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44 pessoas ficam feridas após desabamento de palco em casa de eventos, em João Pessoa

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A estrutura de uma casa de eventos Up Garden, localizado no bairro Altiplano, em João Pessoa, desabou durante uma festa particular no fim da noite desse domingo (28) e deixou 44 vítimas, segundo o boletim do Hospital de Emergência e Trauma.

De acordo com informações preliminares, a festa, que se tratava de um aniversário de um artista, teria começado por volta das 17h da tarde, quando o teto de um palco desabou, deixando feridas as pessoas que estavam embaixo da estrutura.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Corpo de Bombeiro foram acionadas para socorrer os feridos e levarem para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

Segundo o boletim do hospital, deram entrada 44 vítimas de pancadas vindas do Altiplano, sendo 22 homens e 22 mulheres. Dentre as vítimas, 35 pessoas já receberam alta hospitalar.

Ainda não há informações exatas do que teria motivado o desabamento, mas linhas de investigações apontam que as chuvas e ventanias poderiam ter sido uma das causas. O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-PB) mostra que a casa de shows teve a fiscalização do exercício profissional em dia.  A causa segue sob investigação.

Conforme relata o organizador do evento, o cantor Gustavo Sagaz, a tragédia não foi pior porque a estrutura de metal conseguiu segurar parte do desabamento.

Portal Correio

Idosos e acamados podem receber medicamentos para hipertensão e diabetes em domicílio

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Pacientes hipertensos e diabéticos a partir dos 60 anos ou acamados, de qualquer idade e com laudo médico, podem receber seus medicamentos em domicílio. Para isso, a Prefeitura de João Pessoa (PMJP) mantém o programa Remédio em Casa, que beneficia atualmente mais de 5,8 mil pacientes.

A partir do programa, os pacientes cadastrados não precisam mais se dirigir até sua unidade de saúde da família (USF) para receber os medicamentos. Para ser beneficiado com o Remédio em Casa, é preciso estar cadastrado em sua USF de referência, ser diagnosticado com hipertensão ou diabetes e fazer o acompanhamento com a equipe de saúde da família.

Para a farmacêutica responsável pelo programa, Patrícia Cunha, o Remédio em Casa demonstra uma preocupação genuína das autoridades com a saúde e bem-estar da população, especialmente com idosos ou pessoas da mobilidade reduzida.

“O programa Remédio em Casa é fundamental para garantir o acesso aos medicamentos, especialmente para aqueles que têm dificuldades em se locomover até uma farmácia e, não apenas facilita o acesso aos medicamentos, mas também promove a adesão ao tratamento, contribuindo assim para uma melhor saúde pública”, destaca Patrícia Cunha.

Pelo programa Remédio em Casa, a cada dois meses, o cidadão recebe a quantidade do medicamento necessário para este mesmo período, assegurando que seu tratamento não seja interrompido. E, a cada três meses, o paciente passa por uma avaliação pela Equipe de Saúde da Família para o melhor acompanhamento e evitar riscos à saúde. Atualmente o programa disponibiliza 20 tipos de medicamentos, entre anti-hipertensivos, antilipêmico, antitrombótico, hipoglicemiantes.

Como ter acesso – Para se cadastrar no programa Remédio em Casa, o usuário pode se dirigir à sua Unidade de Saúde da Família (USF), preferencialmente no setor de Farmácia. No momento do cadastro, o paciente deve apresentar os seguintes documentos: RG, CPF, cartão SUS, comprovante de residência em João Pessoa e receita atualizada há, pelo menos, seis meses.

Outra forma de acesso é por meio do aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’. Ao abrir o app, o usuário deve procurar a aba Saúde e clicar no ícone Remédio em Casa. Em seguida, será direcionado à sessão do serviço, que vai redirecionar para a lista de medicamentos disponibilizados e a guia para o usuário preencher seus dados e realizar o cadastro no programa. É importante responder todas as informações solicitadas.

PMJP tem 2,3 mil educadores sociais voluntários que auxiliam estudantes com autismo

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A Prefeitura de João Pessoa (PMJP), por meio da Secretaria de Educação (Sedec) desenvolve o aprendizado de 2.321 estudantes com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), na Rede Municipal de Ensino, que contam com o apoio escolar dos 2.352 educadores sociais voluntários, distribuídos nas escolas e dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs).

O Programa Educador Social Voluntário é mais uma ação da política pública de inclusão municipal, que ganha força e visibilidade no ‘Abril Azul’, mês de combate ao preconceito e a favor da conscientização e da inclusão de pessoas com TEA instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2007.

