Assembleias da PB e RN vão unir forças para cobrar retomada das obras do Eixo Norte da Transposição

O deputado estadual Jeová Campos (PSB) confirmou, durante sessão desta terça-feira (14) que, na próximo quinta-feira (16), vai se reunir com parlamentares do Rio Grande do Norte, em Natal,  para definir um calendário e estratégias de ação para cobrar do Governo Federal a retomada imediata das obras do Eixo Leste, que estão paralisadas desde julho do ano passado. “A situação do sertão da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco é extremamente grave e depende da conclusão das obras do Eixo Norte para ter água. Existe uma lei que autoriza a contratação de obra, em caráter emergencial, diante de uma necessidade inadiável. E água é uma necessidade inadiável. A questão é: Porque o governo não formaliza um contrato emergencial?”, questiona Jeová. A ideia, segundo o parlamentar, é também buscar apoio das assembleias de Pernambuco e Ceará para fortalecer a pressão sobre o governo.

De acordo com o deputado, quando o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, veio para a FIEP, em Campina Grande, no começo do ano, informou que no dia 08 de março a licitação para retomada das obras estaria concluída e a ordem de serviço seria dada, mas, a licitação não deu em nada. “Estamos diante de um vazio e é preciso uma atitude. É muito bom comemorar a chegada das águas no Eixo Leste, em Campina Grande, mas é muito ruim saber que essa obra também está paralisada desde que esse governo assumiu e que uma quantidade de gente, infinitamente maior, que as que foram beneficiadas com a chegada das águas pelo Eixo Leste, estão sem saber quando poderão experimentar a sensação de alívio que os irmãos de Monteiro e Campina Grande começam a vivenciar”, destacou Jeová.

Ainda segundo o parlamentar, a mudança de volume dos mananciais e açudes do estado depende da transposição ou de uma resposta positiva da natureza. “Nós não podemos contar apenas com as chuvas, não devemos viver na expectativa da imprevisibilidade, precisamos trabalhar com algo efetivo e a situação exige a formalização de um contrato de emergência. Existe uma lei que autoriza a contratação de obra em caráter emergencial diante de uma necessidade inadiável. Por que o governo não faz isso e retoma, de imediato, a obra dos Lotes 3, 4 e 8?”, questiona Jeová.

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