PMJP garante segurança alimentar para população em vulnerabilidade social

A gestão da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) é referência em política de segurança alimentar no país, sendo uma das poucas cidades que mantém com recursos próprios todos os serviços para garantir a quem mais precisa acesso à alimentação de qualidade. A rede é formada por dois restaurantes populares, cinco cozinhas comunitárias e um Banco de Alimentos fomentado pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), todos administrados pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).

Lindaura Pontes é uma das usuárias assíduas do Restaurante Popular de Mangabeira desde a sua inauguração e atesta a qualidade das refeições servidas. “Venho todos os dias e sempre a comida é gostosa e o restaurante é organizado”, reforçou.

Os Restaurantes Populares estão localizados na Lagoa e no bairro de Mangabeira, com cardápio variado e pensado para atender às necessidades nutricionais da população pelo valor simbólico de R$1,00 para cada prato. Diariamente são produzidas e distribuídas 2.200 refeições, contando sempre com verduras, frutas e legumes frescos e de qualidade.

“A Prefeitura tem o compromisso de manter os equipamentos funcionando para dar a segurança alimentar que tantas pessoas precisam em João Pessoa. Com planejamento e muito trabalhando estamos conseguindo manter o valor da refeição nos restaurantes populares a um preço simbólico, mas principalmente elevando sempre a qualidade do que é oferecido a quem mais precisa”, complementou Diego Tavares, secretário de Desenvolvimento Social.

Nos bairros – A PMJP também dispõe de cozinhas comunitárias, auxiliando na segurança alimentar de mais de 400 famílias em vulnerabilidade social que podem usufruir gratuitamente de refeições feitas com produtos da agricultura familiar e livres de agrotóxicos. Todos os dias são distribuídas mil refeições nas cozinhas dos bairros do Cristo, Novais, Gervásio Maia e comunidades do Taipa e Timbó.

A dona de casa Cintia Augusto frequenta a cozinha comunitária do Gervásio Maia há três anos, encaminhada pelo Centro de Referência em Assistência Social (Cras) do mesmo bairro, ela vem com os três filhos todos os dias almoçar. “A cozinha ajuda muito principalmente quando a gente tem dificuldade de conseguir alimento. Todo dia aqui tem comida, trago as crianças. Comida boa e deliciosa. Quando tem e eu posso, venho fazer curso e meus filhos também participam das atividades no Cras daqui”, completou.

PAA – Já o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) fomenta o Banco de Alimentos, que repassa para instituições cadastradas no Conselho Municipal de Assistência Social os gêneros alimentícios adquiridos beneficiando mais de 5.500 famílias, além de 1.370 crianças e adolescentes e 501 idosos. Ainda há a distribuição de outras 5.082 refeições em diferentes pontos da cidade através dos Centro de Referência da Assistência Social (CRAS).

Os fornecedores do programa são todos agricultores familiares que responderam à chamada pública realizada em maio e preencheram todos os requisitos necessários, atualmente 54 agricultores estão aptos a fornecerem gêneros alimentícios, sendo eles da Capital e outras cidades como Pedras de Fogo, Caaporã, Conde, Pitimbu, São Miguel de Taipú, Alhandra, Sobrado e Cruz do Espírito Santo.

Um dos fornecedores é Adriana Bento, que há quatro anos fornece gêneros alimentícios para o Banco de Alimentos como feijão verde, macaxeira, milho e frutas. “Participar do Banco de Alimentos foi uma das melhores coisas que aconteceu comigo. Eu morava em casa de taipa e agora, por conta do que eu planto e forneço, tenho uma casa de alvenaria e um carrinho para poder trabalhar vendendo o que eu planto”, complementou.

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