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Paraíba registra 541 novos casos de Covid-19 com três deles nas últimas 24 horas

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Reprodução: internet

Casos Confirmados: 145.794
Casos Descartados: 199.456
Óbitos confirmados: 3.305
Casos recuperados: 115.308

Nesta terça, 01 de dezembro, a Paraíba registrou 541 novos casos de Covid-19 e 10 óbitos confirmados desde a última atualização, 03 deles nas últimas 24h. Até o momento, 145.794 pessoas já contraíram a doença, 115.308 já se recuperaram e 3.305, infelizmente, faleceram. Até o momento, 467.245 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 48%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 64%. Em Campina Grande estão ocupados 31% dos leitos de UTI adulto e no sertão 68% dos leitos de UTI para adultos.

Os casos confirmados estão distribuídos por todos os 223 municípios paraibanos. A diferença de casos de ontem para hoje é de 541, nos quais 10 municípios concentram 305 casos, o que representa 56,37% dos casos em toda a Paraíba. São eles:

João Pessoa, com 108 novos casos, totalizando 36.921; Monteiro, com 33 novos casos, totalizando 1.185; Campina Grande, com 30 novos casos, totalizando 14.433; Campina Borborema, com 27 novos casos, totalizando 91; Pombal, com 24 novos casos, totalizando 883; São Bento, com 23 novos casos, totalizando 3.550; Conceição, com 20 novos casos, totalizando 785; Água Branca, com 16 novos casos, totalizando 260; Barra de Santana, com 12 novos casos, totalizando 119; Várzea, com 12 novos casos, totalizando 59.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 01/12, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Até hoje, 184 cidades registraram óbitos por Covid-19. Os 10 óbitos registrados nesta terça-feira ocorreram entre 16 e 30 de novembro, sendo cinco deles nas últimas 48h. Os pacientes tinham idade entre 53 e 93 anos. Diabetes e cardiopatia foram as comorbidades mais frequentes. Dos locais, um ocorreu em hospital privado e os demais em hospitais públicos.

Homem, 78 anos, residente em Boqueirão. Sequelado de AVC. Início dos sintomas 05/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 30/11/2020.

Homem, 72 anos, residente em Sousa. Hipertenso e diabético. Início dos sintomas 04/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 30/11/2020.

Homem, 60 anos, residente em João Pessoa. Portador de doença neurológica. Início dos sintomas 23/10/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 30/11/2020.

Homem, 93 anos, residente em Camalaú. Cardiopata. Início dos sintomas 13/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 29/11/2020.

Mulher, 53 anos, residente em Massaranduba. Diabética, cardiopata e obesa. Início dos sintomas 03/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 29/11/2020.

Homem, 67 anos, residente em João Pessoa. Hipertenso, diabético e cardiopata. Início dos sintomas 05/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 28/11/2020.

Homem, 69 anos, residente em Campina Grande. Cardiopata. Início dos sintomas 14/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 27/11/2020.

Homem, 72 anos, residente em Cacimba de Dentro. Hipertenso e diabético. Início dos sintomas 13/11/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 26/11/2020.

Homem, 67 anos, residente em João Pessoa. Diabético e cardiopata. Início dos sintomas 14/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 25/11/2020.

Mulher, 74 anos, residente em Igaracy. Portadora de doença renal. Início dos sintomas 06/11/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 16/11/2020.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

Gás de cozinha apresenta preços entre r$ 72 e R$ 82 em João Pessoa, afirma pesquisa do Procon-PB

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A Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-PB), através do Setor de Pesquisa e Estatística, realizou no dia 30 de novembro uma pesquisa relativa aos preços de gás de cozinha, o GLP (Gás liquefeito de petróleo) em 28 estabelecimentos de João Pessoa.

No pagamento à vista com entrega do botijão de 13 Kg os preços oscilaram de R$ 72 (Ultra Gás – Cuiá) até R$ 82(Arlete Gás e Água-Manaíra), uma diferença de R$ 10 entre o maior e menor preço, que corresponde a uma variação de 13,89%.

