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Protesto fecha trecho das BRs 101 e 230 na Grande João Pessoa

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Quem precisa trafegar pelo trecho das BRs 101 e 230, na altura do bairro Jardim Veneza, está enfrentando um grande engarrafamento na manhã desta segunda-feira (08).

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal,  populares interditaram o local nas proximidades da passarela, em protesto devido ao desaparecimento de jovens da região.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF-PB), a interdição teve início às 07h54.

Não há desvio proposto, nem previsão de liberação, segundo a própria PRF. O congestionamento já ultrapassa um quilômetro.

São cerca de 20 manifestantes no local.

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Duas mulheres morrem em colisão entre carro e moto, no Vale do Piancó

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Duas mulheres morreram na noite deste domingo (7) em um grave acidente na rodovia estadual PB-386, em Conceição, no Vale do Piancó. A colisão, que ocorreu na saída da cidade em direção ao Ceará, envolveu um carro e uma motocicleta.

As vítimas, que eram amigas, estavam na motocicleta quando foram atingidas violentamente por um carro, possivelmente um Hyundai HB20 branco, segundo relatos preliminares. O impacto foi tão forte que as mulheres morreram imediatamente no local.

Testemunhas relataram que o motorista do carro abandonou o veículo e fugiu da cena do acidente sem prestar socorro às vítimas. A Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionados, e a área foi isolada para os procedimentos de emergência e investigação.

Paraíba tem mais de 400 vagas de emprego; confira oportunidades

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O Sistema Nacional de Emprego da Paraíba (Sine-PB), a partir desta segunda-feira (8), oferta 417 vagas de emprego em 10 municípios paraibanos. O maior número de oportunidades se concentra em João Pessoa, onde serão disponibilizadas 121 oportunidades, com destaque para os cargos de pedreiro (8 vagas) e auxiliar de logística (7 vagas).

Sine disponibiliza mais de 300 vagas de emprego em Campina Grande
As demais oportunidades estão distribuídas nos postos das cidades de Campina Grande, Bayeux, Sapé, São Bento, Santa Rita, Patos, Mamanguape, Cabedelo e Guarabira.

No posto Sine-PB e nas quatro unidades de atendimento localizadas em João Pessoa, ainda estarão disponíveis oportunidades para os cargos de servente de obras, auxiliar de cozinha, consultor de vendas, operador de máquinas fixas, em geral e eletricista, com cinco oportunidades disponíveis para cada cargo; para cozinheiro industrial, quatro oportunidades; e vendedor pracista (médio completo e possui CNH), também quatro oportunidades, e outras oportunidades em diversas áreas.

Vagas em outras cidades

Na cidade de Campina Grande, serão 163 vagas, sendo servente de obras (25), pedreiro, vendedor pracista, carpinteiro e auxiliar de linha de produção (10 vagas para cada cargo), gesseiro e auxiliar administrativo (disponibilidade para trabalhar na cidade de Queimadas/PB) – (seis vagas para cada cargo) as profissões com o maior número de postos de trabalho disponíveis.

Já o Sine-PB em Santa Rita, vai oferecer 31 vagas de emprego, sendo cinco para operador polivalente da indústria têxtil, quatro para repositor, quatro para supermercados, três (para cada) para auxiliar de linha de produção, auxiliar de estoque e costureira de máquinas industriais, entre outras.

O Sine estadual em Patos terá 12 vagas. As vagas de destaque são para vendedor de comércio varejista e servente de obras, com duas vagas para cada cargo, já soldador, serralheiro, operador de caixa, serralheiro, encarregado de frios, encarregado de açougue, montador de estruturas metálicas e encarregado de hortifrutigrangeiros, contam com uma vaga para cada cargo.

Das nove oportunidades disponíveis em São Bento, para atendente de lojas e mercados são duas oportunidades, duas para atendente de lanchonete, enquanto vendedor interno, gerente de empresas comerciais, auxiliar de estoque, vendedor de comércio varejista e vendedor no comércio de mercadorias uma vaga para cada cargo.

No Sine-PB de Guarabira, serão ofertadas 41 oportunidades, das quais 30 para costureira em geral, 10 para costureira em geral com fundamental completo e uma para o cargo de tecnólogo em sistemas biomédicos.

