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Prefeitura de João Pessoa abre canal para doação às famílias atingidas pela chuva

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As pessoas que desejam ajudar as famílias atingidas pela chuva registrada nos últimos dias na Capital agora têm um canal direto para realizar suas doações. A campanha é realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) da Prefeitura de João Pessoa, que está disponibilizando o número 9 8828-8915.

Para ajudar, basta ligar, informar o endereço de coleta e uma equipe da secretaria irá ao local buscar a doação. Quem desejar, também pode fazer sua doação diretamente nos locais que estão servindo de abrigo nas escolas municipais Nazinha Barbosa e Seráfico da Nóbrega.

“Em um momento sensível como este sabemos que muitas pessoas querem ajudar e procuramos diminuir a distância entre quem quer ajudar e quem precisa da ajuda”, completou Felipe Leitão, secretário de Desenvolvimento Social.

As doações podem ser de roupas, sapatos, eletrodomésticos, brinquedos e alimentos. Lembrando que as famílias são compostas por crianças (algumas ainda bebês), adolescentes, adultos e idosos.

Disque 156- E durante este fim de semana, o Disque 156, serviço para denúncia de violação de direitos gerido pela Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania (Sedhuc) da Prefeitura de João Pessoa, funcionará em regime especial para atender também as ligações de quem for atingido pelas chuvas e precise de apoio.

A ferramenta será utilizada para complementar e reforçar o trabalho já realizado pela Defesa Civil, diminuindo ainda mais o tempo de resposta para as demandas vindas da população. O serviço funcionará neste sábado (15) e domingo (16), das 8h às 17h.

“Nossa ideia é que possamos ter mais um canal de acolhimento para a população que possa a vir ser atingida pela chuva. Continuamos nosso trabalho de atenção aos desabrigados até a situação se normalize”, afirmou João Corujinha, secretário da pasta.

Secom-JP

Etapa Inicial: Emoção e esperança marcam primeiro dia de vacinação dos trabalhadores da educação de João Pessoa contra a Covid-19

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Gratidão, alívio e esperança. Esses foram os principais sentimentos relatados pelos profissionais da educação que trabalham em João Pessoa e que começaram, neste domingo (16), a serem imunizados contra a Covid-19. A ação faz parte da primeira etapa da imunização desse grupo prioritário pela Prefeitura de João Pessoa, que recebeu, carinhosamente, o nome de Domingo na Escola. O desejo de milhares de profissionais começou a se concretizar após pleito do governo municipal junto ao Tribunal Regional Federal (TRF-5) – decisão essa que saiu na noite deste sábado e foi proferida pelo desembargador federal Cid Marcondes.

Foram 10 postos de vacinação espalhados pela cidade, pela manhã até o meio da tarde. Os profissionais da educação receberam a primeira dose do imunizante da Pfizer.

A secretária de Educação e Cultura do Município, América Castro, fez questão de visitar os locais de vacinação, para se confraternizar com os profissionais. Ela ressalta o esforço da Prefeitura de possibilitar essa oportunidade para a equipe da educação das redes pública e privada.

“Estamos muito felizes em começar a vacinar os profissionais da educação hoje, começando pela Educação Infantil e o Ensino Fundamental. Só na rede pública municipal somos cerca de 35 mil servidores da educação e a expectativa é que neste domingo vamos imunizar uma média de 10 mil profissionais”, afirmou a secretária.

Para ser vacinado, o trabalhador da educação tem que comprovar que trabalha e reside em João Pessoa, apresentando a documentação pessoal, cópias do contracheque ou declaração da instituição de ensino e do comprovante de residência – cópias que ficarão retidas no local da vacinação – além de terem de realizar seu cadastro no aplicativo ou no site Vacina João Pessoa.

“Todos os trabalhadores das escolas serão contemplados, como merendeiras, recepcionistas e pessoal da limpeza. Começamos a vacinação dos trabalhadores de educação hoje com dez ginásios e agendamos cinco mil pessoas hoje”, destaca Aline Grisi, diretora de Vigilância em Saúde do Município.

Alívio e alegria – Emocionada, Amanda Kaline da Silva, que leciona na Escola Quilombola Professora Antônia do Socorro Silva Machado, localizada no bairro de Paratibe, comentou que aguardou com muita ansiedade pelo momento de ser vacinada. “Eu estava muito ansiosa e hoje eu não me contive. Estou muito feliz em conseguir finalmente ser vacinada, não tenho palavras para expressar o que eu estou sentindo nesse momento, só consigo chorar. É o choro de lavar a alma e de somente agradecer por chegar até aqui com saúde e seguir para a próxima dose”, relatou.

