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Cícero sanciona Lei que institui política de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes

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O prefeito Cícero Lucena sancionou, na tarde desta quinta-feira (25), a Lei Ordinária 14.789/2023, que institui uma política municipal de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes. A legislação, de autoria do vereador Carlão pelo Bem, foca na oferta de informação para as crianças, adolescentes e seus familiares como forma de coibir os casos de violência.

“Essa é uma gestão que cuida e se preocupa com as crianças e isso envolve uma série de ações. Essa Lei é mais um mecanismo que nos ajuda a proteger crianças e adolescentes, possibilitando que eles possam perceber ações abusivas e possam relatar a sua rede de apoio de forma a evitar os casos e que o Estado possa punir os culpados. A educação é fundamental nesse processo”, destacou Cícero Lucena.

De acordo com o texto da Lei, o Poder Executivo deverá ofertar aos estudantes da Rede Municipal, desde o início da vida escolar, conteúdos de educação sexual, de modo correspondente ao seu grau de entendimento, que os capacite a reconhecer o abuso caso sejam vítimas.

Também deverá ser ofertado às famílias conteúdos dirigidos à proteção das crianças e adolescentes no ambiente familiar e aos educadores a capacitação necessária para que abordem o tema com os estudantes e familiares.

O autor da Lei, o vereador Carlão Pelo Bem, destacou que a sanção ocorre no Maio Laranja, mês de referência desta luta. “Temos visto o aumento destes casos e precisamos criar mecanismos de proteção. O Estado que, tem a mão forte para punir, precisa agir e o projeto surge para possibilitar que pedófilos paguem o crime que cometeu. Hoje, a Prefeitura de João Pessoa faz um gesto para combater este tipo de violência”, declarou.

A Lei define a violência sexual como “prática, regular ou não, por pessoa adulta, de atos direta ou indiretamente libidinosos ou de intencionalidade sexual que possam ser sofridos como tais pela vítima com idade inferior a 18 anos, ainda que seja capaz de entender o caráter criminoso dos atos”.

Vice-governador visita instalações do Cooperar e conhece funcionamento do PB Rural Sustentável

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Vice-governador Lucas Ribeiro fez, nesta quinta-feira (25), uma visita ao coordenador geral do Projeto Cooperar, Omar Gama, oportunidade em que se informou sobre as ações desenvolvidas pelo projeto PB Rural Sustentável, que garantem aos produtores rurais acesso à água, melhorias na infraestrutura das localidades rurais e impulsionam a atividade produtiva e a comercialização.

“O PB Rural Sustentável é muito importante para toda a região do Estado da Paraíba. Conheci as demandas, as realizações e sua importância para a agricultura familiar, e nossa intenção é pleitear a renovação do empréstimo junto ao Banco Mundial, para atender ao maior número de famílias paraibanas”, enfatizou Lucas Ribeiro.

Ele enalteceu a disposição dos técnicos do Cooperar e a passagem da missão do Banco Mundial, que esteve esta semana na Paraíba, aprovando as ações que têm sido realizadas, e disse que leva do Projeto Cooperar uma impressão muito positiva. “Saio com o compromisso de ver pessoalmente essas transformações que o Projeto tem levado para todo Estado, onde vemos a diferença na vida das pessoas. E a gente sabe que faz e tudo que aqui tem sido feito transforma a realidade local de cada canto dessa Paraíba”, ressaltou o vice-governador.

O PB Rural Sustentável é um projeto do Governo da Paraíba com o objetivo de melhorar o acesso à água, reduzir a vulnerabilidade agroclimática e aumentar o acesso a mercados das organizações de produtores da agricultura familiar da Paraíba. Os investimentos somam US$ 80 milhões na agricultura familiar, sendo US$ 50 milhões provenientes de financiamento com o Banco Mundial e US$ 30 milhões de contrapartida do Estado, beneficiando 46 mil famílias paraibanas. O projeto está previsto para ser concluído no final de 2024.

O Projeto PB Rural Sustentável firmado entre o Governo do Estado da Paraíba e o Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento – BIRD é executado pelo Projeto Cooperar, órgão da administração direta do estado, vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido (Seafds) com atuação em 222 municípios do Estado da Paraíba (à exceção do município de João Pessoa).