No pagamento a prazo do botijão o menor preço encontrado foi de R$ 75(Alex Gás – Cruz das Armas / Parque do Sol Gás e Água – Gramame / Valter Gás – Mangabeira  / Nunes Gás – Bancários), não há taxa de entrega. O maior preço a prazo do botijão foi de R$ 85(Arlete Gás é Água – Manaíra / Gravatá Gás – Planalto da Boa Esperança), a diferença nominal é de R$ 10com uma variação de 13,33%.

EVOLUÇÃO DOS PREÇOS

Conforme dados das pesquisas realizadas anteriormente pelo Procon-PB, os preços do Botijão de 13 kg com pagamento à vista com entrega apresentaram crescimento de forma relativa como demonstra o gráfico 01. As pesquisas do mês de janeiro até o mês de agosto o preço médio estavam entre R$ 69,23 e R$ 69,66 e o preço médio das pesquisas de novembro foram respectivamente R$ 77,15 e R$ 77,14. Confira  o comportamento dos preços das pesquisas realizadas.

CONTATOS

Ligar para o Procon-PB pela linha direta 151 ou pelo whatsapp do Procon-PB (83) 8618-8330, assim como a ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) através do contato 0800 970 0267, e na Paraíba o canal é através do IMEQ-PB (Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial da Paraíba), 3215-7423 / 0800-281-7411 seja para dúvidas, reclamações, sugestões e informações.

Assessoria

João Azevêdo assina nesta quarta-feira empréstimo de US$ 127 milhões para investimentos em infraestrutura hídrica

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O governador João Azevêdo assina, nesta quarta-feira (2), às 14h, no Palácio da Redenção, em João Pessoa, durante reunião virtual com o Banco Mundial, um empréstimo de aproximadamente US$ 127 milhões para investimentos em infraestrutura hídrica no Estado. A informação foi divulgada pelo gestor durante entrevista ao programa F5, da Rádio Pop, oportunidade em que fez um balanço das ações executadas pelo Governo do Estado nas áreas da saúde, social e econômica para o enfrentamento da pandemia da covid-19 e do esforço da gestão estadual para manter o equilíbrio fiscal do Estado para garantir a movimentação da economia e o fomento da geração de emprego e renda.

“Conseguimos fazer o nosso dever de casa, mesmo durante uma pandemia que trouxe uma queda de receita enorme e fechamos o ano assinando contratos com mecanismos internacionais. Vamos começar o ano com quase R$ 1 bilhão de investimentos e essas medidas serão extraordinárias para a economia, com a geração de emprego e renda. Nós já assinamos há quinze dias, um empréstimo de US$ 45 milhões, além de US$ 11 milhões de contrapartida do Governo do Estado, totalizando US$ 56 milhões para investir na saúde, uma área em que deixaremos o maior legado para a Paraíba, com a implantação da PBSaúde, pela retirada das organizações sociais no Estado, pelo investimento a partir do financiamento do BID, o que vai requalificar toda nossa rede de atendimento hospitalar”, pontuou.

Na ocasião, o chefe do Executivo estadual anunciou para o começo do próximo ano o início das obras do Centro de Convenções de Campina Grande, onde serão investidos cerca de R$ 100 milhões. “Nós também queremos seguir a linha de interiorização do turismo porque queremos aproveitar esses investimentos que estão sendo implantados no Polo Turístico Cabo Branco para atrair o turista e fazer com que ele conheça os diversos atrativos que a Paraíba tem”, frisou.

Ele ainda antecipou que o Governo do Estado irá promover o Salão do Artesanato virtual. “Nós estamos nos adaptando a esse novo momento. Realizamos o maior Salão do Artesanato em Campina Grande, em 2019, realizamos o maior Salão do Artesanato de João Pessoa com a venda de mais de 70 mil itens, promovemos um desfile de moda baseado na renda renascença, que resultou na participação da Paraíba no desfile da São Paulo Fashion Week e vamos inovar com a possibilidade de venda de todos os produtos dos artesãos que queiram participar, sendo disponibilizados na internet por meio de uma ferramenta que estamos desenvolvendo em parceria com o Sebrae”, finalizou.

