Em nota oficial, a Fundação PB Saúde esclareceu que o processo aberto pelo Ministério Público em 2025 sobre acúmulos irregulares de cargos baseou-se em dados defasados do sistema nacional (CNES). Dos 295 nomes apontados inicialmente, 246 profissionais sequer possuem vínculo com a instituição.
A apuração interna detalhou o cenário real:
* 12 casos apresentam indícios de irregularidade, e os profissionais foram notificados para escolher o vínculo público que pretendem manter ativo.
* 37 casos estão em total conformidade com a lei.
* 246 nomes são de ex-funcionários que ainda constam no sistema por atraso na atualização da base de dados pública.
A PB Saúde reforçou que mantém uma política rigorosa de fiscalização e permanece à disposição dos órgãos de controle para garantir a transparência na gestão da saúde paraibana.