A professora também descreveu como está sendo a rotina desde que as aulas foram suspensas presencialmente por conta da pandemia. “Nós temos tentado o ensino remoto, mas com muita dificuldade, porque a nossa escola fica numa área bem distante e as crianças muitas vezes não têm muito acesso a internet. Acredito que demos um passo importante agora com essa vacinação. É um sonho que agora está voltando a ser realidade, de a gente poder voltar ao nosso trabalho como era”, afirmou Amanda Kaline da Silva.

Professora da rede privada de ensino, da Escola Sempre Viva, trabalhando com criança de dois anos de idade, Rita de Cássia da Conceição também destaca a emoção do reconhecimento da situação dos professores nesse momento de enfrentamento à pandemia. “Nós já voltamos às aulas presenciais de educação infantil, mas há aquele momento de desconfiança dos pais, de dúvida, de medo, de estar precisando trabalhar e deixar os filhos na escola. Agora vem essa dose de alívio e de esperança com o reconhecimento dos professores como um grupo prioritário. Agradeço muito a prefeitura”, ressaltou.

Secom-JP

Reconhecimento: Agentes da Emlur contribuem para fazer de João Pessoa uma cidade limpa e com qualidade de vida

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Foto: Carlos Nunes

Neste domingo (16), quando é comemorado o Dia do Agente de Limpeza, a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) parabeniza os trabalhadores que contribuem diariamente para fazer de João Pessoa uma cidade limpa e com qualidade de vida para seus habitantes. Homens e mulheres que fazem a coleta de resíduos e executam ações de capinação, roço, varrição e pintura de meio fio, entre tantas outras atividades.

O prefeito Cícero Lucena destaca seu reconhecimento ao trabalho dos agentes de limpeza. “Minha relação com os agentes de limpeza vem de gestões anteriores. Sempre fui um reconhecedor de sua importância e do quanto eles são fundamentais para a saúde, a limpeza e o embelezamento da nossa cidade. São trabalhadores dignos e honestos que, através do seu esforço diário, contribuem para todos terem uma melhor qualidade de vida. Daí o meu reconhecimento, o meu carinho e a minha gratidão a todos os agentes de limpeza. Peço a Deus que possa proteger todos eles”, afirmou.

O superintendente da Emlur, Ricardo Veloso, reforça a importância dos trabalhadores. “Dependemos dos agentes para termos as nossas ruas varridas e os nossos lares limpos. Não há como falar em cuidar da cidade, sem termos esses homens e mulheres que sãos os responsáveis pela limpeza de João Pessoa. A eles, todo nosso respeito, carinho e atenção, sobretudo, nesta data tão especial”, destacou.

Histórias de vida – O trabalho dos agentes de limpeza não se resume a um ofício. Há uma verdadeira dedicação em cuidar da cidade de João Pessoa. É o que faz Maria José, que trabalha na Emlur há 26 anos. “Meu trabalho significa muito para mim. É com ele que ganho meu pão de cada dia. Quando fiquei viúva, foi aqui que tirei meu sustento e dos meus três filhos”, conta ela.

A vida de Maria José não foi fácil. Natural de Itabaiana, ela já trabalhou em roçado e em casa de família, antes de ser agente de limpeza. Ela diz trabalhar com tranquilidade e bom humor, mas, que ainda há muita gente sem educação ambiental. “Falta esta consciência em muita gente para fazer o descarte correto dos resíduos. Sempre ensinei aos meus filhos e eles dão muito valor ao meu trabalho”.

De volta à sociedade – “A Emlur salvou minha vida e me colocou de volta na sociedade”, diz Jair de Moura Nascimento. Ele ingressou na Autarquia como agente de limpeza após passar por um período conturbado em sua vida, por causa do alcoolismo. Há 16 anos na Emlur, ele se envolveu não apenas no desempenho da atividade de limpeza urbana.

“Participei de atividades culturais, fiz teatro, atuei como palhaço no nosso grupo ‘Agentes da Alegria’ e pude ajudar outras pessoas que enfrentam o problema do alcoolismo, com o grupo de ajuda mútua. O grupo já existia quando eu cheguei, mas, sempre tem alguém passando por esse problema e conseguimos contribuir a partir dos nossos testemunhos e depoimentos”, conta ele, que coordena o grupo.

Jair de Moura tem orgulho de seu trabalho. “Eu faço minhas funções com dignidade e de cabeça erguida”. Casado e pai de três filhos, esses são os valores que ele passa para sua família.