Rejane Lira, coordenadora da Educação Especial da Rede Municipal de Ensino de João Pessoa, explica que os educadores sociais devem prestar auxílio aos estudantes que possuam deficiência física, intelectual, visual, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades e superdotação, incluindo crianças e adolescentes com TEA. Dependendo da especialidade de cada criança, o profissional pode acompanhar um ou mais de um estudante autista.  Esses alunos ainda contam com o serviço do Atendimento Educacional Especializado (AEE) oferecido por 106 professores.

“A política de inclusão da Rede Municipal de Ensino de João Pessoa é respaldada nos direitos individuais e coletivos, fundamentado de que todos têm o direito de aprender e de se desenvolver no contexto de escolarização. Assim, tem oportunizado aos estudantes público-alvo da Educação Especial, entre eles os estudantes com autismo, acesso, permanência e equidade no processo de ensino-aprendizagem, por meio de ações firmadas na educação inclusiva. Nesse sentido, o mês de abril dá destaque e visibilidade a inclusão no contexto escolar e faz um chamamento à sociedade civil organizada para a inclusão social das pessoas com autismo”, ressalta.

 

Escola e família – Na Escola Municipal de Ensino Fundamental Aruanda localizada no bairro dos Bancários, são atendidas atualmente 32 alunos com o Transtorno do Espectro Autista e dispõe de 29 cuidadores, que fazem parte do projeto Educadores Sociais Voluntários. De acordo com a gestora pedagógica da escola, Grygena Targino, os cuidadores trabalham acompanhando as crianças e adolescentes em sala de aula e em outros espaços da escola. Eles auxiliam os estudantes nas atividades escolares e nas atividades de vida diária, que envolvem as tarefas referentes a higiene, locomoção, recreação e socialização.

A diretora considera importante estimular o processo de inclusão na instituição e afirma que a parceria da família com a escola tem sido fundamental no processo de adaptação de cada aluno autista. “A família está sempre em contato, se comunicando para buscar melhorar a condição das crianças no processo educacional”, destaca. Ela cita como exemplo os procedimentos em caso de bullying. “Nós chamamos os lados envolvidos, os alunos e as famílias e fazemos essa comunicação para evitar que se repita”, explica.

Segundo Grygena Targino, o ‘Abril Azul’ este ano foi dedicado a fortalecer essa relação da escola com a família. “Fizemos um dia dedicado ao autismo com veiculação de um filme sobre o tema, café da manhã e socialização entre pais, alunos e educadores”.

Evolução – A professora da Sala de Recursos, Aparecida Dantas, diz que a evolução das crianças com TEA é lenta, mas compensadora. “O acompanhamento é individualizado. Cada uma tem suas particularidades, seu jeito de ser. O nosso trabalho é flexível. O segredo é ter paciência e empatia”.

A estudante de Pedagogia Rafaela Linhares, uma das voluntárias do Projeto Educador Social Voluntário há três anos, se apaixonou pelo trabalho e pretende se especializar em Educação Especial na universidade. Ela acompanha dois estudantes especiais, um deles, Ian Andrade, de oito anos tem autismo nível 03 de suporte, não verbal, associada à deficiência intelectual.

A educadora social acompanha Ian há cerca de dois anos. “No início era difícil, mas a comunicação foi acontecendo através da emissão de sons, condução. No início ele não ficava na sala, hoje já faz coisas sozinho, sabe a hora que chega, que come e que vai embora. Vem evoluindo”, relata.

Para Rafaela, o autismo ultrapassa a fronteira do trabalho, pois seu filho, de quatro anos de idade, tem autismo nível 01, considerado leve. “Ele estuda no CMEI Julian Neves, no bairro Castelo Branco em período integral e ele tem uma cuidadora que faz o acompanhamento”.

Na Escola Aruanda estão matriculados dezenas de crianças que necessitam de acompanhamento dos educadores sociais, destes, 35 são autistas, com idade entre 6 a 14 anos. Fabiano Filho, do 6º ano do Ensino Fundamental, é um deles. Ele revela que gosta da escola e da Mesa Interativa da sala onde estão concentradas as atividades educativas. “Gosto mais da mesa por causa dos jogos”. Ele também gosta de jogar vôlei, no campinho da escola.

Ana Paula Guimarães, mãe de Calebe, do 5º ano, fala da importância de contar com uma escola bem estruturada na assistência a alunos com necessidades especiais. Sua jornada com Calebe começou bem cedo, quando ele foi para a escolinha pela primeira vez, com um ano e oito meses. “Logo no início a professora aconselhou a levá-lo a um neuropediatra, fomos e foi feita uma intervenção geral. Na outra semana já começamos com terapia, fono, psicopedagoga, terapia ocupacional. Hoje, aos 10 anos de idade, ele sabe se expressar. Não conversa, mas se comunica”.

