om o objetivo de João Pessoa sediar os treinamentos da seleção da Alemanha no período da Copa do Mundo de Futebol Feminina, que será em 2027, no Brasil, representantes da Federação de Futebol da Alemanha (Deutscher Fußball-Bund – DFB) realizarão, nesta quinta-feira (23), visitas técnicas na Vila Olímpica Parahyba, estádio Almeidão e na pista de atletismo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
O Governo da Paraíba estará representado nas visitas pelo secretário de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Seje), Homero Pires, além de outras autoridades. “A Paraíba foi procurada pela Federação Alemã para essas visitas aos espaços esportivos. Será apresentada toda a infraestrutura dos equipamentos, para que possam avaliar e quem sabe João Pessoa possa receber treinos da Alemanha na Copa do Mundo Feminina”, disse Homero.
Pelo cronograma, a visita à Vila Olímpica Parahyba será às 15h30, e em seguida, a comitiva segue até a pista de atletismo da UFPB. Já o estádio Almeidão receberá a visita às 17h30.
A Polícia Civil da Paraíba, por meio da 2ª Delegacia Distrital de Campina Grande, deu cumprimento, na manhã desta quarta-feira (22), a um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem conhecido como “Matuto”, investigado pela prática de crimes de roubo e violência sexual.
A ordem judicial decorre de investigação que apura fatos ocorridos no ano de 2022, envolvendo os crimes de roubo majorado, lesão corporal e tentativa de estupro. Conforme apurado no inquérito policial, o investigado teria invadido uma residência, agindo com extrema violência contra a vítima, subtraindo bens e atentando contra sua integridade física e dignidade sexual.
Com base nas informações obtidas ao longo das investigações, a equipe da 2ª DD realizou diligências contínuas, conseguindo localizar e capturar o investigado, após ele permanecer por quase quatro anos foragido. O preso foi conduzido à unidade policial e ficará à disposição do Poder Judiciário, onde passará pelos procedimentos legais cabíveis.
A Polícia Civil da Paraíba reafirma seu compromisso com a proteção das mulheres e da sociedade, atuando de forma firme no combate a crimes violentos e na responsabilização de seus autores.
A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23 Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), com apoio da Delegacia de Taperoá, deu cumprimento, na tarde desta quarta-feira (22), a um mandado de prisão definitivo em desfavor de um homem de 59 anos, foragido do Estado de Pernambuco.
De acordo com as informações, o indivíduo possuía condenação pelo crime de estupro, com pena fixada em 10 anos e oito meses de reclusão, em decorrência de fato ocorrido na cidade de Recife/PE. Após diligências investigativas, as equipes policiais conseguiram localizar o indivíduo, que se encontrava homiziado na zona rural do município de Taperoá.
O investigado foi preso sem oferecer resistência e conduzido à unidade policial para a adoção das medidas legais cabíveis. Em seguida, será encaminhado ao Poder Judiciário, onde passará por audiência de custódia.
A Polícia Civil da Paraíba reafirma seu compromisso com a efetividade da justiça, atuando de forma integrada no cumprimento de decisões judiciais e no enfrentamento à criminalidade.
O pré-candidato a governador Lucas Ribeiro (Progressistas) recebeu o apoio da prefeita de Água Branca, Marluce Veras (Republicanos), em um movimento político relevante no Sertão paraibano, já que a gestora esteve alinhada à oposição na última eleição e agora passa a integrar o projeto governista. Também participaram do anúncio a deputada estadual Francisca Motta, que participou na articulação da adesão, e o ex-prefeito Tom do Povo.
Ao anunciar o apoio, a prefeita destacou o compromisso com o futuro da cidade e do estado. “Estamos pensando no futuro de Água Branca e também no futuro da Paraíba, reafirmando esse compromisso com Lucas. Viemos para somar e vamos estar juntos, firmes e com responsabilidade, sempre pensando no desenvolvimento do nosso município e do estado”, afirmou.
Lucas destacou a intenção de avançar ainda mais com as ações no estado. “A Paraíba avançou, isso é um fato. Temos resultados importantes, com crescimento acima da média do Nordeste. Agora o nosso desafio é fazer ainda mais, com mais presença e mais investimento, garantindo que esse crescimento chegue cada vez mais na casa e na vida dos paraibanos”, disse.