Ainda há 13 oportunidades no posto Sine-PB – Cabedelo assim distribuídas: três oportunidades para controlador de pragas, auxiliar de carga e descarga de mercadorias, duas vagas para assistente de vendas, para auxiliar de limpeza, e para motorista de caminhão, servente de obras e supervisor de logística uma vaga para cada cargo.

Em Mamanguape, será ofertada uma vaga, para o cargo de diretor de estabelecimento de ensino superior privado.

Para o município de Bayeux, serão disponibilizadas 13 oportunidades, sendo cinco oportunidades para o cargo de consultor de vendas, quatro para repositor – em supermercados, duas (para cada) conferente de logística e entregador de gás (ajudante de caminhão).

Já no posto de Sapé 13 oportunidades são distribuídas para os cargos de auxiliar de limpeza, biomédico, balconista, gerente comercial, auxiliar de enfermagem, técnico em saúde bucal, supervisor de vendas comercial e mecânico de automóveis e caminhões, sendo uma vaga para cada cargo; recepcionista, em geral, são ofertadas três vagas e por último, operador de telemarketing ativo e receptivo, duas vagas.

O Sine-PB possui atualmente 15 postos em funcionamento, e mais quatro unidades de atendimento em 15 municípios: João Pessoa, Campina Grande, Cajazeiras, Mamanguape, Monteiro, Pombal, Sapé, Bayeux, Conde, Guarabira, Itaporanga, São Bento, Santa Rita, Cabedelo e Patos.

O Sistema realiza o trabalho de recrutamento de pessoal para empresas instaladas ou que irão se instalar no estado. Esses serviços podem ser solicitados pelo e-mail: [email protected].

Confira as vagas

Telefones do Sine-PB para contato:

João Pessoa – 3218-6617 – 3218-6600
Bayeux – 98619-1918
Cabedelo – 3250-3270
Cajazeiras -3531-7003
Campina Grande – 3310-9412
Guarabira – 3271-3252
Itaporanga – 3451-2819
Mamanguape – 3292-1931
Monteiro – 99863-3217
Patos – 3421-1943
Santa Rita – 3229-3505
Sapé – 3283-6460
Pombal – 3431-3545
Conde – 3298-2025
São Bento – 3444-2712

Secom-PB

João Pessoa inicia semana com mais de 500 vagas de emprego; confira

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O Sistema Nacional de Emprego de João Pessoa (Sine-JP) inicia a semana disponibilizando 515 oportunidades de trabalho. Há vagas em diversos setores econômicos para pessoas com e sem experiência e em todos os níveis de escolaridade.

Para se candidatar a vaga, é preciso se dirigir à sede do serviço, no bairro do Varadouro, com os documentos pessoais e comprobatórios de experiência, caso seja necessário.

O destaque das vagas fica com os cargos de pedreiro (55) e carpinteiro (44). Além disso, na lista com maior número de vagas disponíveis estão: armador (30), balconista de açougue (15), carregador (15), consultor de vendas (15) e promotor de vendas (15).

Para quem não tem experiência comprovada na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), há opções para trabalhar como ajudante de eletricista, atendente de lanchonete, auxiliar de linha de produção, auxiliar jurídico, bombeiro hidráulico, consultor de vendas, eletricista, entregador de gás (ajudante de caminhão), leiturista, manobrista, entre outros.

As informações sobre todas as vagas disponíveis para a semana e os critérios necessários para concorrer a cada uma delas podem ser conferidos no Painel da Empregabilidade. A página permite ao trabalhador o uso de filtros na busca de vagas por bairro e exigência de experiência e de escolaridade.

Serviço
O Sine-JP está localizado na Avenida João Suassuna, nº 49 – primeiro casarão da Vila Sanhauá, na Praça Antenor Navarro, no Varadouro. Mais informações podem ser obtidas por meio do telefone (83) 98654- 8978.

