Em nova fase da Operação Calvário, MPPB cumpre mandados de busca, apreensão e prisão; entenda

O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), cumpre, na manhã desta terça-feira (30), 18 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, referentes à Operação Calvário. As ordens judiciais foram expedidas pelo desembargador Ricardo Vital. As ações acontecem em vários bairros de João Pessoa e recebem apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Apesar de o Gaeco/MPPB não ter divulgado nomes dos alvos dessa fase da Calvário, as equipes cumprem mandados na residência do ex-procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro. Ele foi exonerado na manhã desta terça-feira (30), conforme publicação no Diário Oficial. Também deixou o governo Waldson de Souza, da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão. Tanto Gilberto Carneiro, quanto Waldson de Souza já tinham sido citados nas investigações.

Segundo a PRF, este desdobramento da Operação Calvário foi batizado de Operação Esperança. Cinquenta e três policiais rodoviários da Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco ajudam o Gaeco/MPPB no cumprimento dos mandados judiciais. Ainda de acordo com a PRF, os alvos desta fase estão em João Pessoa, Pitimbu (região metropolitana) e Santa Terezinha (Sertão do estado). Em João Pessoa, os bairros que recebem a operação são Portal do Sol, José Américo, Água Fria, Manaíra, Aeroclube, Distrito Industrial, Mangabeira, Cuiá, Costa e Silva e Jaguaribe. Portal Correio

Operação Calvário:

O Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB) em conjunção de esforços com a Polícia Rodoviária Federal, desencadearam no dia de hoje (30.04.2019) mais uma fase da operação, a fim de cumprir 18 (dezoito) mandados de busca e apreensão e mandado de prisao de preventiva, deferidos pelo Exmo Sr. Desembargador Ricardo Vital.

A Operação Calvário, no Estado da Paraíba, investiga núcleos de uma organização criminosa comandada por Daniel Gomes da Silva, que é responsável por desvio de recursos públicos, corrupção, lavagem de dinheiro e peculato, através de contratos firmados junto a unidades de saúde do Estado, com valores chegando a R$ 1,1 bilhão, possuindo atuação em outras unidades da federação, e exemplo do Rio de Janeiro.

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