Entrevista: Diretor-Executivo da Geap fala da nova fase da Operadora

Executivo com histórico de atuação pautado, predominantemente, na gestão pela qualidade, o Diretor-Executivo da Geap Autogestão em Saúde, o carioca Ricardo Marques Figueiredo, soma cursos em instituições de renome nacional e internacional, na área de administração, que o capacitam para assumir a atual missão profissional.

Em entrevista, ele fala sobre os desafios da gestão e cita os próximos passos, enfatizando que, no momento, está unindo a expertise do corpo diretivo ao empenho das equipes de todo o Brasil.

O objetivo dele é garantir a clareza nos processos, consolidando a implementação das práticas de compliance para manter a confiança que os milhares de beneficiários têm na Autogestão e alcançar as metas da Operadora.

Que formação lhe deu base para a chegada à Diretoria Executiva da Geap Saúde?

Eu me formei em 1981, na Academia Militar das Agulhas Negras, na especialidade de Administração e Logística. Depois, fiz vários cursos militares e civis. Fiz seis Pós-Graduações e um Mestrado. A minha experiência profissional tem 38 anos, atuando sempre na área administrativa, na parte de administração pública. Dirigi quatro organizações e cheguei à Geap a convite da Casa Civil da Presidência da República.

O que preza na sua gestão como Diretor-Executivo da Autogestão?

Fazer um saneamento e garantir a sustentabilidade da casa. Estamos racionalizando, melhorando a gestão. O que esperar é isso: transparência. Primeiro, o nosso objetivo é sair da Direção Fiscal. Vamos seguir o Planejamento Estratégico e Organizacional que já vem sendo feito, para que possamos captar novos beneficiários, ter sustentabilidade e mais 73 anos de história, pelo menos.

O que falar do corpo diretivo que o acompanha nesta missão?

Somos um colegiado: eu, na Diretoria-Executiva; Luiz Sávio Salgado Brandão, na Diretoria de Saúde; Cláudio Lopes Barbosa, na Diretoria de Finanças; e Renato Alves Cunha, na Diretoria de Controle de Qualidade, interinamente. Estamos fazendo um trabalho de análise e melhoria de processos. Eles têm autonomia para fazer o que acham que tem que ser feito, desde que seja com correção, probidade e lealdade. Nós vimos a qualidade dos funcionários, o que é muito bacana. São muito dedicados, engajados, cientes dos seus trabalhos. O sonho de todo gestor é a autogestão, ou seja, é assim: todos sabem o que têm que fazer, as diretrizes, a intenção, e todos fazem.

Quais foram os passos dados nessas primeiras semanas de gestão?

Nós nos ativemos ao Distrito Federal, neste primeiro momento, e vamos nos estender às outras Gerências Estaduais da Geap, em seguida. Vamos mapear todos os possíveis problemas e aí, mais uma vez, formar um conhecimento comum para aperfeiçoar a gestão.

Que mensagem deixa para os beneficiários da Geap e os servidores, em geral?

Venham para a Geap. Acreditem na gente. Tudo será saneado e voltaremos a ser o que éramos, há tempos. Fiquem tranquilos. Vai dar certo. Precisamos da ajuda de todos.

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