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João Azevêdo anuncia Frei Anastácio, Pollyanna Dutra e remaneja Tibério; confira novas nomeações

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O governador João Azevêdo anunciou, nesta quarta-feira (18) novos nomes que passam a integrar sua equipe de governo neste segundo mandato.

A Secretaria da Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido será comandada pelo deputado federal Frei Anastácio. Bivar Souza Duda foi anunciado como secretário executivo da pasta.

Para a Secretaria de Desenvolvimento Humano (Sedh), o governador João Azevêdo escolheu o nome da deputada estadual Pollyanna Dutra. Tibério Limeira será o novo secretário da Administração, e Jaqueline Gusmão a secretária executiva.

João Alves permanece na Secretaria da Administração Penitenciária, e João Paulo Barros na secretaria executiva.

João Paulo Freire foi designado para a Secretaria Executiva da Articulação Política.

Operação de 24 horas da Sefaz-PB apreende 12 cargas em situação irregular na Grande João Pessoa

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Em uma operação de 24 horas, a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-PB) apreendeu 12 veículos, que transportavam café, queijo muçarela, camarão, madeira, cerveja e etanol, em situação irregular, na Região Metropolitana de João Pessoa. A ação, que começou na manhã de terça-feira (17) e terminou na manhã desta quarta-feira (18) nas rodovias federais das BR 101 e 230, utlizando os pátios respectivamente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Mata Redonda e de Café do Vento, foi realizada pela Supervisão de Mercadoria em Trânsito da 1ª Gerência Regional da Sefaz-PB, incluindo as equipes do Comando Fiscal e do apoio do Central de Operações Estaduais (COE), órgãos da Fazenda Estadual.

Durante a operação, foram apreendidas, em situação irregular, 35 toneladas de café (em pacotes de 250g); duas toneladas de queijo muçarela; 5,18 toneladas de camarão em dois veículos; 1.573 caixas de cerveja em lata; 25.000 litros de álcool com nota fiscal irregular; uma carreta com madeira com nota fiscal inidônea, além de um caminhão de tijolo, outro conduzindo móveis e três veículos sem manifesto eletrônico.

Após constatar a irregularidade fiscal no transporte de mercadorias e da irregularidade nos documentos eletrônicos, as cargas apreendidas avaliadas em aproximadamente R$ 752.280,00 foram liberadas após os procedimentos de cobranças, resultando em uma arrecadação de impostos e de multas no valor total de R$ 215.194,65, que já foram recolhidos aos cofres do Estado da Paraíba.
Ações fiscais permanentes – A Sefaz-PB, que tem ações fiscais permanentes nas cinco Gerências Regionais, busca coibir a circulação de mercadoria com  documentação inidônea, irregular ou sem nota fiscal. O objetivo é combater a sonegação fiscal e, por extensão, também a concorrência desleal no mercado paraibano.

João Pessoa reforça chamamento para prevenção contra Covid-19 em crianças e adolescentes

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Diversas salas de vacina na Capital pessoense seguem ofertando os imunizantes que previnem contra a Covid-19. Quem ainda não tomou a primeira dose ou não completou o esquema vacinal, pode procurar os serviços da rede municipal de saúde, que funcionam no período das 8h às 22h.

Nesta quinta-feira (19), as vacinas estão disponíveis nas Unidades de Saúde da Família (USF), nas Policlínicas Municipais, no Centro de Imunização e no Mangabeira Shopping. “Orientamos que as pessoas completem os esquemas vacinais e fiquem atentas aos prazos descritos nos cartões de vacina, para o retorno ao serviço. A vacina é segura e eficaz na prevenção de doenças”, alertou Fernando Virgolino, chefe da Seção de Imunização.
Todos os serviços ofertam os imunizantes de campanha e de rotina, garantindo a assistência preventiva. O Disque Vacina funciona de segunda a sexta-feira, pelos números (83) 98600-4815 e 3212-3371, e continuará atendendo para realização de agendamentos apenas de crianças com comorbidades e acamadas, restritas aos leitos.