Secom-JP

O cacete justiceiro – Leia o artigo de Domingos Sávio Maximiano Roberto

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O espinho, de pequeno traz a ponta. Isabel era a única filha de Ambrósia, uma negra reboculosa que servia no hotel de dona Sinhá, localizado na Rua Nova em Princesa. Neta de escravos, a negra pariu essa menina – diziam as más línguas – fruto de um furtivo relacionamento com um juiz de direito bigodudo que se arranchara naquela hospedaria nos idos da década de 1950. Isabel era alegre demais, vivia com os dentes no quarador e morria de medo de homem. Quando os hóspedes ilustres – juízes, promotores, professores, caixeiros-viajantes, etc. – estavam na sala de estar do hotel de dona Sinhá à confabularem sobre política e assuntos outros, Isabel relutava em passar por ali com vergonha dos homens. A mocinha chamava a atenção porque, da mistura do pai branco com a mãe negra resultou uma mulata bonita, alta e de corpo escultural, o que agradava aos olhos masculinos.

Corria o ano de 1966. Criada nesse hotel, que recebia a fina flor dos homens que exerciam cargos importantes na cidade, Isabel aprendeu a ler e escrever com um professor oriundo de Cajazeiras. Além dos afazeres domésticos, em cooperação com a mãe, a mocinha se atinha às brincadeiras com os meninos brancos nos aceiros da Rua do Cemitério. Mimada, ela nunca foi submetida aos serviços pesados. A mãe, cozinheira-chefe da hospedaria, pouco ligava quanto ao que Isabel fazia. Na verdade, a filha de Ambrósia, vivia solta na data. A associação da libido apurada da menina com a licenciosidade a que se permitia, fez-se caldo de cultura para que, Isabel, aos quatorze anos de idade aparecesse buchuda sem que, nem ela, soubesse quem era o pai de seu filho. A única certeza era a de que, o bucho, era de um dos filhos brancos dos potentados do lugar. Mais do que depressa, Ambrósia, providenciou a transferência da menina para a casa de um compadre seu na cidade de Água Branca.

 Durante a gravidez, a mocinha ficou reclusa e, quando pariu a criança, um menino branquinho que mais parecia uma espiga de milho, mandou seu rebento para Ambrósia cuidar, em Princesa, e foi trabalhar numa casa de família como empregada doméstica. Foi quando conheceu Joaquim, um mulato forte de seus 23 anos de idade, que se apaixonou por ela. Logo estavam se deitando e, mais depressa ainda, resolveram morar juntos. Antes de completar um ano de relacionamento, Isabel pariu uma menina, o que se tornou uma série quando, em nove anos de convivência, teve seis filhos com Joaquim. Aparentemente, ia bem o casamento dos dois. Ela trabalhava na casa de uma professora do Grupo Escolar “José Nominando Diniz” e, ele, além de trabalhar de alugado nas roças dos ricos da cidade, fazia bico como cabeceiro do caminhão de Benone Firmino, chefe político de Água Branca.

Pelo visto, tudo parecia correr às mil maravilhas. Mesmo com as dificuldades que enfrentavam pelo parco dinheiro de que dispunham para dar conta da criação da numerosa prole, Joaquim e Isabel faziam o possível para dar o melhor para os filhos. Quando a mulher estava no trabalho – para onde levava os três filhos menores -, uma solteirona sua vizinha ficava de olho nos mais velhos e auxiliava na feitura da comida, o que era arrematado por Isabel quando voltava da lida diária como empregada doméstica. À noite, com sua habilidade em epistolografia, Isabel servia a todos da cidadezinha de Água Branca. Era ela a escrevinhadora das cartas para todos os que tinham parentes em São Paulo e, com isso, ganhava alguns trocados.

Em 1976, seu marido Joaquim foi convidado por um amigo para trabalhar numa obra de construção de um grande açude na cidade de Serra Talhada, em Pernambuco. Nessa atividade, o homem saía de casa na segunda-feira cedinho e, só retornava na sexta-feira à tarde. Valia a pena porque ganhava mais que o dobro do que auferia nas atividades que praticava em Água Branca. Estavam bem de vida! E, Isabel, labutando na casa da professora e escrevendo cartas, completava o orçamento doméstico. Em busca desse importante ofício acorriam quase todos à casa da mulata “sabida” – era como a chamavam por saber ler e escrever, coisa ainda rara no meio das pessoas mais pobres daquele tempo.