Internado com covid-19, senador José Maranhão está estável e exames apresentam resultados melhores

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O estado de saúde do senador José Maranhão é estável, de acordo com o boletim médico divulgado nesta terça-feira (01). Maranhão está internado no Hospital da Unimed João Pessoa desde a noite do último domingo (29), quando foi diagnosticado com covid-19.

De acordo com o boletim, o senador está lúcido, sem febre e respirando espontaneamente. Além disso, os exames laboratoriais apresentaram resultados melhores em relação aos que haviam sido realizados anteriormente.

Orçamento Municipal para 2021 é apresentado em audiência pública realizada pela CMJP

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A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) realizou, de forma presencial e remota, uma audiência pública para debater a Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício financeiro de 2021. O gestor da pasta de Articulação Política, Hidelvânio Macedo, ratificou que o valor do orçamento para o próximo ano será da ordem de R$ 2.798.653.000,00. Ele ainda fez uma explanação sobre as principais ações e programas que serão continuados na Capital.

Participaram da audiência, de forma presencial, os vereadores Damásio Franca (Progressistas),  presidente da Comissão de Finanças, Orçamento, Obras e Administração Públicas (CFO), e Milanez Neto (PV), que secretariou os trabalhos. De forma remota, participaram do encontro os vereadores Lucas de Brito (PV), Marcos Henriques (PT) e Bispo José Luiz (Republicanos); Hidelvânio  Macedo; o superintendente do Instituto de Previdência do Município de João Pessoa (IPM-JP), que representou a pasta de Planejamento, Roberto Wagner; a secretária da Infraestrutura Sachenka Bandeira da Hora; o diretor de Programação Orçamentária da Secretaria Municipal de Planejamento, Jorge Amaral; e os representantes da Educação, Kaline Barbosa, e do IPM, Rodrigo Ismael.

“É uma satisfação participar, mais uma vez, da apresentação das ações e programas que estão sendo realizados e seguirão até o próximo ano em nossa cidade. Esses mais de 2 bilhões serão aplicados nas áreas de Saúde, Educação, Habitação, Infraestrutura e Cultura, além de dar continuidade aos programas que estão sendo realizados através do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)”, esclareceu Hildevânio Macedo.

O gestor especificou as principais ações de cada área apresentada. De acordo com ele, o orçamento dará continuidade às seguintes ações: na Saúde, servirá para fortalecer a atenção básica,  com a reforma e manutenção das unidades de saúde, das Unidades de Pronto Atendimento (Upas), policlínicas, Ortotrauma, Instituto Cândida Vargas e Hospital Santa Isabel; na Educação, vai garantir o fortalecimento e a universalização da educação infantil e fundamental; na Habitação, servirá para redução do déficit habitacional, regularização fundiária e urbanização dos assentamentos em áreas de risco; na Infraestrutura, para reformas, construção e manutenção de praças e parques, pavimentação e iluminação públicas; na Cultura, para democratização e descentralização do acesso à cultura; no Desenvolvimento Urbano, para  manutenção e reforma de mercados públicos, feiras livres, cemitérios e centro comerciais populares.

Em relação aos investimentos do BID, ele detalhou as ações da seguinte forma: modernização da gestão pública; fortalecimento de uma política de meio ambiente; finalização do Parque Linear, o antigo Lixão do Roger; regularização das comunidade do Complexo da Beira Rio e do rio Jaguaribe;  e construção do Centro de Monitoramento e Controle de João Pessoa.