Segundo ela, ele é uma criança feliz que está sempre disposta a brincar. A dificuldade é a adaptação à rotina na sala de aula. “Ele não acompanha a turma, mas lê, escreve, faz somas, reconhece figuras e o apoio das professoras e da cuidadora tem sido importante nesse processo de adaptação”. Calebe gosta muito da Sala de Recursos devido à mesa de jogos interativos, que estimula a memória, habilidades, através das cores, formação de palavras, números, imagens, texturas. “Os atendimentos, em geral, são feitos em pequenos grupos ou individualmente porque o aprendizado é melhor”, explica Grygena Targino.

Socialização – A enfermeira Fabíola Brito, convive há 16 anos com o autismo. Ela é mãe do adolescente Renato Brito, um garoto calmo e sério. Ele estuda na Escola Municipal Olívio Ribeiro Campos, nos Bancários. Esse é o primeiro ano na escola. “Tô satisfeita e percebo que ele vem evoluindo. Tá mais sociável. Na escola tem vários alunos da idade dele e os professores também dão uma atenção diferenciada”, comenta. Renato tem apresentando crescimento também na escrita e na leitura. “Percebo que ele tem se esforçado para acompanhar a turma e vai para escola sem reclamar”.

Fabíola relata que buscou informações no site da Prefeitura para se matricular, posteriormente passou por uma entrevista com a assistente social. “Tenho medo e restrições porque ele sempre sofreu bullying dos colegas na escola e isso aumenta os desafios no processo de aprendizado. Mas gostei do processo na escola, me deixou mais confiante e segura”.

Avanços na Educação – O Centro Municipal de Educação Infantil Arlete de Almeida Nunes, no bairro do Ernesto Geisel, conta com 35 crianças alvo da educação especial, destes 26 são autistas. O Centro conta atualmente com 16 cuidadores do Projeto de Educadores Sociais Voluntários da Prefeitura de João Pessoa.

“Foi um grande avanço na educação municipal de João Pessoa essa iniciativa da atual gestão de contratar educadores sociais para atuarem dentro da Rede Municipal de Ensino, nos CMEIS e nas escolas acompanhando nossas crianças. Foi um olhar diferenciado, humanizado”, declara a gestora do CMEI Arlete de Almeida Nunes, Edizelda Rodrigues.

Para ela, o trabalho dos cuidadores é de grande importância, porque além dos cuidados essenciais com a higiene, locomoção, alimentação e atividades diárias para o fortalecimento da autonomia, os cuidadores também dão amor e carinho. “São anjos da guarda”, enfatiza Edizelda Rodrigues.

Para assegurar o melhor acompanhamento das crianças público-alvo da Educação Especial, a instituição infantil dispõe de um espaço de referência de Atendimento Educacional Especializado (AEE). Segundo Edizelda, nesse ambiente são realizados atendimentos educacionais que estimulam e potencializam as habilidades das crianças.

A professora Patrícia Marinho, que trabalha na sala de AEE, detalha como é seu trabalho no dia a dia. “Buscamos desenvolver as habilidades socioemocionais para facilitar as questões de interação e fazer com que elas aceitem o contato das outras crianças. Atividades visomotoras, ou seja, a percepção visual (mão e olho) onde irá ajudar nas questões da percepção visual, e também na percepção auditiva, ampliando e promovendo o conhecimento de novas palavras e com isso desenvolvendo a linguagem”.

Na sala AEE o uso dos brinquedos vai além da diversão. “Através dos brinquedos pedagógicos buscamos desenvolver nas crianças as questões de raciocínio lógico e coordenação motora fina, autocuidado, ensinado sobre atividades da vida diária, para desenvolver a autonomia da criança, algo que fará toda a diferença nas atividades em sala de referência para as crianças”, explica a professora.

Ela ressalta que o cuidador social é um braço direito do professor em sala de aula. “Está ali para estimular e ajudar as crianças no entendimento das vivências pedagógicas propostas pelas professoras, fazendo com que a criança se desenvolva de maneira plena”, explica.

A professora citou o caso de um garoto, que tinha uma grande seletividade alimentar e uma interação bastante comprometida. “Com a cuidadora passou a aceitar novos alimentos, passou a brincar, da maneira dele, com outras crianças, está interagindo e passou a ficar mais tranquilo na creche, menos ansioso pela presença dos pais. Foi justamente o olhar diferenciado da cuidadora que auxiliou essa criança. Essa cuidadora está fazendo a diferença na vida dessa criança”.

