ASSISTA: Ruy cobra do Estado e da Prefeitura de João Pessoa medidas de prevenção mais fortes contra o coronavírus

Realizar uma prevenção mais forte e profunda, antes que o vírus chegue e se propague pelo Estado, é o que o defende o deputado federal Ruy Carneiro, ao avaliar o crescimento do número de casos nos estados vizinhos do Rio Grande do Norte e de Pernambuco, por onde circulam turistas estrangeiros. Para Ruy, as medidas adotadas até este momento pelo Governo da Paraíba e prefeituras como a de João Pessoa são insuficientes para responder às necessidades de defesa da saúde da população.

“Mesmo que ainda não tenhamos caso registrado, é muito melhor agir logo e prevenir de modo mais firme contra a propagação do coronavírus. Os especialistas no mundo inteiro são unânimes em dizer que é melhor ser mais duro na prevenção do que depois que o vírus começar a se propagar”, diz Ruy.

“Só vamos conseguir reduzir a contaminação se o Governo da Paraíba, a prefeitura de João Pessoa e demais prefeituras do Estado adotarem medidas ainda mais fortes para reduzir a circulação das pessoas em lugares públicos. Também defendo que a bancada federal da Paraíba promova uma reunião emergencial para tomar providências aqui e em Brasília, principalmente cobrando do Ministério da Saúde o envio imediato dos profissionais de saúde que vão chegar por meio do Programa Médicos pelo Brasil.”, ressalta.

Na avaliação de Ruy, as medidas anunciadas até agora pelo Estado e gestão da capital são insuficientes. É preciso suspender as aulas nas redes pública e privada de educação, orientar as famílias a ficar em casa, proibir os eventos públicos e estabelecer medidas para apoiar as famílias que vão sofrer os efeitos econômicos da pandemia.

“Tem que garantir cestas básicas, transformar em kits a merenda escolar para entregar aos pais dos alunos da rede pública, oferecer linhas de crédito do Estado para micro e pequenas empresas superarem as dificuldades”, salienta, acrescentando: “Outra providência é estabelecer medidas de higienização que devem ser adotadas em restaurantes, bares, lanchonetes e serviços de transportes públicos”.

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