Em Sapé, Johni Rocha é reeleito e ficará na presidência da Câmara até 2020

Um fato inédito na cidade de Sapé movimentou os bastidores da política local, nesta manhã de quinta-feira, 31, quando da eleição para a presidência da Casa de Augusto dos Anjos, que reconduziu o vereador-presidente Johni Rocha(PSDB) para o biênio 2019/2020.
É que, nunca, um prefeito que tem como parente um presidente do Legislativo, perdeu duas eleições consecutivas – como foi o caso de Sapé, quando na primeira eleição da mesa/2016 foi apresentado o nome de Luiz Limeira (Sobrinho do prefeito Roberto Feliciano) e este perdeu para seu opositor Johni Rocha, numa eleição que chamou a atenção de toda a Paraíba. E agora, o fato se repete, com a reeleição de Rocha, que ficará no poder até o ano de 2020.
Mesmo com a desistência da vereadora Vera dos Anjos na chapa de Johni Rocha, essa que foi devidamente substituída, votaram favoráveis a eleição do atual presidente os vereadores: Nego Simplício(PT), Cibele Cabral(PSB), Elton Serafim(PDT), Robson Guedes(PTB), Wilson Cavalcante(PP), Adriano de Inhauá(PSD) e Arquimedes Natércio(PP).
 Após a eleição, um pedido de CPI na área da Saúde foi aprovado com os votos dos mesmos vereadores que votaram pela reeleição do presidente da Câmara Municipal de Sapé.
A chapa vencedora ficou assim constituída: Johni Rocha(Presidente); Wilson Cavalcante(vice-presidente); Robson Guedes (primeiro secretário) e Elton Serafim (segundo secretário).
Logo após a eleição o presidente reeleito agradeceu aos votos dos colegas vereadores e toda a confiança depositada pelo povo de Sapé em seu projeto político e o reconhecimento de seu trabalho à frente do poder legislativo.
Fenômenos políticos inversos Conforme revelou Johni Rocha, em tempo hábil estará se reunindo com vereadores para tratar de realinhamento político e ações que possam definir uma nova forma de vislumbrar as questões da política local.
O que se comenta nos bastidores da política sapeense, através dos mais entendidos nessa área , é que a cidade passa por fenômenos políticos inversos, ou seja, nas últimas eleições municipais o prefeito Roberto Feliciano derrubou um tabu, sendo o único que conseguiu na história política do município a reeleição, quando ocorre justamente o contrário quanto à eleição da mesa – o sobrinho do prefeito perde pela segunda vez a presidência, acendendo-se os holofotes para os ‘fenômenos inversos da política’.

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