Até a aposentadoria – Rosália Barbosa faz parte da Emlur há 22 anos e contribuiu com a limpeza de diversos bairros de João Pessoa. Hoje, ela trabalha no bairro onde mora, Valentina Figueiredo. Mãe de quatro filhos, a servidora se esforçou para conciliar o trabalho, a vida em casa e os estudos. “Amo muito meu serviço. Trabalho com muita dedicação, mas não é fácil. Ainda é necessário que as pessoas tenham mais noções sobre o descarte correto de lixo”, comenta.

Dos quatro filhos de Rosália Barbosa, dois concluíram o ensino superior. O filho mais velho é professor de inglês, outra filha é profissional de educação física e a mais nova estuda serviço social. Mas, além deles, Rosália também estudou.

“Cursei pedagogia há pouco tempo. As aulas aconteciam aos sábados, depois do trabalho. Foi preciso ter muita vontade e coragem para dar conta das leituras e das atividades, mas eu consegui”, conta a agente de limpeza, que agradece ao prefeito Cícero Lucena a oportunidade que recebeu ao ingressar na Emlur. Agora, ela já pensa na aposentadoria daqui a quatro anos, já com um sentimento de dever cumprido perante a sociedade.

Lazer: Parque Solon de Lucena retoma atividades e população já pode agendar comemorações no deck

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Com a flexibilização das novas regras para mobilidade da população nos espaços públicos, como a orla, parques e praças, o Parque Solon de Lucena, no Centro da Capital, tem sido visitado com mais frequência pela população.  No local, as atividades foram retomadas e a população já está usufruindo do espaço para fazer atividades físicas, freqüentar os quiosques e até fazer, comemorações no deck, além de levar as crianças para aproveitar os brinquedos. Tudo isso só pode ser feito a parti da publicação do decreto da Prefeitura de João Pessoa, no último dia 3, que permite a realização de eventos sociais

Lembrando que a população pode freqüentar as áreas abertas cidade, como o Parque Solon de Lucena, respeitando o distanciamento social, usando máscaras e álcool 70%. O diretor de paisagismo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), Jair Soares, disse que todas as normas de prevenção e combate à Covid-19 estão sendo respeitadas no local. “Os brinquedos estão sendo higienizados no intervalo entre um uso e outro, isto é, quando uma criança sai de um brinquedo, ele é higienizado antes de outra utilizar, e estamos respeitando o distanciamento nas filas”, explicou.

Já o deck, espaço aberto e bastante procurado para comemorações, está funcionando com menos de 50% da capacidade. O local comporta cem pessoas, mas só está sendo permitido o máximo de 40 pessoas para que seja mantido o distanciamento. No entanto, para utilizar o espaço é necessário fazer o agendamento, seja pessoalmente na administração do Parque ou pelo telefone (83) 98862-7176.

Segundo Jair Soares, a equipe do Parque vem trabalhando para garantir o cumprimento do protocolo de combate à Covid. “Não há como controlar a entrada de pessoas no Parque, então estamos atuando para evitar aglomerações. Quando há um determinado número de pessoas concentrado em um local, os agentes de cidadania vão até lá e orientam as pessoas a dispersarem”, afirmou.

Decreto – O decreto publicado no dia 3 de maio permite a realização de eventos sociais ou corporativos, a exemplo de congressos, seminários, encontros científicos, casamentos, além do funcionamento de circos, cinemas e teatros com limite de 30% da capacidade do local, podendo ampliar para 50% caso utilizem áreas abertas, com distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as pessoas, com o uso obrigatório de máscaras, a disponibilização de álcool 70% e a aferição de temperatura.

Bruno Covas, prefeito de São Paulo, morre aos 41 anos, vítima de câncer

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O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu às 8h20 deste domingo (16) aos 41 anos, em São Paulo, informou a prefeitura, em nota. Desde 2019, ele lutava contra um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado. Ele deixa o filho Tomás, de 15 anos.

Covas estava internado no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital paulista, desde 2 de maio, quando se licenciou da prefeitura. Na sexta-feira (14), ele teve uma piora no quadro de saúde e a equipe médica informou que seu quadro havia se tornado irreversível.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

Nas últimas horas de vida, o prefeito recebeu sedativos e analgésicos para não sentir dores.

Familiares e amigos de Covas permaneceram no hospital desde que os médicos informaram que seu quadro de saúde era irreversível.