Emendas Impositivas

O diretor de Programação Orçamentária da Secretaria Municipal de Planejamento, Jorge Amaral, explicou que a reserva de contingência destinada às emendas impositivas está na ordem de R$ 12.651.000,00, que correspondem a 0,6% da receita corrente líquida do ano anterior. “Esse valor dividido pelos 27 vereadores resulta em R$ 468.000,00 para cada parlamentar. Desse montante, metade tem que ser direcionado para a Saúde”, explicou.

Jorge Amaral ainda esclareceu que, do orçamento total do Município para 2021, 26.8% será destinado à Educação e 21.1% à Saúde, superando os índices constitucionais obrigatórios de 20 e 15%, respectivamente.

“Tivemos uma audiência pública mista em que os gestores municipais participaram remotamente, reunidos no prédio da Secretaria de Planejamento (Seplan). Serão quase R$ 2,8 bilhões de orçamento para o Município em 2021, com um aumento considerável de investimentos na Saúde, devido à pandemia do novo coronavírus. Outra novidade é que teremos as emendas impositivas, cujo prazo para entrega é 10 de dezembro”, afirmou Damásio Franca.

“A previsão é de que dia 15 apreciemos a peça orçamentária no âmbito da Comissão de Finanças e Orçamento (CFO) e no dia 17 em plenário”, reforçou o presidente da Comissão.

Habilitações vencidas em 2020 terão um ano a mais de validade

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Foto: Reprodução internet

Está em vigor, a partir de hoje (1º), a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que restabelece os prazos para a regularização das carteiras nacionais de Habilitação (CNHs) vencidas.

Segundo a nova resolução, os documentos de habilitação vencidos em 2020 ganharam mais um ano de validade. Com isso, a renovação das CNHs vencidas em 2020 ocorrerá de forma gradual, de acordo com um cronograma estabelecido no documento.

A medida inclui também a Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC) e a Permissão Para Dirigir (PPD), documento provisório utilizado no primeiro ano de habilitação do condutor. Pelo texto, a renovação ocorrerá com base no mês de vencimento do documento.

Ainda de acordo com a resolução, para fins de fiscalização, qualquer documento de habilitação vencido em 2020 deve ser aceito até o último dia do mês correspondente em 2021.

A medida, publicada no último dia 24, revogou uma portaria publicada em março pelo órgão, que suspendeu os prazos para a renovação das CNHs, aplicação de multas, transferência de veículo, registro e licenciamento de veículo novo, entre outros, em razão da pandemia do novo coronavírus.

Cronograma de renovação de CHNs vencidas

Data de vencimento Período para renovação
De 1º a 31 de janeiro de 2020 De 1º a 31 de janeiro de 2021
De 1º a 29 de fevereiro de 2020 De 1º a 28 de fevereiro de 2021
De 1º a 31 de março de 2020 De 1º a 31 de março de 202
De 1º a 30 de abril de 2020 De 1º a 30 de abril de 2021
De 1º a 31 de maio de 2020 De 1º a 31 de maio de 2021
De 1º a 30 de junho de 2020 De 1º a 30 de junho de 2021
De 1º a 31 de julho de 2020 De 1º a 31 de julho de 2021
De 1º a 31 de agosto de 2020 De 1º a 31 de agosto de 2021
De 1º a 30 de setembro de 2020 De 1º a 30 de setembro de 2021
De 1º a 31 de outubro de 2020 De 1º a 31 de outubro de 2021
De 1º a 30 de novembro de 2020 De 1º a 30 de novembro de 2021
De 1º a 31 de dezembro de 2020 De 1º a 31 de dezembro de 2021

Transferências de veículos

A resolução também determina que, a partir de 1º de dezembro de 2020, sejam retomados os prazos para serviços como transferência veicular, comunicação de venda, mudança de endereço, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Em relação à transferência de veículos adquiridos de 19 de fevereiro de 2020 a 30 de novembro de 2020, o Contran diz que os departamentos estaduais de Trânsito (Detrans) dos estados e do Distrito Federal poderão estabelecer cronograma específico para a efetivação da transferência de propriedade e que ele deverá ser informado ao Contran até 31 de dezembro de 2020.