Essa avaliação é compartilhada pela China Alves Soares, mãe de Maryáh, de dois anos e 10 meses. Maryáh é autista, não verbal. “Ela entrou na creche ano passado. A princípio eu entrei com muita apreensão por danos causados em outros ambientes, onde não tivemos experiências boas, mas ao longo do tempo junto a toda equipe do CMEI Arlete fui me sentindo mais segura, principalmente com a cuidadora e a professora da sala AEE que me passaram muita força e tranquilidade. Hoje em dia me sinto muito segura. Maryáh é muito bem cuidada. Não tenho do que reclamar. Eu costumo dizer que minha filha gosta mais de estar na creche do que em casa. Ela ama a cuidadora Rosângela e a tia Patrícia”, ressalta.

“É uma satisfação grande ajudar as crianças, ver o desenvolvimento delas no dia a dia, acompanhar a evolução quanto se alimentam, brincam e realizam às atividades com um sorriso no rosto”, observa a cuidadora Lucineia de Fátima. Para ela, outra satisfação também é perceber como vai acontecendo a interação com a criança. “É muito bom sentir o carinho e a confiança das crianças pouco a pouco. A paciência é o amor às crianças é o mais importante”

Dentro da programação do Abril Azul foram desenvolvidas atividades lúdicas como teatro de fantoches, vídeos educativos e contação de história, além disso, os professores, cuidadoras e auxiliares foram de sala em sala e tiraram fotos com todas as crianças.

“O objetivo foi promover atividades coletivas com todas as crianças e professoras visando a inclusão e o acolhimento das crianças público-alvo da educação especial. A mensagem para as crianças, educadores e funcionários é que toda criança tem o direito à inclusão no ambiente institucional com muito respeito, carinho, amor e atenção”, declara a diretora Edizelda Rodrigues.

Outras ações – Dentre as ações de inclusão social desenvolvidas pela Prefeitura de João Pessoa teve também o apoio a realização da primeira edição da Corrida Autismo Run, maior prova de rua inclusiva do Nordeste, que aconteceu no último dia 14 de abril na Capital. A corrida reuniu aproximadamente mil corredores, divididos nas categorias de 200 metros (kids run) a 10 km. A corrida, com base na proposta de inclusão social, já passou a fazer parte do calendário esportivo de João Pessoa.

A Gestão Municipal tem um olhar diferenciado para a política de inclusão, buscando o fortalecimento através de seus órgãos, a exemplo de projetos desenvolvidos na Fundação Cultura de João Pessoa (Funjope­, que há mais de dois anos, trabalha o processo de inclusão social através da arte, por meio do projeto Somos Capazes – Tardezinha Inclusiva, voltado para Pessoas com Deficiência (PPD) e seus familiares e traz produções culturais, show e brincadeiras em todas as suas edições. Neste domingo (29), a edição vem com o tema ‘Tardezinha Azul’, em alusão ao ‘Abril Azul’, que comemora o Dia Mundial do Autismo. O evento será realizado às 14h, no Centro Cultural de Mangabeira.

2 de abril – Dia da conscientização sobre o autismo, criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2007 e instituído no Brasil através da Lei 13.652/2018, para promover discussões e políticas públicas voltadas para melhoria da qualidade de vida de pessoas autistas. O Transtorno do Espectro Autista é uma condição de saúde caracterizada por déficit em importantes áreas do desenvolvimento humano: a comunicação social, linguagem e comportamento. O autismo é classificado em três níveis, sendo que 01 apresenta baixa necessidade de suporte, 02 moderado e 03 alta necessidade. Porém, existem subtipos que se manifestam de maneira única em cada pessoa.

Paraíba realiza III Feira de Educação, Cuidados e Adoção Animal, em João Pessoa

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O Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e da Gerência da Causa Animal, realizou, neste sábado (27), a III Feira de Educação, Cuidados e Adoção Animal, no bairro de Mangabeira VII, em João Pessoa. O evento fez parte da programação da Campanha “Abril Laranja”, realizada durante todo este mês, com o objetivo de sensibilizar e educar o público sobre a importância da adoção responsável, visando reduzir o abandono e o sofrimento animal.

A chefe do Núcleo de Proteção de Animais Domésticos da SES, Ludmilla Santos, explicou que o evento é importante pois destina os animais que foram resgatados por ONGs ou protetores independentes para um lar responsável. Ela destaca o apoio do Governo do Estado e reforça que ações como esse evento ajudam a diminuir o abandono e maus-tratos.

 

“É muito importante que a gente realize esse tipo de evento para orientar, educar as pessoas em relação ao combate aos maus-tratos aos animais e também, principalmente, buscar um lar de amor para cada vez mais tirar animais de ruas. O objetivo principal mesmo é conseguir essa adoção e esse lar responsável para esses animais”, pontuou.

