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Pai e filho são presos transportando cerca de 25 quilos de maconha na região metropolitana da Capital

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SANTA RITA (PB) – A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma importante apreensão de entorpecentes no início da manhã desta sexta-feira (23/01/2026). Durante fiscalização no km 42 da BR-230, no município de Santa Rita, os agentes apreenderam aproximadamente 25 kg de substância análoga à maconha.

A droga era transportada em um veículo Fiat Palio de cor preta, que foi abordado por volta das 06h20. O automóvel era conduzido por um homem de 55 anos, que viajava acompanhado de seu filho, de 26 anos. Segundo informações colhidas no local, a dupla vinha da cidade de Custódia (PE) com destino a João Pessoa (PB).

Durante a inspeção minuciosa no porta-malas do veículo, os policiais localizaram diversos sacos contendo a substância entorpecente. Questionados, os ocupantes não deram detalhes sobre a origem ou o destino final da carga.

Pai e filho foram presos em flagrante e encaminhados, juntamente com o veículo e a droga, para a Delegacia de Polícia Civil de Santa Rita. Eles deverão responder pelo crime de tráfico de drogas.

Polícia Civil deflagra operação contra o tráfico e prende duas pessoas no Curimataú paraibano

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 13ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC) e do Grupo de Operações com Cães (GOC), com apoio da Polícia Militar da Paraíba, deflagrou, nessa quinta-feira (22), a Operação Thunder, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão no município de Picuí/PB. Durante o cumprimento dos mandados, duas pessoas foram presas em flagrante por tráfico de entorpecentes.

A ação policial decorre de investigações iniciadas a partir de denúncias anônimas recebidas por meio do Disque Denúncia 197, as quais apontavam a existência de intenso comércio ilícito de substâncias entorpecentes no bairro do Charuto. As diligências investigativas confirmaram a prática do tráfico de drogas na localidade, possibilitando a representação judicial pela expedição dos mandados de busca e apreensão.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram empregados mais de 20 policiais civis e militares, diversas viaturas e cães farejadores do GOC, cuja atuação foi fundamental para a localização de entorpecentes ocultados e enterrados em imóveis utilizados como pontos de guarda e comercialização de drogas.

No curso da operação, foram apreendidas balanças de precisão, material plástico utilizado para fracionamento e embalagem de drogas, expressiva quantia em dinheiro, além de um drone utilizado pelos investigados para monitorar a movimentação policial e a dinâmica do tráfico na comunidade. Também foram apreendidos aproximadamente 1,5 kg de substâncias entorpecentes análogas à maconha, crack, skunk e cocaína. O prejuízo financeiro estimado ao tráfico de drogas ultrapassa o valor de R$ 45 mil, considerando o potencial de comercialização do material apreendido.

Em decorrência da ação, dois indivíduos foram presos em flagrante delito pela prática do crime de tráfico de drogas, sendo conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para a lavratura do auto de prisão em flagrante, onde permanecem à disposição da Justiça, aguardando a realização da audiência de custódia.

A Operação Thunder foi coordenada pelo GTE da 13ª DSPC, contando com a participação da Delegacia de Polícia Civil de Picuí, da Delegacia de Polícia Civil de Cuité, do Grupo Operacional de Cães (GOC) e do 9º Batalhão da Polícia Militar, reforçando a atuação integrada das forças de segurança pública no enfrentamento ao crime organizado.

A Polícia Civil da Paraíba destaca que ações dessa natureza evidenciam o comprometimento das instituições com o combate ao tráfico de drogas e à criminalidade violenta, reiterando a importância da colaboração da população por meio de denúncias anônimas, instrumento essencial para o avanço das investigações e a repressão qualificada ao crime.

Doutor Jhony Bezerra: quando o crescimento assusta e a velha política apela para o ataque seletivo

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Há algo que precisa ser dito com clareza, sem rodeios e sem maquiagem retórica: os ataques recentes contra o presidente da PB Saúde e pré-candidato a deputado federal, Dr. Jhony Bezerra, não nascem de preocupação ideológica, mas de medo político.