Caso os Detrans não estabeleçam um cronograma específico, a transferência de propriedade de veículo adquirido no período indicado deverá ser efetivada até 31 de dezembro de 2020.

Para os veículos novos, adquiridos no período de de 19 de fevereiro de 2020 a 30 de novembro de 2020, também valerá a data 31 de janeiro de 2021 para a efetivação do registro e licenciamento.

Infrações

A resolução também retoma a partir de hoje, os prazos previstos para as infrações cometidas, a exemplo dos prazos para defesa da autuação e recursos de multa; defesa processual e de suspensão do direito de dirigir e de cassação do documento de habilitação, bem como identificação do condutor infrator e expedição de notificações de autuações.

No caso das notificações já enviadas, a resolução posterga para 31 de janeiro de 2021, os prazos para a apresentação de defesa prévia e indicação do condutor, posteriores a 20 de março de 2020. O mesmo prazo vale para as notificações de penalidade.

Já para o envio de notificações registradas no período de 26 de fevereiro até o dia 30 de novembro, será observado um cronograma de 10 meses. Este prazo será contado a partir da data de cometimento da infração. Desta forma, por exemplo, os motoristas que cometeram infrações em fevereiro e março de 2020 deverão ter as notificações de autuações enviadas em janeiro de 2021.

“A autoridade de trânsito deverá providenciar, sempre que possível, leiaute diferenciado para a expedição das NAs [notificações de autuação] decorrentes de infração cometida de 26 de fevereiro de 2020 a 30 de novembro de 2020, ressaltando, com clareza, que estas notificações contam com prazos diferenciados”, diz a resolução.

Já os prazos das licenças para funcionar como Instituição Técnica Licenciada (ITL), vencidos de 20 de março de 2020 a 30 de novembro de 2020, ficam prorrogados para 31 de janeiro de 2021.

Agência Brasil

Nabor se reúne com representantes de escolas particulares para debater plano de retomada das aulas presenciais

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O deputado estadual e prefeito eleito de Patos, Nabor Wanderley, se reuniu na manhã desta terça-feira(01), com donos e representantes de escolas particulares de Patos para debater um plano de retomada das aulas presenciais. A reunião também contou com a presença da secretária de educação do município, Adriana Carneiro e dos vereadores eleitos, Tide Eduardo, Nadigerlane Rodrigues, David Maia e Josmá Oliveira.

“É muito importante essa reunião, eu vejo com muito cuidado e responsabilidade essa preocupação de pais, funcionários e donos de escolas que querem que as aulas presenciais voltem pois geram emprego e renda no município, e a gente tem essa preocupação também”, destacou Nabor.

De acordo com Nabor é preciso que seja elaborado um plano de retomada que não venha a colaborar para o crescimento do número de casos da COVID no município.

“Temos que ter cuidado com o aumento do número de casos da COVID em nosso município, não podemos ser multiplicadores dessa doença. Então a Prefeitura tem essa responsabilidade mas também tem todo interesse de que as coisas voltem ao normal”, disse.

Nabor ressaltou a sua preocupação com o tema e disse que está em contato diário com as autoridades sanitárias do Estado que vão emitir um inquérito sobre a real situação dos casos da COVID em todo o Estado.

“Estamos em contato diário com as autoridades sanitárias do Governo do Estado, o Estado está fazendo um inquérito sanitário sobre os casos da COVID no Estado, sobre toda essa situação e até o dia 25 de dezembro o Governo vai ter todo um diagnóstico da real situação do Estado para a partir daí possamos tomar as atitudes necessárias com relação a volta das aulas presenciais”, finalizou Nabor.

Assessoria NW

Percentual de famílias endividadas cai em novembro e chega a 66%

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Após três quedas consecutivas, o número de famílias brasileiras com dívidas chegou em novembro ao mesmo patamar de fevereiro, antes dos impactos mais severos da pandemia de covid-19. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (1) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo o estudo, 66% das famílias estão endividadas, o que representa uma queda de 0,5 ponto percentual em relação a outubro. A pesquisa considera como dívidas as despesas declaradas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa, ainda que estejam em dia.