O apoio reforça um movimento político que vem ganhando força em todas as regiões do estado, inclusive com a adesão de lideranças que anteriormente estavam em outros campos políticos, ampliando uma base que se consolida a partir do diálogo e de resultados que chegam à população.
A Paraíba ganhará um novo braço de excelência técnica com o anúncio da criação da Escola dos Notários e Registradores da Paraíba. O presidente da Associação dos Notários e Registradores da Paraíba, Carlos Ulysses Neto, detalhou que a instituição focará em cursos contínuos e formatos acessíveis, priorizando a capacitação direta de escreventes em temas urgentes.
“Definimos uma grade com questões sensíveis como reforma tributária, novos parâmetros tecnológicos e obrigações legais, além da formação de uma comissão com a OAB para tratar da atividade extrajudicial”, afirmou Carlos Ulysses, sinalizando um avanço na padronização e eficiência dos serviços prestados à sociedade.
O anúncio ocorreu durante o encerramento com “chave de outro” por ele – ao lado da juíza corregedora Renata Belmont e da diretora-geral da ENNOR, Fernanda Castro – do Simpósio de Direito Notarial e Registral da Paraíba, realizado sexta-feira no auditório da Esma, em João Pessoa.
O evento foi organizado pela Corregedoria-Geral de Justiça, Anoreg-PB e ENNOR, reuniu autoridades como Fernanda Castro, diretora-geral da ENNOR (representando Rogério Portugal Bacellar); a juíza corregedora Renata Belmont (representando o desembargador-presidente Fred Coutinho e o desembargador-corregedor Leandro dos Santos); e a diretora adjunta da Esma-PB, Antonieta Arcoverde Nóbrega (representando o desembargador corregedor-geral de justiça Joás de Brito Filho).
Prestigiaram ainda o encontro o juiz Romero Carneiro Feitosa, corregedor permanente da Capital; Danilo Bessa, da Comissão de Direito Notarial e Registral da OAB-PB (representando Harrison Targino); e a presidente do RIB-PB, Cláudia Marques. Com a apresentação do jornalista Cândido Nóbrega como mestre de cerimônias, o Simpósio consolidou a integração institucional e o compromisso com o aperfeiçoamento jurídico, com perspectivas sólidas para o futuro do extrajudicial estadual.
O Botafogo-PB ficou no empate em 3 a 3 com o Itabaiana, na noite desta quarta-feira (22), às 19h, no Estádio Etelvino Mendonça, pela quarta rodada da Copa do Nordeste. Em um jogo marcado por muitas reviravoltas, o Belo chegou a estar perdendo por 2 a 0, mas chegou a virar a partida nos acréscimos, e ainda cedeu o empate nos minutos finais.
Atuando com equipe alternativa, o Botafogo-PB encontrou dificuldades no início diante de um adversário mais agressivo. O time sergipano criou boas oportunidades e abriu o placar ainda no fim do primeiro tempo, com Leilson, em um lance que gerou reclamação de impedimento por parte dos paraibanos.
Na volta do intervalo, o Itabaiana ampliou aos 10 minutos, com Gustavo Fagundes, após cruzamento de Leilson. A partir daí, o cenário parecia controlado para os donos da casa, mas o Botafogo-PB reagiu e transformou o jogo.
Aos 30 minutos, Henrique Dourado diminuiu após driblar o goleiro. O empate veio aos 40, com Gabriel Tota, em chute de fora da área. Já nos acréscimos, Júlio Vaz aproveitou cobrança de escanteio para virar o placar, aos 48 minutos.
Quando a vitória parecia definida para o Belo, o Itabaiana voltou a marcar. Gustavo Cintra deixou tudo igual aos 50 minutos, fechando um confronto eletrizante. Ainda houve tempo para o Botafogo-PB quase garantir o triunfo, mas Júlio Vaz acertou a trave no último lance.
Com o resultado, o Botafogo-PB chegou aos cinco pontos e permaneceu na terceira posição do Grupo B, perdendo a oportunidade de entrar na zona de classificação. Já o Itabaiana, com dois pontos, segue na última colocação do Grupo A e não tem mais chances de avançar.
As duas equipes voltam a campo neste sábado pela Série C do Campeonato Brasileiro. O Botafogo-PB enfrenta o Floresta, em casa, às 19h30, enquanto o Itabaiana recebe o Paysandu, às 17h.
