Após Virgolino propor CPI dos gastos da reforma, Trocólli quer convocar empresas para explicarem falhas técnicas existentes na Assembleia

A “reforma” feita pelo ex-presidente Gervásio Maia (PSB) no plenário e em alguns setores da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), está gerando a cada dia uma dor de cabeça enorme para o atual presidente da Casa, Adriano Galdino e também os demais 35 deputados que legislam naquele parlamento.

O deputado Wallber Virgolino já disse que no próximo semestre irá apresentar um pedido de CPI para investigar os gastos da reforma, já que o valor total da reforma no final foi superior a três vezes a mais do anunciado.

O também deputado Trocólli Júnior revelou ter conversado com à Presidência da Casa, para convocar as empresas que trabalharam na reforma da Assembleia, a prestarem esclarecimentos sobre os constantes problemas existentes, cerca de um ano após a inauguração.

 

Se realmente confirmar essa convocação destas empresas e o pedido de CPI for protocolado, a situação de Gervásio Maia fica complicada.

Obra da reforma da Assembleia Legislativa custou três vezes mais cara que o divulgado

Anunciada por R$ 1.992.893,58 (um milhão, novecentos e noventa e dois mil, oitocentos e noventa e três reais e cinqüenta e oito centavos), a obra de reforma do plenário da Assembleia Legislativa da Paraíba consumiu, segundo o Sistema Integrado de Administração Financeira – SIAF, mais de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais).

 

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