Medo de um nome que cresce.
Medo de um projeto que não pede licença às velhas estruturas.
Medo de alguém que saiu da gestão pública com resultados concretos e transformou isso em capital político real.

O gestor que construiu autoridade antes de pedir votos

Dr. Jhony Bezerra não surgiu da política tradicional. Sua trajetória passa, antes de tudo, pela gestão da saúde pública, área onde construiu reconhecimento técnico e institucional.

À frente da Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba e, posteriormente, como superintendente da PB Saúde, Jhony conduziu processos estratégicos de fortalecimento da rede pública, ampliação de serviços hospitalares, convocação de profissionais, regionalização da assistência e enfrentamento direto dos gargalos históricos do SUS no estado.

Não é discurso. São atos administrativos, decisões técnicas e resultados mensuráveis. Tanto que seu trabalho foi reconhecido institucionalmente com honrarias concedidas pela Assembleia Legislativa da Paraíba, algo reservado a quem efetivamente entrega serviço público de relevância.

Campina Grande: a eleição que mudou o jogo

Nas eleições de 2024, Dr. Jhony disputou a Prefeitura de Campina Grande em um dos cenários mais duros da política paraibana: enfrentando uma estrutura histórica, tradicional, enraizada e acostumada ao poder.

Chegou ao segundo turno.
Obteve quase 100 mil votos.
Conquistou mais de 42% do eleitorado.

E aqui está um dado incontestável — e convenientemente esquecido por seus críticos atuais:

Durante toda a campanha de 2024, em nenhum momento foi levantada publicamente qualquer narrativa sobre suposta votação passada em Jair Bolsonaro.

Esse tema não apareceu em debates, programas eleitorais, entrevistas ou peças de campanha.

Não foi pauta nem da imprensa local, nem dos adversários diretos.

Por quê?

Porque não era relevante.
Porque não colava.
Porque a eleição foi disputada no campo da gestão, da cidade e das propostas.

O passado que só virou “problema” quando ele cresceu

Curiosamente, essa narrativa só surge agora, fora do contexto eleitoral municipal, quando Jhony desponta como nome competitivo para deputado federal, aparecendo em levantamentos e pesquisas como um dos pré-candidatos mais lembrados no estado.

Ou seja:
– Quando disputou Campina Grande, silêncio absoluto.
– Quando passa a ameaçar projetos maiores e estruturas consolidadas, surge o ataque seletivo.

Isso tem nome: oportunismo político.

Ataques financiados e a imprensa como instrumento

Parte da imprensa paraibana — não toda, mas setores específicos — tem cumprido um papel que vai além da crítica legítima: atua como linha auxiliar de grupos políticos que não conseguem enfrentar Jhony Bezerra no campo da gestão, dos números ou da aceitação popular.

Recorrem, então, a recortes convenientes, vazamentos dirigidos e narrativas fabricadas, tentando criar incompatibilidades que nunca foram problema quando o nome de Jhony ainda não ameaçava ninguém.

Não é coincidência.
É método.

O verdadeiro incômodo

O incômodo real não é ideológico.
É estrutural.

Jhony Bezerra representa:

– Um nome sem sobrenome tradicional;
– Um projeto que nasce da gestão, não do gabinete;
– Uma liderança que dialoga com o povo, não com currais eleitorais;
– Um risco concreto para quem sempre tratou mandato como propriedade privada.

Conclusão

A tentativa de reescrever a história agora não passa de uma reação desesperada ao crescimento de um projeto político legítimo, testado nas urnas e construído no serviço público.

Se esse passado fosse realmente um problema, teria sido usado em 2024.
Não foi.
Porque não servia ao debate.
Só serve agora, como munição política.