Vacina segura – Em relação à vacinação de crianças no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou no dia 16 de setembro de 2022, a ampliação do uso da vacina Pfizer para imunização contra Covid-19 em crianças entre 6 meses e 2 anos de idade. Para esta avaliação, a Agência contou com a consulta e o acompanhamento de um grupo de especialistas, que teve acesso aos dados dos estudos e resultados apresentados pelo laboratório.

Para este novo grupo, o esquema primário é composto com três doses, em que as duas doses iniciais devem ser administradas com quatro semanas de intervalo, seguidas por uma terceira dose administrada pelo menos oito semanas após a segunda dose para esta faixa etária.

Documentação para crianças – No momento da vacinação, é necessário apresentar um documento oficial ou certidão de nascimento da criança e cartão SUS.

Locais para vacinação em João Pessoa nesta quinta-feira (19):

Crianças a partir dos seis meses a 2 anos (sem agendamento)
1ª dose: Pfizer
– Mangabeira Shopping (pedestres) – 13h às 22h
Crianças a partir dos 3 e 4 anos (sem agendamento)
1ª dose: Coronavac
2ª dose: Coronavac (28 dias)
– USF Integrada Cruz das Armas I – 7h às 11h e 12h às 16h
– Policlínicas (Mandacaru, Cristo, Mangabeira e das Praias) – 8h às 16h
– Centro Municipal de Imunização – 8h às 16h
– Mangabeira Shopping – 13h às 22h
Crianças a partir dos 5 a 11 anos (sem agendamento)
1ª dose: Coronava
2ª dose: Coronavac (28 dias)
– USF Integrada Cruz das Armas I – 7h às 11h e 12h às 16h
– Policlínicas (Mandacaru, Cristo, Mangabeira e das Praias) – 8h às 16h
– Centro Municipal de Imunização – 8h às 16h
– Mangabeira Shopping – 13h às 22h
A partir de 12 anos (sem agendamento)
1ª dose: 12+
2ª dose: Janssen, Astrazeneca (90 dias) e Pfizer (60 dias)
3ª dose: 12+ (após 120 dias da 2ª dose); imunossuprimidos (após 28 dias da 2ª dose); e trabalhadores de saúde (após 120 dias da 2ª dose)
4ª dose: 30+ (após 120 dias da 3ª dose); trabalhadores de saúde (após 120 dias da 2ª dose); imunossuprimidos (após 120 dias da 3ª dose)
– Salas de vacinas nas USFs*– 7h às 11h e das 12h às 16h
– Mangabeira Shopping (drive e pedestres) – 13h às 22h
Vacinação Domiciliar
– Exclusivamente para crianças com comorbidades e restritas ao leito – acamados
Agendamento pelos números: (83) 98600-4815 e 3212-3371
Horário: 8h às 16h (de segunda a sexta-feira)
*Exceção das USFs: Ilha do Bispo, Alto do Céu II, Mandacaru VIII, Jardim Planalto, Rosa de Fátima, Cruz das Armas IV, Jardim Saúde e Vieira Diniz.

Mínimo tem que subir de acordo com o crescimento da economia, diz Lula

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Foto: EPA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva instituiu hoje (18) um grupo de trabalho para a elaboração de uma proposta que trata da Política de Valorização do Salário Mínimo, que trará uma fórmula de cálculo permanente para o piso nacional. Em encontro com cerca de 500 sindicalistas no Palácio do Planalto, Lula disse que o salário mínimo precisa subir de acordo com o crescimento da economia, em equivalência ao aumento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país).

“Já provamos que é possível aumentar o salário mínimo acima da inflação. E o mínimo é a melhor forma de fazermos distribuição de renda nesse país. Não adianta o PIB crescer se ele não for distribuído. O PIB já cresceu 14% ao ano nesse país e o trabalhador ficou mais pobre. Porque se o PIB cresce e fica só com o dono da empresa, quem fez o PIB crescer não ganha nada, que é o trabalhador brasileiro”, disse o presidente.