Certa feita, Isabel foi procurada por um rapaz para escrever uma carta à sua namorada. Moço bonito, de vinte e poucos anos que trabalhava na única padaria existente na cidade. Chamava-se Elpídio e era oriundo das bandas do Piancó. Era para lá que queria escrever. Deu os dados da namorada, acrescentou os dizeres que tinha na cabeça e deixou o resto por conta da missivista de aluguel. Já perita nesse ofício, Isabel enfeitou mais ainda e, pra completar, encheu o papel de coraçõezinhos sem esquecer de acrescentar, no papel, três pingos do extrato Madeira do Oriente. Agradou demais ao rapaz que se fez freguês de Isabel quando mandava cartas semanalmente para a namorada.

Desse conluio epistolar, estrumado pela ausência do marido e pelo fogo aceso no entrepernas da mulher, abstêmia do amor carnal, nasceu uma paixão incontrolável. Quando escrevia, Isabel era assistida por Elpídio que ficava ao seu lado a ditar palavras de amor que foram se configurando mais para a escrevente do que para a namorada distante. Daí para o roçar de pernas por debaixo da mesa e o bafo do hálito quente do rapaz quando lhes ditava as palavras, tudo evoluiu para beijos e afagos que culminaram com os dois deitados na cama de Joaquim. As cartas, que eram escritas semanalmente, passaram a ser feitas quase que diariamente. Com a ausência do marido, Isabel estava à vontade para trepar com o rapaz quando e o quanto quisesse. Mas, a festa, estava acabando.

Finda a construção do açude em Serra Talhada, o marido voltou para casa e Isabel viu-se restrita em seus contatos com o amante. Arranjaram um jeito. Na orla de um açude que ficava nos arredores da cidade, funcionava, amparado por uma touceira de aveloz, o que chamavam de “banheiro dos homens” – local usado pelos homens daquele lugar, que não tinham banheiro em casa, para tomarem seus banhos semanais. Era ali onde à boquinha da noite, Isabel e Elpídio se encontravam para fornicar. Inicialmente, sem desconfiar de nada, Joaquim estranhou a indiferença da mulher quando da recusa em trepar com ele. Tinha sempre uma desculpa: quando não era uma dor de cabeça alegava uma enxaqueca e, quando não tinha jeito, se submetia aos desejos do marido sem a costumeira retribuição de carinhos, tampouco manifestação de gozo. “Tinha roupa no varal”, pensou o homem.

Joaquim, já com a mosca atrás da orelha, pôs-se a vigiar os movimentos da mulher. Desconfiado, numa sexta-feira, Joaquim inventou uma pescaria. Fez-se que partiu, à tardinha, dizendo à mulher que só retornaria no domingo à noite. Era o que Isabel queria, pois, agora, com o marido em casa, eram poucas as oportunidades em estar com seu rapaz. Na mesma sexta-feira, logo que escureceu, a mulher mandou um recado para o amante dizendo que “a carta estava pronta”. Era a senha. Elpídio nem passou pela casa da amante, foi direto para o banheiro dos homens. Lá chegando a mulher já o esperava. Logo se despiram e se deram à volúpia do amor proibido. Mal começaram o jogo do amor, viram uma sombra que se aproximava devagar. Isabel, que estava debaixo do homem, gritou: “É ele, é meu marido!”

Mal tiveram tempo de se levantar. A primeira cacetada foi na cabeça de Elpídio de onde espirrou um jato de sangue que atingiu a cara da mulher cegando-a instantaneamente. Tentando se levantar, Isabel, reconhecendo o marido, implorou pela sua misericórdia: “Pelo amor de Deus, Joaquim, não me mate!” Em vão. Joaquim desferiu um golpe certeiro no pescoço da mulher que caiu prostrada. Com os dois no chão, o corno, concluiu o serviço com mais algumas cacetadas que os acabou de matar. Soltou ali mesmo o cacete e cuidou em fugir. Atordoado que ficou, Joaquim, ao invés de sair da cidade, voltou para casa, jantou com os filhos e foi dormir como se nada houvera acontecido. Achados os corpos, o marido de Isabel foi procurado e, desesperado, confessou o crime. Preso, foi recambiado para Princesa no aguardo de seu julgamento pelo Tribunal do Júri.

