Parque Estadual de Areia Vermelha selecionado para Projeto Áreas Marinhas Protegidas

O projeto “Atividades econômicas sustentáveis no Parque Estadual Marinho de Areia Vermelha: uma experiência de empoderamento social”, elaborado com a participação das técnicas da Secretaria Executiva de Meio Ambiente Martha Melquíades e Cleytiane Santos, foi selecionado para o Projeto Áreas Marinhas e Costeiras Protegidas – GEF Mar. O projeto também foi elaborado por técnicos da Sudema e por professores e pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

A aprovação do documento foi feita por uma equipe formada por técnicos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Sociobiodiversidade Associada a Povos e Comunidades Tradicionais (CNPT) e pela Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas Costeiras e Marinhas (Confrem).

De acordo com a ponto focal do Projeto GEF-Mar na Paraíba, Martha Melquíades, o documento visa, a partir do ordenamento estabelecido pelo Plano de Manejo da unidade de conservação e da valorização da cultura artesanal, atuar em duas frentes. Uma delas é o incremento do roteiro turístico na Zona de Uso Público do Parque Estadual Marinho Areia Vermelha (Pemav), a partir dos atrativos existentes associados a produtos gastronômicos e artesanato produzidos, prioritariamente, por mulheres da comunidade.

A outra frente, segundo Martha tem como objetivo promover a transmissão do conhecimento tradicional acerca da pesca artesanal, por meio de cursos de capacitação, priorizando a participação dos jovens. “Desta forma, promove-se fontes alternativas de renda que beneficiam as comunidades do local e entorno, por meio dos ofícios tradicionais e incorporação de atividades econômicas associadas ao turismo no Parque Marinho”, explicou Martha.

Ainda segundo ela, “a iniciativa visa oportunizar a participação comunitária na vocação turística do Pemav, bem como promover o reconhecimento e a valorização da cultura tradicional, inserindo-os mais ativamente na gestão da unidade de conservação, alinhando os preceitos da conservação ambiental e do turismo sustentável de base comunitária”, concluiu.

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