Segundo a pesquisa, o cartão de crédito é a principal modalidade de endividamento para 77,8% das famílias. Em seguida, aparecem os carnês (16,1%) e o financiamento de veículos (10,7%), associados ao consumo de médio e longo prazos.

Renda

As famílias com renda de até 10 salários mínimos tiveram queda do endividamento pelo terceiro mês seguido, mas continuam acima da média, com 67,5%. Para as famílias com renda maior que 10 salários mínimos, o endividamento se manteve estável em 59,3%.

A confederação avalia que os indicadores recentes apontam para uma recuperação da economia mais robusta do que as estimativas indicavam, o que impacta, inclusive, em pressões inflacionárias. Ainda assim, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, alerta a proporção de endividados no país é elevada e sublinha a necessidade de ampliar o acesso a recursos com custos mais baixos, possibilitando o alongamento de prazos de pagamento.

Dívidas em atraso

A inadimplência, que contabiliza as dívidas em atraso, também teve queda em novembro e chegou a 25,7%. No mês passado, o percentual era de 26,1%. Da mesma maneira, o grupo de famílias que declararam não ter condições de pagar suas dívidas em atraso caiu de 11,9% para 11,5%.

Apesar da queda, a inadimplência continua acima dos patamares de 2019. Em novembro do ano passado, 24,7% das famílias eram inadimplentes e 10,2% declararam não ter condições de pagar suas dívidas em atraso.

O tempo médio de atraso na quitação das dívidas das famílias inadimplentes vem aumentando desde junho e atingiu o maior patamar, desde maio, no mês passado: 62,5 dias.  Também está em alta desde agosto o percentual de famílias que demoram mais de 90 dias para quitar as dívidas em atraso. Em novembro, o percentual chegou a 42,9%.

Agência Brasil

Dia Mundial de Luta contra a Aids: Brasil tem 920 mil pessoas com HIV

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No Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado nesta terça-feira (1°), o Ministério da Saúde (MS) apresentou o Boletim Epidemiológico HIV/Aids 2020, que traz os dados de diagnósticos e infectados consolidados do ano de 2019 e um comparativo dos casos nos últimos anos no país.

Segundo a pasta, atualmente cerca de 920 mil pessoas vivem com HIV no Brasil: 89% delas foram diagnosticadas, 77% fazem tratamento com antirretroviral e 94% das pessoas em tratamento não transmitem o HIV por via sexual, por terem atingido carga viral indetectável. Até outubro deste ano cerca de 642 mil pessoas estavam em tratamento com antirretroviral, enquanto em 2018, eram 593.594 pessoas em tratamento.

Jovens

O Ministério da Saúde estima que cerca de 10 mil casos de Aids foram evitados no país, no período de 2015 a 2019. Os jovens, de 25 a 39 anos, de ambos os sexos, com 492,8 mil registros, concentraram o maior número de casos. Nessa faixa etária, 52,4% são do sexo masculino e 48,4% são mulheres.

Queda

Durante a apresentação dos dados na manhã de hoje, especialistas comemoram o fato do Brasil ter registrado queda no número de casos de infecção por Aids nos últimos anos. Desde 2012 houve uma diminuição na taxa de detecção de Aids no país. O número passou de 21,9 casos por 100 mil habitantes, em 2012; para 17,8 casos por 100 mil habitantes em 2019, representando um decréscimo de 18,7%.

A taxa de mortalidade por Aids também apresentou queda de 17,1% nos últimos cinco anos. Em 2015, foram registrados 12.667 óbitos pela doença e em 2019 foram 10.565. Na avaliação do Ministério da Saúde, ações como a testagem para a doença e o início imediato do tratamento, em caso de diagnóstico positivo, são fundamentais para a redução do número de casos e óbitos por Aids.