O advogado princesense Nominando Diniz Neto, mais conhecido por “Manito” era muito inteligente, detentor de excelente memória e muita presença de espírito. Advogava para os mais pobres sem cobrar honorários e preferia atuar no Tribunal do Júri, o que fazia com muita competência, graça, e de graça. Nomeado pelo Juiz como defensor público, tomou para si o caso de Joaquim para defendê-lo, do duplo assassinato, no Conselho de Sentença. No dia do Júri de seu constituído, Manito, durante emocionante e contundente discurso em defesa do assassino, que era pai de seis filhos menores, perorou da tribuna do Fórum de Princesa:

“Vejam, senhores jurados, quão humilhante é a situação desse ‘corno’. Aqui, cabisbaixo na sua vergonha de haver sido traído pela mãe de seus filhos menores. Traído covardemente, repito, enquanto trabalhava para adquirir o sustento da família. Se não mereceu o respeito da esposa a quem amava e respeitava, deve merecer a compaixão dos senhores jurados e ser livre da cadeia para continuar sua faina diária como agricultor, em busca do pão-de-cada-dia para sustentar sua numerosa prole. Coloquem-se, os senhores, neste momento, no lugar desse pobre ‘corno’ e entenderão sua atitude que foi tão-somente um ato em defesa de sua própria honra, que foi maculada por uma mulher a quem amava, confiava e respeitava!”.

Após a fala de Manito, doutor Lourival, Promotor de Justiça, pediu a palavra ao Juiz e, virando-se para os jurados – ostentando em uma das mãos um pedaço de madeira rústica (um cacete), medindo aproximadamente um metro, e que estava ainda sujo de sangue -, falou, quase aos gritos, apontando para Joaquim que, cabisbaixo, se encontrava sentado num banco, algemado e ladeado por dois policias:

“Eis o ‘Pau’, senhores jurados, que esse assassino usou para matar a mãe de seus filhos!”

     Ao que Manito, mesmo sem pedir permissão ao Juiz, interveio, enfático, com uma resposta contundente e, ao mesmo tempo, engraçada:

“Senhores Jurados, eu garanto-lhes que o ‘pau’ que provocou a desonra deste ‘corno’, era muito maior do que esse que o doutor  Lourival nos apresenta agora!”.

A quase obscena defesa de Manito surtiu efeito. Após votação, os jurados decidiram: Joaquim foi absolvido por sete votos a zero. O cacete que puniu o adultério fez-se justiceiro também como instrumento de defesa do pobre corno.

Homem é assassinado a tiros dentro da própria residência na região metropolitana da Capital

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Um homem foi morto a tiros dentro de sua residência nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (8) em Santa Rita, na região metropolitana de João Pessoa.

Segundo informações policiais, o homem retornava de uma festa quando foi surpreendido pelo suspeito. Ele tentou escapar e se refugiou no banheiro de sua casa, mas o agressor conseguiu arrombar a porta do cômodo.

A perícia afirmou que a vítima foi atingida com cerca de dez tiros. Não havia familiares presentes no local no momento do crime, porém há suspeitas de que outra pessoa possa ter estado na casa durante o homicídio.

As autoridades iniciaram investigações para identificar a motivação do crime e localizar o responsável.

Portal Correio

Hospital do Pet começa a atender nesta segunda-feira com serviços clínicos ambulatoriais

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Um dos equipamentos públicos mais aguardados pela população de João Pessoa, em especial pelos protetores de animais, começa a atender cães e gatos domésticos a partir desta segunda-feira (8), oferecendo serviços clínicos ambulatoriais. O primeiro hospital público veterinário da Capital paraibana – Hospital do Pet -, administrado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam), está localizado na Avenida Santa Catarina, nº 661, Bairro dos Estados, e vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Na primeira semana de funcionamento, o Hospital do Pet vai prestar serviços clínicos ambulatoriais. A equipe está passando por processos de capacitação e também está sendo finalizada a instalação de alguns equipamentos. As cirurgias de castração estão sendo realizadas no Castramóvel e a população pode contar ainda com os serviços ofertados pela Clínica do Pet, localizada na Rua Marechal Almeida Barreto, nº 520, Centro, por trás do Mercado Central, que continua funcionando normalmente.