A proposta de acabar com a escala 6×1 – modelo em que o trabalhador folga apenas um dia após seis dias seguidos de trabalho – avançou no Congresso e abriu um debate que mexe diretamente com a rotina de milhões de brasileiros. A seguir, um guia direto e completo para entender o que está em jogo.
O que foi aprovado até agora
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara deu sinal verde para que a proposta siga tramitando. Esse aval não muda a regra atual, mas confirma que o texto pode ser analisado em profundidade pelos deputados. O próximo passo é a criação de uma comissão especial, onde o conteúdo será discutido, alterado e votado.
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Se avançar, a proposta ainda precisa passar pelo plenário da Câmara e pelo Senado.
O que significa o fim da escala 6×1
Na prática, a mudança busca reduzir o número de dias trabalhados na semana e aumentar o tempo de descanso. O modelo mais citado no debate é o 5×2, com dois dias de folga, mas há propostas mais amplas que chegam a sugerir jornadas ainda menores, como 4 dias de trabalho por semana.
Além disso, há três ideias principais em disputa:
* redução da jornada semanal de 44 para 40 horas
* modelos mais radicais com até 36 horas semanais
* garantia de pelo menos dois dias de descanso por semana
O que pode mudar na vida do trabalhador
Se aprovado, o novo modelo pode trazer:
* mais tempo livre e descanso
* melhora na qualidade de vida
* possível aumento de produtividade
A lógica defendida por apoiadores da proposta é que trabalhadores menos sobrecarregados tendem a produzir melhor.
O impacto para empresas
É aqui que está o principal ponto de conflito. Setores empresariais argumentam que:
* haverá aumento de custos com pessoal
* pode ser necessário contratar mais funcionários
* o impacto pode ser repassado ao consumidor
Alguns cálculos apresentados no debate apontam que a redução da jornada, sem corte de salários, pode elevar o custo da mão de obra em cerca de 20%.
Já o governo sustenta que esse impacto pode ser compensado com ganhos de produtividade e melhoria no ambiente de trabalho.
Pequenas empresas no centro da discussão
O maior impasse envolve pequenas e médias empresas, que têm menos margem para absorver custos. Parlamentares defendem que, se a mudança avançar, será preciso criar mecanismos de compensação específicos para esses setores.
Por que o tema virou prioridade política
O fim da escala 6×1 entrou na agenda como uma das bandeiras do governo federal e também ganhou força nas ruas, com manifestações e pressão de trabalhadores por jornadas menos exaustivas.
Quando a mudança pode acontecer
Ainda não há prazo definitivo. O calendário mais otimista dentro da Câmara prevê votação nos próximos meses, mas o texto ainda pode sofrer mudanças significativas.
Dependendo da versão aprovada, a implementação pode variar bastante:
* há propostas com aplicação gradual em até 10 anos
* outras sugerem início já no curto prazo, em cerca de 1 ano
PEC ou projeto de lei: qual a diferença
O tema está sendo discutido por dois caminhos:
* uma proposta de emenda à Constituição, que altera a regra de forma mais permanente
* um projeto de lei, que pode ter aplicação mais rápida, mas é mais fácil de ser alterado no futuro
A estratégia do governo é tentar avançar com os dois formatos.
O que ainda está indefinido
Apesar do avanço, pontos centrais continuam em aberto:
* qual será a jornada final: 40, 36 ou outro número de horas
* como será feita a transição
* se haverá compensação para empresas
* quais setores podem ter regras diferenciadas
Resumo rápido
* a escala 6×1 ainda está em vigor
* a proposta de mudança está em fase inicial de tramitação
* há consenso sobre reduzir a jornada, mas não sobre como fazer isso
* o maior embate é entre custo para empresas e benefício para trabalhadores
O debate está só começando, mas já indica uma possível mudança estrutural no mercado de trabalho brasileiro — com impactos que vão do bolso das empresas à qualidade de vida de quem trabalha.
Mangabeira celebra seus 43 anos de história, nesta quinta-feira (23), com motivos de sobra para comemorar. Com mais de 70 mil habitantes, o bairro mais populoso e um dos mais importantes de João Pessoa vive um novo momento, marcado por uma série de investimentos realizados pela Prefeitura de João Pessoa que vem transformando o dia a dia da população, desde a infraestrutura até a saúde.