Campanha

Como tradicionalmente faz no Dia Mundial de Luta Contra a Aids o ministério lançou a Campanha de Prevenção ao HIV/Aids. Com o slogan: HIV/Aids. Faça o teste. Se der positivo, inicie o tratamento.

A campanha terá filme para TV, peças de mídia, internet e mídias sociais, cartazes e spot para rádio.

Neste ano, a ação incentiva a busca pelo diagnóstico e tratamento da doença, reforçando que a camisinha é a forma mais fácil e simples de se prevenir contra o HIV. Caso não tenha utilizado camisinha, é de extrema importância realizar o teste de HIV, gratuito no Sistema Único de Saúde (SUS).

Em caso de diagnóstico positivo, a orientação é iniciar o tratamento o mais rápido possível para evitar o adoecimento por Aids. Com o tratamento adequado, o vírus HIV fica indetectável, ou seja, não pode ser transmitido.

Pandemia

Segundo o secretário de Vigilância em Saúde do MS, Arnaldo Medeiros, apesar da pandemia de covid-19, durante esse período a pasta expandiu a estratégia de entrega de antirretrovirais (ARV) de 30 para 60 ou até 90 dias.

Hoje, 77% dos pacientes em tratamento tem dispensação para 60 e 90 dias, em 2019 eram 48%. Além disso, Medeiros ressaltou que o uso de auto testes foi ampliado com o objetivo de reduzir o impacto na identificação de casos de HIV por conta da pandemia. A pasta também garantiu a oferta de teste anti-HIV para pacientes internados com síndrome respiratória.

Neste ano, até outubro, o Ministério da Saúde distribuiu 7,3 milhões de testes rápidos de HIV, 332 milhões de preservativos masculinos e 219 milhões de preservativos femininos.

Transmissão Vertical

Apesar da queda do número de casos nos últimos anos, em um período de 10 anos, houve um aumento de 21,7% na taxa de detecção de HIV em gestantes. Segundo o MS, essas estatísticas podem ser explicadas, em parte, pela ampliação do diagnóstico no pré-natal e a melhoria da vigilância na prevenção da transmissão vertical do HIV.

O maior número de gestantes infectadas com HIV (27,6%) está entre jovens de 20 a 24 anos. Em 2019 foram identificadas 8.312 gestantes infectadas com HIV no Brasil. O Ministério da Saúde atualizou o protocolo para prevenção de transmissão vertical do HIV, quando o vírus é passado de mãe para filho.

Vale lembrar que o Brasil é signatário do compromisso mundial de eliminar a transmissão vertical do HIV e optou por adotar uma estratégia gradativa de certificação de municípios. A eliminação da transmissão vertical do HIV, assim como a redução da sífilis e da hepatite B, é uma das seis prioridades do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Menores de 5 anos

De 2015 a 2019, houve redução de 22% na taxa de detecção de Aids em menores de 5 anos. Passando de 2,4 casos por 100 mil habitantes em 2015 (348 casos no total) para 1,9/100 mil habitantes, em 2019 (270 casos). A taxa de detecção de aids em menores de 5 anos tem sido utilizada como indicador para o monitoramento da transmissão vertical do HIV, que inclui ainda a transmissão durante a gestação, o parto ou a amamentação.

Agência Brasil

População desocupada atinge 13 milhões 763 mil pessoas em outubro

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A população desocupada atingiu 13 milhões 763 mil pessoas em outubro, o que significa alta de 2,1%, em relação ao mês anterior e um recorde da série da Pnad Covid-19 mensal, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou os dados hoje (1º). O resultado representa também crescimento de 35,9% desde o início da pesquisa em maio. A taxa de desemprego subiu de 14,0% para 14,1%, o que também é a maior da série.

A força de trabalho cresceu 1,5% na comparação com setembro e alcançou 97,9 milhões em outubro. Frente a maio a elevação ficou em 3,6%. O número de pessoas fora da força de trabalho teve redução de 1,9% e somou 72,7 milhões de pessoas em outubro. Com relação ao mês de início da pesquisa a queda ficou em 3,5%.