“É isso que tem que fazer para melhorar esse país. Não podemos continuar eternamente um país emergente, em via de desenvolvimento”, acrescentou.

O grupo foi criado a partir de um despacho assinado nesta quarta-feira pelo presidente e terá prazo de 90 dias para a conclusão dos trabalhos. Fazem parte os ministérios do Trabalho e Emprego, da Fazenda, do Planejamento e Orçamento, da Previdência Social, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e a Secretaria-Geral e Casa Civil da Presidência. Segundo Lula, as centrais sindicais também serão ouvidas para a construção da proposta.

“Estou fazendo um convite para que o movimento sindical, representando os trabalhadores brasileiros, ajude o governo a construir uma nova relação entre capital e trabalho e uma nova relação de direitos para o povo trabalhador, porque nós merecemos ser tratados com respeito e com justiça”, disse Lula.

“O mundo do trabalho mudou, é preciso se modernizar, se reinventar a nível de estrutura sindical, por isso que vamos criar uma comissão de negociação com sindicatos, governo e empresários”, destacou o presidente.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, durante encontro com dirigentes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, durante encontro com dirigentes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto – Marcelo Camargo/Agência Brasil
Já o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, salientou que a nova política para o salário mínimo será feita pelo conjunto de governo, e respeitando a previsibilidade da economia.

“A previsibilidade é importante para o empresariado, para os prefeitos, para os governadores, para o governo federal, para as instituições da economia, para que nós possamos fazer o que nós fizemos no primeiro governo do presidente Lula que é crescer o poder de compra do salário mínimo mantendo a inflação, mantendo o equilíbrio fiscal. Não tem canetaço, tem construção de entendimento”, disse.

De acordo com o ministro, também serão criados, até o final de fevereiro, dois outros grupos de trabalho, sobre a negociação coletiva e o fortalecimento dos sindicatos e sobre a regulamentação do trabalho por aplicativos.

“Nós acompanhamos a angústia de trabalhadores de aplicativos que, muitas vezes, têm que trabalhar 14 horas, 16 horas por dia para poder levar o pão e leite para casa. Isso no meu conceito de trabalho, beira a trabalho escravo. Aqui, as empresas de aplicativos, de plataformas, não se assuntem. Não há aqui nada de mais a não ser o propósito de valorizar o trabalho e trazer a proteção social”, disse Marinho.

Negociações
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de encontro com dirigentes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de encontro com dirigentes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto – Marcelo Camargo/Agência Brasil
As centrais sindicais defendem que o governo federal aplique a política de valorização conforme os termos pactuados em 2007 e abandonados em 2019. Com isso, o piso deveria ser de R$ 1.343, contemplando a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) – anteriormente estimado em 5,8% em 2022 -, mais o crescimento do Produto Interno Bruto de 2 anos antes – 4,6% em 2020.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o INPC acumulado oficialmente em 2022 é de 5,93%.

Para o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo, a previsibilidade e a valorização permanente do salário são elementos centrais para reconstrução e transformação do Brasil.

“Àqueles que tentam impor em debate responsabilidade fiscal contra responsabilidade social, a responsabilidade fiscal não pode ser o custo do maltrato ao povo pobre, ao povo que padece de insegurança alimentar. O custo fiscal precisa ser um esforço combinado de um Brasil atrasado, mas que tem uma dívida e precisa construir um pacto com seu povo, que pressupõe a constituição de uma política que recompõe não só a inflação, mas sobretudo permitir o ganho real com aumento da variação do PIB”, disse.

“Isso importa muito para a vida de 60 milhões de brasileiros e incrementa e movimenta a economia”, argumentou Araújo. “Temos que fazer o bom combate. O debate do salário mínimo não pode ser pautado pelo Deus mercado [mercado financeiro]. Quem depende do salário mínimo é quem já não consegue mais fazer o supermercado. Temos que apostar em uma política que se aproxime mais dos anseios do nosso povo”, completou.