E isso diz muito menos sobre Jhony Bezerra
e muito mais sobre quem precisa atacá-lo para continuar existindo politicamente.

Blog do Alexandre Kennedy – Pauta das 20

Jovem é encontrada morta com tiro na cabeça dentro de residência, em João Pessoa

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Uma jovem de 22 anos morreu após disparo de arma de fogo na cabeça durante a madrugada desta sexta-feira (23). O crime ocorreu dentro de uma residência no bairro do Alto do Mateus, em João Pessoa, segundo informações da Polícia Civil.

A delegada Josenice Andrade informou que o corpo apresentava apenas uma perfuração por arma de fogo na cabeça. A perícia não identificou lesões de defesa aparentes na vítima. De acordo com a delegada, alguém arrastou o corpo do quarto até a área da cozinha. Os peritos não encontraram estojos de munição nem outras marcas relevantes no local.

A polícia também não localizou o homem que estava com a jovem no momento do crime. A identidade dele ainda permanece desconhecida pelas equipes de investigação. Segundo informações repassadas pela família, a vítima não era da região onde ocorreu o crime. Ela saiu de Mangabeira, em João Pessoa, para encontrar esse homem. “Ela veio de outra região para se encontrar com esse rapaz”, afirmou a delegada.

A polícia ainda apura se o homem que estava com a jovem sofreu ferimentos. A delegada afirmou que os investigadores não definiram uma linha fechada de apuração. “Existe a possibilidade de outra pessoa ferida ou até morta, mas não podemos afirmar ainda”, explicou a delegada.

A quantidade de sangue encontrada no imóvel reforça a hipótese de outra pessoa ferida. A polícia trabalha com a possibilidade de surpresa por um terceiro envolvido. “Eles podem ter sido pegos de surpresa por alguém que entrou na casa”, acrescentou a delegada. A vítima tinha dois filhos e morava no bairro de Mangabeira. A Polícia Civil segue com diligências para esclarecer o crime.

João Azevêdo recebe convite para inauguração do maior resort do Brasil no Polo Turístico Cabo Branco

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O primeiro empreendimento do Polo Turístico Cabo Branco, o Tauá Resort João Pessoa, já tem data de inauguração.  Em reunião na tarde desta quinta-feira (22), na Granja Santana, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Tauá, Daniel Ribeiro, convidou o governador João Azevêdo para a festa de inauguração do maior resort do Brasil no dia 25 de março próximo.

Durante a reunião com a presença do presidente da Cinep, Rômulo Polari, foi traçado o cronograma final da obra e do funcionamento do resort, que, após a inauguração para convidados, funcionará no regime em soft opening (pré-abertura de um negócio com convidados, familiares, para testar a operação) dos meses de abril a junho, até a abertura para os hóspedes em julho deste ano.

O governador João Azevêdo destacou a alegria de receber um dos documentos que representa a maior alegria para um gestor público. “Estamos recebendo aqui o convite de inauguração do Tauá Resort João Pessoa. Esse é um marco e a realização de um grande sonho. Agradeço demais a confiança que o Grupo Tauá teve nesse projeto, de investir realmente recursos de um montante extraordinário neste empreendimento. A Paraíba terá o maior resort do Brasil, o mais moderno, o mais preparado para receber os turistas e a nossa população aqui do estado”, comemorou.

Daniel Ribeiro, representante do Grupo Tauá, agradeceu o apoio sempre irrestrito que o Governo da Paraíba deu para o sucesso do resort e disse que “não será apenas o maior resort do Brasil, será o melhor resort do país”.

Daniel acrescentou: “Me lembro muito bem quando o governador João e Rômulo Polari nos receberem aqui em dezembro de 2023 e traçamos juntos esse projeto audacioso que agora se torna realidade. Foi um trabalho árduo em um período curto, mas que parece uma vida de tantas situações que passamos nesse caminho, mas eu tenho certeza que valeu tudo a pena por causa do projeto final que ficou pronto e belíssimo”, destacou.