Ex-presidente Collor é condenado por corrupção e lavagem de dinheiro pelo STF

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O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta quinta-feira (25), em Brasília, o ex-senador e ex-presidente Fernando Collor por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um processo da Operação Lava Jato.

Para o tribunal, como antigo dirigente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Collor foi responsável por indicações políticas para a BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras, e recebeu R$ 20 milhões em vantagens indevidas em contratos da empresa.

Após seis sessões de julgamento, o placar da votação terminou oito votos a dois pela condenação. Os ministros prosseguem com o julgamento para definir a pena de Collor, que poderá recorrer em liberdade.

O relator do caso, ministro Edson Fachin, sugeriu pena de 33 anos e 10 meses de prisão para o ex-presidente. Dois ex-assessores também podem ser condenados no caso.

O STF julga uma ação penal aberta em agosto de 2017. Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-presidente da República teria recebido pelo menos R$ 20 milhões de propina pela influência política na BR Distribuidora. Os crimes teriam ocorrido entre 2010 e 2014.

Defesa
Durante o julgamento, o advogado Marcelo Bessa pediu a absolvição de Collor. A defesa alegou que as acusações da PGR estão baseadas em depoimentos de delação premiada e não foram apresentadas provas para incriminar o ex-senador.

Bessa também negou que o ex-parlamentar tenha sido responsável pela indicação de diretores da empresa. Segundo ele, os delatores acusaram Collor com base em comentários de terceiros.

“Não há nenhuma prova idônea que corrobore essa versão do Ministério Público. Se tem aqui uma versão posta, única e exclusivamente, por colaboradores premiados, que não dizem que a arrecadação desses valores teria relação com Collor ou com suposta intermediação desse contrato de embandeiramento”, finalizou.

João Azevêdo entrega mais uma UTI aérea e 40 ambulâncias para as unidades de saúde do estado

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O governador João Azevêdo entrega, nesta sexta-feira (26), equipamentos que vão gerar um impacto significativo na qualidade da assistência à população paraibana. São uma aeronave para transporte aeromédico (UTI aérea) e 40 ambulâncias para Bases Descentralizadas, UPAs e Hospitais da Rede Estadual de Saúde, que somam investimentos de R$ 20,9 milhões. A agenda será no Centro de Convenções de João Pessoa, às 10h30.

A ampliação da disponibilidade de veículos dará mais celeridade ao atendimento especializado. O investimento contempla a aeronave com capacidade de realizar viagens durante a noite e autonomia de até quatro horas e meia de voo. Com esse aporte, a Paraíba terá duas aeronaves disponíveis para transporte de pacientes.

O novo veículo tem capacidade para transportar, além da equipe, um paciente e seu acompanhante; o transporte de recém-nascido também poderá ser realizado com o uso de incubadora. A aeronave está configurada para trabalhar com o piloto, copiloto e, para assistir o paciente, um médico e um enfermeiro. O veículo será operado pelo Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba.

Das 40 ambulâncias que serão entregues nesta sexta-feira, 21 são de UTI móvel, representando um investimento total de R$ 7.352.100,00. Estes veículos serão destinados exclusivamente para as 12 bases descentralizadas no Estado da Paraíba e serão geridas pelo Complexo Regulador Estadual.

As outras 19 foram adquiridas e são de rede própria. Esses veículos serão destinados para hospitais e UPAs da Rede Estadual de Saúde. Com essa aquisição, a Paraíba tem um total de 40 ambulâncias próprias que atuarão exclusivamente no suporte à Rede Hospitalar Estadual. O valor do investimento da aquisição das 19 ambulâncias foi de R$ 6.361.200,00.

De acordo com o secretário de Saúde da Paraíba, Jhony Bezerra, a ampliação da disponibilidade de veículos dará mais celeridade ao atendimento especializado. “A nova aeronave pode realizar voos mais longos, inclusive durante a noite, antecipando a chegada ao destino. Um voo de Cajazeiras até João Pessoa, por exemplo, pode ser realizado em 1h30. No que diz respeito à assistência em saúde, o tempo é um fator determinante para a recuperação do paciente”, pontua.