Atualmente, o salário mínimo está em R$ 1.302, conforme medida provisória editada em meados de dezembro pelo governo anterior. Esse valor considera a variação do INPC acrescido de ganho real de aproximadamente 1,4%.

Entretanto, o valor aprovado pelo Congresso Nacional no Orçamento Geral da União de 2023 é de R$ 1.320, mas, para entrar em vigor, depende de uma nova medida provisória do Executivo. A preocupação do governo é com a insuficiência de recursos para bancar o novo valor.

Apesar de a Emenda Constitucional da Transição ter assegurado R$ 6,8 bilhões para o salário mínimo de R$ 1.320, a forte liberação de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) nos últimos meses do ano passado pode resultar em um impacto fiscal maior que o previsto. Vários benefícios sociais e trabalhistas, como o seguro-desemprego, abono do PIS/Pasep, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e outros, também são atrelados ao piso nacional, devendo ser corrigidos.

De acordo com cálculos preliminares da equipe econômica, o governo precisaria de mais R$ 7,7 bilhões para reajustar o valor ainda em janeiro. Neste caso, os recursos poderiam vir do remanejamento de dinheiro de outros os ministérios.

Em declaração recente, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que não ocorreu descumprimento de promessa de campanha do presidente Lula. “O compromisso do presidente Lula é de aumento real [para o salário mínimo], o que já aconteceu. O salário mínimo atual é 1,4% maior que a inflação acumulada desde o último reajuste”, disse.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em dezembro de 2022 o salário mínimo necessário para satisfazer as necessidades básicas (alimentação, moradia, vestuário, educação, higiene, transporte, lazer e previdência) de uma família com quatro pessoas deveria ser de R$ 6.647,63.

Outras pautas
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de encontro com dirigentes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de encontro com dirigentes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto – Marcelo Camargo/Agência Brasil
Durante o evento com o presidente Lula, os sindicalistas apresentaram ainda outras demandas trabalhistas, como a regulação do trabalho em aplicativos, a valorização da negociação coletiva, o fortalecimento do Ministério do Trabalho, o reajuste da tabela do Imposto de Renda, a revogação de normas para a recuperação de direitos trabalhistas, a criação de um plano nacional de formação profissional, a melhoria e equilíbrio das condições de trabalho de mulheres e negros e o cancelamento das privatizações.

Além de Araújo, da CTB, estiveram presentes e falaram durante o evento o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sérgio Nobre; o presidente da Força Sindical, Miguel Torres; o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah; o presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Moacyr Roberto Tesch Auersvald; o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antonio Neto; a presidenta da Intersindical Central Sindical, Nilza Pereira; o vice-presidente da Central Pública, Hugo René; o presidente da Intersindical Instrumento de Lutas, Emanuel Melato; e o presidente da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates.

Em abril do ano passado, o movimento sindical também entregou a Lula, ainda como pré-candidato à Presidência, a Pauta da Classe Trabalhadora, documento unitário das centrais, aprovado na Conferência da Classe Trabalhadora (Conclat).

Defesa Civil intensifica monitoramento após alerta de acumulado de chuvas na Capital

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A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil de João Pessoa (Compdec/JP) intensificou o monitoramento das áreas de risco após o alerta de acumulado de chuvas emitido nesta quarta-feira (18) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). De acordo com o comunicado, há possibilidade de chuvas na Capital entre 20 e 30 milímetros por hora (mm/h) ou até 50 mm/dia, com baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos. O alerta vale até as 20h desta quarta-feira.

Nas últimas 24 horas, o bairro com maior registro de chuvas foi Grotão, com 40,8 mm, seguido do Cuiá (38,8 mm) e do Cristo (32,2 mm). Segundo o coordenador da Defesa Civil Municipal, Kelson Chaves, apesar do alerta, o órgão não recebeu chamados até o momento e isso se deve ao cronograma de trabalho preventivo que vem sendo realizado, como a limpeza e desassoreamento de rios, entre outras ações para evitar transtornos às comunidades ribeirinhas da Capital.

