, totalizando 27.443; Esperança, com 42 novos casos, totalizando 2.998; Cajazeiras, com 38 novos casos, totalizando 6.860.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 13/05/2021, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até esta quinta, 215 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 28 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Barra de Santana (1), Brejo do Cruz (1), Caiçara (1), Cajazeiras (1), Campina Grande (8), Conceição (1), Cuitegi (1), Esperança (1), Gado Bravo (1), Gurjão (1), Ingá (1), Jacaraú (1), João Pessoa (6), Mamanguape (1), Pedras de Fogo (1) e Riacho dos Cavalos (1).

As vítimas são 19 homens e 09 mulheres, com idades entre 32 e 89 anos. Cardiopatia foi a comorbidade mais frequente e 08 não tinham comorbidades.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 1.122.616 doses. Até o momento, 743.101 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 379.515 com a segunda dose da vacina. A Paraíba recebeu um total de 1.487.110 doses de vacina e 1.408.168 já foram distribuídas aos municípios.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

Paraíba tem 63% dos leitos destinados ao tratamento da covid-19 ocupados

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Foto: Arquivo: Gilberto Firmino

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 63%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 57%.

Em Campina Grande estão ocupados 69% dos leitos de UTI adulto e no sertão 88% dos leitos de UTI para adultos.

De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 77 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 770 pacientes estão internados nas unidades de referência.

Anvisa autoriza uso emergencial de medicamento com anticorpos monoclonais para tratar Covid

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta quinta-feira (13) o uso emergencial de mais um medicamento contra a Covid-19.

Desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly, o medicamento usa a combinação de dois anticorpos monoclonais, o banlanivimabe e etesevimabe. Os anticorpos são versões das defesas naturais do corpo fabricadas em laboratório com o objetivo de combater infecções.

Este é o terceiro medicamento aprovado pela agência. Em março, a Anvisa anunciou o registro do antiviral remdesivir. Já em abril, o Regn-CoV2, coquetel que contém a combinação de casirivimabe e imdevimabe, foi aprovado para uso emergencial no país.

O que é o medicamento e como ele será administrado:

  • Combinação de dois anticorpos monoclonais que têm como alvo a proteína espicular S do SARS-CoV-2;
  • O tratamento é indicado para adultos e pacientes pediátricos (com 12 anos ou mais que pesem no mínimo 40 kg) que não necessitam de suplementação de oxigênio;
  • Ele não é recomendado para pacientes graves;
  • O tratamento deve ser iniciado assim que possível após o teste viral positivo para SARS-CoV-2 e dentro de 10 dias do início dos sintomas;
  • Os medicamentos devem ser administrados juntos por infusão intravenosa;
  • Uso restrito a hospitais, sob prescrição médica e sua venda é proibida ao comércio;
  • O coquetel já foi aprovado para uso emergencial nos Estados Unidos;
  • Não há eficácia clínica do produto contra a variante brasileira P1;
  • O uso em mulheres grávidas deve ser feito com cautela;
  • Ele não substitui as vacinas contra a Covid-19.

A aplicação é intravenosa e o tratamento deve ser iniciado após o teste viral positivo para a Covid-19 e dentro de 10 dias do início dos sintomas. O uso é restrito a hospitais e a venda é proibida ao comércio.

Segundo a Anvisa, o tratamento é indicado para adultos e pacientes pediátricos (com 12 anos ou mais que pesem no mínimo 40 kg) que não necessitam de suplementação de oxigênio, com infecção por SARS-CoV-2 confirmada por laboratório e que apresentam alto risco de progressão para Covid-19 grave.

O medicamento não é recomendado para pacientes graves. “Anticorpos monoclonais como banlanivimabe + eteasevimbe podem estar associados a piora nos desfechos clínicos quando administrados em pacientes hospitalizados com Covid-19 que necessitam de suplementação de oxigênio de alto fluxo ou ventilação mecânica”, alerta a Anvisa.

A diretora Meiruze Freitas, relatora do processo que concluiu por autorizar o uso emergencial da associação banlanivimabe + etesevimabe, explicou que a decisão da Anvisa se orienta pela ponderação dos potenciais benefícios para a saúde pública em comparação aos eventuais riscos decorrentes da atuação sanitária.

“A expectativa com a autorização de uso emergencial e experimental de medicamentos contra a Covid-19 é sempre ampliar as opções terapêuticas e, principalmente, aliviar a carga em nosso sistema de saúde, diminuindo o agravamento das condições clínicas de pacientes com Covid-19 e o risco de morte”, afirmou a relatora.

Sobre o preço do medicamento, a Anvisa explicou que ele será “objeto de discussão na reunião do Comitê Técnico-Executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos no dia 27/05”.

O pedido de uso emergencial foi feito no dia 30 de março.

G1

CFM divulga resolução sobre uso da hidroxicloroquina por inalação

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O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou, no Diário Oficial da União desta quinta-feira (13) uma resolução que estabelece a inalação de hidroxicloroquina e cloroquina enquanto “procedimento experimental”.

A administração do medicamento só poderá ser feita conforme regras aprovadas pelo sistema formado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), que é a instância máxima de avaliação ética em protocolos envolvendo seres humanos, e pelos Comitês de Ética em Pesquisa (CEP), que são as instâncias regionais em todo território nacional.

De acordo com o CFM, a decisão veio após o conselho “se debruçar sobre aventada possibilidade de a apresentação inalada desses fármacos ser uma alternativa para reduzir o risco de eventos adversos e aumentar eficácia no tratamento contra a covid-19”.

Em sua análise, o CFM pondera que a hidroxicloroquina para uso inalatório não é recomendada pelo fabricante e que não há na literatura nenhuma informação sobre a eficácia e segurança da medicação aplicada por essa via. Segundo o conselho, são, portanto, necessárias pesquisas que comprovem a eficácia e segurança, assim como a dose a ser aplicada.

Em nota, o CFM informa que tem “competência legal de determinar o que é, ou não é, tratamento experimental no país” e que, com base nessa outorga legal, elaborou um parecer que “estabelece critérios e condições para a prescrição de cloroquina e de hidroxicloroquina em pacientes com diagnóstico confirmado de covid-19, delegando ao médico e ao paciente a autonomia de decidirem juntos qual a melhor conduta a ser adotada, desde que com o consentimento livre e esclarecido firmado por ambas as partes”.

O CFM, no entanto, alerta que a “simples dissolução” de um comprimido de hidroxicloroquina para produzir uma solução para inalação “não deve ser considerada, em vista dos excipientes presentes no produto, que podem ser agressivos às vias aéreas, e da dificuldade de estabelecer as dosagens compatíveis com os limites da administração inalada”.

A entidade acrescenta que a obtenção de nova apresentação medicamentosa para uso inalatório “é um processo complexo, da competência de farmacêuticos especializados em técnica farmacêutica”, e que esse é um “fato que não pode ser ignorado pelo médico que pretende prescrever tal produto, pois se trata de procedimento experimental e está fora de sua competência responsabilizar-se pela qualidade, pureza e segurança de um produto experimental que foi processado por outro profissional de saúde”.

Agência Brasil