Ele explica que a ampliação de ambulâncias tanto na rede hospitalar quanto nas bases descentralizadas tem um impacto significativo na qualidade da assistência. “A Paraíba tem atuado no plano de descentralização da assistência em saúde, com ampliação da rede de tomógrafos e hemodinâmicas em todas as macrorregiões de saúde. Porém, para os pequenos municípios, é importante que haja transporte disponível para os pacientes que precisam ir até um desses equipamentos. Os veículos novos possibilitam um transporte com mais segurança e o aumento no número de ambulâncias vai garantir a maior disponibilidade para atender à população de forma oportuna”, completa.

A 21 ambulâncias atenderão as bases em João Pessoa, Mamanguape, Guarabira, Itabaiana, Picuí, Monteiro, Campina Grande, Patos, Piancó, Princesa Isabel, Sousa, Cajazeiras, Catolé do Rocha, Pombal.

Prefeitura de João Pessoa antecipa pagamento e todos os servidores recebem salário nesta sexta-feira

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A Prefeitura de João Pessoa vai antecipar o pagamento dos salários e todos os servidores municipais já recebem nesta sexta-feira (26), são eles: aposentados, efetivos, comissionados e prestadores de serviço. As secretarias de Administração (Sead) e de Finanças (Sefin) já fecharam a folha e autorizaram o pagamento.

De acordo com o secretário de Administração, Valdo Alves, o prefeito Cícero Lucena assumiu o compromisso de pagar os servidores sempre dentro do mês trabalhado e isso vem acontecendo, desde janeiro de 2021, tradicionalmente nos dois últimos dias úteis de cada mês. Mas neste mês de maio, a Prefeitura está antecipando e todos os servidores recebem em um único dia, inclusive os aposentados e pensionistas, que recebem seus proventos através do Instituto de Previdência do Município (IPM).

Valorização – A atual gestão da Prefeitura de João Pessoa tem como marca a política de valorização do serviço público e dos servidores. Dentre as ações que se destacam, além da realização de concursos públicos e da convocação de mais de 1.100 aprovados, a Prefeitura também criou o programa Prefeitura Conectada e um novo sistema de Recursos Humanos, melhorando as rotinas de trabalho e dando mais celeridade e segurança aos profissionais na tramitação de processos.

Cármen Lúcia assume como vice e Nunes Marques como efetivo no TSE

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Ministra Carmén Lúcia assume Presidência da República nesta sexta-feira

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), assumiu hoje (25) como vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ela foi eleita em votação simbólica. Na mesma solenidade, o ministro Kássio Nunes Marques tomou posse como ministro efetivo da Corte Eleitoral.

É costume que os três ministros efetivos que são provenientes do Supremo se revezem na presidência e vice-presidência do TSE, de acordo com o tempo de atuação de cada um na Corte Eleitoral. Dessa vez coube a Cármen Lúcia a incumbência de ser vice.

Ela deverá assumir o comando do TSE em junho, quando o atual presidente, Alexandre de Moraes, completa seu segundo biênio na Corte Eleitoral e deixa, automaticamente, de compor o colegiado.

Marques, por sua vez, já atuava como ministro substituto desde agosto de 2021, e foi eleito, também simbolicamente, na semana passada como membro efetivo. Ele agora toma posse como titular na vaga deixada pela aposentadoria do ministro Ricardo Lewandowski.

Também nesta quinta-feira (25), o advogado André Ramos Tavares atuou pela primeira vez como ministro substituto do TSE. Ele participou da sessão plenária horas depois de sua nomeação ter sido publicada no Diário Oficial da União (DOU), na vaga de jurista.

O advogado Floriano de Azevedo Marques também foi nomeado no DOU desta quinta (25) como ministro substituto do TSE, embora ele não tenha participado da sessão plenária.

TSE multa deputada Zambelli por desinformação sobre processo eleitoral

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu hoje (25) aplicar, por unanimidade, nova multa à deputada Carla Zambelli (PL-SP) por disseminar informações falsas ou desinformações sobre o processo eleitoral. Desta vez, o valor a ser pago é o máximo previsto nas normas eleitorais, de R$ 30 mil.