A manicure Simone Pessoa foi para o evento com a filha Ester, pois queria adotar um cachorro. Para garantir o pet, as duas foram as primeiras a chegar no evento. Ela conta que sempre foi um sonho adotar um animal e hoje teve a oportunidade de levar para casa o Lucky, nome que a família escolheu para o cachorro. A manicure reforça ainda a importância da ação de adoção responsável.

“Nós temos que fazer a nossa parte de adotar um gato, adotar um cachorro, para ajudar e tirar das ruas, proteger de judiação. Muitas vezes as pessoas maltratam, jogam pedra, não tem amor e nem carinho. Quando adotado, o gato ou o cachorro já tem um lar certo, com amor e responsabilidade. A gente estava querendo muito um cachorro. Veio na hora certa”, completou.

Na ocasião, também foram ofertados testes rápidos de leishmaniose, vacinação antirrábica e vermifugação para cães e gatos. Além de serviços de saúde humana, como testes rápidos de HIV, Hepatite B e C e sífilis; aferição de pressão e teste de glicemia.

Sistema de ensino da Cidade Viva é lançado no maior evento de inovação da América Latina

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Após ser considerada a melhor escola do Enem da Paraíba no ano passado e de se tornar uma das 100 melhores escolas do País, o sistema educacional da Cidade Viva deu mais um salto, nesta semana, ao lançar no maior evento de Inovação e Tecnologia para Educação na América Latina, a Bett Brasil 2024: o ‘Cidade Viva Education’. O evento acontece no Expo Center Norte, em São Paulo.

Depois de 15 anos de experiência, pesquisa e planejamento, foi lançado o Cidade Viva Education, que tem como filosofia e metodologia educacional ser cristã, clássica, bilíngue e integral. Desde 2010, a Cidade Viva atua no segmento educacional, por meio, inicialmente, da Escola Internacional Cidade Viva. Em 2018, foi criada a Faculdade Internacional Cidade Viva, tendo como propósito transformar mentes e corações com um ensino fundamentado na cosmovisão cristã.

SISTEMA PODE SER ADOTADO – O gerente de Marketing do Sistema Cidade Viva, Samuel Azevêdo, que está com equipe no estande no Expo Center Norte, esclareceu que o Cidade Viva Education não vai funcionar como franquia, mas como um sistema pedagógico que pode ser adotado pelas escolas de educação básica de todo o País.

“Ao longo dos últimos 15 anos construímos um amplo portfólio de soluções educacionais que nos torna o parceiro ideal de escolas, igrejas e também famílias. Ao nos tornarmos uma escola de referência no país atualmente, entendemos que chegou o momento de expandir o nosso projeto de transformação da educação brasileira, através da formação de um currículo fundamentado em conhecimentos de quase 2.500 anos que formou toda base intelectual do ocidente, que é a educação clássica. Tendo a excelência como um dos pilares, decidimos, em um ato de coragem e ousadia, lançar o nosso projeto no maior evento de inovação e tecnologia para educação da América Latina. É motivo de agradecimento a Deus estarmos neste evento, pois estamos aqui em uma missão: promover uma educação cristã clássica, entre os maiores produtores de tecnologia educacional da América Latina, ampliando as fronteiras para transformação integral da sociedade através da educação”, comentou o gerente de Marketing da Cidade Viva.

 

 

SOLUÇÕES EDUCACIONAIS – Samuel Azevedo explicou que, na prática, “o Cidade Viva Education é uma espécie de um ‘grande guarda-chuva’ de soluções educacionais que disponibiliza currículo para educação básica, denominado de Paideia, que é um termo grego que quer dizer o ensino de Deus, mas também podemos chamar de plataformas de ensino que incluem, por exemplo, formação continuada para professores, olimpíadas para alunos, cursos de pós graduação e revistas para escolas bíblicas cristãs, incluído crianças, além de materiais didáticos físicos”, detalhou.

VIRTUDE E EXCELÊNCIA – Segundo Samuel Azevêdo, o sistema de ensino Cidade Viva Education “tem como lema ‘virtude como fundamento, excelência como resultado’. Aplicamos em um currículo cristão, que é norteado pelas sagradas escrituras em sua fundamentação, tendo ainda um currículo clássico numa metodologia clássica, que ensina o caminho da aprendizagem, além do pilar bilíngue, em que as crianças são alfabetizadas no inglês, dentro de uma educação integral. Pois, para nós, o ser humano não deve ser fragmentado, mas inteiro, cuidando de sua saúde, mente e espírito”.

