Moro e Dallagnol em uma pornochanchada!! – Novo artigo de Marcos Thomaz

Nem mesmo as desventuras de Neymar e Nágila resistiram a “orgia”virtual, um verdadeiro bacanal jurídico comandado por Sérgio Moro e Deltan Dallagnol na Justiça Federal do Paraná e, que começaram a ser revelados pelo site The Intercept, em incendiários capítulos, uma espécie de “strip tease” aberrante (freak show erótico) dos dois figurões da Lei curitibanos. E podem se preparar, “ir tirando as crianças da sala”, porque até agora apenas a máscara caiu… Quando chegar nas roupas de baixo… Mal consigo imaginar o choque a ser causado nas hostes da tradicional família brasileira!?!?

Em uma situação normal, todos os holofotes permaneceriam direcionados a favor da história trágico-sensual envolvendo o jogador mundialmente famoso e a modelo. Paris ao fundo, dois jovens pujantes, envolvidos em um tórrido desejo sexual, mas que desandou para as páginas policiais. Uma história de “prato cheio” para a imprensa ávida por sensacionalismo. Misturando sexo e violência, então?!?! Manjar dos deuses.

Mas, o que não esperavam os entusiastas do estardalhaço midiático era vir da “suíte vizinha” aquele tradicional barulho de cama rangendo, sussurros e gemidos. Indicativos claros de que estava começando uma “série” baseada na total promiscuidade de um magistrado e um procurador, ambos praticando esbórnia nas barras da justiça, com ares de sadismo (se valendo explicitamente do aparelho do Estado) para pôr em prática o desejo incontrolável de algemar, acorrentar o ex-presidente Lula, próximo a eles em Curitiba (cada um com seu fetiche). Perto desse “caliente” roteiro o “caso” Neymar x Nágila ficou parecendo pornô soft de “Emmanuelle” nas noites de sábado da Band (nem adianta fingir pudor e tentar disfarçar a má intenção como o Moro. “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado!”).

Estamos aparentemente falando de suruba, mas a verdade “entre quatro paredes”, o que meu instinto voyeurístico vem a desnudar é que por mais picantes que sejam os atos revelados até então, se uma significativa parcela dos conservadores correu para se esconder e trancar em casa ruborizado com a lascívia dos seus ídolos, outra parte desse povo de bem brasileiro já começa a, castamente, “colocar as perninhas de fora”, minimizando o “grau de indecência” entre MoMô e Dadá. Ressurge até aquele velho debate comum à época das pornochanchadas (gênero cinematográfico tão brasileiro quanto essa “Luxúria de Toga”). Pelas ruas o povo apostava: “as cenas sensuais de pornochanchada sempre são verdadeiras…” “Não, não. Em algumas eles simulam sexo etc.”

Nessa discussão inócua entre consumação ou não do ato, a meu olhar basta os corpos já estarem emaranhados. Assim, eu fico com quem entende do assunto, e parafraseando o Anjo Pornográfico, Nelson Rodrigues, espero, que ao menos essa “Nudez seja castigada”!

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