O Amapá foi o estado onde houve a maior proporção (9,2%) de pessoas ocupadas afastadas do trabalho por causa do distanciamento social. De acordo com a pesquisa, 24 unidades da federação tiveram recuo no percentual de pessoas ocupadas afastadas do trabalho pelo mesmo motivo, em relação a setembro. Nas outras unidades da federação foi registrada estabilidade.

Entre os 4,7 milhões de trabalhadores afastados do trabalho que tinham na semana de referência, 900 mil ou 19,2% estavam sem a remuneração do trabalho. Em setembro o percentual era de 19,8%, e, segundo o IBGE, vem caindo “consistentemente ao longo da pandemia”. A Região Sul teve o menor percentual (16,3%) e a Norte, o maior (26,8%).

A diferença entre o número de horas habitualmente e efetivamente trabalhadas está diminuindo: o número médio de horas habituais foi de 40 horas por semana, contra 35,7 horas efetivas.

Remoto

Em outubro, 94,4% da população ocupada não estavam afastados do trabalho que tinham, contra 93,5% em setembro. Entre os não afastados, os que trabalhavam de forma remota representavam 9,6% ou 7,6 milhões de pessoas da população ocupada que não estava afastada. Em setembro, eles eram 10,4% ou 8,1 milhões de pessoas.

Segundo o IBGE, “esta foi a diminuição mais acentuada no quantitativo de pessoas trabalhando remotamente. Em apenas um mês, o indicador teve redução de 477 mil pessoas, similar à queda acumulada de maio a setembro (636 mil pessoas)”. A região que tinha o menor percentual de pessoas ocupadas trabalhando remotamente (4,1%) foi a Norte e o Sudeste, o maior (12,4%).

Informalidade

O número de trabalhadores informais em outubro chegou a 29 milhões de pessoas ou 34,5% do total de ocupados. O resultado também significa alta de 2,4% na quantidade de informais em relação a setembro e um aumento de 0,3 p.p. na taxa de informalidade.

Auxílio

O Norte (58,4%) e o Nordeste (56,9%), mais uma vez, foram as regiões com os maiores percentuais de domicílios que receberam auxílio emergencial. Os cinco estados com os maiores percentuais foram Amapá (68,6%); Pará (62,2%); Maranhão (61,4%), Alagoas (60,3%) e Acre (59,6%).

Testes

A pesquisa apontou também que até outubro, 25,7 milhões de pessoas ou 12,1% da população tinham feito algum teste para saber se estavam infectadas pelo coronavírus. Até setembro esse número estava em 21,9 milhões de pessoas ou 10,4% da população. Entre as pessoas que fizeram os testes, 22,4% ou 5,7 milhões tiveram resultado positivo em outubro, contra 22,1% ou 4,8 milhões em setembro.

Conforme o IBGE, praticamente não houve diferença no percentual de homens (11,8%) e de mulheres (12,4%) que fizeram algum teste. O maior percentual por grupos de idade foi entre as pessoas de 30 a 59 anos de idade (16,5%). Em nível de escolaridade, o maior percentual foi anotado entre as pessoas sem instrução ao fundamental incompleto, 6,6% e, entre aqueles com superior completo ou pós-graduação, 25,0%.

Ainda em outubro, 47,4 milhões de pessoas estavam com alguma das doenças crônicas pesquisadas. Isso corresponde a 22,4% da população. A mais frequente foi a hipertensão (13,3%). As outras foram asma ou bronquite ou enfisema (5,4%); diabetes (5,3%); depressão (2,9%); doenças do coração (2,6%) e câncer (1,0%). O percentual de pessoas com alguma das doenças crônicas que testou positivo foi de 3,5%, percentual esse que vem aumentando a cada mês da pesquisa (1,6% em julho, 2,5% em agosto e 3,0% em setembro).

Agência Brasil