Para o gerente de Marketing do Sistema Cidade Viba, “em tempos de educação utilitarista, o ensino cristão clássico é essencial para construir uma sociedade mais bela, justa e próspera. O sistema está fundamentado em três expressões: Beleza, Verdade e Bondade. A Beleza ao apreciar a criação de Deus em todas as suas formas, desde a arte até a natureza; a Verdade ao buscar o conhecimento e a sabedoria através da fé e da razão; e a Bondade em amar a Deus e ao próximo, vivendo uma vida de compaixão e justiça”, frisou.

EQUIPE DA CIDADE VIVA – A equipe que lançou o sistema Cidade Viva Education na Bett Brasil 2024, ponto de encontro da comunidade educacional para o diálogo e fomento de novas ideias, negócios e soluções, é formada Samuel Azevedo (gerente de Marketing da Cidade Viva), Rucenil Kostopoulos (gerente de Relacionamento), André Mendes (Analista de Marketing) e Eduardo Souto (Assistente de Relacionamento).

Secult-PB publica resultado de análise dos projetos habilitados no Prêmio Paraíba Junina

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O Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult-PB), publicou no final da noite dessa sexta-feira (26) o resultado preliminar da etapa de análise de objeto do Prêmio Paraíba Junina, que vai premiar quadrilhas juninas com perfis de competição e comunitária de todas as regionais de cultura. Esse é o primeiro edital lançado em 2024 como parte da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab) de Fomento à Cultura e nesta etapa do processo foram atribuídas notas de 0 a 10 a cada uma dos projetos habilitados.

A partir de agora, começa a fase de recursos. Todos os proponentes que discordarem das notas que receberam e que quiserem uma revisão da análise têm até as 18h da próxima quarta-feira (1º) para fazer a solicitação. Para tanto, é necessário destacar que pontos estão sendo questionados e apresentar documentação que justifique o pedido de reconsideração.

Todo o processo de recurso é para ser feito na plataforma Prosa, a mesma que foi utilizada para as inscrições. Passado o período de recursos e analisados todos os pedidos feitos, será finalmente publicado o resultado final da premiação.

“Vamos pagar as quadrilhas juninas contempladas ainda no mês de maio, para que os recursos cheguem a tempo dos festejos de São João, que acontecem no mês de junho. Esse é um compromisso que firmamos desde o início do ano com o segmento”, pontuou Pedro Santos, secretário de Estado da Cultura.

Cada quadrilha junina de competição contemplada vai receber uma premiação de R$ 15 mil, enquanto cada quadrilha junina comunitária vai receber o valor de R$ 5 mil. O edital previa contemplar 120 quadrilhas de cada um dos segmentos, mas esse número não foi alcançado. Seguem aptas ao prêmio 93 quadrilhas juninas com perfil de competição e 67 quadrilhas juninas com perfil comunitário.

De toda forma, os valores restantes dos editais da Pnab deverão necessariamente ser utilizados no próprio segmento previsto na seleção, conforme ficou decidido em reunião do Conselho Estadual de Política Cultural da Paraíba (Consecult-PB), realizada também nessa sexta-feira (26). Isso significa que a parte dos R$ 2,4 milhões previstos para o Prêmio Paraíba Junina que não for investida nos projetos vai ser destinada para alguma outra ação dentro da própria área das quadrilhas e das festas juninas.

Ainda assim, com o objetivo de contemplar o maior número de quadrilhas juninas, os recursos de uma regional com menos demanda foram remanejados para outras regionais com maior demanda como forma de atender todas aquelas quadrilhas inscritas que estavam dentro do perfil definido em edital.

Divulgado resultado final do edital para graduandos do Programa Paraíba Sem Fronteiras

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Foto: Reprodução internet

O Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior e Fundação de Apoio à Pesquisa (Fapesq), publicou o resultado final do edital nº 09/2024, para Concessão de Bolsas de Graduação para Mobilidade Internacional do Programa Paraíba Sem FronteirasUniversidade de Mondragon, na Espanha. O Programa prevê um investimento em torno de  R$ 1,5 milhão, destinado ao nível da graduação.

Foram ofertadas 31 vagas para graduandos, sendo 11 para a Universidade Mondragón (na Espanha), e 20 para o Centro Universitário Warwickshire College And University Centre (no Reino Unido). O resultado final do edital nº 10 será divulgado no dia 4 de maio.