Na noite de sexta (14), um padre chegou a fazer a unção dos enfermos, um sacramento católico. Durante a noite de sábado (15), representantes de diversas religiões participaram do ato ecumênico na porta do hospital, que durou 30 minutos e terminou com a oração Pai Nosso.

Ainda não há informações sobre o enterro.

Covas teve o câncer diagnosticado em outubro de 2019, após ser internado com uma infeção na pele chamada erisipela. O tumor regrediu, mas, neste ano, novos nódulos foram encontrados no fígado, na coluna e na bacia.

Covas é o primeiro prefeito da cidade de São Paulo a morrer durante o mandato. Ricardo Nunes (MDB), o vice que hoje é prefeito em exercício, irá assumir definitivamente o cargo.

Neto favorito de Mário Covas

Nascido em Santos, no litoral paulista, em 7 abril de 1980, Covas era filho de Pedro Lopes, engenheiro da Autoridade Portuária de Santos, e Renata Covas, a única filha mulher de Mário Covas e Lila.

Era o neto favorito de Mário Covas, que foi prefeito da capital na década de 1980 e governador do estado entre 1995 e 2001.

G1

Prefeitura de João Pessoa realiza o Domingo na Escola para iniciar vacinação dos trabalhadores de educação

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A Prefeitura inicia neste domingo (16) a vacinação contra a Covid-19 dos trabalhadores da educação do ensino basico (creches, pré-escolas e ensino fundamental I) que residam e trabalhem em João Pessoa Com o imunizante da Pfizer. O esforço para imunizar esses profissionais recebeu o título de Domingo na Escola, com 10 postos de vacinação espalhados pela cidade, em horários diferentes de 8h às 12h e de 8h às 15h. O atendimento será exclusivamente através do agendamento através do aplicativo Vacina João Pessoa.

Também continua neste domingo a vacinação dos moradores de rua, iniciada neste sábado, após dois adiamentos por causa da chuva. Além da vacinação, às pessoas em situação de rua também estão sendo atendidos com a testagem para Covid-19 e outras questões de saúde. Um ônibus vai ao encontro deles, nos locais onde vivem.

Segundo o prefeito Cícero Lucena, a vacinação de quem trabalha nas escolas é uma vitória importante contra o vírus que atrapalhou a educação de crianças e adolescentes. “Como sempre tenho repetido: lugar de vacina é no braço de quem precisa. Estamos dando um passo muito importante para a retomada das atividades normais em nossas escolas. Todos estão de parabéns”, comentou.

A vacinação dos trabalhadores em educação tornou-se possível após decisão do Tribunal Regional Federal (TRF-5) deste sábado. O desembargador federal Cid Marcondes, plantonista do TRF-5, concedeu a tutela antecipada para que o Município possa vacinar os trabalhadores da educação, o que vai acontecer ao mesmo tempo de outros grupos prioritários, como é o caso dos moradores de rua neste primeiro momento.

Documentos necessários – Para ser vacinado os trabalhadores da educação terão de comprovar residência e que trabalha em João Pessoa: através de documento de identidade com foto, contracheque de instituição de ensino (creche, pré-escola e fundamental I) que funciona em João Pessoa ou declaração da escola informando a função exercida.

Solidariedade – Os postos de vacinação também estão abertos, nesses dias de luta contra a Covid-19, para receber as doações de alimentos não perecíveis. Após a arrecadação, eles serão distribuídos com instituições de caridade e famílias necessitadas, atingidas pelos efeitos dessa pandemia. A arrecadação e a distribuição integram uma iniciativa conjunta da Prefeitura de João Pessoa e do Governo do Estado.

Locais de vacinação – Domingo (16):

Ginásios (das 8h às 12h)
– Escola Municipal Lynaldo Cavalcanti (Bairro das Indústrias)
– ECIT Papa Paulo VI (Cruz das Armas)
– Escola Municipal Raimundo Nonato Batista (Gramame)
– Escola Municipal Francisco Pereira da Nóbrega (Cristo)
– Escola Municipal Dom Helder (Valentina)
– Escola Municipal Luiz Augusto Crispim (Bairro dos Ipês)

  • Escola Municipal Olivio Ribeiro Campos (Bancários)
    – ECIT Presidente João Goulart (Castelo Branco)

Ginásios (das 8h às 15h)
– ECIT Compositor Luiz Ramalho (Mangabeira)
– Instituto Federal da Paraíba – IFPB (Jaguaribe)

Secom-JP

ANITTA, a garota do Rio made in USA – Leia o novo texto de Marcos Thomaz

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Imagem: Reprodução internet

Nove entre dez brasileiros já devem ter visto, ou ouvido falar do novo trabalho de Anitta.