“As chuvas de verão sempre merecem atenção, por isso reforçamos o monitoramento nas áreas de risco, mas estamos tranquilos, pois não há registro de ocorrências. Seguimos com nosso cronograma de trabalho e nossas máquinas continuam operando nos trechos dos rios, dando prioridade aos que temos conhecimento como sendo mais vulneráveis e oferecem maiores riscos”, afirmou Kelson Chaves.

Ele ressalta que, em caso de ocorrência, a população deve acionar a Defesa Civil Municipal pelos números 0800-285-9020 ou 98831-6885.

Atuação – A Defesa Civil Municipal está presente em todas as ações de proteção e assistência às comunidades, especialmente nos períodos de maior intensidade de chuvas, além de realizar visitas e vistorias periódicas nos locais de risco que monitora.

Volume de chuvas nas últimas 24 horas (Até 14h34 desta quarta)

Grotão: 40,8mm
Cuiá: 38,8mm
Cristo: 32,2mm
Manaíra: 15,8mm
Centro: 13,8mm
Tambauzinho: 9,2mm
Altiplano: 7,2mm

Fonte: Cemaden

Bruno Cunha Lima convida Pedro Cunha Lima para ser secretário em Campina Grande

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O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), convidou, nesta quarta-feira (18), o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), para ser secretário em alguma pasta em da Prefeitura.

“Eu disse a ele, se eu confio em em você para ser governador quanto mais para secretário. Fiz o convite, mas a gente tá vendo outra forma de Pedro contribuir”, afirmou Bruno.

Pedro, que ainda é deputado federal, vai deixar o mandato a partir do dia 1º de fevereiro, com a posse dos eleitos em outubro. Ele deixou de disputar a reeleição para ser candidato ao governo do Estado, perdendo a eleição no segundo turno para o governador João Azevêdo (PSB).

Raniery Paulino diz que Republicanos tem acordo para rodízio na Câmara Federal

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O Republicanos tem um acordo para que ocorra um rodízio entre os deputados federais eleitos e os primeiros suplentes para os mandatos na Câmara dos Deputados. A informação foi dada nesta quarta-feira (18), pelo suplente de deputado federal Raniery Paulino.

Raniery, que é primeiro suplente do Republicanos na Câmara, foi o 20º deputado federal mais votado nas eleições de outubro, conseguindo  33.550 votos.

“Existe um acordo dentro do Republicanos onde o primeiro suplente terá oportunidade. Nossa expectativa era fazer os quatro deputados, fizemos três. Isso não será de imediato. Os titulares vão buscar o seu espaço dentro da Câmara, participar das comissões. O rodízio será estabelecido no seu tempo”, disse Raniery em entrevista à CBN João Pessoa.

Bruno Cunha Lima anuncia concurso com mais de 500 vagas em Campina Grande

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O prefeito Bruno Cunha Lima informou nessa terça-feira (17) a realização de um novo concurso em Campina Grande. Já em fase final de preparação, o certame deve oferecer, no mínimo, 500 vagas. Neste novo concurso, serão oferecidas vagas para educação e órgãos municipais, a exemplo da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) e Vigilância Sanitária. Todavia, não estão descartadas outras áreas da gestão.

A previsão apresentada por Bruno é de que o edital seja publicado no início de fevereiro e de que as provas sejam aplicadas no meio deste ano. Em relação à banca organizadora do concurso, está confirmado o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan). Trata-se da banca contratada no fim do ano passado, já tendo sido também a empresa que coordenou a seleção de 2021.

Neste último concurso de 2021 da prefeitura, o edital publicado contou com quase mil vagas distribuídas em cargos de níveis médio e superior, atendendo áreas como saúde e educação. Um outro certame também foi realizado no ano passado para a Guarda Municipal.

Conforme destacou Bruno Cunha Lima, pelo menos 60% dos aprovados no primeiro grande concurso de sua gestão já foram convocados.