Programa Paraíba Sem Fronteiras – É um Programa de Internacionalização desenvolvido pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior da Paraíba e executado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba (Fapesq/PB), que promove a cooperação internacional descentralizada, a formação qualificada e estratégica, bem como o desenvolvimento científico e tecnológico no âmbito das instituições de ensino superior, instituições de educação profissional e tecnológica, centros de pesquisa e empreendimentos de excelência sediados no Estado da Paraíba.
Confira o resultado final do Edital nº 9

Deputados inspecionam obras da Adutora do Pajeú em Teixeira

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta sexta-feira (26), visita técnica às obras da Adutora do Pajeú, que atualmente estão paralisadas nas cidades paraibanas de Matureia e Teixeira. Participaram da visita o presidente da ALPB, Adriano Galdino, Luiz Hernani, os deputados estaduais Dr. Taciano Diniz, Professor Francisco; o deputado federal Murilo Galdino; o diretor de Infraestrutura do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), além de representantes do Governo da Paraíba e prefeitos da região.

Os parlamentares visitaram ainda as obras hídricas no município de Brejinho, no estado de Pernambuco, ponto no qual a adutora será elevada à Estação da Serra do Teixeira, levando água para a cidade de Teixeira, na Paraíba, interligando também os municípios de Maturéia, Imaculada, Desterro e Cacimba.

Adriano Galdino avaliou que a união do Poder Legislativo com o Executivo estadual e federal tem buscado contribuir para a conclusão das obras que trarão solução para o problema no abastecimento de água no município de Teixeira. A cidade, segundo Galdino, será beneficiada com o fornecimento de águas vindas tanto da Adutora Transparaíba, como da Adutora do Pajeú.

“São duas soluções que vão acontecer cumulativamente. Então, Teixeira vai ter água, não só da adutora do Pajeú, como também da adutora do Cariri. Uma com recurso do Governo do Estado e outra com recurso da União. E nessa luta está o deputado federal Murilo Galdino, está Adriano Galdino, está o governador João Azevedo, o secretário Deusdete Queiroga e o nosso presidente Lula, que tem feito movimentos muito importantes para que cada vez mais possamos ter uma Teixeira melhor e mais justa para todos”, avaliou o presidente da ALPB. Galdino garantiu que o Legislativo irá trabalhar unido com o intuito de intermediar medidas para a conclusão das obras ainda em 2024. “O povo de Teixeira vai ter água sim”, concluiu.

Autor da proposta de Visita Técnica às obras das adutoras em Pernambuco e na Paraíba apresentada na Câmara, o deputado federal Murilo Galdino revelou que ficou garantido hoje, pela empresa responsável e pelo DNOCS, a conclusão das adutoras ainda este ano após a aquisição de novos recursos no valor de R$ 70 milhões. “Voltarei para Brasília com essa missão de juntar a bancada toda, de mostrar esse movimento para que o Governo Federal, o presidente Lula, que é sertanejo e que sabe a necessidade de água, se sensibilize e aloque esse recurso para que a obra não seja paralisada”, garantiu o deputado.

O deputado Dr. Taciano Diniz, que já presidiu a Frente Parlamentar das Águas na Assembleia Legislativa, classificou a visita como extremamente necessária e destacou que a união do Legislativo estadual com a bancada federal da Paraíba em Brasília será fundamental para a conclusão das obras. “Se faz necessário, junto ao Governo Federal, através dos 12 deputados federais e os três senadores paraibanos, o aporte a mais no valor de R$ 70 milhões para a aquisição de toda a tubulação e conclusão garantida pelo Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, pelo DNOCS e, consequentemente, pela empresa ganhadora da licitação. Com esses recursos sendo aportados a obra será entregue até dezembro do corrente ano de 2024”, afirmou o deputado.

O diretor de Infraestrutura do DNOCS, Luiz Hernani, explicou que órgão tem hoje recursos alocados na ordem de R$ 29 milhões e que um aporte de R$ 70 milhões vem sendo amplamente discutido. De acordo com Hernani, a conclusão do ramal de Teixeira vai beneficiar também os municípios de Desterro, Cacimba, Livramento, Taperoá e São José dos Cordeiros. “Nessa primeira fase vão ser atendidas as cidades de Teixeira e mais quatro cidades dentro da Paraíba. Para que seja atendido um ramal para Maturéia, a gente tem que pensar em uma adequação de projeto, o que não está descartado, mas a diretriz hoje identifica o atendimento a estas cidades”, disse o diretor de Infraestrutura do DNOCS.

O prefeito de Teixeira, Wenceslau Marques,, agradeceu aos deputados pelo empenho em levar representantes do Governo Federal às obras paralisadas e se mostrou esperançoso com os encaminhamentos apresentados durante a visita técnica. Para o gestor, a expectativa de que ainda este ano a população de Teixeira terá água nas torneiras é gratificante.