 

Se você corresponde a leva do solitário decimal, sinto informar-te que está “out”.

 

Anitta gravou uma versão pop moderna para a música “Garota de Ipanema”.

 

Uma aposta bem clichê para consolidar a brasileira no mercado americano e estrangeiro em geral.

 

“Nada de novo no front”, afinal a original, com todo o respeito aos mestres, à sua maneira, já era uma “música para gringo ver”, assim como a própria Bossa Nova, onde a canção se insere. #Posteiecorri .

 

Noves fora “barquinho, mar, violão”, vamos voltar a funkeira versão world music

 

Independente de minha falta de afinidade com a música de Anitta é inegável seu talento para o universo pop, carisma além fronteiras de estilos musicais e rara capacidade de gestão da própria carreira.

 

Mas a ânsia por alçar vôos maiores, essa tara tupiniquim de ser “star nos States”, uma coisa Lulu “De repente, Califórnia”, ou Sangalo de “levantar poeira no Madison Square Garden” fala sempre mais alto. Um provincianismo nosso tal qual a fixação por um glamour da neve… Como se a carreira sem o selo de aceitação yankee, o Green card artístico, não tivesse plenitude.

 

Ok, ok, concordo que o desejo de expansão territorial é legítimo a uma artista mais que consolidada no mercado nacional, quase sem região mais a desbravar aqui, abaixo dos trópicos…

 

Sei lá, talvez seja apenas busca por mais dinheiro, dólar a seis reais e tal… Quem não gostaria??

 

Voltando a questões técnicas o videoclipe oficial da rebatizada “Girl From Rio” é uma mistura de elementos do pop tradicional americano com uma versão Anitta Pin Up, “salpicada” de imagens do Rio de Janeiro roots, com a carioca “mergulhada de cabeça” em um domingão no Piscinão de Ramos.

 

Seria ousado não fosse pastiche! Seria original não fosse a velha fórmula de explorar o natural estranho, com ar popularesco, como exótico, fórmula mais que desgastada na apropriação cultural.

 

Ainda assim devo dizer que no critério garota de Ipanema, ou do Rio, a versão Anitta tem muito mais da mulher brasileira do que o padrão quase europeu da Hellô Pinheiro, a original.

 

“Girl from Rio”, a música se vale da desgastada estratégia de basear a batida em uma música clássica, famosa como elemento de aproximação imediata, no caso a universal “Garota de Ipanema”.

 

Mas bem além desse lugar-comum tão utilizado outrora, a canção de Anitta é um retalho de oportunismos.

 

Se o visual PinUp do videoclipe oficial com sua mescla de cores suaves e intensas remete diretamente a excentricidade de Katie Perry

 

A produção misturando latinidade com “banho de mercadão pop moderno” exala Rihanna e, fuçando, enquanto escrevia esse texto, descubro que os produtores são exatamente os mesmos da Caribenha. Mera coincidência…

 

Na transição sonora de Jobim para Anitta, os beats sincopados, cadenciados da Bossa Nova original viram um batidão Trap, idêntico aos sucessos estrondosos do canadense Drake, quase um “Papa” do gênero e um dos artistas mais bem sucedidos da música mundial hoje.

Portanto, o som pode até ser envolvente, a produção esmerada e a artista talentosa, mas o produto é mais do mesmo, daquele tipo que nos EUA se produz em escala industrial.

 

A nova Anitta ativista política me interessa mais…

Bandeira Laranja volta a predominar nos municípios paraibanos na 25ª avaliação do Plano Novo Normal

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25º avaliação

A Secretaria de Estado da Saúde publicou, neste sábado (15), mais uma avaliação do Plano Novo Normal que passa a vigorar nos 223 municípios a partir da segunda-feira (17). Na 25ª avaliação, 100% dos municípios paraibanos encontram-se em bandeira vermelha, bandeira laranja e bandeira amarela, com expressivo crescimento de municípios em bandeira laranja e o ressurgimento de municípios em bandeira vermelha.

A análise da 25ª avaliação marca uma importante transição de bandeiras delimitada, em especial, pela nova tendência de crescimento da média móvel da taxa de transmissibilidade (R efetivo) do novo coronavírus e das taxas de ocupação hospitalar dos leitos de terapia intensiva de adultos com especial destaque para a 2ª (complexo agreste-borborema) e 3ª (sertão e alto sertão) macrorregiões de saúde do estado.

