Caos na saúde de Campina Grande; médicos já admitem falta de medicamentos essenciais

Caos… É assim que podemos definir a atual situação da saúde pública em Campina Grande. A gestão do prefeito tucano Romero Rodrigues (PSDB) está com um débito que chega em torno dos R$ 40 milhões durante sua gestão à frente da Prefeitura, só no ano de 2015. Esses dados podem ser conferidos facilmente na página do Tribunal de Contas do Estado (TCE) no link do Sagres.

Essa situação delicada da saúde na Rainha da Borborema ocasionou a falta três essenciais medicamentos para o Instituto Elpidio de Almeida (ISEA), que já registrou somente em janeiro deste ano 17 óbitos de recém-nascidos (RNS). Esse débito vem ocasionando a falta e a distribuição de vários medicamentos essenciais para pacientes de várias enfermidades, em decorrência dos fornecedores que estão sem receber desde o ano passado.

O deputado federal e pré-candidato a prefeito na cidade, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), vem alertando há meses essa situação caótica na gestão do prefeito Romero.

“A falta de sensibilidade do prefeito com o dinheiro público é clara. Campina vive hoje uma situação delicada e o prefeito e os órgãos responsáveis como o Tribunal de Contas vem acompanhando e tem que ficar atento nesse ano eleitoral, pois o prefeito deve usar o poder da caneta para tirar proveito”, alertou Veneziano.

Segundo médicos do ISEA, já há falta no estoque o medicamento Survana (que serve para amadurecer os pulmões dos recém-nascidos), bem como do Betametazona e Corticoide (que gestantes usam durante os partos).

O Sagres aponta que no período de janeiro a novembro de 2015, Romero Rodrigues gastou com apadrinhados políticos (Comissionados e contratados por excepcional interesse público), ambos sem concursos a bagatela de R$ 42,691.484,08. Ou seja, quase a mesma quantia que impôs de débito a prefeitura. Os dados podem ser averiguados facilmente no site (https://goo.gl/DvbHhD).

PautaPB com Jornaldeverdade

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