E já que começamos pela infraestrutura, que tal fazer um passeio por um bairro bem pavimentado? São R$ 105 milhões investidos em obras na localidade. Na área de pavimentação em paralelepípedo, foram inauguradas 105 ruas e outras 69 já contratadas, enquanto outras 32 foram entregues em pavimento asfáltico. Mangabeira também ficou 100% iluminado com lâmpadas de LED.
O prefeito Leo Bezerra confirma que ainda vem muitas outras obras pelo caminho. “Cento e cinco milhões de reais já foram investidos aqui nessa área, e a gente vai continuar ampliando cada vez mais, com a reforma de creches, USFs, com pavimentação de rua, vamos pavimentar 100% de Mangabeira até o final do nosso mandato”, garantiu o gestor.
E quando falamos em pavimentação não estamos tratando apenas de uma questão estética, o assunto é sobre o quanto isso impacta diretamente a saúde, a economia e o dia a dia de toda a comunidade. Um bairro com ruas pavimentadas, seja com asfalto ou paralelepípedo, oferece uma série de melhorias concretas para a qualidade de vida da população.
A primeira delas é a mobilidade, facilitando o deslocamento e reduzindo o desgaste de veículos. Mas, não é só isso. Tem também a redução de poeira e lama, a melhoria da drenagem, o aumento da segurança e ainda o aquecimento do setor imobiliário.
Mais infraestrutura – Entre outras intervenções importantes, destacam-se, ainda, a entrega do Parque Bosque das Águas e obras de drenagem, além de projetos em execução, como a Praça Nossa Senhora das Dores, a ponte sobre o Rio Cuiá e o Cras de Mangabeira, que juntos somam mais de R$ 24,1 milhões em investimentos.
Saúde ao alcance de todos – A saúde também avança, com unidades sendo modernizadas e novos serviços sendo ofertados, ampliando o acesso da população ao atendimento digno e eficiente. Nos últimos anos, a Prefeitura de João Pessoa levou muitas novidades no setor para o bairro de Mangabeira.
Mais recentemente, os moradores ganharam o Centro de Exames por Imagem, com mamógrafo, raio-x digital, eletrocardiograma e ultrassonografia.
Tem também o novo bloco cirúrgico do Complexo Hospitalar de Mangabeira, que dobrou o número de procedimentos e reduziu o tempo de espera com oito salas cirúrgicas e oito leitos de recuperação pós-anestésica (RPA), garantindo mais estrutura, segurança e eficiência na realização dos procedimentos.
Lá no Complexo Hospitalar de Mangabeira, outro setor que foi reformado e ampliado foi Pronto Atendimento em Saúde Mental (Pasm), que ganhou dois novos consultórios psiquiátricos, uma sala de triagem para acolhimento do paciente e da família, novos leitos nas enfermarias de estabilização, uma enfermaria de observação, espaço para atendimento às famílias, espaço de lazer, além de mais comodidade com climatização dos ambientes e novas camas.
Educação que transforma – Se a educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo – como dizia Paulo Freire -, então tem que ter escolas novas e modernas para que todos possam fazer acontecer essa transformação. É por isso que a Prefeitura Municipal, reconhecendo o tamanho de Mangabeira, vem investindo R$ 35.958.000,00 na reestruturação de oito escolas.
Um bairro com novas escolas ganha um impulso direto na qualidade de vida e no desenvolvimento social. A proximidade das casas dos alunos com as unidades educacionais facilita o acesso à educação, reduz deslocamentos longos e aumenta a frequência dos estudantes, além de oferecer estruturas mais modernas, seguras e adequadas ao aprendizado.
Foram concluídas obras nas escolas Índio Piragibe, Zumbi dos Palmares, João Gadelha, Luiz Vaz Camões, Virginius da Gama e Melo, Benjamim Gomes Maranhão, Ana Cristina Rolim Machado e Afonso Pereira. Estão em andamento as obras dos Ninhos do Saber Vera Lúcia e Márcia Suênia.
E o que falar do novo Centro Escolar Municipal de Atividades Pedagógicas Integradoras Arthur da Costa Freire (Cemapi), que se destaca como o maior e mais moderno equipamento já entregue pela Prefeitura de João Pessoa para atender os alunos da Rede Municipal de Ensino?
Com investimento de R$ 10 milhões e área total de 10.806 metros quadrados, o espaço reúne teatro moderno com capacidade para 200 pessoas, biblioteca com acervo literário, pavilhão para atividades culturais, parque aquático com piscina semiolímpica, piscina infantil e vestiários, além de campo society também equipado com vestiários.
