“A prorrogação do pagamento do auxílio emergencial precisa ser feita e não pode ter valores alterados”; dispara Jeová Campos

Depois que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia disse no plenário, na semana passada, que acha “muito difícil” o auxílio emergencial pago a trabalhadores durante a pandemia não ser prorrogado, a dúvida recai agora sobre se os valores serão mantidos nesta prorrogação. Para o deputado estadual paraibano, Jeová Campos, que foi autor de um Projeto que, pioneiramente, levantou essa questão em nível nacional, a prorrogação é inevitável diante das circunstâncias e os valores não devem ser alterados. “Defendemos o pagamento sem redução e até 31 de dezembro”, afirma Jeová.

 

“A prorrogação já é consenso, inclusive, do próprio governo federal que não pode ignorar os efeitos da pandemia, principalmente, em relação aos trabalhadores que ficaram impossibilitados de exercerem suas atividades e ficaram sem nenhuma renda. O auxílio deve ser pago até 31 de dezembro, com os mesmos valores pagos nestes primeiros 90 dias”, destaca o parlamentar, lembrando que a manutenção dos R$ 600,00 além de ajudar os beneficiados com o auxílio, contribui para ativar e aquecer a economia através do consumo, neste momento de crise.

 

O auxílio emergencial é direcionado a trabalhadores informais e outros segmentos durante a pandemia para compensar a perda de renda causada pelas medidas de contenção do coronavírus. A política foi planejada para durar três meses, o custo deve ficar por volta de R$ 151,5 bilhões. O governo fala em estender o benefício, mas com o valor do Bolsa Família, que é de R$ 191,86, em média. “Esse valor não vai ajudar o trabalhador informal a se manter, não promoverá o reaquecimento da economia, enfim, não podemos admitir que essa importante ajuda neste momento em que vivemos, vire apenas uma esmola”, destacou Jeová.

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