O secretário de Meio Ambiente, Welison Silveira, destacou que a política pública de bem-estar animal avançou em João Pessoa. “Não tínhamos absolutamente nada voltado para a qualidade de vida dos nossos animais e agora contamos com três equipamentos, que são a Clínica do Pet, o Castramóvel e o Hospital do Pet. Fizemos uma ação inovadora, com responsabilidade e compromisso, na entrega desses equipamentos. E contamos com diversas parcerias, como com as protetoras independentes, empresas privadas, instituições de ensino, entre outros. É com imensa satisfação que entregamos esse último equipamento público e sabemos do nosso compromisso com a causa animal”, reforçou.

Causa animal – Além da entrega dos equipamentos, a causa animal em João Pessoa conta ainda com diversas ações, como o Banco de Ração, que promove a entrega de rações para protetoras independentes; a castração e o cadastro de animais em situação de rua; e o cadastro das protetoras, para que as pessoas tenham acesso aos serviços ofertados pela Semam.

Animais em situação de rua – A Semam tem atuado também para diminuir a população de animais de rua e feito ações para que cães e gatos tenham condições mínimas de saúde. Os técnicos mapearam mais de 30 colônias, em 15 bairros da Capital, cadastrando mais de 800 animais.

Com apoio de protetoras e clínicas veterinárias de instituições de ensino, foram feitas cirurgias de castração desses animais, contribuindo para reduzir a super população e, consequentemente, a ocorrência de zoonoses, que são doenças transmitidas dos animais para as pessoas.

Governo do Estado vai acionar judicialmente quem está espalhando terror sobre o Arco Metropolitano de CG

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O Governo da Paraíba, através da Procuradoria Geral do Estado, vai acionar criminalmente as pessoas e membros de grupos políticos locais que estão tentando levar pânico à população de Campina Grande, em um claro ato de terrorismo, espalhando nas redes sociais neste domingo (7) que o Arco Metropolitano Leste, obra fundamental para desafogar o trânsito de Campina Grande, estaria prestes a desabar colocando em risco quem trafega por suas vias.

O secretário de Estado da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos, Deusdeste Queiroga, tranquiliza a população de Campina Grande ao afirmar que um deslizamento ocorrido em parte do muro da ponte do Arco Metropolitano “é um fato isolado que não afeta em nada a estrutura do viaduto e que vai ser resolvido o mais rápido possível”. O secretário vai nesta segunda-feira visitar o local e já determinou agilidade e imediata correção.

“Estamos em contato permanente com a Construtora Cosampa, responsável pela obra com sua expertise e domínio de engenharia, para resolver a situação que, posso assegurar, não produz em absoluto nenhum risco à população de Campina Grande”, informou o secretário.

Em nota divulgada anteriormente, o Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) negou qualquer instabilidade estrutural na obra do Arco Metropolitano de Campina Grande, espalhada nos meios políticos através de uma notícia rigorosamente falsa e irresponsável de que “as paredes da obra de implantação e pavimentação do arco metropolitano leste, que foi realizada dentro dos estritos padrões da ABNT, estariam desmoronando”.

O DER afirma que essa divulgação absurda, com o intuito de levar pânico à população e com interesses meramente politiqueiros, é um ato irresponsável diante de uma das maiores obras de mobilidade urbana realizadas na cidade nos últimos anos, que já beneficia, diariamente, mais de 650 mil habitantes de Campina Grande e sua região metropolitana.

O diretor de Planejamento do DER, José Arnaldo Souza Lima, tranquiliza a população e esclarece que “a obra do Arco Metropolitano atende, minunciosamente, as normas técnicas brasileiras, principalmente, no que diz respeito à solidez estrutural e a funcionalidade do projeto. Por outro lado, a equipe de fiscalização do DER-PB, como de costume, foi muito rigorosa no controle de qualidade dos serviços realizados pela empresa de engenharia responsável pela obra”, afirmou o dirigente do órgão.