Na nota técnica disponível em https://paraiba.pb.gov.br/diretas/saude/coronavirus/novonormalpb, a SES atribui o avanço da pandemia ao abandono das medidas individuais protetivas como o uso de máscara e distanciamento social, que resultam em uma maior circulação do vírus e, consequentemente, a demanda por internações hospitalares. A semana compreendida entre 3 e 8 de maio apresentou um número médio de 69 internações ao dia em todo estado, enquanto na semana entre 10 e 15 de maio pode-se observar um substancial crescimento desta média diária de internações, que alcançou 79 novas internações diárias em média. Para o secretário executivo da Saúde, Daniel Beltrammi, “os esforços para que se contenham as evoluções da situação pandêmica para pior devem ser mantidos e dependem da decisão de cada uma das pessoas em seguir protegendo suas vidas por meio dos métodos e comportamentos reconhecidamente efetivos para conter a disseminação do novo coronavírus”.

Desde o início do mês de janeiro até o final do mês de março, foi possível observar expressivos aumentos das ocupações dos leitos hospitalares dedicados à Covid-19, em especial dos leitos de terapia intensiva dedicados a pacientes adultos. Beltrammi analisa que, em função da robusta ativação de leitos dedicados à Covid-19 – são 398 leitos estaduais ativados só em 2021, sendo alcançados 1.234 leitos ativos para os cuidados à Covid-19 na Paraíba – na primeira quinzena de abril, “foi possível observar uma interrupção no crescimento das ocupações dos leitos de terapia intensiva de adultos em todo estado, constatando-se redução estável no que concerne à 1ª macrorregião de saúde e quebra das tendências de crescimento das taxas de ocupação destes leitos na 2ª e 3ª macrorregiões de saúde, com tendência de redução podendo ser observada em ambas. Contudo, as duas primeiras semanas de maio marcaram uma nova quebra desta tendência de redução das ocupações hospitalares na 1ª, 2ª e 3ª macrorregiões, com nova aceleração destas ocupações que vieram acompanhadas também de variação para mais da taxa estadual de transmissibilidade do novo coronavírus, de 0,98 para 1,01”, concluiu.

O contexto apresentado é bastante preocupante, posto que a elevada circulação das variantes P1 e P2 na Paraíba, que por sua vez caracterizam-se por encurtar o intervalo de tempo entre o início da infecção e seus agravamentos, permite agregar relevância estratégica ao número médio de novas internações ao dia e seu reflexo nas ocupações de leitos nos centros de referência para Covid-19 em todo estado.

Atualmente a Paraíba dispõe de 1.234 leitos ativos para os cuidados à Covid-19 nos 20 centros de referência do Sistema Único de Saúde no estado. São 549 leitos de terapia intensiva e 685 leitos de enfermaria/UDC. O secretário afirma ainda que é “sempre importante ressaltar que nenhum leito hospitalar novo substitui em importância as medidas de proteção à vida. Os profissionais de saúde estão exaustos, uma vez que atuam na linha de frente há mais de 14 meses, e demandam que possamos fazer este gesto de coragem e amor, que é proteger a própria vida e a de todos ao mesmo tempo”.

A pandemia da Covid-19 tem apresentado um comportamento cíclico, alternando fases de estabilidade e piora de forma cada vez mais rápida. Períodos de estabilidade acabam por ser cada vez mais curtos sendo sucedidos por momentos de piora rápida, que duram cerca de 45 a 60 dias, implicando em cada vez mais casos novos, internações hospitalares e vidas perdidas em intervalos de tempo cada vez menores.Beltammi alerta então que “não é tempo para aglomerações em festas, celebrações, almoços e jantares, mesmo que ao ar livre. Os riscos de contágio pela Covid-19 seguem elevados em toda Paraíba”.

Paraíba registra 1.091 novos casos de Covid-19 com 18 mortes nas últimas 24 horas

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste sábado (15), 1.091 casos de Covid-19. Entre os confirmados hoje, 19 (1, 7%) são casos de pacientes hospitalizados e 1.076 (98,6%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 308.633 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 873.115 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Também foram confirmados 23 novos óbitos desde a última atualização, sendo 18 ocorridos nas últimas 24h. Os óbitos confirmados neste boletim aconteceram entre os dias 03 de março e 15 de maio de 2021, sendo 02 deles em hospitais privados e os demais em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 7.201 mortes. O boletim registra ainda um total de 213.766 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 388 novos casos, o que corresponde a 35,5% dos casos registrados neste sábado. São eles: João Pessoa, com 173 novos casos, totalizando 82.247; Campina Grande, com 72 novos casos, totalizando 27.654; Esperança, com 51 novos casos, totalizando 3.143; Coremas, com 49 novos casos, totalizando 1.322; Pombal, com 43 novos casos, totalizando 3.881.

  • Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 15/05/2021, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até este sábado, 217 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 23 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Algodão de Cacimba de Areia (1), Campina Grande (7), Esperança (1), Jericó (1), João Pessoa (2), Juripiranga (1), Ouro Velho (1), Patos (1), Paulista (1), Queimadas (1), Remígio (2), Riachão (1), Santa Luzia (1), São José de Piranhas (1) e São Sebastião de Lagoa de Roça (1).

As vítimas são 09 homens e 14 mulheres, com idades entre 34 e 85 anos. Cardiopatia foi a comorbidade mais frequente e 11 não tinham comorbidades.

Secom-PB

Desembargador autoriza vacinação de profissionais da educação em João Pessoa; Veja a decisão

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O desembargador Cid Marconi do TRF5 acatou um recurso da Prefeitura de João Pessoa e liberou a vacinação em profissionais da educação na capital paraibana.

“Diante deste contexto e considerando que o interesse público está alinhado com o avanço e não com o retrocesso da vacinação, defiro o pedido de tutela de urgência recursal para suspender os efeitos da decisão agravada, até que o Relator do feito venha a empreender melhor exame da questão ”, disse o magistrado na decisão.

Veja a decisão:

Veja a decisã:

PROCESSO Nº: 0805499-18.2021.4.05.0000 – AGRAVO DE INSTRUMENTO
AGRAVANTE: JOAO PESSOA PREFEITURA
AGRAVADO: MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DA PARAIBA – PGJ e outro
RELATOR(A): Desembargador(a) Federal Nenhum –
Vistos, etc.
Recebidos os autos hoje, 15 de maio de 2021, às 15h, durante o Plantão Judiciário.
Cuida-se de agravo de instrumento interposto contra decisão do Juízo da 3ª Vara/PB que, nos autos do Processo 0805021-48.2021.4.05.8200, em tutela cautelar antecedente, deferiu, em parte, tutela de urgência “para determinar que o Município de João Pessoa se abstenha de vacinar os trabalhadores da educação enquanto não respeitada a prioridade das pessoas em situação de rua, da população privada deliberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, na ordem prevista no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19”.

O Município de João Pessoa interpõe o presente recurso, durante o Plantão Judiciário, afirmando que os órgãos do Ministério Público Federal e Estadual vêm, por meio de diversas ações judiciais, buscando “aplicar uma política própria de vacinação, fulcrada em critérios próprios, à margem do Plano Nacional de Vacinação”.
Defende o agravante, em suma, que o avanço das vacinas rumo à categoria dos professores não estaria desprezando a população carcerária nem tampouco os moradores de rua, integrantes de grupos antecedentes na ordem de preferência traçada pelo Plano Nacional, porque, em ralação à população carcerária, seria de responsabilidade do Estado da Paraíba promover a imunização, enquanto que, em relação aos moradores de rua, que antecedem em prioridade aos profissionais da educação, teria havido
atraso no cronograma, devido às fortes chuvas, daí porque não estaria havendo avanço sobre o grupo dos profissionais da educação, mas tentativa de manter o cronograma, o que não prejudicaria os moradores derua, pois estaria sendo reservadas as doses respectivas para atender ao citado grupo prioritário.