O investimento do Grupo Tauá foi de R$ 650 milhões para implantação do resort que contará com 1.120 leitos, se tornando o maior empreendimento hoteleiro do Brasil. “É uma satisfação muito grande a gente ver como engenheiro e como paraibano uma obra dessa envergadura, grande desafio, mas que o governo, todo o time do governo foi totalmente designado a ajudar imensamente nesse projeto e agora eu fico muito feliz em vê-lo concretizado. A Paraíba realmente vai virar uma chave da sua história econômica e do turismo a partir do Polo Turístico Cabo Branco e do primeiro empreendimento que é o Tauá Resort”, completou o presidente da Cinep, Rômulo Polari.

Familiares velam desconhecido após corpos serem trocados, na região metropolitana da Capital

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Familiares de um idoso se surpreenderam ao comparecer ao velório do homem e se deparar com o corpo de uma outra pessoa, na tarde dessa quinta-feira (22), em Santa Rita.

José Pereira da Silva, de 75 anos, que trabalhava como mecânico, estava internado desde o mês de novembro do último ano, no Hospital Metropolitano, após sofrer um infarto. Durante a manhã do dia 22, quadro do homem se agravou e ele veio a falecer.

Após o óbito, a filha e a sobrinha do homem realizaram o reconhecimento do corpo, que foi liberado para recolhimento da funerária.

Ao chegar ao velório, no entanto, os familiares de José Pereira identificaram que o corpo que estava no local não era o do idoso.

Em nota, o Hospital Metropolitano reforçou que os procedimentos realizados pela unidade foram feitos de maneira adequada e em conformidade com os fluxos técnicos legais.

Segundo os funcionários da funerária, o corpo levado para a ornamentação e velório seria o mesmo identificado pela família no hospital.

A família do idoso buscou mais informações por meios próprios e localizou os familiares do homem que estava sendo velado.

Em entrevista à TV Correio, a sobrinha e filha de considereção de José, afirmou que os corpos foram trocados e que o idoso já teria sido enterrado, por volta das 13h.

Ainda não há informações sobre o momento em que houve a troca dos corpos e de quem seria o responsável pela ação.

Receita nega aumento de imposto para professores com novo piso

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A Receita Federal rebateu, na noite desta quinta-feira (22), informações falsas que circulam nas redes sociais sobre uma suposta elevação da tributação sobre professores em razão do reajuste do piso salarial do magistério. Segundo o órgão, as alegações ignoram as regras legais de apuração do imposto e levam à conclusão equivocada de que os profissionais da educação passariam a pagar mais IR após o aumento salarial.

Em nota, o Fisco destaca que a reforma do Imposto de Renda faz com que mais contribuintes deixem de pagar IR e outros passem a pagar menos, tornando a tributação mais progressiva. Sancionada no fim do ano passado, a Lei 15.270/2025 ampliou a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês e reduziu o imposto devido sobre rendimentos entre R$ 5 mil e R$ 7.350.

“Não procede a afirmação de que o reajuste do piso do magistério levaria automaticamente os professores a pagar mais Imposto de Renda. Os profissionais da educação são diretamente beneficiados pela redução prevista na Lei nº 15.270/2025”, destacou a Receita no comunicado.

De acordo com a Receita, a categoria está entre as diretamente beneficiadas pelas novas regras.

Em 2025, com o piso salarial de R$ 4.867,77, um professor pagava cerca de R$ 283,14 por mês de Imposto de Renda retido na fonte, considerando o desconto simplificado. Já em 2026, com o piso reajustado para R$ 5.130,63, esse mesmo profissional passará a pagar aproximadamente R$ 46,78 mensais de IR.

Segundo o Fisco, o efeito combinado do reajuste salarial e da redução do imposto garante ganho real no salário líquido, ao mesmo tempo em que corrige distorções na tributação sobre a renda dos profissionais da educação.

