PBGás conecta novas indústrias ao gás natural

A Companhia Paraibana de Gás (PBGás) conectou três novas indústrias ao gás natural, a T & K Metalúrgica e a Rocha Asfalto, em Campina Grande e a Vimaster (sinalização viária), em João Pessoa.  Com a chegada dos novos clientes a PBGás chega a 42 indústrias conectadas ao gás canalizado e que geram emprego e renda no Estado da Paraíba.

Para a diretora-presidente da PBGás, Tatiana Domiciano, o setor industrial é estratégico para o desenvolvimento da Paraíba e a companhia investe na ampliação da rede de gasodutos para ampliar ainda mais a quantidade de indústrias conectadas. “Faz parte da nossa missão que as indústrias possam contar com a infraestrutura de gás para poderem realizar suas instalações e expansões, atuando como vetor de desenvolvimento do estado e gerando empregos e distribuição de renda”.

Tatiana ainda destacou que a companhia orçou para este ano R$ 7,4 milhões em redes de distribuição de gás canalizado em João Pessoa e Campina Grande e os investimentos continuarão em 2020, após a licitação para ampliação da rede de gasodutos em novos bairros de João Pessoa como Bessa, Jardim Oceania e Torre.

Dentre os novos empreendimentos ligados ao gás natural estão a metalúrgica T & K, que iniciou sua operação no último dia 15 de outubro e já sente as vantagens do gás canalizado para fabricação de prateleiras, gôndolas e balcões para lojas. A Vimaster também já opera com o gás na confecção de placas e sinalização de estradas. A Rocha Asfalto também já está conectada à rede de gasodutos da PBGás e, em breve, inicia suas operações com gás natural para fabricação de asfalto.

A diretora da T & K Metalúrgica, Karina Carla, se mostrou satisfeita com após a primeira semana de fornecimento de gás natural na empresa com a redução nos custos da conta do gás.  “O gás canalizado foi um presente de Deus, pois os nossos gastos com o gás em cilindros estavam muito altos, o que dificultava muito a nossa operação”.

Outra vantagem importante, segundo Karina, é a tranquilidade de saber que o fornecimento do gás canalizado é contínuo e o gás não vai faltar. “Não teremos mais a preocupação se o gás vai acabar e nem com a operação de reabastecimento por caminhões. Acreditamos que esse casamento entre a PBGás e a metalúrgica seja duradouro”, destacou.

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