É o relatório. Decido.
Nos termos da Resolução do Conselho Nacional de Justiça nº 71, de 31 de março de 2009, e Resolução do TRF5 nº 13, de 20 de maio de 2009, pode ser conhecida pelos Juízes Plantonistas, em 1º e 2º Graus de Jurisdição, as medidas cautelares que não possam ser realizadas em horário de expediente normal ou nos casos em que a demora possa resultar risco de grave prejuízo ou difícil reparação. Penso, salvo melhor juízo, ser esse o caso dos autos, uma vez que a vacinação dos profissionais da educação estaria acontecendo, segundo informa o Município agravante, neste fim de semana, ou seja, já
neste sábado e domingo, de maneira que é manifesto o prejuízo em se aguardar a distribuição do feito ao Relator para, só então, ser examinada a pretensão recursal.
Presente o requisito da urgência, passo ao exame da plausibilidade jurídica do direito invocado. Com efeito, as razões articuladas pelo Município de João Pessoa se mostram robustas e evidenciam, num primeiro exame, a plausibilidade do direito invocado.
Colho da decisão agravada o seguinte trecho, que bem elucida a controvérsia em exame:
(…)
“A vacinação das pessoas em situação de rua, que seria iniciada no dia de ontem, foi adiada para o dia de hoje, e mais uma vez adiada, em decorrência de fortes chuvas que caem na cidade desde a quinta-feira, mas, dando continuidade à vacinação das pessoas com 18+ com deficiência, com comorbidades, trabalhadores de saúde, gestantes e puérperas com comorbidade, segunda dose Num. 25966977 – Pág. 1 Assinado eletronicamente. A Certificação Digital pertence a: Cid Marconi Gurgel de Souza – Magistradohttps://pje.trf5.jus.br/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?nd=21051516092952200000025921833 Número do documento: 21051516092952200000025921833 2/28 dos que tomaram dose de Coronavac até o dia 16 de abril e os que completaram 90 dias da
Astrazeneca.
O grupo de gestantes e puérperas receberam a primeira dose do imunizante da Pfizer, e não da Astrazeneca, cuja aplicação foi suspensa pelo Ministério da Saúde.
O próximo grupo, na sequência, seria a população privada de liberdade e funcionários do
sistema de privação de liberdade, antes da anunciada em meios de comunicação a vacinação dos profissionais da educação e, que segundo o prefeito municipal seria o próximo grupo prioritário.
Entretanto, não é possível iniciar a vacinação dos profissionais da educação antes da população privada da liberdade, os funcionários do sistema de privação e a daquelas pessoas em situação de rua, salvo se houver doses de vacina suficientes para vaciná-los concomitantemente, como fizera em relação às 18+ com deficiência, com comorbidades, trabalhadores de saúde, gestantes e puérperas como comorbidades. Deste modo, deve-se afastar, por ora, a possibilidade de antecipação da aplicação das doses devacinas aos profissionais da educação, sem que antes seja mantida a prioridade das pessoas em
situação de rua, da população privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, na ordem prevista no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19”. Pois bem, a decisão agravada se funda na premissa de que os grupos prioritários são aqueles eleitos pelo Plano Nacional de vacinação, não podendo o Município interferir nesta ordem, bem assim que, não havendo prova de que a população carcerária e os trabalhadores a ela ligados foram vacinados, nem tampouco que se concluíra a vacinação dos moradores de rua, não seria possível avançar com o
cronograma de vacinação para imunizar a categoria dos profissionais da saúde.
Ora, quanto à população carcerária e os profissionais a ela ligados, parece plausível a alegação de que setrata de categoria sob a responsabilidade do Estado da Paraíba, já que as unidades prisionais estão
vinculadas ao Estado e são os seus servidores que nelas atuam.
No que se refere aos moradores de rua, segundo se constata dos elementos até aqui colacionados, a prioridade foi observada no cronograma de vacinação municipal, apenas não acontecendo de forma efetiva em razão das fortes chuvas que ocorreram os últimos dias. Este fato, contudo, não necessariamente teria de retardar a vacinação do grupo seguinte, os profissionais da educação, desde que seja reservado o quantitativo de doses necessárias à vacinação dos moradores de
rua e elas possam ocorrer concomitantemente.
Nesse sentido, conta da peça recursal declaração subscrita pela Diretoria de Assistência Social do Município de João Pessoa, Sra. Maria Benicleide Silva Silvestre, de que há nos cadastros municipais 350 (trezentos e cinquenta) vulneráveis, inseridos no contexto de moradores de rua e, por outro lado, o Secretário do Município de João Pessoa teria editado a Portaria n. 065/2001, de 14 de maio de 2021,
determinando que sejam reservadas 1.600 (mil e seiscentas) vacinas para a referida população. Ambas as informações gozam de fé pública e afastam, por enquanto, qualquer receio de prejuízo em relação ao
citado grupo prioritário. Diante deste contexto e considerando que o interesse público está alinhado com o avanço e não com o retrocesso da vacinação, defiro o pedido de tutela de urgência recursal para suspender os efeitos da decisão agravada, até que o Relator do feito venha a empreender melhor exame da questão
Expedientes necessários.

Recife (PE), data da validação.
Num. 25966977 – Pág. 2 Assinado eletronicamente. A Certificação Digital pertence a: Cid Marconi Gurgel de Souza – Magistrado
https://pje.trf5.jus.br/pje/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam?nd=21051516092952200000025921833
Número do documento: 21051516092952200000025921833
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Desembargador Federal CID MARCONI
Plantonista

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