Seplan retoma análises e licenciamentos após decisão do TJ sobre Lei de Uso e Ocupação do Solo

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Após decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba sobre a Lei de Uso e Ocupação do Solo em João Pessoa, a Secretaria de Planejamento (Seplan) divulgou comunicado, nesta quinta-feira (22), anunciando a retomada das análises e da expedição de licenciamentos em processos sob responsabilidade da pasta. Estão incluídos alvarás, habite-se, certidões, entre outros serviços prestados ao público pela Seplan.

Em cumprimento da decisão do TJPB, excetuam-se as análises e licenciamentos em processos de edificações na área da orla marítima (faixa de 500 metros).

A Lei de Uso e Ocupação do Solo disciplina o zoneamento urbano da cidade, os usos permitidos, os parâmetros de ocupação, os índices construtivos, os recuos, as alturas máximas, as vagas de estacionamento e diversos outros critérios técnicos aplicáveis a todos os bairros, zonas residenciais, comerciais, mistas, industriais e áreas de expansão urbana do município.

Os protocolos de abertura e acompanhamento de processos continuam sendo feitos através das plataformas Aprova Digital e 1Doc. O atendimento online, com tira dúvidas e agendamento sobre os serviços da Seplan, pode ser feito pelo aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’.

Segue, na íntegra, o comunicado:

Secretaria de Planejamento de João Pessoa

Comunicado sobre a Lei de Uso e Ocupação do Solo

Com a decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba sobre a Lei de Uso e Ocupação do Solo do município de João Pessoa, a Secretaria de Planejamento (SEPLAN), comunica que:

•Foram retomadas, nesta quinta-feira, 22, as análises e a expedição de licenciamentos em processos de alvarás, habite-se, certidões, entre outros serviços prestados ao público pela secretaria.

•Excetuam-se, em cumprimento da decisão do TJ-PB, as análises e licenciamentos em processos de edificações na área da orla marítima (faixa de 500 metros).

•A Lei de Uso e Ocupação do Solo disciplina o zoneamento urbano da cidade, os usos permitidos, os parâmetros de ocupação, os índices construtivos, os recuos, as alturas máximas, as vagas de estacionamento e diversos outros critérios técnicos aplicáveis a todos os bairros, zonas residenciais, comerciais, mistas, industriais e áreas de expansão urbana do município.

•Os protocolos de abertura e acompanhamento de processos continuam sendo feitos através das plataformas Aprova Digital e 1Doc. O atendimento online, com tira dúvidas e agendamento sobre os serviços da Seplan, pode ser feito pelo aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’.

João Pessoa, 22 de janeiro de 2026

Procon de João Pessoa lança revista sobre ações de fiscalização aos postos de combustíveis

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O consumidor da Capital agora pode ficar por dentro das ações do setor de fiscalização da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor. As atividades realizadas são temas da revista ‘Procon João Pessoa em Quadrinhos’, que será lançada na manhã desta sexta-feira (23) no site procon.joaopessoa.pb.gov.br. A primeira edição da publicação é referente à fiscalização aos postos de combustíveis.

No momento disponível apenas no formato virtual, a revista chegará em breve ao consumidor também de forma impressa. “O formato físico será distribuído em eventos e atividades do Procon-JP, bem como ficará disponibilizada na sede da Secretaria, na Avenida Dom Pedro I, nº 382”, pontua o secretário de Proteção e Defesa do Consumidor, Júnior Pires.

O titular do Procon-JP salienta que o objetivo da revista é manter o cidadão informado sobre as atividades do órgão. “Queremos alcançar o maior número possível de pessoas não apenas na Capital, mas em todos os lugares em que haja acesso à internet”.