A parlamentar foi julgada por um vídeo, publicado em seu canal no YouTube antes da eleição geral do ano passado, em que ela diz ter notificado as autoridades competentes para investigar um vídeo segundo o qual as urnas eletrônicas estariam sendo “manipuladas” por pessoas ligadas ao PT dentro de um sindicato do ABC Paulista.

Antes da fala da deputada, o teor do vídeo, que viralizou nas redes sociais e aplicativos de mensagem, foi negado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF), que disse se tratar de informação falsa.

“Encontrei notória má-fé da representada, que, após nota do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, livre e conscientemente produziu e divulgou o vídeo”, afirmou Gonçalves, relator da representação contra a deputada. Ele justificou o valor máximo da multa ante “a gravidade das infundadas acusações à lisura do processo eleitoral, sem qualquer amparo no mundo dos fatos”.

Em defesa da deputada, o advogado Thiago Rocha sustentou durante o julgamento que ela não compartilhou nenhuma informação falsa ou descontextualizada. “Não houve sugestão de fraude, houve exclusivamente a afirmação de que, por conta da viralização daquele vídeo, a deputada pediu informações para averiguar se haveria algum tipo de ilicitude ou não”, disse o defensor.

Na semana passada, o TSE já havia multado Zambelli em R$ 10 mil por outro caso de disseminação de notícia falsa, dessa vez envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

STF adia julgamento sobre descriminalização do porte de drogas

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O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou mais uma vez o julgamento que trata da possível descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal. O recurso sobre o assunto foi agendado para esta semana, mas foi  retirado da pauta do plenário. 

Questionada, a assessoria do Supremo disse apenas que a presidente da Corte, ministra Rosa Weber, a quem cabe administrar a pauta, analisa nova data para remarcar o julgamento do caso, que foi iniciado há oito anos, quando foi interrompido por um pedido de vista, e desde então não voltou a ser discutido em plenário.

Votos

Até o momento, três ministros – Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Gilmar Mendes – votaram, todos a favor de algum tipo de descriminalização da posse de drogas. O recurso sobre o assunto possui repercussão geral reconhecida, devendo servir de parâmetro para todo o Judiciário brasileiro.

Mendes foi o único a votar pela descriminalização do porte de qualquer droga, sem especificar quantidade, em razão do direito à intimidade e à inviolabilidade da vida pessoal do usuário. Fachin, por sua vez, sugeriu que seja descriminalizado apenas o porte de maconha. Barroso também votou nesse sentido, e sugeriu que o Supremo determine que não é crime andar com até 25 gramas de maconha ou cultivar até seis plantas para consumo pessoal.

A análise do caso foi interrompida, ainda em 2015, por uma vista (mais tempo de análise) pedida pelo ministro Teori Zavascki, que morreu em 2017. Ele foi substituído por Alexandre de Moraes, que liberou o recurso para ser pautado ainda em 2018. Desde então, o caso ficou parado na Corte, atravessando diversas presidências do Supremo.

O caso trata da posse e do porte de drogas para consumo pessoal, infração penal de baixa gravidade que consta no artigo 28 da Lei das Drogas (Lei 11.343/2006). As penas previstas são brandas: advertência sobre os efeitos das drogas, serviços comunitários e medida educativa de comparecimento a programa ou curso sobre uso de drogas.

Argumentos

Apesar disso, os críticos alegam que o dispositivo dá excessivo poder discricionário aos juízes para enquadrar quem for flagrado com drogas como usuário ou traficante, uma vez que a lei não prevê quantidade específica para definir o uso pessoal.

Entidades de defesa dos direitos das pessoas negras, por exemplo, argumentam que isso leva à discriminação e escancara o racismo nas decisões judiciais, uma vez que a grande maioria dos presos por tráfico são negros, ainda que boa parte tenha sido flagrada com quantidades menores de droga do que réus brancos enquadrados como usuários.

Mesmo quem é enquadrado como usuário precisa enfrentar processo penal e perde benefícios como o de ser réu primário, o que favorece quem tem mais condições para pagar por melhores advogados, argumentam os defensores da descriminalização.