Fonte 83

Moraes converte em preventiva 140 prisões por atos golpistas

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, até ontem (17), a conversão em preventiva (sem prazo definido) de 140 prisões em flagrante durante os atos de vandalismo ocorridos em 8 de janeiro, em Brasília.

Ao todo, 200 decisões já foram proferidas por Moraes, que liberou outras 60 pessoas, substituindo as prisões em flagrante por outras medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, apresentação semanal ao juízo e proibição de se ausentar do país, com o cancelamento dos respectivos passaportes emitidos no Brasil, ou de se ausentar da comarca onde reside.

Em todos os casos, portes de arma de qualquer tipo em nome de investigados ficam suspensos, bem como qualquer autorização de compra de armas por colecionadores ou caçadores. Os envolvidos também ficam proibidos de conversarem entre si e de utilizar as redes sociais.

Ao todo, foram realizadas até terça-feira (17) 1.459 audiências de custódia, sendo 946 feitas por magistrados do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) e 513 por juízes do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Pelo procedimento, obrigatório por lei, qualquer preso deve ser levado o mais rápido possível à presença de um juiz, a quem cabe verificar a legalidade da prisão, as condições de encarceramento ou mesmo a necessidade da detenção. Representantes do Ministério Público e defesa dos presos devem estar presentes.

O trabalho de ouvir todos os presos por envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro foi compartilhado por Moraes com outros magistrados diante do grande número de detidos, mas o ministro do Supremo reservou para si todas as decisões sobre relaxamento ou não das prisões, após analisar a ata de cada audiência de custódia.

De acordo com o STF, a previsão é de a análise sobre todas as prisões deva ser concluída até sexta-feira (20). Entre os motivos para manter algumas pessoas presas, Moraes apontou haver evidências sobre o cometimento de atos terroristas, inclusive preparatórios, e outros crimes previstos no Código Penal, como tentar abolir o Estado Democrático de Direito mediante violência, associação criminosa, tentativa de golpe de estado, ameaça, perseguição e incitação ao crime.

“As decisões estão sendo remetidas ao diretor do Presídio da Papuda e ao diretor da Polícia Federal. Além disso, o ministro determinou que a Procuradoria-Geral da República PGR), a Defensoria Pública e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sejam intimadas para pleno conhecimento das decisões”, informou o Supremo, em nota, nesta quarta-feira (18).

Segundo a nota, “o ministro considerou que há provas nos autos da participação efetiva dos investigados em organização criminosa que atuou para tentar desestabilizar as instituições republicanas e destacou a necessidade de se apurar o financiamento da vinda e permanência em Brasília daqueles que concretizaram os ataques”.

As decisões sobre as prisões em decorrência do 8 de janeiro estão sendo publicadas em processo sigiloso no Supremo, e o inteiro teor delas não foi divulgado. O nome dos detidos, contudo, podem ser verificados no andamento processual do caso, a medida em que as decisões são publicadas. Advogados e defensores podem acessar os despachos por meio do sistema de peticionamento do STF.

Maioria da bancada paraibana fecha apoio à candidatura de Arthur Lira para presidência da Câmara Federal

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Deputados que vão compor a bancada federal paraibana na próxima legislatura anunciaram apoio, nesta quarta-feira (18), à candidatura de Arthur Lira (PP-AL) à presidência da Câmara Federal. O anúncio aconteceu durante café da manhã com Lira e reuniu Romero Rodrigues, Ruy Carneiro, Cabo Gilberto, Mersinho Lucena, Wilson Santiago, Gervásio Filho, Hugo Motta, Aguinaldo Ribeiro, Damião Feliciano e Murilo Galdino.

As únicas ausências registradas foram as dos deputados Luiz Couto (PT) e Wellington Roberto (PL).

Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM, Romero Rodrigues (PSC-PB), a reunião foi bastante produtiva e serviu para que os paraibanos discutissem, dentre outros temas, pleitos para o Estado.

Ele revelou que após o encontro, os representantes da bancada paraibana firmaram compromisso em votar na eleição de Lira, que tenta a reeleição na Casa.