Prestação de contas – A cada trimestre será lançada uma nova edição da revista ‘Procon João Pessoa em Quadrinhos’, sempre com um novo tema, contando as ações da Secretaria, uma espécie de prestação de contas à população sobre as atividades do órgão referente aos diversos setores, programas e projetos.

Atendimentos do Procon-JP

Sede:Avenida Dom Pedro I,nº 382, Tambiá, das 8h às 17h (distribuição de fichas entre 8h e 16h30);

Procon-JP na sua mão: (83) 98665-0179;

WhatsApp Transporte público: (83) 98873-9976;

Instagram: @procon_jp;

Site: procon.joaopessoa.pb.gov.br.

MPPB determina suspensão de mutirões oftalmológicos em hospital de Campina Grande

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O Ministério Público da Paraíba (MPPB) requereu e o Juízo da Vara da Fazenda Pública de Campina Grande concedeu a tutela antecipada de urgência, determinando a suspensão imediata da realização de novos mutirões ou procedimentos oftalmológicos invasivos coletivos no Hospital de Clínicas de Campina Grande, até que seja comprovada, nos autos, a regularização total das condições estruturais, dentre elas a de que a unidade se encontra integralmente adequada às normas sanitárias, técnicas e profissionais aplicáveis, conforme apontado nos relatórios da Gerência de Vigilância Sanitária (Gevisa) e do Conselho Regional de Medicina (CRM-PB), inclusive quanto à regularidade de licenças, habilitação do serviço oftalmológico e condições estruturais e assistenciais.

O pedido ministerial foi feito em ação civil pública proposta pela promotora de Justiça de Campina Grande, Adriana Amorim, em face do Estado da Paraíba e da Fundação Rubens Dutra Segundo, em razão de irregularidades constatadas na prestação de serviços oftalmológicos realizados no Hospital de Clínicas de Campina Grande, durante mutirão oftalmológico ocorrido no dia 15 de maio de 2025, prejudicando pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), que apresentaram intercorrências graves no pós-operatório, incluindo infecções severas, perda significativa da acuidade visual e casos de cegueira.

A decisão interlocutória determina ainda que o Estado da Paraíba e a Fundação Rubens Dutra Segundo garantam, de forma solidária e imediata, a assistência médica especializada em oftalmologia, bem como o suporte psicológico e social, a todos os 62 pacientes atendidos no mutirão. Essa assistência deve incluir consultas, exames, cirurgias reparadoras, fornecimento de medicamentos, próteses e qualquer outro insumo necessário para mitigar os danos sofridos, sem qualquer ônus para os pacientes.

Em caso de descumprimento, deverá ser aplicada multa diária no valor de R$ 50 mil limitada inicialmente ao montante de R$ 1 milhão, sem prejuízo de outras sanções administrativas e criminais cabíveis aos gestores responsáveis.

A ação

Conforme destacou a promotora de Justiça que atua na defesa da saúde em Campina Grande, a ação é um desdobramento do Inquérito Civil Público 003.2025.005943 e tem como principal objetivo defender a saúde pública e evitar que novos casos aconteçam.

Na decisão, o Juízo da Vara da Fazenda Pública de Campina Grande destacou a presença dos requisitos exigidos pelo artigo 300 do Código de Processo Civil para o pedido de tutela de urgência (probabilidade do direito e o perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo), além da responsabilidade objetiva do Estado da Paraíba, diante da omissão no dever de fiscalização da entidade contratada e da falha na segurança do serviço prestado em unidade pública.

Além da ação civil pública, o MPPB também requisitou a instauração de inquérito policial (que está em andamento por parte da Polícia Civil) para apurar eventuais responsabilidades criminais decorrentes das condutas praticadas no mutirão e a adoção de providências por parte do CRM-PB para averiguar a responsabilidade ético-profissional da médica envolvida.

A promotora de Justiça informou ainda que alguns pacientes já ingressaram com ações individuais para requerer a reparação civil pelos danos sofridos e disse que outros pacientes podem fazer o mesmo.