Quem é contra a descriminalização argumenta que, ao consumir drogas ilegais, o usuário ameaça a saúde pública e alimenta o tráfico, motivo pelo qual não se poderia falar em inconstitucionalidade da lei. Outro argumento é o de que o uso pessoal já foi despenalizado, não havendo sanções mais graves, o que esvaziaria a necessidade de se descriminalizar o uso.

Outro ponto discutido pelos ministros é se cabe ao Supremo atuar sobre o tema ou se é responsabilidade apenas do Legislativo deliberar sobre a criminalização ou não do porte de drogas e do consumo pessoal.

Caso concreto

No caso concreto, o Supremo analisa um recurso contra uma decisão da Justiça do Estado de São Paulo, que manteve a condenação de um homem pelo porte de três gramas de maconha para uso pessoal.

Para o defensor público Leandro de Castro Gomes, que atua no caso, a quantidade ínfima de droga não representa risco à saúde pública, mas apenas à saúde pessoal do usuário. Por esse motivo, não haveria dano capaz de configurar crime, argumenta o defensor.

Para o estado de São Paulo e o Ministério Público paulista, a lei que tipifica o crime de porte de drogas para consumo pessoal não possui nenhuma irregularidade e o dano à saúde pública causado pelo usuário é de natureza abstrata, motivo pelo qual não poderia ser quantificado. Outro argumento é que o uso de drogas alimenta o tráfico, que o Estado tem o deve de combater.

“A Constituição Federal dispõe que o Estado tem o dever de reprimir o tráfico e a lei assegura ao usuário ou dependente tratamento juridicamente diferenciado do traficante”, argumentou Marcio Elias Rosa da tribuna do Supremo, que era procurador-geral de São Paulo quando foi iniciado o julgamento, em 2015.

Agência Brasil

Irmãos são presos suspeitos de serem os assassinos do chefe do tráfico em Cabedelo

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Núcleo de Homicídios e Repressão Qualificada de Cabedelo, prendeu na manhã desta quinta-feria, 25, dois irmãos suspeitos de serem os assassinos do chefe do tráfico da Comunidade Salinas Ribamar, Anderson Martins Laureano da Silva, morto na própria Comunidade no dia 15 de agosto de 2022.

As prisões aconteceram em cumprimento a dois mandados de prisão representados pela Polícia Civil e expedidos pela Justiça da Comarca de Cabedelo nos autos do processo de n° 0808340-75.2022.8.15.0731.

“A decretação das prisões se deu em atendimento à representação encartada na investigação que apura as circunstâncias do homicídio que vitimou Anderson Martins Laureano da Silva, conhecido como “GANSO”, apontado como chefe do tráfico na Comunidade Salinas Ribamar, onde foi morto”, explicou a delegada Vanderleia Gadi.

Os presos eram considerados dois homens perigosos e estariam envolvidos em outros crimes e tráfico de drogas na região. Eles foram encaminhados à Central de Polícia, em João Pessoa, de onde serão apresentados ao poder judiciário.

“As investigações serão concluídas e a Polícia Civil conclama a população a contribuir com informações, que poderão inclusive ser prestadas de forma anônima, pelo 197 – Disque Denúncia da Polícia Civil”, concluiu a delegada.

 

Polícia Civil prende suspeitos de terem assassinado líder de assentamento em Gramame

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A Polícia Civil da Paraíba, através da Delegacia de Crimes Contra a Pessoa (DCCPES), prendeu nesta quinta-feira, 25, duas pessoas suspeitas de serem responsáveis pelo homicídio de Kevin Eduardo Souza, que era líder do assentamento Pico do Colinas, fato ocorrido no dia 17 de novembro de 2022 no bairro de Gramame, em João Pessoa.

As prisões aconteceram em cumprimento aos Mandados de Prisão representados pela Delegacia de Crimes Contra a Pessoa e expedidos pela 2ª Vara do Tribunal do Júri da Capital.

Segundo informações da delegada Luísa Correia Lima, titular da DCCPES, as investigações apontaram que um dos suspeitos estava na companhia da vítima no momento do crime. “Ele foi responsável por arquitetar o fato delituoso, bem como apontar a localização de Kevin para que o outro consumasse o homicídio”, disse a delegada.

A investigação ainda concluiu que o homicídio foi motivado pela disputa das terras pertencentes ao assentamento liderado pela vítima.