Outro fato a ser destacado “é que a empresa Cosampa – Projetos e construções LTD ainda está presente na obra, concluindo os itens de dispositivos de drenagem para o direcionamento correto das águas pluviais, além dos serviços de paisagismo com o plantio de grama nos taludes dos aterros”, enfatizou José Arnaldo.

A obra tem o objetivo, segundo o DER, de retirar o tráfego de longa distância do centro da cidade, principalmente de caminhões; reduzir o tempo de deslocamento das pessoas e os índices de acidentes de trânsito; e garantir mais conforto e segurança à população que trafega pela região. Dentre os serviços executados no local estão a construção de um viaduto sobre a BR-104, pavimentação em concreto asfáltico, sinalização horizontal e vertical e colocação de defensas metálicas.

 

Hospital de Clínicas completa quatro anos de funcionamento com mais de 29 mil cirurgias realizadas

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O Hospital de Clínicas de Campina Grande, unidade integrante da rede hospitalar do Governo da Paraíba, completa, neste mês de julho, quatro anos de funcionamento. Nesse período, já foram realizados 29.350 procedimentos cirúrgicos, por meio do programa Opera Paraíba.

Só em 2024 a unidade já realizou 7.381 cirurgias eletivas em mais de 10 especialidades médicas, como cirurgia geral, ginecológica, ortopédica, urológica, oftalmológica, otorrino, proctologia, mastologia, pediátrica e neurologia. De janeiro até junho, o hospital registrou 29.631 atendimentos ambulatoriais, as cirurgias de pterígio passaram a ser fixas, foram iniciadas as cirurgias de prótese de quadril e registradas 158 cirurgias bariátricas.

O representante comercial Ângelo Araújo foi um dos pacientes do hospital no tempo da covid-19. Ele lembra dos dias difíceis e do cuidado que recebeu dos profissionais da unidade. “Aqui eu vivi os piores e os melhores momentos da minha vida: foram 18 dias entubado, mas sempre muito bem cuidado, profissionais trabalhando com humanização”, destacou.

O motorista por aplicativo Felipe Rodrigues, de 36 anos, também passou pelo Hospital de Clínicas, no último mês de janeiro, para cirurgia bariátrica. Ele destaca a mudança de vida a partir do procedimento. “O Hospital de Clínicas foi essencial para minha saúde, foi aqui que eu consegui fazer a cirurgia bariátrica pelo Opera Paraíba, que é a salvação para muita gente, pois se fosse pra pagar, eu mesmo não teria condições. Ainda estou em processo de evolução, mas já tenho outra vida,” diz.

Com 113 leitos, o HC – como passou a ser chamado – começou a funcionar em julho de 2020 com o objetivo de dar suporte de atendimento para os casos graves de covid-19 no interior do estado. Em outubro de 2021, com o início da vacinação e consequente redução da ocupação dos leitos covid, a unidade passou a executar cirurgias eletivas, puxando a retomada do Opera Paraíba no estado.

Em 2021, o hospital realizou 2.422 cirurgias, em 2022 foram 8.479 intervenções, e em 2023, o total de cirurgias foi de 10.844 procedimentos. Nesse período, o HC ampliou as especialidades ofertadas, passando a contar com cirurgias de endometriose, cabeça e pescoço, urologia, vascular, bariátricas, ortopédicas, mamoplastia redutora não estética, pterígio, procedimentos de CPRE e colonoscopia, histeroscopia diagnóstica e cirúrgica, e mais recentemente, o início das cirurgias de implantação de prótese de quadril.

O diretor-geral do Hospital de Clínicas, Thyago Morais, destaca a importância da unidade para Campina Grande e todo o interior do estado. “Sem dúvidas, a chegada do Hospital de Clínicas no nosso estado representa um marco na saúde da Paraíba. Primeiro salvando vidas durante a pandemia de covid-19, depois transformando as histórias de tantos pacientes que já passaram por aqui realizando cirurgias. E aqui, um destaque especial para os nossos profissionais, que são a mola propulsora desse hospital,” enfatiza.