A estrutura ainda conta com estacionamento, além de recursos de acessibilidade, consolidando o Cemapi como um ambiente inovador, inclusivo e preparado para ampliar as oportunidades de aprendizado, convivência e desenvolvimento dos estudantes.
Segurança em evidência – Cuidar dos moradores de Mangabeira também passa pela segurança. A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania (Semusb), conta com 108 câmeras de monitoramento instaladas no bairro.
Os equipamentos estão distribuídos em diversos pontos estratégicos e possuem tecnologia de reconhecimento facial e leitura de placas. Todas as câmeras têm visão noturna e utilizam inteligência artificial para auxiliar as forças de segurança.
Mangabeira chega aos seus 43 anos reafirmando sua força, crescimento e importância, celebrando não apenas sua história, mas também um presente de conquistas e um futuro cheio de possibilidades.
Um desabamento registrado no início da noite desta quarta-feira (22), na Rua João Suassuna, no Centro de Campina Grande, resultou na morte de um jovem de 18 anos e deixou um homem de 32 anos ferido. A ocorrência mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, acionadas por volta das 17h.
As vítimas estavam trabalhando na reforma de uma estrutura em uma loja de carros quando houve o colapso. De acordo com relatos, o serviço tinha como objetivo reforçar a área para evitar possíveis quedas.
A comandante da operação, capitã Priscila, informou que uma das vítimas já não apresentava sinais vitais quando os socorristas chegaram. “Quando chegou no local uma as vítimas estava com escoriações e a outra estava sobre os escombros e infelizmente já foi constatado o óbito”, explicou.
O jovem que morreu foi identificado como Danilo, funcionário de uma empresa terceirizada contratada para executar o reparo. Já o outro trabalhador foi socorrido com ferimentos leves e encaminhado ao Hospital de Trauma de Campina Grande. Segundo a unidade de saúde, ele está consciente, orientado e com quadro clínico estável, passando por exames de imagem.
Um vigilante que presenciou o acidente relatou que os trabalhadores atuavam justamente para evitar o risco de desabamento. “Cheguei aqui e os meninos estavam botando um reforço, justamente para evitar cair. Aconteceu essa fatalidade. (Estava próximo) do que faleceu, estava a dois passos dele. Quando eu escutei o barulho, que estralou, eu corri. E ele, estava de cabeça baixa, que na hora eu estava olhando para ele, ele não teve o que fazer”, disse.
Segundo o mesmo relato, a estrutura que cedeu foi a parede que sustentava a marquise do imóvel. “(O que desabou) foi a parede que segurava a marquise ali. Se você observar, ali tem um paredão alto. Eles estavam colocando um reforço embaixo. Ele estava segurando na hora, ele abaixou-se para segurar a escora, aí foi quando justamente ela desabou, deu nem tempo de avisar não”, contou.
Após o ocorrido, a Defesa Civil de Campina Grande interditou e isolou a área. A Polícia Civil da Paraíba instaurou inquérito para apurar as causas do desabamento.
A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), com o apoio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Delegacia de Combate ao Comércio e Circulação Ilegal de Armas de Fogo (DESARME), do Grupo de Operações Especiais (GOE), do Grupo de Operações com Cães (GOC), da Delegacia de Homicídios e Entorpecentes (DHE) e da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) de Patos, deflagrou, na manhã desta quinta-feira (23), a Operação Axolote, ocasião em que foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão.
Durante o cumprimento dos mandados, seis pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. Além disso, cinco armas de fogo foram apreendidas e uma grande quantidade de drogas também foi tirada de circulação.
A ação integra o cronograma das Operações Nacionais da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim) e da Operação NEXUS Nordeste, iniciativas coordenadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), que promovem atuação integrada das Polícias Civis em todo o país no enfrentamento qualificado ao crime organizado.
As investigações têm como objetivo desarticular uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas com atuação na cidade de Patos. A partir das diligências e da coleta de elementos informativos, foi possível identificar alvos estratégicos do grupo, subsidiando a representação pelas medidas cautelares cumpridas nesta data.
As investigações seguem em andamento e buscam aprofundar a identificação de outros integrantes da organização criminosa, bem como ampliar a responsabilização penal dos envolvidos.