“A gente só tem que agradecer o empenho do deputado Murilo Galdino, do nosso presidente Lula, juntamente com o governador João Azevedo e outras lideranças da Paraíba. Hoje é um dia que nos deixa esperançosos. Estamos muito felizes com essa visita da Assembleia Legislativa. Então, todo Teixeirense hoje vai dormir com muita alegria”, comemorou o gestor.

Prefeitura de João Pessoa libera R$ 1,5 milhão para fortalecer projetos e ações de 30 instituições

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A assistência social em João Pessoa está recebendo o investimento de R$ 1,5 milhão para fortalecer projetos e o cuidado com a população infantil. Os recursos são provenientes do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA) e foram liberados pelo prefeito Cícero Lucena, nesta sexta-feira (26), para beneficiar 30 instituições.

A solenidade aconteceu no auditório do Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria. As instituições foram contempladas no edital 001/2024 – cada uma recebe o valor de R$ 50 mil. Cícero Lucena destacou a importância e o reconhecimento das entidades, no trabalho, com amor, que protege as crianças do trabalho infantil e outras violações ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

“Eu acredito muito no amor para que nossas ações possam ser multiplicadas. Então, além deles cuidarem dessas crianças, eles são exemplos para que outros também adotem esse procedimento. A Prefeitura está junto com eles – está mais próximo daqueles que mais precisam, que é a nossa missão e é o nosso desejo de fazer uma gestão mais justa, humana e solidária”, afirmou o prefeito.

A secretária executiva de Direitos Humanos e Cidadania, Benicleide Silvestre, fez um relato pessoal para reforçar a importância que as entidades possuem no cuidado com o público infantil. Ela disse que essa assistência forma uma rede de proteção e que faz a diferença na vida das crianças e adolescentes mais vulneráveis.

“Tantas instituições aqui reunidas para executar um trabalho, pela política da assistência social e demais políticas, e um trabalho que me fez muita falta na minha infância. Minha mãe ficou viúva, com 30 anos e 8 filhos para criar. Então, naquela época, não existiam essas instituições que pudessem me acolher juntamente com os meus irmãos. Só de saber que as nossas crianças têm um lugar para estar no contraturno da escola, para ter alimentação, para ter um cuidado técnico, para ter um encaminhamento de vida, isso refrigera a minha alma”, relatou a secretária.

José Geraldo de Aguiar Silva, presidente do FMDCA, explicou que, no edital, as instituições respondem com seus projetos e é feito todo um processo de análise documental, em seguida dos planos de trabalho, e por fim, são selecionadas conforme o orçamento previsto para esse investimento.

“Hoje nós estamos aqui fazendo essa assinatura e a partir do mês de maio as instituições vão estar executando seus projetos, que têm como finalidade, no geral, de prevenção ao trabalho infantil, de combate às violências contra crianças e adolescentes. E aí, o Município de João Pessoa, ele é um grande parceiro, ele é o investidor para que essa política pública voltada à criança e adolescente tenha êxito”, garantiu.

Padre George, que coordena as atividades da Associação São Padre Pio, agradeceu a execução desses recursos, dizendo que eles farão a entidade ampliar sua assistência. “A nossa querida João Pessoa conta muito com o apoio da Prefeitura, da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania, e eu creio que as instituições apresentam a resposta no cuidado de tantas demandas na área social. Então, em nome das entidades, eu quero ex-pressar essa gratidão e dizer muito obrigado pelo apoio”, agradeceu.

Confira a relação das instituições aqui: https://hipl.at/QBc4.

DOUBLE LOCK: Operação conjunta cumpre mandados de prisão em unidades prisionais do Estado

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Unidades prisionais de todo o Estado foram alvos de uma operação realizada nesta sexta-feira, (26) realizada  pela Polícia Militar com  Ministério Público da Paraíba através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado.

Ao todo foram cumpridos  30 mandados de prisão em 17 estabelecimentos prisionais no Estado. A ação faz parte da Operação Double Lock, que mira apenados que foram condenados por novos crimes enquanto já cumpriam pena por outros delitos.

Entre os crimes cometidos apontados estão porte e posse ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas, homicídio, roubo, furto, lesão corporal no contexto de violência doméstica, aliciamento de menores, entre outros.

Na Grande João Pessoa os mandados foram cumpridos nos presídios do PB1, Silvio Porto e Geraldo Beltrão. A ação ocorreu também em outras 13 cidades: Campina Grande, Guarabira, Patos, Cajazeiras, Catolé do Rocha,
Serra Branca, Soledade, Cuité, Monteiro, Remígio, Umbuzeiro, Belém e Jacaraú.

No inglês, o termo “double lock” pode ser traduzido como fechadura dupla, fazendo uma referência a nova situação de cárcere dos condenados presos.