O Hospital de Clínicas realiza, em média, 500 cirurgias por dia, sendo uma das grandes referências do programa Opera Paraíba em todo o estado.

João Azevêdo visita obras em Gurinhém e Pilar que somam investimentos de R$ 61,2 milhões

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O governador João Azevêdo esteve, neste sábado (6), nos municípios de Gurinhém e Pilar, ocasião em que inspecionou obras de reforma e ampliação da Escola Cidadã Integral Técnica (ECIT) José Lins do Rego e de construção de creche e de complexo penitenciário. As ações representam investimentos de R$ 61,2 milhões.

Em Pilar, o chefe do Executivo estadual realizou a visita técnica às obras de reforma e ampliação da ECIT José Lins do Rego, onde foram investidos aproximadamente R$ 3,9 milhões. A reforma contempla 14 salas de aula, diretoria, secretaria,  sala de professores e de reunião, arquivo, laboratórios de ciências, biblioteca, refeitório, cozinha e banheiros. Já a ampliação abrangeu ginásio com arquibancada, vestiário, depósito e guarita.

No município, o gestor também inspecionou as obras de construção da creche do programa Paraíba Primeira Infância, onde estão sendo investidos R$ 1,1 milhão e irá atender 100 crianças. O programa Paraíba Primeira Infância consiste na construção de 213 creches nos municípios paraibanos e na execução de ações integradas da educação, saúde, assistência social, esporte e infraestrutura voltadas para crianças de 0 a 6 seis anos.

Na ocasião, o chefe do Executivo estadual evidenciou os investimentos na infraestrutura e na atividade pedagógica para garantir um ensino de qualidade aos estudantes. “É uma satisfação percorrer toda a Paraíba e ter a oportunidade de acompanhar escolas sendo construídas, creches sendo implantadas. Nós trabalhamos para oferecer o melhor possível aos nossos alunos, por isso, além dos recursos destinados para a infraestrutura escolar, fortalecemos programas como o Conexão Mundo, o Desafio Nota Mil, Se Liga no Enem para estimular o aprendizado e eu espero que os alunos de Pilar aproveitem muito essa escola, que está muito bonita”, frisou.

A estudante do 3º ano e vice-presidente do Grêmio Estudantil, Sara Cristina Lima, fez questão de agradecer ao governador João Azevêdo pela nova estrutura escolar. “Esse é o terceiro ano que eu estudo na Escola José Lins do Rego e em nome de todos os alunos, eu agradeço ao governador pela tão sonhada reforma da nossa escola, que ficou muito bonita e confortável, além de outros benefícios em prol da educação, a exemplo do programa Primeira Chance”, falou.

Em Gurinhém, João Azevêdo realizou uma visita técnica às obras do complexo penitenciário onde são investidos R$ 56,2 milhões. A construção tem uma área total de 13.964,10 m², sendo dividida em dois blocos que irão comportar 748 reeducandos.

Dentre os serviços executados no local estão terraplanagem, sistema de detecção e alarme de incêndio, sistema de controle de saída e drenagem. A unidade prisional contará com muralha com passadiço e guarita, isolamento, dentre outros ambientes.

O secretário da Administração Penitenciária, João Alves, afirmou que o presídio terá estrutura de segurança máxima “Nós já temos duas unidades de segurança máxima e vamos desafogar outras unidades. O governo também tem investido no sistema prisional, com obras entregues no presídio Sílvio Porto, na cadeia de Taperoá, estamos com obras em andamento no Serrotão, dando melhores condições de ressocialização para quem está apenado e de trabalho para os servidores que atuam na administração penitenciária”, comentou.

O vice-governador Lucas Ribeiro; o deputado estadual João Gonçalves; e auxiliares da gestão estadual, dentre eles Deusdete Queiroga (secretário da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos), Wilson Filho (secretário da Educação), Ronaldo Guerra (chefe de Gabinete do Governador), Lídia Moura (secretária da Mulher e da Diversidade Humana), João Paulo Barros (secretário executivo da Administração Penitenciária) e Edilson Amorim (secretário executivo da Gestão Pedagógica) estiveram presentes.

Fotos: Francisco França

Secom-PB