Trócolli se reúne com superintende da Caixa para evitar colapso na construção civil

Com o objetivo de evitar um colapso no setor da construção civil, o deputado estadual Trócolli Junior (PROS) esteve reunido nesta quinta-feira (19) com o superintendente da Caixa Econômica Federal na Paraíba, Marcus Vinicius Neves, e o presidente da Associação dos Construtores e Incorporadores da Construção Civil Leve de João Pessoa (ACL), Ricelly Lacerda, onde tratou de intermediar um diálogo que beneficie a continuidade do projeto ‘Minha casa, minha vida’ no estado.

Existem mais de 100 pequenos e médios construtores em João Pessoa, que vendem em média 8 apartamentos por ano – a maioria relacionados ao Programa Minha Casa Minha Vida, no valor médio de R$ 120 mil. Seriam mais de 800 imóveis vendidos no período com os valores passando pela Caixa Econômica. Sem receber o repasse da Caixa Econômica, as empresas ficam sem capital para tocar os outros projetos, sem pagar os fornecedores e, principalmente, sem pagar os salários dos funcionários.

“Cerca de mil funcionários podem ficar sem emprego por causa de um impasse que envolve o setor imobiliário e a Caixa Econômica Federal e eu como representante do povo paraibano não posso permitir que isso aconteça, porque nosso país já tem gente demais desempregado. Por isso, fiz questão de intermediar essa conversa entre os dois setores, porque minha função como representante do povo é defender o paraibano que necessita de emprego e também de casa para morar”, ressaltou Trócolli Junior.

O presidente da ACL, Ricelly Lacerda, agradeceu ao parlamentar e explicou o problema que vem ocorrendo. “As empresas estão com o processo aprovado junto a Caixa e o recurso, segundo o superintendente acabou de nos falar, está chegando mensalmente, mas essa verba não consegue atender a essa demanda de contratos”, informou.

Ele revelou as conseqências desse problema. “O que isso gera? como nossas empresas trabalham, na grande maioria, com recursos próprios, não trabalha com financiamento da produção do banco, está começando a gerar impossibilidade de se iniciar novos empreendimentos e com isso prejudicando toda a cadeia produtiva, ou seja, os funcionários vão perder emprego, as lojas de material de construção vão diminuir as vendas, todo o setor que envolve a construção civil vai ser prejudicada com esse problema. Essa falta de recursos para assinar os contratos é nosso principal problema hoje”, salientou Ricelly.

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